sábado, 10 de novembro de 2012

Região Sudeste é a mais cara para construir: R$ 882,38 por m²

Na hora de construir um imóvel, os moradores da região Sudeste foram os que mais tiveram gastos no mês de outubro. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (7), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 882,32, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 850,06 no mês passado. Em seguida, estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 869,20; Sul, onde os custos atingiram R$ 864,22; Centro-Oeste, custando em média R$ 862,68. Já os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 796,18. Em relação aos avanços no aumento dos custos em outubro, em comparação com setembro, a região Norte foi a que teve maior aumento dos custos: de 1,91%. O Sudeste teve alta de 0,19%. No Nordeste foi de 0,18%. Na região Centro-Oeste, de 0,18% e por fim, o Sul, de 0,05%. Por estado Ao analisar os dados por estado, o Pará registrou a maior variação mensal, de 4,16%, seguido pelo Espírito Santo, com 2,51%. Na outra ponta, as menores elevações ficaram com o Rio Grande do Norte e o Paraná, ambos com queda de -0,13%. O Rio de Janeiro foi a localidade mais cara: R$ 959,84 o metro quadrado. O menor custo foi apontado no Estado do Rio Grande do Norte: R$ 736,84. Índice O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço da mão-de-obra, que subiu 0,42%, se comparado com setembro, e de materiais de construção, 0,27% mais caro, na mesma base de comparação. No geral, em outubro, o índice apresentou variação de 0,34%. (Fonte: InfoMoney).

Estoque de prédios de alto padrão deve crescer 33% em SP até 2014

O mercado de imóveis comerciais de alto padrão na capital paulista continua aquecido. O aumento da oferta de empreendimentos tem sinalizado uma estabilização maior nos preços das locações, que alcançaram patamares recordes recentemente, porém não há sinais de queda dos valores. Um estudo exclusivo da Herzog Imóveis Comerciais e Industriais prevê que até 2014 haja um aumento de 33% no estoque de edifícios de padrão A e AA em São Paulo. Até junho deste ano foram entregues 365.309 m². A região da Marginal / Morumbi liderou a lista das que mais receberam empreendimentos de alto padrão até agora em 2012, ao todo foram 69.248 m². De acordo com o levantamento realizado pela empresa, para o segundo semestre de 2012 são esperados 343.670 m², que somados à expectativa de lançamentos até 2014, resultarão em novos 741.099 m², elevando o atual estoque da cidade de São Paulo para 2,99 milhões de m². A região da Berrini é a que mais receberá empreendimentos dessa categoria nesse período, com 94.480 m², perfazendo 31,84% do total. Os empreendimentos de alto padrão entregues no ano passado somaram 285.957 m², número inferior ao que o mercado recebeu somente no primeiro semestre deste ano. Com elevado nível de qualidade, os prédios corporativos de perfil A e AA são procurados principalmente por grandes empresas e bancos, pois contam com ar condicionado central (ACC), malha de piso, sistema de segurança contra incêndios de qualidade, entre outras características. Já os edifícios classificados como B têm ar condicionado central, mas possuem lajes subdivididas em vários conjuntos, além de apresentarem especificações técnicas regulares. Os imóveis comerciais catalogados como C representam 39% do estoque de escritórios de São Paulo, estimado em cerca de 10,8 milhões m², e apresentam baixos padrões de qualidade, pois carecem de ACC e oferecem poucas ou nenhuma vaga de estacionamento. A maior parte desses edifícios está concentrada na região central da capital paulista, onde 85% dos prédios foram construídos há mais de 30 anos. (Fonte: Agência IN).

