terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Antes de Comprar: Descubra tudo que envolve a comprovação de renda na compra de um imóvel na planta

Quando um imóvel é adquirido na planta pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), um dos pontos importantes a verificar no momento da compra é a comprovação de renda. O potencial de financiamento é, em geral, verificado pelo incorporador na assinatura do contrato. No repasse com o agente financeiro, ou seja, quando o comprador for contratar o financiamento após a conclusão da obra, esta comprovação deve ser formalizada diretamente com o banco.
Abaixo estão algumas dúvidas com respostas que podem ajudar a esclarecer pontos sobre a comprovação de renda para a compra do imóvel próprio.

Como é feita a comprovação de renda no momento da compra?

Muitas incorporadoras exigem uma comprovação formal, inclusive, pedem documentos que confirmem a renda declarada. Há casos em que não é solicitado nenhum tipo informação quanto à renda do comprador ou em algumas situações quem está adquirindo deve apenas informar sua renda. O importante é estar consciente de que a forma de comprovar ou a exigência de comprovação varia de acordo com a empresa.


Em casos quando a comprovação não é realizada na hora da aquisição, esses documentos não são pedidos em primeira instância porque até o empreendimento ficar pronto - o que deve acontecer dentro de dois a três anos, aproximadamente,- o comprador pode mudar de emprego ou passar por alguma situação que interfira em seus rendimentos.

Como fazer a comprovação de renda no financiamento?

Os documentos exigidos variam de banco para banco. Mas, normalmente, são solicitados conforme a ocupação do cliente:

Trabalhadores contratado em regime CLT, funcionários públicos e aposentados

Na maioria dos casos deverão ser apresentados os três últimos holerites.

Profissionais liberais e autônomos

A maior parte dos bancos exige que o comprador entregue o extrato bancário dos seis meses anteriores e/ou a declaração do Imposto de Renda.

Uma segunda pessoa pode ajudar a compor a renda?

Em geral, os bancos aceitam a composição de renda do cônjuge atual, incluindo os casos de união estável, noivos ou namorados. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, não há limite de pessoas, nem exigência de grau de parentesco. Porém, a análise é feita caso a caso.

Quais dicas para não ter problema no momento de comprovar a renda?

 Evite novos endividamentos. A compra de um carro, por exemplo, vai comprometer a sua renda e possivelmente a aprovação do financiamento.
 Quando o momento do repasse estiver se aproximando, busque não mudar de emprego, pois é um período de experiência, que pode gerar instabilidade nos seus ganhos.
 Faça uma compra consciente: as parcelas do financiamento comprometem cerca de 30% da sua renda.
 Organize-se para reunir as documentações de remunerações extras - como alugueis e trabalhos temporários - ou esporádicas, como bônus, participação nos lucros e etc.

Fonte: Tib news
http://www.tiberio.com.br/Blog/antesComprar/veja-como-comprovar-renda-na-compra-de-um-imovel-na-planta

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Vendas de imóveis residenciais novos crescem em São Paulo

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP, em novembro de 2013 a comercialização de unidades foi 28,6% superior à do mês de outubro 

