Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Especialistas divergem sobre bolha imobiliária
Investimento estrangeiro é de US$ 55 bi até outubro, o 2º melhor da história
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, informou nesta quinta-feira (22) que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 7,7 bilhões em outubro deste ano. Na parcial dos dez primeiros meses de 2012, o ingresso somou US$ 55 bilhões - o que configura o segundo melhor resultado da série histórica do BC, que tem início em 1947.
Segundo a autoridade monetária, o melhor resultado para os investimentos estrangeiros diretos ainda permanece sendo o ano passado, quando foi registrado o ingresso de US$ 66,6 bilhões na economia brasileira. Para todo este ano, a expectativa do Banco Central é de que os investimentos totalizem US$ 60 bilhões.
"Continua entrando dinheiro. Os estrangeiros continuam acreditando no potencial da economia brasileira. Somos a quarta região do mundo que mais atrai recursos, atrás da Europa, da China e Hong Kong e dos Estados Unidos. Isso é uma clara demonstração da confiança dos investidores no potencial da economia brasileira", declarou Tombini, durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento.
(Fonte: G1).
Entre os 10 bairros mais procurados para alugar ou comprar em SP, quatro ficam na ZS
Dez bairros concentram 48% do estoque de imóveis em SP
Se você está buscando um apartamento novo em bairros como Vila Andrade, Tatuapé, Mooca, Itaim Bibi, Saúde, Raposo Tavares, Santo Amaro, Santana, Vila Formosa e Vila Sônia, está com sorte. Esses são os dez distritos com o maior número de apartamentos em estoque (unidades não vendidas na época do lançamento) e onde, portanto, pode haver mais chances de negociar descontos.
Levantamento feito pela empresa de pesquisas Geoimovel mostra que esses bairros possuem, ao todo, 8.202 apartamentos não vendidos - o equivalente a 48% de todo o estoque da cidade. O estudo considera apenas empreendimentos residenciais, lançados entre janeiro de 2006 e outubro deste ano.
Dois fatores principais, de acordo com Celso Amaral, diretor da Geoimovel, levam à concentração de estoques em um determinado bairro. "Excesso de lançamentos e preços muito elevados para a demanda da região", afirma.
O líder no ranking, por exemplo, é a Vila Andrade, distrito que teve o maior número de lançamentos nos últimos cinco anos. O segundo colocado é o Tatuapé, onde Amaral acredita que os preços não estão de acordo com a renda dos moradores.
"Estoques podem ser um problema, pois quando o empreendimento está pronto, a incorporadora tem de ter recursos para fazer um novo lançamento", diz João da Rocha Lima Jr., coordenador do núcleo de Real Estate da Poli-USP (Universidade de São Paulo).
"Pode ser mais conveniente [para a incorporadora] vender o estoque por um preço convidativo", diz, destacando que hoje o número de unidades em estoque está "acima do normal", o que pode representar boas ofertas para o comprador.
Segundo o Secovi (sindicato da habitação), em setembro deste ano, havia 17.039 apartamentos não vendidos na capital. Em dezembro de 2010, eram 12.011 unidades e, no ano passado, 19.731. "Não estamos com estoque alto, mas sim voltando aos níveis normais", afirma Ricardo Yazbek, vice-presidente de legislação urbana do Secovi-SP.
(Fonte: Folha de S. Paulo).
Prefeitura de São Paulo acelera análise de projetos
A aprovação de projetos de construção e de reformas começa a ficar mais rápida em São Paulo. Acaba de ser concluída a primeira etapa da já anunciada informatização do processo de análises de plantas paulistanas. "A perspectiva é diminuir o tempo de análise em 30%", diz o diretor do Departamento de Aprovação das Edificações (Aprov), Alfonso Orlandi Neto.
Anteriormente, um projeto podia levar até dois anos para ser aprovado na Prefeitura de São Paulo. Em outras cidades, como Londres, a administração dá seu parecer em até cinco meses.
A implementação do novo sistema começou no fim de setembro, depois de uma série de denúncias. E foi necessária a criação de uma espécie de help desk, uma central de atendimento para tirar dúvidas e ajudar os usuários. Na próxima quinta-feira (22), a Prefeitura, em parceria com a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), ainda realiza um seminário no Maksoud Plaza, para explicar melhor o sistema aos profissionais ligados à área da construção civil.
Mas o novo sistema já está funcionando. Até agora foram protocolados 1.313 processos e 404 estão sob análise. Falta, porém, informatizar outras secretarias envolvidas no processo, como a do Verde e do Meio Ambiente, a de Transporte e a de Infraestrutura Urbana e Obras.
(Fonte: O Estado de São Paulo).
PDG refaz as contas e quer as pazes com o mercado
A construtora e incorporadora está colocando na ponta do lápis suas operações com o objetivo de voltar aos trilhos. A PDG vem lutando por trimestres consecutivos contra estouros de orçamento, atrasos de entregas e, consequentemente, redução de lançamentos, buscando priorizar venda de estoques e normalização das entregas, com foco em rentabilidade e redução de despesas.
“Consideramos a divulgação do novo plano de negócios da PDG como evento importante para a empresa no curto prazo. Até então, a nosso ver, as ações continuarão pressionadas”, acreditam os analistas Alexandre Amson e Fabiola Gama, do Santander.
O novo plano de negócios será divulgado junto com os resultados do quarto trimestre de 2012, o que significa que o plano não será anunciado antes de março de 2013.
De acordo com o Santander, este novo plano é o principal evento da PDG nos próximos meses e, até sua divulgação, os papéis estarão refém de pressões na bolsa. “Assim que divulgado, esse plano será o maior catalisador para as ações”, avisam os analistas.
As ações ordinárias da PDG registram uma desvalorização de 49% em 2012, enquanto o IMOB, índice que acompanha o desempenho de ações do setor imobiliário na bolsa, mostra uma alta de 15%.
O Santander tem preço-alvo de 5,20 reais às ações, um potencial de valorização de 65%. A recomendação é de compra.
Nesta semana, a agência de classificação de risco Moody’s colocou os ratings corporativos de escala global (Ba2) e de escala nacional (Aa3) da PDG em revisão para rebaixamento.
Segundo comunicado da agência, a revisão foi motivada por uma deterioração nos indicadores de crédito da empresa causada por uma rentabilidade menor do que a esperada.
Ainda de acordo com o comunicado, a estratégia agressiva de crescimento da empresa gerou aumentos nos custos e atrasos nos lançamentos, e impactou as margens brutas e a rentabilidade da companhia. Além disso, as necessidades de capital de giro pressionaram a estrutura de capital da empresa levando a um aumento significativo da alavancagem e a agência não acredita que haverá uma melhora rápida.
A revisão do rating será focada no sucesso da empresa em implementar seu novo posicionamento estratégico para melhorar suas margens, desalavancar em um período de tempo razoável e sustentar sua posição de mercado. (Fonte: Exame.com).
Compradores estão mais confiantes para adquirir imóvel
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