quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Quase 75% dos brasileiros tinham casa própria em 2011, diz IBGE

A estabilidade econômica vivia pelo país nos últimos anos fez o brasileiro atingir patamares de consumo inimagináveis há décadas passadas. Segundo dados divulgados na Pnad 2011 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os imóveis próprios representavam 74,8% dos domicílios naquele ano. Em números absolutos, eram 45,8 milhões de residências particulares pertencentes ao mesmo morador. Ainda segundo a pesquisa, “a maior parte destes imóveis eram quitados”. O levantamento apontou ainda que o número total de residências no país é de 61,3 milhões, o que representa um aumento de 4,7% em relação à Pnad 2009. As regiões CENTRO-Oeste (6,9%) e Nordeste (5,6%) apresentaram o maior crescimento do número de domicílios, enquanto a região Sul, com 3,8%, registrou a menor alta. Já o Norte do país concentra ainda a maior proporção de domicílios próprios: são 78,5% do total dos imóveis naquela região. Em contrapartida, a menor incidência ocorreu no CENTRO-Oeste, que ficou com 65,6%. Fonte: ZAP imóveis

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Vila Leopoldina, Pinheiros e Barra Funda lideram em lançamentos de conjuntos comerciais

Acompanhando o desenvolvimento residencial das regiões e novos centros comerciais, os conjuntos ou salas comerciais ganham destaque no mercado imobiliário. Exemplo desse crescimento é a Vila Leopoldina, bairro da região oeste de São Paulo, que recebeu, nos últimos 3 anos, 1.357 novas unidades comerciais, seguido de Pinheiros (1.331 unidades) e Barra Funda (1.304 unidades). O levantamento exclusivo realizado pela área de Inteligência de Mercado da Lopes, maior empresa de consultoria e intermediação imobiliária, revelou que em São Paulo foram lançados 124 empreendimentos comerciais entre julho/09 e junho/12, totalizando R$ 8,6 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas). O estudo inclui todo o mercado de lançamentos de empreendimentos comerciais da cidade, exceto lajes corporativas. Outras regiões também foram destaque no estudo em relação ao número de unidades lançadas: Santana (1.042), Brooklin (1.029), Vila Olímpia (796), Bela Vista (675), Ipiranga (668), Chácara Santo Antônio (668) e Aclimação (566). Já quanto à tipologia dos lançamentos, 81% dos conjuntos possuem de 30 m² a 49 m² de área privativa. E os preços medianos variam de R$ 8.000/m² nas zonas Leste e Norte a R$ 11.000/m² a R$ 13.000/m² nas zonas Oeste, Sul e Central da cidade. “Atualmente muitos clientes optam pela compra de conjuntos comerciais para investimento ou uso próprio. Recentemente lançamos um empreendimento da Arquiplan chamado Office Design Santana, cuja maioria dos conjuntos tinha 30 m² e custava cerca de R$ 280 mil. A planta era muito eficiente, inclusive com terraço, e a fachada do prédio moderna. Estas inovações agregam valor ao produto e levam a qualidade de vida ao trabalho.”, explica Cristiane Crisci, Diretora da área de Inteligência de Mercado e CRM da Lopes. “Em um lançamento as condições de pagamento são bem facilitadas. Neste caso, as parcelas mensais custavam menos de um mil reais. Aliado a boas condições de financiamento imobiliário, hoje temos opções de pagar um conjunto comercial aos poucos, com boas taxas de juros, ao invés de pagar aluguel.”, complementa Crisci.

