Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
sexta-feira, 1 de março de 2013
Justiça permite a corretor fazer avaliação oficial de imóveis e divide profissionais
O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região negou apelação e manteve a permissão para que corretores de imóveis possam realizar avaliações de preços solicitados pelos clientes. A decisão divide os profissionais do mercado imobiliário, já que foi o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) que tentou derrubar na Justiça a realização deste trabalho por corretores.
A decisão foi comemorada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 14ª Região, em Mato Grosso do Sul). “Foi uma decisão sábia e justa, que vem coroar uma luta que o sistema Cofeci/Creci vem travando há muitos anos. Nenhum profissional está tão bem preparado para realizar avaliações imobiliárias como o corretor de imóveis. São os corretores que vivenciam o mercado imobiliário dia após dia durante todo o ano”, analisou Delso José de Souza, presidente do Creci/MS.
Ainda segundo Souza, a decisão do TRF/1 assegura aos corretores de imóveis de todo o Brasil a possibilidade de ter um novo nicho de mercado, que – nas palavras do presidente do Cresci – com certeza será explorado por profissionais em todos os municípios do estado.
A briga judicial começou em 2006, quando o Cofeci (do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis) publicou resolução autorizando a emissão, por parte dos corretores, de parecer técnico de avaliação mercadológica, para levantar o valor comercial de um imóvel.
A resolução foi contestada judicialmente pelo Confea e pelo Ibrape (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), porém sem sucesso.
Trabalho de engenheiro
Mesmo defendendo uma atuação em conjunto entre engenheiros e corretores de imóvel, o Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) defende que a avaliação de um imóvel requer o conhecimento de inúmeras questões técnicas, e “não só de opiniões”.
O Conselho defende que a avaliação imobiliária para fins de verificação de valor do imóvel requer a utilização de métodos científicos, conhecimentos técnicos e formação específica, podendo e devendo ser realizada por profissionais do sistema Confea/Crea.
“A infraestrutura e equipamentos urbanos, diretrizes municipais de projeto para a ocupação do solo, projetos, qualidade dos acabamentos, patologias, vícios e danos construtivos, durabilidade, necessidades e custos de reformas ou recuperações, conforto térmico e acústico são apenas alguns dos aspectos intrínsecos e extrínsecos dos imóveis que só podem ser devidamente avaliados por um profissional da engenharia”, defendeu, em nota, o Crea/MS.
De acordo com Jary Castro, presidente do Crea/MS, a decisão não muda o panorama atual do mercado imobiliário. Para ele, as atividades de engenheiros têm entre suas atribuições a realização de estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, pareceres e divulgação técnica.
“A verdade, é que para se definir o valor mercadológico de um imóvel exige-se muito mais que opiniões, são necessários conhecimentos técnicos e científicos que são inerentes e exclusivos desses profissionais (engenheiros)”, frisou.
Tatiana Pires e Vinícius Squinelo
Fonte: MidiaMax
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Financiamento habitacional sobe 339,5% em 4 anos e encosta no crédito pessoal
Os juros menores e os prazos mais dilatados do crédito habitacional fizeram a modalidade explodir nos últimos anos. De 2008 para cá, o crescimento dessa operação no universo das pessoas físicas foi de 339,5% - sem considerar os efeitos da inflação. Em dezembro, o total de crédito habitacional concedido ao consumidor somou R$ 277 bilhões (recursos livres e direcionados), praticamente o mesmo nível do crédito pessoal (R$ 280,5 bilhões), segundo dados do Banco Central.
Com esse aumento, o crédito habitacional já representa 25% de toda a carteira de pessoas físicas, contra 11,9% há quatro anos. É uma diferença de apenas 0,3 ponto porcentual em relação ao crédito pessoal, que ainda é o líder da categoria. Mas essa diferença vem caindo ao longo dos anos. Em dezembro de 2010, a diferença entre as duas modalidades estava em 8,5 pontos porcentuais e no mesmo mês de 2011, em 4,6 pontos.
O terceiro lugar da carteira de pessoas físicas é ocupado pelo financiamento de veículos, que fechou 2012 com estoque de R$ 201,6 bilhões.
Um estudo recente da Serasa Experian prevê que já no primeiro semestre de 2013 o crédito habitacional deve ultrapassar o crédito pessoal. "Vários fatores contribuíram para o crescimento do crédito imobiliário: a estabilidade econômica, combinada com a manutenção do emprego e da renda, a alienação fiduciária, que trouxe maior celeridade na execução da garantia, reduzindo significativamente a inadimplência, estimulando os bancos a aumentarem a oferta, os prazos e a reduzirem a taxa de juros", cita a entidade no estudo.
Apesar do crescimento do crédito imobiliário no Brasil, os valores ainda são baixos se comparados a outros países. Aqui, o total emprestado nessa modalidade representa 6,3% do Produto Interno Bruto (era 4,8% há um ano).
