Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
terça-feira, 5 de junho de 2012
R$ 4,6 bi em imóveis de altíssimo luxo
Uma população crescente de milionários vem impulsionando o mercado imobiliário de altíssimo luxo no Brasil. O setor tem potencial para gerar R$ 4,6 bilhões em negócios no País nos próximos cinco anos, segundo levantamento do banco europeu Haliwell Financial Group, especializado em gestão de fortunas.
Segundo o estudo, que analisa os hábitos de consumo dessa parcela da população e foi adiantado ao Estado, 54% dos milionários brasileiros pretendem adquirir um novo imóvel residencial no período de cinco anos.
‘A escolha é baseada principalmente no bem-estar. Esse consumidor quer conforto e mais espaço para hobbies. Áreas verdes e fácil acesso a estradas e saídas também são itens valorizados’, diz o vice-presidente para a América Latina do Haliwell Financial Group, Emerson de Pieri.
Em um período de sete anos, entre 2003 e 2010, o número de milionários brasileiros deu um salto de 72%. Os dados mais recentes apontam para um grupo de cerca de 138 mil pessoas, concentradas sobretudo no Estado de São Paulo. O cálculo considerou indivíduos com mais de US$ 1 milhão em ativos e dinheiro, excluindo o imóvel em que residem e dois automóveis.
O status, segundo o estudo, é o principal motivador na hora da compra de um imóvel residencial de alto luxo, seguido da facilidade de locomoção e da perspectiva de valorização. ‘O grande desafio nesse nicho é conseguir surpreender. É um cliente detalhista, que busca projetos exclusivos’, afirma Luciano Amaral, diretor de incorporações da construtora JHSF, focada em empreendimentos de alto padrão. O primeiro passo, explica o executivo, é escolher um bom terreno e depois fazer um forte trabalho de marca, que envolva atendimento personalizado.
Liderança. Reduto de endinheirados, São Paulo ainda é a estrela do mercado imobiliário de luxo. O Estado reúne quase metade da população de milionários do País – 63.398 pessoas – e abriga as maiores fortunas. Desse montante, 45% estão na região metropolitana, onde o setor tem crescido de olho na terceira idade e bairros ‘alternativos’.
‘Há uma demanda forte nesse segmento, que não é afetada pelas crises econômicas’, diz o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), Luiz Paulo Pompéia. Segundo ele, no período entre 1990 e 2005 produziu-se pouco para esse público na área metropolitana paulista, movimento que começou a ser revertido em meados de 2006. ‘É um produto que tem liquidez muito boa, mas é preciso acertar a localização e o projeto de arquitetura’, destaca.
Ainda são poucos os bairros da capital paulista que comportam empreendimentos desse tipo, mas já é possível ver os primeiros sinais de mudança. Levantamento da FipeZap a pedido do Estado mostra que regiões como Barra Funda, Lapa, Santana, Vila Leopoldina e Vila Mariana tiveram crescimento expressivo de moradores com alto poder aquisitivo em uma década.
Em 2000, apenas 4,1% dos domicílios da Barra Funda tinham renda mensal acima de R$ 20 mil, índice que saltou para 9,3% em 2010, segundo o Censo. ‘Atualmente as pessoas com alto poder aquisitivo estão espalhadas pela cidade, pois há opções variadas em diferentes bairros. Não existe mais um padrão de alto luxo no setor imobiliário’, diz Fábio Rossi Filho, diretor de lançamentos do Secovi-SP.
A mudança, segundo fontes do setor, reflete principalmente a escassez de terrenos nos bairros mais valorizados, como Ibirapuera, Vila Nova Conceição, Jardim Paulistano, Chácara Itaim, Vila Olímpia e Morumbi. O potencial de alta dos preços também é um diferencial. ‘A valorização nesses bairros mais afastados é extremamente superior à dos empreendimentos nas regiões top de linha’, afirma Pieri.