Aluguel novo sobe mais que a inflação em SP

A alta demanda por aluguel residencial em São Paulo tem feito com que os contratos para novas locações sejam reajustados por um valor superior ao Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que serve de base para o aumento anual do aluguel. Nos 12 meses encerrados em julho, IGP-M acumulou alta 6,67%. Para o mesmo período, de acordo com o Secovi-SP, o valor médio do aluguel novo contratado aumentou 11,87%. “Os proprietários estão vendo que o mercado ainda está muito ativo e, no momento da renovação, costumam pleitear um valor maior”, afirma Mark Turnbull, diretor do Secovi. A diferença entre o IGP-M e o indicador do Secovi, atualmente em 5,2 pontos porcentuais, já foi maior. Em novembro do ano passado, chegou a 13,8 pontos porcentuais. Essa aproximação entre os dois índice pode indicar um ajuste de preço do mercado, que teve uma alta acelerada nos últimos anos. “É um ajuste de mercado que está ocorrendo”, afirma Turnbull. O valor do preço do metro quadrado apurado pela pesquisa Fipe/Zap também está acima do IGP-M. Nos 12 meses encerrados em agosto, o indicador da FGV acumulou alta de 7,72%. Já o índice Fipe/Zap teve alta de 9,7% em São Paulo e de 15% no Rio. “O fato de o aluguel estar subindo bastante, é um sinal que tem uma demanda muito forte por moradia”, diz Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe. O indicador medido pela Fipe também já cresceu num ritmo mais acelerado. Em agosto do ano passado, a alta anual foi de 15% em São Paulo. Mas também já cresceu menos. Em 2009, ano em que a economia brasileira se retraiu por causa da crise internacional, a alta foi de apenas 6% nos 12 meses encerrados em agosto. “Esse indicador oscila mesmo. Mas quando há um descompasso entre a demanda e a oferta não será tanto o IGP-M que vai pautar o reajuste de aluguel”, diz Zylberstajn. A tendência, de acordo com o pesquisador da Fipe, é que a demanda por aluguel residencial continue aquecida. Para sustentar essa previsão, ele cita desde questões demográficas até a alta taxa de urbanização do Brasil. “Você também tem uma capacidade de oferta de novas construções bastante restrita”, afirma. Pelo menos na cidade de São Paulo, a aprovação de novos projetos residenciais está em queda. Em junho, segundo o Secovi-SP, foram aprovados 41.259 projetos, o nível mais baixo deste ano. No auge - em setembro de 2011 - o total de aprovações chegou a 54.525 imóveis. Imóveis devolvidos. O reajuste do novo aluguel acima do IGP-M faz com que cerca de 60% das novas locações sejam resultados de imóveis devolvidos pelos locatários que não têm condições de arcar com o custo maior. “Naquele momento, em que vencem os 30 meses, o locatário fica muito vulnerável. E, nessa hora, 60% dos inquilinos devolvem o imóvel por não conseguirem pagar o aluguel pleiteado pelo proprietário”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, de São Paulo (Creci-SP). De acordo com ele, esse aumento pode ser negociado e há casos em que o reajuste não chega a ser cobrado pelo proprietário. “Quando o inquilino sempre paga o aluguel em dia e faz uma boa conservação do imóvel, esse reajuste costuma ser negociável. Há casos em que o proprietário não muda o valor em nada”, afirma o presidente do Creci. (Fonte: www.jornaldiadia.com.br).

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Pesquisa CRECISP registra retração no mercado em julho