10/01/2014
Vendas de imóveis residenciais novos crescem em São Paulo
A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo fechou em alta no mês de novembro de 2013 e confirmou a expectativa de crescimento prevista no segundo semestre do ano pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário elaborada e divulgada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, foram vendidas em novembro 2.777 unidades, volume 28,6% maior que o observado no mês de outubro, que registrou 2.160 vendas.
Monetariamente, a comercialização de novembro do ano passado foi de R$ 2,02 bilhões, resultado 79,8% maior que o do mês anterior, quando as vendas somaram R$ 1,12 bilhão.
Destaques de novembro – Durante o lançamento – período que corresponde aos seis primeiros meses de oferta das unidades no mercado –, foram vendidas 2.332 unidades, representando 84,0% do total comercializado durante o penúltimo mês de 2013.
Unidades de três dormitórios destacaram-se com as vendas de 1.044 unidades, ou seja, 37,6% do volume total. Novembro foi o segundo melhor mês do ano para imóveis dessa tipologia, ficando atrás apenas de junho, quando foram escoados 1.081 apartamentos.
Apesar do destaque, imóveis de dois dormitórios lideraram as vendas de novembro, com 1.124 unidades comercializadas e participação de 40,5% do total.
O indicador VSO (Vendas Sobre Oferta) acumulado no período de dezembro de 2012 a novembro de 2013 foi de 63,5%, relativamente inferior aos 66,3% de outubro de 2013, porém superior ao registrado em novembro de 2012 (58,7%) e dezembro de 2012 (56,7%).
A oferta final do mês de novembro de 2013 foi de 18.701 unidades, segundo maior volume registrado no ano, ficando atrás somente de março (18.883 imóveis).
Lançamentos residenciais na Capital – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 4.997 unidades residenciais novas em novembro de 2013. Comparativamente às 2.954 lançadas em outubro, o crescimento foi de 69,2%. Esse foi o melhor resultado em termos de volume de lançamentos registrado desde dezembro de 2011, mês em que foi ofertado o volume recorde de 7.240 unidades novas.
Diferentemente das vendas, os imóveis de três dormitórios representaram o maior número de lançamentos no mês de novembro, com 1.932 unidades e participação de 38,7% do total. Em seguida, vêm os apartamentos de dois dormitórios, com 1.817 lançamentos (36,4%).
Lançamentos residenciais na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) – A Região Metropolitana de São Paulo, que é composta por 39 municípios e a Capital, foi responsável por 6.375 vendas em novembro de 2013, resultado 38,1% superior ao de outubro do mesmo ano, com 4.616 unidades.
Destaques da RMSP – Os lançamentos atingiram 8.805 unidades novas, um crescimento de 30,4% em relação a outubro (6.750 imóveis).
Imóveis de dois dormitórios apresentaram o maior volume de lançamentos, com 4.736 unidades novas e participação de 53,8% do total, e de vendas, com a comercialização de 4.011 unidades (62,9% do total).
Considerações Finais – As quase cinco mil unidades lançadas na cidade de São Paulo no mês de novembro do ano passado comprovam a capacidade de o empreendedor imobiliário desenvolver produtos aderentes à demanda trazida por um novo tipo de comprador. “Esse foi o melhor resultado dos últimos 23 meses”, afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.
Novembro de 2013 representou a retomada dos apartamentos de três dormitórios, tanto em volume de lançamentos quanto de vendas. “Esse tipo de produto representou, aproximadamente, 40% da oferta total”, lembra Petrucci, completando que a cidade de São Paulo participou com 56,8% dos lançamentos da RMSP, e 43,6% das vendas.
“Mesmo com o alto custo da terra, as empresas do mercado estão formatando produtos adequados à demanda e ao poder aquisitivo dos compradores. Se o Plano Diretor Estratégico, que está na Câmara de Vereadores, aprimorar os mecanismos de incentivo à produção imobiliária, a tendência é que possamos ter maior oferta de produtos, o que é bom para o mercado”, opina Claudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação.
Para os dirigentes da entidade, os resultados de novembro de 2013 fortalecem as expectativas de fechar o ano com 33 mil novas unidades lançadas, e chegar a um volume de vendas entre 34 mil e 35 mil unidades. “Acreditamos que o comportamento do mercado imobiliário em 2014 será bastante próximo ao do ano passado. Apesar de tantos eventos importantes, como Copa do Mundo e eleições, esperamos um crescimento de 5% a 10%, tanto para vendas quanto para lançamentos”, conclui Bernardes.
Fonte: Secovi

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Apartamento em Ipanema é anunciado por R$ 66 milhões