Pirâmide etária. ‘Estamos começando a nos tornar um país da terceira idade. Parte desse público tem INSS e aposentadoria privada e passa a ser relevante para o mercado de altíssimo padrão’, ressalta Pompéia, da Embraesp.
De olho nesses clientes, e também em jovens e divorciados, ganha força o conceito de dois dormitórios de alto luxo. Tradicionalmente voltado à classe média, esse tipo de imóvel também passou a ser disputado pelos endinheirados. Área social grande, varanda mais ampla e número maior de vagas na garagem distinguem os projetos.
A demanda já se mostrou grande. Lançadas em 2005 pela JHSF, as nove torres residenciais do empreendimento Parque Cidade Jardim foram vendidas em menos de um ano. Os apartamentos de duas suítes, de 240 m² cada, foram negociados à época por R$ 6 mil o m². Atualmente, segundo a construtora, chega a R$ 16 mil o m², uma valorização de 166% em sete anos. (Estadão)
Caixa amplia prazo do crédito habitacional para 35 anos
O vice-presidente de governo e habitação da Caixa, José Urbano Duarte, anunciou nesta terça-feira que a instituição aumentou de 30 anos para 35 anos o prazo de financiamento habitacional com recursos da poupança (SBPE) e também alienação fiduciária. Ele comunicou também redução das taxas de juros. Dentro do Sistema Financeiro da Habitação, o porcentual da taxa efetiva passou de 9% para 8,85% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Fora do SFH, com imóveis acima de R$ 500 mil, a taxa passa de 10% para 9,9% ao ano mais a TR.
As novas regras valem apenas para novos financiamentos e passam a vigorar a partir da segunda-feira da próxima semana. "Já solicitamos a ampliação para o conselho curador do FGTS", disse o vice-presidente, durante entrevista coletiva à imprensa. Ele informou que a inclusão de imóveis dentro do programa Minha Casa Minha Vida também já foi solicitada.
Por CÉLIA FROUFE, estadao.com.b
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Financiamentos para a alta renda dobram em três anos
Executivos, profissionais liberais e empresários, com idade entre 35 e 50 anos e carreira profissional ascendente, interessados em adquirir um imóvel de alto padrão para dar um upgrade na qualidade de vida, impulsionam a demanda por financiamento para a compra de imóveis de médio e alto padrão, que hoje em dia podem custar desde R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.
As vendas financiadas de apartamentos e casas destinados à classe média alta e alta chegaram a dobrar nos últimos três anos. A valorização imobiliária que elevou para mais de R$ 1 milhão o custo de bons e bem localizados apartamentos das grandes metrópoles, em especial São Paulo e Rio de Janeiro, é um dos fatores para essa nova demanda.
“Com o metro quadrado valorizado em bairros paulistanos, como Vila Nova Conceição, encontramos apartamentos a partir de 80 metros quadrados com valor superior a R$ 1 milhão”, diz Bruno Gama, diretor de Operações da CrediPronto, financeira imobiliária criada pela Lopes em parceria com o banco Itaú.
Mas não é só isso, afirma Gama, que aumentou de 5% para 10% a participação do financiamento de imóveis de alto padrão no total das operações realizadas pela financeira, entre 2009 e 2011. “Os clientes perceberam que podem tomar empréstimos imobiliários com taxas de juros que variam de 9% a 10% mais a TR e aplicar o dinheiro que utilizariam no pagamento a vista em produtos financeiros com remunerações de 15% a 20% ao ano”, compara o diretor.
As condições de pagamento para alta renda são as mesmas de imóveis de valores mais baixos. A CrediPronto oferece crédito de 80% do valor total do imóvel mais 5% para cobrir custos cartoriais e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis. Os clientes optam por financiar, em média, entre 55% e 65% do valor total do imóvel e por prazo de pagamento médio de 25 anos. “Eles podem amortizar a divida com 13º salário, venda de outro imóvel ou herança”, afirma. A expectativa dele é que a participação dos financiamentos de imóveis de alto padrão no total de crédito liberado pela CrediPronto suba de 10% para 12% este ano e atinja 15% até o próximo ano. A ideia de que o financiamento é uma boa opção de pagamento para imóveis de alto valor, segundo Gama, é uma mudança cultural no mercado.