De acordo com os resultados divulgados na última semana pelo Conselho, no mês de julho os mercados de venda e locação de imóveis apresentaram desempenho negativo no Estado de São Paulo. O levantamento foi feito com 1.432 imobiliárias em 37 cidades paulistas e demonstra que, no período analisado, as vendas caíram 5,63% na comparação com o mês anterior. Nas locações, a queda foi um pouco menor: 3,24%. Nos dois casos, o acumulado do ano está negativo em 20,72% e 1,93%, respectivamente. Para efeito de estudo, a pesquisa CRECISP divide o estado de São Paulo em quatro regiões distintas, a saber: Capital, Grande ABCD e Guarulhos e Osasco; Litoral e Interior. No mês de julho, a queda nas vendas foi registrada na cidade de São Paulo (32,08%) e no Grande ABCD (21,64%). No Litoral e no Interior houve crescimento de 18,3% e 5,56%, respectivamente, o que contribuiu para que a retração não fosse tão brusca. A preferência dos compradores paulistas foi pelos apartamentos, representando 53,19% do total vendido contra 46,81% de casas. Interior, Capital e Grande ABCD foram as três regiões que mais financiaram imóveis, enquanto no Litoral prevaleceram as aquisições à vista. A faixa de preço final dos imóveis negociados no Estado foi superior a R$ 200 mil, totalizando 52,28% das vendas realizadas pelas imobiliárias consultadas pelo CRECISP. Outro ponto percebido pela pesquisa foi a preferência dos compradores por imóveis situados em bairros das áreas mais centrais das cidades. Eles foram os campeões de vendas no Interior (72,97%); no Litoral (69,3%) e no ABCD (88,24%). O mercado de locações deu preferência para casas ao invés de apartamentos, com 58,06% contra 41,94% do total. Interessante notar que houve queda tanto nas vendas quanto nos alugueis na Capital. No Interior, também houve redução no volume de imóveis alugados, mas no Litoral e Grande ABC as locações aumentaram na comparação julho/junho. A faixa de aluguel mais procurada foi a de valor até R$ 800,00, com 53,17% dos contratos registrados pelas imobiliárias pesquisadas em todo o Estado. Na Capital e no Litoral, especificamente, esse valor subiu para R$ 1.000, enquanto Interior e as cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco acompanharam a mesma tendência estadual. O fiador continua sendo a opção mais utilizada pelos locatários do Estado e ainda em três das quatro regiões estudadas pela pesquisa CRECISP, estando presente em 54,69% das novas locações. Somente no Litoral a maioria dos contratos adotou o depósito no valor equivalente a três meses do aluguel contratado. Assim como o ocorrido com as vendas, a maioria das locações realizadas em julho envolveu imóveis em bairros da região central, tendência percebida no Interior, Litoral e cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco. De acordo com análise do presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, embora o mês de julho tenha registrado desempenho negativo, esse não é um motivo para grandes preocupações. ``Os resultados apenas refletem o desaquecimento registrado na economia nos últimos meses``, comentou lembrando que o próprio governo recuou a expectativa de crescimento do PIB de 5% para 2% neste ano. ``Acredito em uma melhoria econômica nos próximos meses, até por conta dos ganhos extras dos trabalhadores, através de bônus de participação em resultados e 13º salário. Isso sempre se reflete de maneira positiva, incentivando aqueles que já enxergam uma possibilidade de adquirir um imóvel nessa época. Fonte: CRECISP

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Apple paga R$ 1 milhão em aluguel de nova sede em SP

Escritório ficará no Infinity Tower, um dos empreendimentos mais luxuosos do bairro do Itaim Bibi, onde também está a sede brasileira do Facebook São Paulo - A Apple deve ocupar, em breve, uma nova sede em São Paulo. A empresa mais valiosa do mundo acaba de fechar contrato com a incorporadora Yuny para o aluguel de seis salas do luxuoso edifício comercial Infinity Tower, localizado no bairro do Itaim Bibi e entregue em fevereiro. O prédio é um dos mais cobiçados da categoria 'triplo A' da capital paulista – a mais alta denominação usada para classificar a arquitetura e a engenharia de edifícios comerciais. Após firmar um contrato de locação de cinco anos, a Apple começará pagando nada menos que 1 milhão de reais ao mês para habitar o local, de acordo com informações obtidas pelo site de VEJA na Junta Comercial de São Paulo. Projetado pelo escritório de arquitetura Aflalo & Gasperini, em parceria com o americano Kohn Pedersen Fox (KPF), o Infinity Tower é uma torre de 18 andares e 75 mil metros quadrados. A obra foi executada pela Método Engenharia e levou cerca de dois anos para ser concluída. A Apple não será a única habitante ilustre do edifício. Por lá já estão os bancos Credit Suisse e Goldman Sachs, além da Bloomberg, da Louis Vuitton e do Facebook. Ao mudar-se para o Infinity, a gigante da tecnologia deixará seu escritório de quatro salas em um edifício comercial mais modesto na Avenida Cidade Jardim, também no Itaim Bibi. Nova fase – A mudança para o Infinity marca uma nova etapa da Apple no Brasil. O modus operandi discreto prossegue, mas a operação alça voos cada vez mais altos. Depois de viabilizar a produção de iPhones e iPads na planta da Foxconn de Jundiaí (SP) e exportar parte da produção brasileira para o Mercosul, a empresa americana fechou novo contrato com a taiwanesa. Em 2013, a Foxconn montará nova fábrica no país, desta vez na cidade de Itu (SP). A missão dela será produzir componentes para smartphones e tablets, que atualmente são importados da China. Com a nova planta, será possível produzir um iPad quase 100% nacional – apenas os transistores TFT, essenciais para a ótima qualidade de imagem do aparelhos, continuarão a ser importados. O avanço da Apple, nos últimos meses, contabilizou ao menos um revés. A companhia perdeu seu diretor-presidente, Alexandre Szapiro, para a Amazon, segundo informações do jornal Valor Econômico. O site de VEJA apurou que Szapiro foi o grande intermediador da criação de um centro de produção para aparelhos da Apple no Brasil – e, justamente por essa razão, foi chamado pela Amazon. De acordo com fontes que a assessoram, a fabricante do Kindle no Brasil também estuda a viabilidade de produzir seu tablet no país utilizando, também, a planta da Foxconn. Fonte:Exame