Mudanças culturais e econômicas afetam setor imobiliário

A mudança no perfil da população brasileira é um dos fatores que pressiona o deficit habitacional do país, segundo Marcelo Borges de Oliveira, diretor-presidente da Rodobens Negócios Imobiliários. Estudos indicam que faltam cerca de 6 milhões de moradias no país. Mas Oliveira diz acreditar que esse número seja maior: "Não há um número exato, mas sabemos que o deficit parece ser até maior, principalmente por causa da mudança de característica das famílias. As pessoas estão saindo da casa dos pais mais cedo e indo morar sozinhas. Isso alimenta o mercado." José Roberto Federighi, diretor da Brasil Brokers, explica que a nova classe média, que é hoje 53% da população brasileira, cresceu diminuindo a pobreza, mas sem reduzir as classes mais privilegiadas. Os executivos participaram da sexta edição do Cityscape Latin America, evento voltado para investidores do setor imobiliário, realizado em São Paulo entre os dias 29 e 31 de outubro. "O Brasil é o 5º país mais populoso do mundo e a nossa classe média seria o 12º país. Ou seja, a gente tem uma classe média aqui maior do que Alemanha, do que Turquia ou Vietnam. É quase o tamanho da população do México", afirma Federighi. O poder de consumo da população cresceu. Além de aumentar o número de habitações com apenas um morador, a oferta de mão-de-obra especializada decresceu, tornando a padronização dos projetos uma estratégia fundamental das construtoras, que visam diminuir os riscos na execução das obras. (Fonte: Agência de Notícias Floripa).

A era da fabricação de bairros

De tempos em tempos, o mercado imobiliário lança tendências que se tornam febre no País. A novidade agora são os bairros planejados, construídos a partir do zero para oferecer comodidades aos seus moradores. Estimulados pelo aumento da renda da população nos últimos anos e pelos programas de ampliação ao crédito, os empreendimentos consistem, na sua maioria, em prédios residenciais, torres comerciais, shoppings, hotéis, praças, lojas de serviços diversos e até ruas e avenidas – tudo isso concentrado em uma mesma área. Hoje, as maiores capitais brasileiras desenvolvem projetos exatamente com esse perfil. “É um modelo que estimula o desenvolvimento de uma determinada região e deverá ser o mote do setor imobiliário nas próximas décadas”, afirma Cláudio Bernandes, presidente do Secovi-SP. Em geral, os novos bairros são erguidos em regiões com potencial de valorização. Foco de uma recente explosão imobiliária, a Avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste de São Paulo, vai receber, em um terreno de 250 mil metros quadrados, 30 torres residenciais para um contingente de 12 mil moradores – o tamanho de algumas pequenas cidades do interior paulista. O bairro, chamado de Jardim das Perdizes e que está sendo construído pelas empresas Tecnisa e PDG, é diferente dos condomínios tradicionais. Cerca de 40% do terreno foi doado à Prefeitura de São Paulo para a construção de vias e áreas verdes. Uma parte imensa, de 50 mil metros quadrados, será transformada em parque, com acesso livre ao público. Detalhe interessante é o prazo de construção – seis anos, uma enormidade diante do tempo que prédios convencionais demoram para sair do papel. Para as empresas, trata-se de um negócio e tanto: estima-se que o projeto gere vendas acima de R$ 4 bilhões. Outro projeto que começou a ser construído em Osasco é o bairro Jardins do Brasil, da construtora Ezetec. O administrador de sistemas Gustavo Souza, 25 anos, conta que sempre morou na região e, agora, decidiu investir em um apartamento dentro do bairro planejado. “Vou economizar 25 minutos para chegar o trabalho.” A parceria com o setor público é vital para esses projetos. Em Recife, o primeiro bairro planejado de Pernambuco, a Reserva do Paiva, ocupa uma área de 526 hectares próxima à praia de Boa Viagem. O bairro, que será construído ao longo de 15 anos com um investimento de R$ 2,6 bilhões, já conta com um condomínio residencial de 66 casas. “Como contrapartida ao projeto, vamos construir hospitais e centros de capacitação para a comunidade”, afirma Luis Henrique Valverde, diretor da Odebrecht Realizações Imobiliárias, incorporadora responsável pela Reserva do Paiva. O Rio de Janeiro, palco do maior boom imobiliário do País, também assiste à expansão das novas comunidades. Em parceria com a Cyrela, a incorporadora Carvalho Hosken está construindo o bairro Cidade Jardim, na Barra da Tijuca. “É uma das únicas áreas nobres da cidade que comporta a implantação dos novos bairros”, diz Ricardo Correa, diretor da Carvalho Hosken. Embora os empreendimentos revelem uma forte tendência imobiliária, o modelo de comunidades planejadas é alvo de críticas entre alguns especialistas. O arquiteto e professor planejamento urbano da faculdade de Belas Artes, Giovanni Di Prete Campari, diz que, quando espaços planejados ganham força, é sinal de que algo não vai bem na organização das cidades. “São lugares que oferecem qualidade de vida e segurança, mas que não interagem com os demais nichos sociais”, afirma Felipe Cavalcante, presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit Brasil), a questão é outra. “Os novos bairros são uma reação à falta de planejamento do poder público em infraestrutura urbana”, diz. (Fonte: Isto É).