As imobiliárias sentiram essa mudança. “O Brasil está em transição cultural nesse setor, numa velocidade muito rápida e há muito para expandir se considerarmos que o financiamento imobiliário no país não passa dos 5% do produto Interno Bruto (PIB) enquanto em alguns países chega a 80%”, compara o diretor de financiamento da Coelho da Fonseca, Claudio Costa.
Das vendas de imóveis de médio e alto padrão realizadas pela Coelho da Fonseca em 2010, um terço foi feito com financiamento. De lá para cá, 45% das vendas nesse segmento são financiadas. “Caiu o mito de que financiamento é para quem não tem dinheiro”, afirma.
Segundo Claudio Costa, a maior parte dos clientes nesse segmento é profissional liberal e empresários jovens, com carreira profissional ascendente e que tem condições de pagar a vista, mas em geral opta pelo financiamento de 50% a 60% do valor total do imóvel com taxas médias de 9,8% mais TR e 25 anos de prazo de pagamento.
“São profissionais que entendem o mercado e sabem que podem tomar empréstimo mais barato e obter maior remuneração em outras aplicações”, afirma. A imobiliária mantém parceria com o banco Itaú que calcula a taxa de acordo com o perfil do cliente. “Além de poder aplicar parte dos recursos e obter um rendimento maior do que a taxa de juro imobiliário, o comprador vê oportunidades de ganhos na valorização imobiliária”, afirma.
Sua expectativa é que o financiamento para esse segmento continue crescendo cerca de 20% ao ano. A expansão da concessão de crédito para compra de imóveis mais caros, acima de R$ 2 milhões, pode ser ainda maior.
“Nesse segmento crescemos 68% desde 2010, em especial porque a base de comparação é mais baixa uma vez que o financiamento para esse público era menor”, explica. É também num ritmo acelerado que crescem as vendas com financiamento na VNC Pronto Private.
Desde 2009, as compras financiadas de imóveis entre R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões aumentaram 50%, segundo Marcos Goggi, diretor-presidente da VNC. “Isso é reflexo da estabilidade econômica, da acessibilidade ao financiamento e maior agilidade na análise de crédito”, afirma.
O ticket médio de financiamento concedido pela empresa é de R$ 900 mil. Os clientes financiam, em média, 60% do valor total do imóvel e em geral optam pelo prazo máximo de pagamento de 30 anos. As taxas de juros variam de 9,5% a 9,9% ao ano. Essas condições são bem diferentes da forma de pagamento utilizada nesse tipo de transação há alguns anos, lembra Marcos Goggi, da VNC Pronto Private.
“Antes, a maioria das compras era a vista”, afirma ele. “Em algumas vezes, o pagamento era parcelado direto com o proprietário, com correção pelo IGP-M ou com percentual fixo de reajuste das parcelas”, relata.
A redução das taxas de juros deverá, segundo ele, beneficiar esse mercado e gerar um aumento imediato de demanda. A perspectiva é de crescimento mesmo no curto prazo”, afirma. Segundo ele, os públicos das classes A e B identificaram as vantagens do financiamento imobiliário e da possibilidade de adquirir um imóvel sem perder a liquidez. (Valor Econômico)
Aluguel no litoral paulista fica até 214,29% mais caro no feriado de Corpus Christi
Quem quer aproveitar o feriado de Corpus Christi para alugar um imóvel no litoral paulista deve ficar atento, porque, dependendo do tipo, os preços estão mais caros do que os registrados no mesmo período de 2011.
Segundo levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (25), 11 dos 27 tipos de imóveis pesquisados registraram altas nos preços em relação ao Corpus Christi do ano passado.