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Senado aprova PL que torna corretor de imóveis empreendedor individual

O Brasil possui, atualmente, mais de quatro centenas de profissões que fazem parte do Microempreendedor Individual. Em abril, menos de dois anos depois da legislação entrar em vigor, o país atingiu a marca de um milhão de empreendedores individuais. Agora o Corretor de Imóveis também poderá fazer parte desse rol de contemplados, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou, esta semana, o projeto de lei complementar (PLS 90/10) do senador Fernando Collor (PTB-AL) que inclui além dos corretores, os escritórios de engenharia e arquitetura, os prestadores de serviços nas áreas de desenho industrial, design de interiores e transporte turístico. Na avaliação do senador Cyro Miranda, relator da proposta na CAE, a medida faz justiça a atividades que exigem conhecimentos técnicos específicos e, por isso, precisam ser valorizadas e profissionalizadas. O Microempreendedor Individual tem uma série de benefícios, como o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. Além de ser enquadrado no Simples Nacional, ele também recolhe à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias são atualizadas, anualmente, de acordo com o salário mínimo. Com essas contribuições, o Empreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. Segundo Ovídio Maia, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), o projeto é o ponta pé inicial para o empresário do futuro. O SECOVI/DF cita alguns pontos importantes que irão favorecer o Corretor de Imóveis na categoria de Empreendedor Individual: 1 - a proposta traz um amparo legal para aqueles que estão iniciando na profissão; 2 - traz estabilidade para a categoria autônoma de financiar a casa própria, já que possuirão comprovante de renda; 3 - não há renúncia fiscal, porque o profissional cumprirá com suas obrigações fiscais e tributárias dentro da lei; 4 - o profissional conseguirá se estabelecer legalmente como empreendedor individual, sem burocracia. A matéria segue, agora, para votação no Plenário do Senado, em regime de urgência, conforme requerimento do senador Gim Argello (PTB-DF). Fonte: SECOVI

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Marketing imobiliário Artigos Guia de fornecedores Área acadêmica Notícias do mercado imobiliário Imóveis Imóvel na planta: bom ou mau negócio?

Rodolfo Scamilla, presidente da Total Construtora S/A, dá dicas para evitar que o sonho vire pesadelo Os imóveis comprados na planta hoje podem alcançar uma valorização de até 50% na entrega das chaves, uma boa opção para quem busca um imóvel novo e não tem muita pressa para a mudança ou ainda pensa na compra como um investimento, mas o sonho e bom negócio podem se transformar em pesadelo caso os prazos da entrega não sejam cumpridos. Rodolfo Scamilla, diretor-presidente da Total Construtora S/A, experiente engenheiro formado pela Unicamp e especialista no assunto dá algumas dicas para reduzir os riscos na negociação: • Checar o passado da construtora. A compra de um imóvel sempre envolve uma quantia significativa de dinheiro, o comprador não deve confiar apenas na conversa do corretor imobiliário. Consulte se a empresa teve alguma reclamação no Procon ou algum tipo de pendência na justiça, converse com outros compradores de algum imóvel da companhia para checar a qualidade, prazo de entrega e idoneidade da construtora. • Exija documentação do empreendimento registrado em cartório, todas as incorporadoras precisam registrar um conjunto de documentos que inclui o terreno onde será construído o prédio, o projeto aprovado pela prefeitura, entre outros. • Registre a compra do imóvel em cartório, tornando-a oficial. A TOTAL atua há dez anos na região do Vale do Paraíba e se destaca desde sua fundação pela qualidade de suas obras, cumprimento de prazos e rentabilidade. Em sua carteira, mais de 750 unidades entregues e atualmente 230 em construção. A credibilidade da empresa é comprovada pelos certificados ISO 9001, e PBQP-H Nível A. Fonte: Assessoria Márcia Stival