Os altos preços de imóveis no Rio não são novidade, mas recentemente um anúncio chamou a atenção de especialistas no mercado carioca e abriu discussão sobre a especulação no setor.
Um apartamento de 560 m² com quatro quartos no edifício Cap Ferrat, em Ipanema (zona sul), foi anunciado por R$ 66 milhões em um site estrangeiro -R$ 118 mil por m².
Editoria de arte/Folhapress
Com vista para o mar, o imóvel é quase quatro vezes mais caro do que a casa, em um dos endereços mais exclusivos de Miami, escolhida pelo ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira como refúgio após a saída do comando do futebol brasileiro.
No mesmo site, o James-Edition, com sede na Suécia, é anunciado por € 15 milhões (R$ 48 milhões) um apartamento de 578 m² em Paris, próximo à igreja Notre Dame -€ 5 milhões (R$ 16 milhões) menos do que o apartamento de Ipanema.
"É um prédio de grife [o Cap Ferrat]. Mas não vejo justificativa para esse valor, a não ser que tenha sido construído no apartamento um palácio, com piso de ouro ou diamante", afirma o vice-presidente do Secovi Rio (sindicato da habitação), Leonardo Schneider.
O prédio, localizado no número 564 avenida Vieira Souto, tem amplas varandas e um apartamento por andar -são 17. Entre seus moradores e ex-moradores estão os empresários Alexandre Accioly (dono das academias Body Tech) e André Esteves (do BTG).
O preço médio do m² em Ipanema era de R$ 19.651 em dezembro, segundo o Secovi Rio. O valor sobe para até R$ 45 mil nos prédios da orla, diz Schneider. No caso do Cap Ferrat, um dos condomínios mais valorizados da cidade, atinge R$ 60 mil -o que faria o imóvel custar R$ 33 milhões.
O anúncio foi retirado do site recentemente. A reportagem apurou que isso ocorreu diante da grande repercussão sobre o preço. Outro apartamento no mesmo edifício foi anunciado em um site brasileiro por R$ 37 milhões.
Frederico Judice Araujo, sócio-diretor da imobiliária Judice & Araujo, diz que no mercado carioca são comuns negócios entre R$ 15 milhões e R$ 30 milhões. São, por exemplo, casas no ponto mais sofisticado do Leblon (também na zona sul), o Jardim Pernambuco, com área construída entre 500 m² e 700 m².
Fachada do edifício Cap Ferrat (prédio mais alto), em frente à praia de Ipanema, no Rio

Fonte: Folha São Paulo

Levantamento do Secovi-SP mostra que inadimplência em condomínio continua em declínio

Em novembro, foram ajuizadas 722 ações de cobrança na capital paulista, contra 808 casos no mês anterior 
02/01/2014
   Levantamento do Secovi-SP mostra que inadimplência em condomínio continua em declínio
Pelo segundo mês consecutivo, o levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo mostra queda no número de ações de cobrança por falta de pagamento da taxa condominial na capital paulista.
O Tribunal recebeu 808 processos em outubro e 722 ações em novembro, o que equivale a diminuição de 10,6%. Na comparação com novembro de 2012 (894 registros), a redução foi de 19,3%.
Também houve recuo no acumulado do ano. De janeiro a novembro, foram protocoladas 9.124 ações, diante de 9.833 no registradas no mesmo período de 2012, o que representa queda de 7,2%.
Conforme explica Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato e diretor do Grupo Hubert, dentre os fatores que contribuíram para reduzir as pendências, estão os acordos extrajudiciais, que surtem efeito na maioria das vezes.
“Os inadimplentes preferem negociar e parcelar”, afirma o dirigente, acrescentando que, para o condomínio, é melhor receber parcelado do que esperar anos por um resultado na Justiça.
Gebara reitera a importância de os síndicos e administradoras reforçarem as negociações amigáveis. “Devemos encerrar o ano com menos ações que as 10.500 registradas no ano passado”, prevê o vice-presidente do Secovi-SP.
Histórico – Em 2006, foram protocoladas 17,2 mil ações judiciais por falta de pagamento de condomínios nos fóruns da cidade de Paulo. Esse número caiu para 15,9 mil em 2007 e manteve a tendência de queda em 2008, com 13,1 mil registros. Em 2009, o volume diminuiu ainda mais, chegando a 11,4 mil ações. Sofreu ligeiro aumento em 2010 (11,8 mil casos) e despencou para 9,9 mil ações em 2011. Em 2012, foram ajuizados 10,5 mil processos.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Aumento do IPTU chega a 670% para imóveis em São Sebastião