A pesquisa mostra que o aumento na diária chegou a 214,29%, que é o caso dos apartamentos de quatro dormitórios no Litoral Sul. Esse tipo de imóvel era alugado por R$ 350 no feriado de Corpus Christi de 2011 e agora custa R$ 1.100.
A segunda maior alta da temporada foi registrada nos apartamentos de quatro dormitórios do Litoral Central, com aumento de 110,53%, passando de R$ 475 para R$ 1 mil.
Preços em destaque
Mas nem todos os imóveis ficaram com aluguel mais caro neste feriado de Corpus Christi. Os valores das casas com quatro dormitórios no litoral Central tiveram redução de 59,02%, passando de R$ 1.200 no ano passado, para R$ 500 neste ano.
Os apartamentos de um dormitório no Litoral Norte tiveram a segunda maior queda na aluguel para o feriado de Corpus Christi, de R$ 32,41%. No ano passado, o imóvel era alugado por R$ 207,14, enquanto neste ano, o valor da locação é de R$ 140.
“Alugar o mais rapidamente possível, esse é o segredo para conseguir descontos e os melhores imóveis”, aconselha o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, afirmando que “quem deixa para a última hora acaba pagando mais e nem sempre consegue achar o que deseja”. (InfoMoney)
Preços sobem e acendem luz amarela no mercado
A aceleração dos preços do mercado imobiliário brasileiro acendeu uma luz amarela. O valor dos imóveis, que tem subido 25% ao ano, e a expansão do crédito provocaram um alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre uma eventual instabilidade financeira no país. Algum risco existe, de acordo com especialistas, mas não chegaria a representar uma ameaça comparável à crise do subprime nos Estados Unidos, em 2008, com repercussão na Europa.
O preço dos imóveis, aliado à renda insuficiente ou o emprego informal, também impede o sonho da casa própria em algumas capitais brasileiras. De acordo com o estudo “Um espaço para o desenvolvimento: os mercados habitacionais na América Latina e Caribe”, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), 62% dos moradores de São Paulo não têm como comprar imóvel na cidade.
No Rio de Janeiro, Recife e Belém o problema afeta 56% das famílias. Em Fortaleza são 55%. Em Curitiba, Brasília e Porto Alegre, 52% não têm como comprar imóvel. Em Salvador são 49%. No Rio, o trabalho informal, que não permite a comprovação de renda exigida pelos agentes financeiros, atrapalha 34% das famílias. Em São Paulo, o preço é o que impede o projeto de 39% dos paulistanos.
A pesquisa do BID, divulgada este mês, estudou o déficit habitacional em 41 cidades de 18 países da América Latina e Caribe. Outro problema é a falta de infraestrutura. Dos 3 milhões de domicílios que se formam anualmente nas cidades latino-americanas, 2 milhões são forçados a se instalar em habitações informais, como as favelas.
O estudo do BID indica que com o uso de recursos governamentais seria necessário incrementar sete vezes os investimentos públicos em programas habitacionais, com gastos de US$ 310 bilhões, equivalente a 7,8% do Produto Interno Bruto regional. “O déficit é tal que, mesmo que os governos queiram resolver o problema apenas com recursos públicos, seria quase impossível. O investimento de 7,8% do PIB da região daria apenas para cobrir o estoque, que cresce a cada ano”, diz Cesar Bouillon, do Departamento de Pesquisa do BID.
Ele acredita que o risco de uma bolha imobiliária no Brasil, como alerta o FMI, “é pequeno na comparação com Estados Unidos e União Europeia porque o país tem um dos menores mercados hipotecários, até mesmo para os padrões da América Latina. Representa 10% do PIB, contra 20% do Panamá e do Chile”, diz.
Para Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), “a entrada das construtoras na bolsa de valores pode representar um risco, mas esse é um setor que trabalha com altos níveis de segurança ao não financiar 100% do imóvel. A ameaça de bolha só existe só houver crescimento da inadimplência e queda nas margens de segurança”. O especialista em mercado imobiliário Emílio Haddad, também da FAU-USP, diz que “a valorização imobiliária se justifica, entre outros fatores, porque os preços dos imóveis estavam defasados em relação a outros ativos”.