Preços. Com o dinheiro para compra da casa própria mais barato, a demanda explodiu e pressionou o valor do metro quadrado. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço médio do metro quadrado subiu 159% de janeiro de 2008 a dezembro de 2012. Os dados são do índice FipeZap, que pesquisa o valor anunciado de imóvel em seis capitais e no Distrito Federal.
Agora, contudo, o cenário é outro. Em 2012, o preço médio em sete regiões avançou 13,7%, quase a metade da valorização em 2011, de acordo com o FipeZap. "Dificilmente nós teremos uma alteração drástica nas condições de crédito como ocorreu. Toda essa explosão de preços que a gente viu tende a acalmar", afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice.
(Fonte: Estadão.com).
Locação de imóveis comercial cresceu 11% na cidade de São Paulo em 2012
Um levantamento realizado pela Lello, empresa em administração imobiliária, revelou que no ano passado, o número de novos contratos de aluguel de imóveis comerciais fechados na cidade de São Paulo cresceu 11%, na comparação com 2011.
Dos novos contratos comerciais, 38% foram de conjuntos e salas destinadas à área de saúde, como clínicas médicas e odontológicas, além de escritórios de contabilidade, advocacia e representação comercial. Outros 27% dos novos contratos comerciais de 2012 foram de casas, geralmente para escritórios e clínicas de estética.
As lojas de comércio de produtos responderam por 17% das novas locações. Já os salões comerciais, normalmente destinados a escolas, oficinas, lanchonetes e restaurantes, foram responsáveis por 10% das locações. Os galpões, utilizados primordialmente por empresas de logística e armazenamento, representaram 8% dos novos contratos.
“O crescimento das locações comerciais acompanhou o ritmo de 2011, indicando que o mercado continua bastante movimentado e que representa ótima oportunidade de investimento para quem deseja complementar seus rendimentos com o aluguel”, finaliza a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Fonte: Vida imobiliaria
Valor do metro quadrado em SP subiu 17% em 2012, aponta estudo
O preço do metro quadrado de imóveis em São Paulo subiu 17%, segundo o levantamento do portal imobiliário Agente Imóvel. Chácara Itaim, na zona oeste, foi o bairro mais valorizado, com crescimento de 21%. Com o resultado, o metro quadrado foi para R$ 15.519.
Em segundo lugar, aparece a Vila Nova Conceição, com aumento de 13% e valor do metro quadrado a R$ 12.500, seguido do Jardim Europa, que cresceu 4% e foi avaliado em R$ 12.460/m².
Os maiores índices de valorização foram registrados nos meses de outubro (2,8%), novembro (1,9%) e dezembro (2,0%).
Os dados são levantados a partir de imóveis novos e usados anunciados no site da empresa. De acordo com o portal, a amostra foi de 80 mil residências.
Na divisão por regiões, a zona oeste, com média de R$ 7.309/m², aparece como a área mais valorizada da cidade.
Em seguida, aparecem a região central, avaliada em R$ 6.942/m², zona norte, com 6.642/m², e zona sul, com R$ 5.642/m².
A zona leste foi a região que apresentou o metro quadrado mais baixo, a R$ 4.595. Fonte: Folha.com
Valor do metro quadrado em SP subiu 17% em 2012, aponta estudo
O preço do metro quadrado de imóveis em São Paulo subiu 17%, segundo o levantamento do portal imobiliário Agente Imóvel. Chácara Itaim, na zona oeste, foi o bairro mais valorizado, com crescimento de 21%. Com o resultado, o metro quadrado foi para R$ 15.519.
Em segundo lugar, aparece a Vila Nova Conceição, com aumento de 13% e valor do metro quadrado a R$ 12.500, seguido do Jardim Europa, que cresceu 4% e foi avaliado em R$ 12.460/m².
Os maiores índices de valorização foram registrados nos meses de outubro (2,8%), novembro (1,9%) e dezembro (2,0%).
Os dados são levantados a partir de imóveis novos e usados anunciados no site da empresa. De acordo com o portal, a amostra foi de 80 mil residências.
Na divisão por regiões, a zona oeste, com média de R$ 7.309/m², aparece como a área mais valorizada da cidade.
Em seguida, aparecem a região central, avaliada em R$ 6.942/m², zona norte, com 6.642/m², e zona sul, com R$ 5.642/m².
A zona leste foi a região que apresentou o metro quadrado mais baixo, a R$ 4.595. Fonte: Folha.com
Zona Sul de São Paulo registra maior índice de vendas de unidades comerciais
A Zona Sul é a região de São Paulo com maior número de unidades comerciais vendidas durante o último triênio, de acordo com o estudo realizado pela área de Inteligência de Mercado da Lopes, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil.
Desde novembro de 2009, a região sul da cidade respondeu por 8,79 mil unidades comercializadas de um universo de quase 20 mil unidades comerciais lançadas. A Zona Norte vem em seguida com 4,98 mil unidades vendidas.
