sábado, 23 de março de 2013

Mercado Imobiliário - Faça a Escolha Certa

Infográfico mostra os prós e contras de imóveis na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários. SÃO PAULO – O mercado imobiliário brasileiro passou por um verdadeiro boom nos últimos anos. Os preços dispararam com o aumento do nível de emprego, da renda e do acesso ao crédito no País. Quem está interessado em investir em imóveis tem cinco opções principais: imóveis residenciais na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários. Veja a seguir os prós e contras de cada uma dessas modalidades de investimento e faça a escolha certa: Qual é a melhor forma de investir em um imóvel? Mercado Imobiliário - Faça a Escolha Certa Infográfico: Infografico_Mercado_imobiliario criado por Infomoney - Informação que vale Dinheiro Fonte: Infomoney

Banco do Brasil reduz taxas para crédito imobiliário em mais de 17%

Medida vale para empréstimo em que o imóvel é a garantia da operação SÃO PAULO – O Banco do Brasil reduziu as taxas de juros do Crédito Imóvel Próprio, passando de 1,45% ao mês para 1,20% a.m., uma queda total de 17,24%. A linha de crédito é destinada a correntistas que possuam imóveis residenciais e fazem empréstimos em que o imóvel é a garantia da operação. Além dos juros, a instituição financeira também reduziu a renda mínima, de R$ 6 mil para R$ 4 mil. O valor do empréstimo pode variar entre R$ 20 mil e R$ 5 milhões, sendo que o valor máximo da operação é de até 60% do valor da avaliação do imóvel. Valor da carteira atual é de R$ 717,4 milhões (Getty Images) A operação tem carência de até 89 dias, prazo máximo de 180 meses e não há necessidade de avalista para a contratação. Perspectivas O banco espera dobrar a carteira ao longo de 2013, cujo saldo atual é de R$ 717,4 milhões. Fonte:Por Juliana Américo Lourenço da Silva da Infomoney

sexta-feira, 22 de março de 2013

Casa própria cada mais distante

São muitos os apelos de que o mercado imobiliário está crescendo e que todos agora podem comprar sua casa própria. Porém essa não é a realidade do mercado e dos brasileiros mais pobres. Comprar a casa própria no Brasil ainda é muito difícil. O crédito para compra de casas existe mesmo, porém, 70% dos brasileiros não tem acesso a esse crédito por dois motivos básicos, renda e valor da casa. O primeiro e maior problemas para as pessoas mais pobres comprar uma casa é que o brasileiro ganha em média R$1345 por mês e para conseguir um financiamento pelo programa Minha Casa Minha Vida é necessário ter uma renda de R$ 2345,00 mensais. Ou seja, é no mínimo necessário que duas ou mais pessoas tenham trabalho e estabilidade no emprego para conseguir comprar num programa que deveria ajudar e privilegiar os mais pobres. O segundo problema, o valor da casa, esta ligado diretamente com o crescimento do mercado de construção civil no país. O valor de uma casa subiu muito mais que o salário mínimo nos últimos anos e criou um abismo entre a renda do trabalhador e a compra de uma casa. No entanto, nesse cenário o governo e entidades da classe continuam a não mostrar preocupação e descartar uma possível crise no mercado imobiliário, enquanto outros especialistas apostam em um queda nas vendas, construções e desaquecimento do mercado, não tão grande quando na crise americana, porém ainda uma crise. O principal motivo seria os altos preços e financiamentos caros. Programas como o Minha Casa Minha Vida, Feirão da casa própria e outros tendem a amenizar o problema e empurra-lo para frente. Em algum momento não haverá mais programa governamental e, será que conseguiremos comprar casas com juros e condições oferecidas pelos bancos privados? Nesse cenário, o sonho da casa própria parece cada dia mais longe e demonstra que por enquanto o Brasil não possui uma economia que consiga prover as mais pobres condições de vida dignas em relação a habitação. Fonte: Forum imobiliario

