Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
sábado, 23 de março de 2013
Mercado Imobiliário - Faça a Escolha Certa
Infográfico mostra os prós e contras de imóveis na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários.
SÃO PAULO – O mercado imobiliário brasileiro passou por um verdadeiro boom nos últimos anos. Os preços dispararam com o aumento do nível de emprego, da renda e do acesso ao crédito no País. Quem está interessado em investir em imóveis tem cinco opções principais: imóveis residenciais na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários. Veja a seguir os prós e contras de cada uma dessas modalidades de investimento e faça a escolha certa:
Qual é a melhor forma de investir em um imóvel?
Infográfico: Infografico_Mercado_imobiliario criado por Infomoney - Informação que vale Dinheiro
Fonte: Infomoney
Banco do Brasil reduz taxas para crédito imobiliário em mais de 17%
Medida vale para empréstimo em que o imóvel é a garantia da operação
SÃO PAULO – O Banco do Brasil reduziu as taxas de juros do Crédito Imóvel Próprio, passando de 1,45% ao mês para 1,20% a.m., uma queda total de 17,24%.
A linha de crédito é destinada a correntistas que possuam imóveis residenciais e fazem empréstimos em que o imóvel é a garantia da operação.
Além dos juros, a instituição financeira também reduziu a renda mínima, de R$ 6 mil para R$ 4 mil. O valor do empréstimo pode variar entre R$ 20 mil e R$ 5 milhões, sendo que o valor máximo da operação é de até 60% do valor da avaliação do imóvel.
Valor da carteira atual é de R$ 717,4 milhões (Getty Images)
A operação tem carência de até 89 dias, prazo máximo de 180 meses e não há necessidade de avalista para a contratação.
Perspectivas
O banco espera dobrar a carteira ao longo de 2013, cujo saldo atual é de R$ 717,4 milhões.
Fonte:Por Juliana Américo Lourenço da Silva da
Infomoney
sexta-feira, 22 de março de 2013
Casa própria cada mais distante
terça-feira, 5 de março de 2013
Preço do metro quadrado tem alta de 0,9% em fevereiro, aponta FipeZap
Os preços do metro quadrado no mercado imobiliário brasileiro têm mantido a média de crescimento do começo do ano.
É o que aponta o Índice FipeZap, que anunciou nesta terça-feira que a variação dos valores cobrados em fevereiro foi 0,9% maior em relação a janeiro, a mesma alta registrada no primeiro balanço mensal de 2013.
Com isso, a média nacional dos valores do metro quadrado subiu pouco, de R$ 6.350 para R$ 6.410 no segundo mês do ano. Isso porque, entre as 16 cidades cujos preços são monitorados, cinco tiveram variação menor do que a inflação oficial esperada para fevereiro.
Recife teve queda de 1,0% no preço médio do metro quadrado anunciado, enquanto Brasília, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul registraram aumentos de 0,1%. Já Santo André sofreu reajuste de 0,2%.
Já as maiores altas foram registradas em Fortaleza (2,8%) e Florianópolis (2%). Entre São Paulo e Rio de Janeiro, o aumento nos preços mostrou maior fôlego na capital fluminense: foram altas de 0,8% e 1,3% respectivamente.
Rio de Janeiro, inclusive, tem o maior preço médio anunciado do país, com R$ 8.824 por metro quadrado. Já Vila Velha, no Espírito Santo, permaneceu com os menores valores do mercado: R$ 3.475.
Considerando a variação acumulada em 12 meses, Fortaleza apareceu novamente na liderança dos maiores preços, com variação positiva de 16,7%. Ela foi seguida por Niterói (15,7%), São Paulo (14,8%) e Rio de Janeiro (14,7%).
Bairros – Ainda segundo o Índice FipeZap, o bairro do Leblon, no Rio, continuou com o rótulo de bairro mais caro do país. Lá, são cobrados R$ 20.762 por metro quadrado, em média.
Em segundo lugar, ficou o distrito de Ipanema, também em solo carioca, com R$ 17.871. A região mais barata ficou por conta da Pavuna, com R$ 1.878.
Já em São Paulo, os imóveis mais caros estão localizados no bairro da Vila Nova Conceição, zona sul da capital, com média de R$ 12.247 por m², enquanto no distrito de Guaianazes (zona leste) foram encontrados os preços mais acessíveis: R$ 2.859.
Fonte: Zapimóveis
sexta-feira, 1 de março de 2013
Justiça permite a corretor fazer avaliação oficial de imóveis e divide profissionais
O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região negou apelação e manteve a permissão para que corretores de imóveis possam realizar avaliações de preços solicitados pelos clientes. A decisão divide os profissionais do mercado imobiliário, já que foi o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) que tentou derrubar na Justiça a realização deste trabalho por corretores.
A decisão foi comemorada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 14ª Região, em Mato Grosso do Sul). “Foi uma decisão sábia e justa, que vem coroar uma luta que o sistema Cofeci/Creci vem travando há muitos anos. Nenhum profissional está tão bem preparado para realizar avaliações imobiliárias como o corretor de imóveis. São os corretores que vivenciam o mercado imobiliário dia após dia durante todo o ano”, analisou Delso José de Souza, presidente do Creci/MS.
Ainda segundo Souza, a decisão do TRF/1 assegura aos corretores de imóveis de todo o Brasil a possibilidade de ter um novo nicho de mercado, que – nas palavras do presidente do Cresci – com certeza será explorado por profissionais em todos os municípios do estado.