Acompanhando o movimento do mercado residencial das regiões, as salas comerciais ganharam destaque no mercado imobiliário. No último triênio, São Paulo recebeu 123 empreendimentos comerciais, que englobam as quase 20 mil unidades, totalizando um VGV de R$ 9,1 bilhões. O bairro sozinho que mais se destacou em número de lançamentos foi a Vila Leopoldina, na Zona Oeste da Cidade, que recebeu 1539 novas unidades, seguida de Santana (1352 unidades), Barra Funda (1304 unidades) e Chácara Santo Antônio (1236 unidades). O estudo inclui todo o mercado de lançamentos de empreendimentos comerciais da cidade, exceto lajes corporativas.
Outras regiões também foram destaque no estudo em relação ao número de unidades lançadas: Pinheiros (1.175), Brooklin (977), Vila Olímpia (772), Mooca (731), Ipiranga (668) e Santo Amaro (617).
A pesquisa também identificou as principais topologias mais procuradas. Do total, 48% dos conjuntos comerciais possuem até 39 m², 37% de 40 a 49 m², 13% de 50 a 89 m² e, apenas, 2% têm mais de 90 m² de área privativa.
“Hoje, grande parte dos conjuntos comerciais são comercializados para investimento ou uso próprio. Percebemos pela metragem um aumento no número de empreendimentos com plantas mais racionais e inteligentes o que tem chamado cada vez mais a atenção dos investidores. As novas tecnologias e edifícios inteligentes, além de agregar valor ao imóvel, levam qualidade de vida e comodidade ao trabalho e facilitam o interesse do público final.”, explica Cristiane Crisci, Diretora da área de Inteligência de Mercado e CRM da Lopes.
Quanto ao preço de metro quadrado, os valores medianos variam de R$ 8.000/m² nas zonas Leste e Norte a R$ 11.000/m² a R$ 13.000/m² nas zonas Oeste, Sul e Central da cidade.
Fonte: Vida imobiliaria
Construtoras buscam receita com bairros planejados
Com o Jardim das Perdizes, a Tecnisa estreia no mercado de bairros planejados, que vem despertando cada vez mais a atenção de incorporadoras.
A construtora Tecnisa se prepara para lançar ainda neste trimestre o maior empreendimento de sua história: um bairro inteiro, no meio de São Paulo, construído em um terreno de 250 mil metros quadrados.
Batizado de Jardim das Perdizes, o complexo terá cerca de 30 torres residenciais e comerciais, um hotel e um parque público, em um projeto com um potencial de vendas de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões.
Com o Jardim das Perdizes, a Tecnisa estreia no mercado de bairros planejados, que vem despertando cada vez mais a atenção de incorporadoras e companhias de urbanismo. Empresas como Alphaville, Odebrecht Realizações Imobiliárias e Sobloco já têm empreendimentos neste modelo.
Os bairros planejados são mais do que projetos de incorporação ou loteamentos. São endereços novos nas cidades, que chegam ao mercado com planejamento urbanístico de um bairro inteiro e o desenho de ruas, acessos e iluminação pública desenvolvido por empresas privadas.
O Jardim das Perdizes terá ruas com luzes de LED e fiação enterrada. Todas as torres residenciais, onde vão morar mais de 10 mil pessoas, ficarão em frente a um parque de 50 mil metros quadrados, construído no meio do empreendimento.
“Quando pensamos no bairro todo, podemos fazer um projeto melhor do que seria viável em um terreno de rua””, disse o diretor executivo técnico da Tecnisa, Fabio Villas Bôas.
A Odebrecht Realizações Imobiliárias demorou 10 anos para conseguir todas as aprovações para lançar, em 2007, a primeira fase da Reserva do Paiva, um bairro de 5,26 milhões de metros quadrados entre o centro de Recife e o porto de Suape.
A expectativa da empresa é de que cerca de 40 mil pessoas morem no bairro, que será plenamente desenvolvido em 18 fases ao longo de 20 anos e somará um valor geral de vendas (VGV) de R$ 12 bilhões. “
Os primeiros imóveis já valem 70% mais do que quando foram lançados. Na medida em que a área é ocupada, o valor do metro quadrado sobe. O preço nas últimas fases de lançamento costuma ser maior, explica o diretor de incorporação do projeto, Luis Henrique Valverde.
A valorização do entorno após o lançamento de um loteamento fez a companhia de urbanismo Alphaville despertar para a oportunidade de desenvolvimento de bairros inteiros. “A inspiração foi o Alphaville de Barueri, lançado nos anos 70. Outros empreendedores aproveitaram para adquirir áreas no entorno do loteamento e ganharam dinheiro com a valorização, diz o presidente de Alphaville, Marcelo Willer. (Fonte: Estadão)
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