O ano de 2014 começou "salgado" para veranistas e moradores do litoral norte de São Paulo. Em São Sebastião, eles foram surpreendidos com aumento entre 40% e 670% no valor do IPTU.
Para tentar reverter a situação, os frequentadores da região dizem que vão seguir o exemplo da capital e levar o caso à Justiça. Uma decisão judicial do fim do ano passado suspendeu em São Paulo a correção de valores proposta pelo prefeito Fernando Haddad (PT).
A reportagem teve acesso aos boletos de alguns moradores que comprovam a alta do imposto, considerada "abusiva" por quem tem casa em São Sebastião e pelos próprios caiçaras, que têm medo de serem obrigados a deixar a região por não poderem arcar com o reajuste.
Bruno Poletti/Folhapress
Eronides Braz, 70, que vai pagar 260%a mais de IPTU pela sua casa em Barra do Una
Eronides Braz, 70, que vai pagar 260%a mais de IPTU pela sua casa em Barra do Una
O maior aumento identificado foi de um imóvel na Paúba, que o proprietário, em 2013, pagou R$ 1.705,97 de IPTU. Neste ano, ele terá que desembolsar R$ 13.129,34.
Os donos de casas já falam em repassar o reajuste para os aluguéis de temporada, o que pode afugentar os turistas em pleno verão.
Frequentadores das praias da costa sul vão enviar cópias dos boletos ao Ministério Público, questionando o reajuste. Também foi organizado um abaixo-assinado e um protesto, previsto para o dia 7, no centro.
O ex-prefeito e presidente do PMDB local, Juan Garcia, diz que vai entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade na semana que vem para resolver o caso. "Se na capital se fez um tremendo rebu, e o aumento era de até 40%, imagina aqui no litoral", compara.
Editoria de Arte/Folhapress
Para o empresário Alfredo Pinho, 58, do sertão de Juqueí -com 80% de aumento estampado no carnê-, o reajuste não condiz com a estrutura de muitas praias. "Moro numa rua em que não passa nem o lixeiro e cobram até a taxa de lixo [junto do IPTU]."
Eronides Braz, 70, que mora numa casa modesta de 72 m² na Barra do Una, onde nasceu, levou um susto ao ver o aumento de 260%. Aposentado, ele vive com R$ 1.500 mensais e diz não ter como bancar o valor, reajustado de R$ 782 para R$ 2.818 -alta motivada pela correção do preço do terreno, de 253 m².
"Como uma pessoa de baixa renda vai pagar esse aumento? Querem expulsar os caiçaras daqui", diz Rodrigo Sulina, da Associação Comunitária Amigos de Cambury.
Em nota, a prefeitura diz que há 11 anos não havia atualização, e que o reajuste ocorreu só para o valor venal dos terrenos -os imóveis foram corrigidos pela inflação. O prefeito Ernane Primazzi (PSC) afirma que "havia muitas situações irreais e valores completamente defasados" e que "está pensando nas receitas do município para o futuro". Segundo ele, o reajuste também compensará a gradativa redução de arrecadação do município, como as perdas estimadas de R$ 5 milhões mensais em royalties.
Os descontos também aumentaram, de acordo com a prefeitura -de 10% para 20% no pagamento à vista.
Fonte: Folha São Paulo

sábado, 21 de dezembro de 2013

Os bairros de SP mais buscados por quem quer um imóvel novo

Levantamento da imobiliária Lopes mostra os bairros onde os compradores de imóveis mais procuraram lançamentos em 2013

Wikimedia Commons/Pedu0303
Bairro Vila Mariana, em São Paulo
Vila Mariana: bairro da Zona Sul de São Paulo é o mais procurado para quem quer comprar na planta
São Paulo – Um levantamento feito pela consultoria imobiliária Lopes mostrou que Vila Mariana, Santana, Saúde, Tatuapé e Pinheiros foram, nesta ordem, os cinco bairros mais procurados por compradores de imóveis em 2013.
O levantamento foi feito com 6.588 pessoas que estavam buscando um imóvel novo entre janeiro e novembro deste ano. A pesquisa considerou somente lançamentos.
Veja os bairros mais buscados em cada região e o percentual de buscas em cada região:
Zona Sul (37%)Zona Leste (23%)Zona Oeste (19%)Zona Norte (14%)Centro (7%)
Vila MarianaTatuapéPinheirosSantanaCentro
SaúdePenhaPerdizesCasa VerdeBela Vista
MoemaVila CarrãoLapaTucuruviHigienópolis
Campo LimpoMoocaButantãVila MariaSanta Cecília
IpirangaVila PrudentePompéiaFreguesia do ÓBrás
Fonte: Lopes
Segundo Caio Augusto Pereira, superintendente de inteligência de mercado da Lopes, o principal motivo da maior procura nestes bairros é o fato de eles concentrarem o maior número de lançamentos, apresentando maior oferta.
“Além disso, são bairros consolidados, com infraestrutura completa de serviços e transporte, com boa qualidade de vida”, acrescenta Pereira.