A briga judicial começou em 2006, quando o Cofeci (do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis) publicou resolução autorizando a emissão, por parte dos corretores, de parecer técnico de avaliação mercadológica, para levantar o valor comercial de um imóvel.
A resolução foi contestada judicialmente pelo Confea e pelo Ibrape (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), porém sem sucesso.
Trabalho de engenheiro
Mesmo defendendo uma atuação em conjunto entre engenheiros e corretores de imóvel, o Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) defende que a avaliação de um imóvel requer o conhecimento de inúmeras questões técnicas, e “não só de opiniões”.
O Conselho defende que a avaliação imobiliária para fins de verificação de valor do imóvel requer a utilização de métodos científicos, conhecimentos técnicos e formação específica, podendo e devendo ser realizada por profissionais do sistema Confea/Crea.
“A infraestrutura e equipamentos urbanos, diretrizes municipais de projeto para a ocupação do solo, projetos, qualidade dos acabamentos, patologias, vícios e danos construtivos, durabilidade, necessidades e custos de reformas ou recuperações, conforto térmico e acústico são apenas alguns dos aspectos intrínsecos e extrínsecos dos imóveis que só podem ser devidamente avaliados por um profissional da engenharia”, defendeu, em nota, o Crea/MS.
De acordo com Jary Castro, presidente do Crea/MS, a decisão não muda o panorama atual do mercado imobiliário. Para ele, as atividades de engenheiros têm entre suas atribuições a realização de estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, pareceres e divulgação técnica.
“A verdade, é que para se definir o valor mercadológico de um imóvel exige-se muito mais que opiniões, são necessários conhecimentos técnicos e científicos que são inerentes e exclusivos desses profissionais (engenheiros)”, frisou.
Tatiana Pires e Vinícius Squinelo
Fonte: MidiaMax
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Financiamento habitacional sobe 339,5% em 4 anos e encosta no crédito pessoal
Os juros menores e os prazos mais dilatados do crédito habitacional fizeram a modalidade explodir nos últimos anos. De 2008 para cá, o crescimento dessa operação no universo das pessoas físicas foi de 339,5% - sem considerar os efeitos da inflação. Em dezembro, o total de crédito habitacional concedido ao consumidor somou R$ 277 bilhões (recursos livres e direcionados), praticamente o mesmo nível do crédito pessoal (R$ 280,5 bilhões), segundo dados do Banco Central.
Com esse aumento, o crédito habitacional já representa 25% de toda a carteira de pessoas físicas, contra 11,9% há quatro anos. É uma diferença de apenas 0,3 ponto porcentual em relação ao crédito pessoal, que ainda é o líder da categoria. Mas essa diferença vem caindo ao longo dos anos. Em dezembro de 2010, a diferença entre as duas modalidades estava em 8,5 pontos porcentuais e no mesmo mês de 2011, em 4,6 pontos.
O terceiro lugar da carteira de pessoas físicas é ocupado pelo financiamento de veículos, que fechou 2012 com estoque de R$ 201,6 bilhões.
Um estudo recente da Serasa Experian prevê que já no primeiro semestre de 2013 o crédito habitacional deve ultrapassar o crédito pessoal. "Vários fatores contribuíram para o crescimento do crédito imobiliário: a estabilidade econômica, combinada com a manutenção do emprego e da renda, a alienação fiduciária, que trouxe maior celeridade na execução da garantia, reduzindo significativamente a inadimplência, estimulando os bancos a aumentarem a oferta, os prazos e a reduzirem a taxa de juros", cita a entidade no estudo.
Apesar do crescimento do crédito imobiliário no Brasil, os valores ainda são baixos se comparados a outros países. Aqui, o total emprestado nessa modalidade representa 6,3% do Produto Interno Bruto (era 4,8% há um ano).
Preços. Com o dinheiro para compra da casa própria mais barato, a demanda explodiu e pressionou o valor do metro quadrado. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço médio do metro quadrado subiu 159% de janeiro de 2008 a dezembro de 2012. Os dados são do índice FipeZap, que pesquisa o valor anunciado de imóvel em seis capitais e no Distrito Federal.
Agora, contudo, o cenário é outro. Em 2012, o preço médio em sete regiões avançou 13,7%, quase a metade da valorização em 2011, de acordo com o FipeZap. "Dificilmente nós teremos uma alteração drástica nas condições de crédito como ocorreu. Toda essa explosão de preços que a gente viu tende a acalmar", afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice.
(Fonte: Estadão.com).
Locação de imóveis comercial cresceu 11% na cidade de São Paulo em 2012
Um levantamento realizado pela Lello, empresa em administração imobiliária, revelou que no ano passado, o número de novos contratos de aluguel de imóveis comerciais fechados na cidade de São Paulo cresceu 11%, na comparação com 2011.
Dos novos contratos comerciais, 38% foram de conjuntos e salas destinadas à área de saúde, como clínicas médicas e odontológicas, além de escritórios de contabilidade, advocacia e representação comercial. Outros 27% dos novos contratos comerciais de 2012 foram de casas, geralmente para escritórios e clínicas de estética.
As lojas de comércio de produtos responderam por 17% das novas locações. Já os salões comerciais, normalmente destinados a escolas, oficinas, lanchonetes e restaurantes, foram responsáveis por 10% das locações. Os galpões, utilizados primordialmente por empresas de logística e armazenamento, representaram 8% dos novos contratos.
“O crescimento das locações comerciais acompanhou o ritmo de 2011, indicando que o mercado continua bastante movimentado e que representa ótima oportunidade de investimento para quem deseja complementar seus rendimentos com o aluguel”, finaliza a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Fonte: Vida imobiliaria
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