terça-feira, 5 de março de 2013

Preço do metro quadrado tem alta de 0,9% em fevereiro, aponta FipeZap

Os preços do metro quadrado no mercado imobiliário brasileiro têm mantido a média de crescimento do começo do ano. É o que aponta o Índice FipeZap, que anunciou nesta terça-feira que a variação dos valores cobrados em fevereiro foi 0,9% maior em relação a janeiro, a mesma alta registrada no primeiro balanço mensal de 2013. Com isso, a média nacional dos valores do metro quadrado subiu pouco, de R$ 6.350 para R$ 6.410 no segundo mês do ano. Isso porque, entre as 16 cidades cujos preços são monitorados, cinco tiveram variação menor do que a inflação oficial esperada para fevereiro. Recife teve queda de 1,0% no preço médio do metro quadrado anunciado, enquanto Brasília, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul registraram aumentos de 0,1%. Já Santo André sofreu reajuste de 0,2%. Já as maiores altas foram registradas em Fortaleza (2,8%) e Florianópolis (2%). Entre São Paulo e Rio de Janeiro, o aumento nos preços mostrou maior fôlego na capital fluminense: foram altas de 0,8% e 1,3% respectivamente. Rio de Janeiro, inclusive, tem o maior preço médio anunciado do país, com R$ 8.824 por metro quadrado. Já Vila Velha, no Espírito Santo, permaneceu com os menores valores do mercado: R$ 3.475. Considerando a variação acumulada em 12 meses, Fortaleza apareceu novamente na liderança dos maiores preços, com variação positiva de 16,7%. Ela foi seguida por Niterói (15,7%), São Paulo (14,8%) e Rio de Janeiro (14,7%). Bairros – Ainda segundo o Índice FipeZap, o bairro do Leblon, no Rio, continuou com o rótulo de bairro mais caro do país. Lá, são cobrados R$ 20.762 por metro quadrado, em média. Em segundo lugar, ficou o distrito de Ipanema, também em solo carioca, com R$ 17.871. A região mais barata ficou por conta da Pavuna, com R$ 1.878. Já em São Paulo, os imóveis mais caros estão localizados no bairro da Vila Nova Conceição, zona sul da capital, com média de R$ 12.247 por m², enquanto no distrito de Guaianazes (zona leste) foram encontrados os preços mais acessíveis: R$ 2.859. Fonte: Zapimóveis

sexta-feira, 1 de março de 2013

Justiça permite a corretor fazer avaliação oficial de imóveis e divide profissionais

O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região negou apelação e manteve a permissão para que corretores de imóveis possam realizar avaliações de preços solicitados pelos clientes. A decisão divide os profissionais do mercado imobiliário, já que foi o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) que tentou derrubar na Justiça a realização deste trabalho por corretores. A decisão foi comemorada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 14ª Região, em Mato Grosso do Sul). “Foi uma decisão sábia e justa, que vem coroar uma luta que o sistema Cofeci/Creci vem travando há muitos anos. Nenhum profissional está tão bem preparado para realizar avaliações imobiliárias como o corretor de imóveis. São os corretores que vivenciam o mercado imobiliário dia após dia durante todo o ano”, analisou Delso José de Souza, presidente do Creci/MS. Ainda segundo Souza, a decisão do TRF/1 assegura aos corretores de imóveis de todo o Brasil a possibilidade de ter um novo nicho de mercado, que – nas palavras do presidente do Cresci – com certeza será explorado por profissionais em todos os municípios do estado. A briga judicial começou em 2006, quando o Cofeci (do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis) publicou resolução autorizando a emissão, por parte dos corretores, de parecer técnico de avaliação mercadológica, para levantar o valor comercial de um imóvel. A resolução foi contestada judicialmente pelo Confea e pelo Ibrape (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), porém sem sucesso. Trabalho de engenheiro Mesmo defendendo uma atuação em conjunto entre engenheiros e corretores de imóvel, o Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) defende que a avaliação de um imóvel requer o conhecimento de inúmeras questões técnicas, e “não só de opiniões”. O Conselho defende que a avaliação imobiliária para fins de verificação de valor do imóvel requer a utilização de métodos científicos, conhecimentos técnicos e formação específica, podendo e devendo ser realizada por profissionais do sistema Confea/Crea. “A infraestrutura e equipamentos urbanos, diretrizes municipais de projeto para a ocupação do solo, projetos, qualidade dos acabamentos, patologias, vícios e danos construtivos, durabilidade, necessidades e custos de reformas ou recuperações, conforto térmico e acústico são apenas alguns dos aspectos intrínsecos e extrínsecos dos imóveis que só podem ser devidamente avaliados por um profissional da engenharia”, defendeu, em nota, o Crea/MS. De acordo com Jary Castro, presidente do Crea/MS, a decisão não muda o panorama atual do mercado imobiliário. Para ele, as atividades de engenheiros têm entre suas atribuições a realização de estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, pareceres e divulgação técnica. “A verdade, é que para se definir o valor mercadológico de um imóvel exige-se muito mais que opiniões, são necessários conhecimentos técnicos e científicos que são inerentes e exclusivos desses profissionais (engenheiros)”, frisou. Tatiana Pires e Vinícius Squinelo Fonte: MidiaMax