SP2040 será apresentado dia 14/11 na presença do prefeito Gilberto Kassab

O projeto SP2040 – A Cidade que Queremos será divulgado publicamente no dia 14/11, a partir das 15 horas, no Auditório do Ibirapuera, na Capital. Desenvolvido pela prefeitura municipal e por mais de 30 especialistas, entre técnicos e acadêmicos, o SP2040 tem a intenção de apresentar uma visão de planejamento de longo prazo para a cidade, e contar com a efetiva participação da sociedade na discussão do futuro e na adoção de políticas públicas adequadas e perenes. Eduardo Della Manna, diretor de Legislação Urbana do Secovi-SP, participa do evento, que contará com a presença do prefeito Gilberto Kassab. (Fonte: Secovi-SP).

Secovi-SP lança cartilha para orientar o comprador de imóvel

O Secovi-SP, com a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente, que traz dicas para os compradores de imóveis, inclusive no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, realizarem negócios com clareza e entendimento do mercado. Em formato de perguntas e respostas, com linguagem objetiva e simplificada, a publicação abrange desde os cuidados que o cliente deve ter ao decidir pela compra do imóvel em lançamento, as formas de financiamento disponíveis no mercado, a documentação necessária para fechar negócio, esclarecimentos sobre o programa de governo Minha Casa, Minha Vida até os cuidados de manutenção após a entrega das chaves. O lançamento oficial da Cartilha será no dia 27/11, terça-feira, das 9h30 (credenciamento) às 12 horas, na sede do Sindicato (rua Dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana). Durante a iniciativa, o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, vai apresentar argumentos que contestam as especulações quanto à formação de “bolha imobiliária” no Brasil. O evento é voltado a todos os empresários do setor, associados ou sindicalizados, que devem confirmar presença no call center – (11) 5591-1304 a 1308. (Fonte: Secovi-SP).

Encontro Secovi reúne mercado imobiliário na Baixada Santista

O Secovi-SP realiza encontros anuais em suas unidades regionais com o objetivo de expandir a integração do mercado imobiliário em âmbito estadual, promover intercâmbio de informações entre empresários do Interior, do Litoral e da Capital, além de discutir e esclarecer assuntos de relevante interesse do setor. Na Baixada Santista, o evento está marcado para o dia 29 de novembro, a partir das 18h30, com a participação de empresários, profissionais de incorporadoras, imobiliárias, além de autoridades governamentais, dirigentes de entidades de classe e representantes da imprensa local, dentre outros interessados nos assuntos do setor. O Planejamento Megametropolitano será destaque na apresentação do presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, durante o encontro, que contará ainda com a palestra Marketing Digital no Mercado Imobiliário, ministrada por Roberto Nascimento, CEO do portal Imovelweb. O evento acontece no Mendes Plaza Hotel, em Santos, conta pontos para o Programa Qualificação Essencial do Sindicato (PQE) e se traduz em excelente oportunidade de praticar a solidariedade, por meio da doação de brinquedo para campanha do Ampliar. Informações e inscrições pelos telefones (13) 3321-3823 / 3222-5860 ou e-mail baixadasantista@secovi.com.br. (Fonte: Secovi-SP).