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Financiamento habitacional sobe 339,5% em 4 anos e encosta no crédito pessoal

Os juros menores e os prazos mais dilatados do crédito habitacional fizeram a modalidade explodir nos últimos anos. De 2008 para cá, o crescimento dessa operação no universo das pessoas físicas foi de 339,5% - sem considerar os efeitos da inflação. Em dezembro, o total de crédito habitacional concedido ao consumidor somou R$ 277 bilhões (recursos livres e direcionados), praticamente o mesmo nível do crédito pessoal (R$ 280,5 bilhões), segundo dados do Banco Central. Com esse aumento, o crédito habitacional já representa 25% de toda a carteira de pessoas físicas, contra 11,9% há quatro anos. É uma diferença de apenas 0,3 ponto porcentual em relação ao crédito pessoal, que ainda é o líder da categoria. Mas essa diferença vem caindo ao longo dos anos. Em dezembro de 2010, a diferença entre as duas modalidades estava em 8,5 pontos porcentuais e no mesmo mês de 2011, em 4,6 pontos. O terceiro lugar da carteira de pessoas físicas é ocupado pelo financiamento de veículos, que fechou 2012 com estoque de R$ 201,6 bilhões. Um estudo recente da Serasa Experian prevê que já no primeiro semestre de 2013 o crédito habitacional deve ultrapassar o crédito pessoal. "Vários fatores contribuíram para o crescimento do crédito imobiliário: a estabilidade econômica, combinada com a manutenção do emprego e da renda, a alienação fiduciária, que trouxe maior celeridade na execução da garantia, reduzindo significativamente a inadimplência, estimulando os bancos a aumentarem a oferta, os prazos e a reduzirem a taxa de juros", cita a entidade no estudo. Apesar do crescimento do crédito imobiliário no Brasil, os valores ainda são baixos se comparados a outros países. Aqui, o total emprestado nessa modalidade representa 6,3% do Produto Interno Bruto (era 4,8% há um ano). Preços. Com o dinheiro para compra da casa própria mais barato, a demanda explodiu e pressionou o valor do metro quadrado. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço médio do metro quadrado subiu 159% de janeiro de 2008 a dezembro de 2012. Os dados são do índice FipeZap, que pesquisa o valor anunciado de imóvel em seis capitais e no Distrito Federal. Agora, contudo, o cenário é outro. Em 2012, o preço médio em sete regiões avançou 13,7%, quase a metade da valorização em 2011, de acordo com o FipeZap. "Dificilmente nós teremos uma alteração drástica nas condições de crédito como ocorreu. Toda essa explosão de preços que a gente viu tende a acalmar", afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice. (Fonte: Estadão.com).

Locação de imóveis comercial cresceu 11% na cidade de São Paulo em 2012

Um levantamento realizado pela Lello, empresa em administração imobiliária, revelou que no ano passado, o número de novos contratos de aluguel de imóveis comerciais fechados na cidade de São Paulo cresceu 11%, na comparação com 2011. Dos novos contratos comerciais, 38% foram de conjuntos e salas destinadas à área de saúde, como clínicas médicas e odontológicas, além de escritórios de contabilidade, advocacia e representação comercial. Outros 27% dos novos contratos comerciais de 2012 foram de casas, geralmente para escritórios e clínicas de estética. As lojas de comércio de produtos responderam por 17% das novas locações. Já os salões comerciais, normalmente destinados a escolas, oficinas, lanchonetes e restaurantes, foram responsáveis por 10% das locações. Os galpões, utilizados primordialmente por empresas de logística e armazenamento, representaram 8% dos novos contratos. “O crescimento das locações comerciais acompanhou o ritmo de 2011, indicando que o mercado continua bastante movimentado e que representa ótima oportunidade de investimento para quem deseja complementar seus rendimentos com o aluguel”, finaliza a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. Fonte: Vida imobiliaria