Em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Recife o valor dos imóveis disparou em três anos. Apartamentos avaliados em mais de R$ 1 milhão já não são raridade nos classificados de jornais ou nos anúncios das imobiliárias.
Mas não é só nas capitais. Em Santos, no litoral paulista, base da Petrobras para as operações de produção de petróleo na camada de pré-sal, o metro quadrado passou de R$ 3 mil para R$ 5 mil em cinco anos. No Rio de Janeiro, aumentou 155% desde 2009. Mais recentemente ganhou pelo menos mais um componente inflacionário: a criação das unidades de polícia pacificadora (UPPs) instaladas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado em algumas favelas e morros valorizou em 100% o preço do imóvel destinado às classes de renda mais baixa, de acordo com o Sindicato da Habitação do Rio (Secovi/RJ).
A pesquisa do BID indica soluções para dar oportunidade à parcela da população que sofre com a alta dos preços, como o envolvimento do setor privado, o fortalecimento de programas de infraestrutura e o apoio à construção de moradias populares. Um caso de sucesso apontado pelo trabalho é o programa Mecroproyectos, que dá incentivo a urbanizadores e construtores para grandes projetos habitacionais em lugares de baixa renda na Colômbia.
O Ministério das Cidades informou que não teve acesso à integra do estudo do BID, mas destacou que uma das estratégias de enfrentamento ao déficit habitacional é o Programa Minha Casa, Minha Vida, que tem a meta de 3 três milhões de unidades habitacionais no período 2009-2014 com investimentos de R$ 180 bilhões, sendo 60% destinados a famílias com renda mensal até R$ 1,6 mil, que terão acesso à casa própria comprometendo 10% de sua renda familiar durante 10 anos. (Valor Econômico)
INCC -M registra avanços em maio
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), um dos indicadores do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou, em maio, variação de 1,30%, acima do resultado de abril, de 0,83%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,35%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,58%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 2,22%, em maio.
Na apuração referente ao mês anterior, o índice variou 1,08%. (MR – Agência IN)
10 vantagens de construir como os americanos
por Fabiana Franzolin
O jeito americano de viver vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Redes de fast-food e gigantescos supermercados já fazem parte da rotina dos brasileiros há muitos anos. Mas agora é o jeito de construir que está conquistando o mercado nacional. Você já ouviu falar no sistema drywall?
Drywall é um sistema construtivo industrializado que substitui a alvenaria convencional na execução de paredes, forros e revestimentos de qualquer tipo de edifício. É utilizado exclusivamente na parte interna da edificação. Tem como componentes principais: perfis estruturais de aço galvanizado, utilizados na montagem do "esqueleto", que é muito robusto e garante sua rigidez e estabilidade; e as chapas de gesso para drywall, que são parafusadas nessa estrutura.
Essa técnica possui muitas vantagens que o engenheiro Luiz Antonio Martins Filho, gerente executivo da Associação Brasileira do Drywall, enumera:
1- Em termos de desempenho, a principal vantagem é que o sistema pode ser configurado de acordo com as necessidades e exigências de cada ambiente. Assim, há paredes com estruturas mais delgadas ou mais largas, com uma, duas e até mais chapas de cada lado, podendo receber ou não lã mineral (de rocha ou de vidro) em seu interior, de acordo com os requisitos de comportamento acústico ou isolamento térmico.
2- Podem ser previstas soluções com curvas, recortes e outros detalhes visuais. Isso lhe confere grande versatilidade, proporcionando ampla liberdade de criação a arquitetos, engenheiros e demais profissionais de projeto.
3- Leveza: uma parede drywall pesa 15% de uma equivalente em alvenaria.
4- Ganho de espaço interno: as paredes são mais delgadas, podendo ser executadas a partir de 73 mm de espessura.
5- Execução rápida e limpa: a quantidade de resíduos é mínima e estes são 100% recicláveis.
6- Alta qualidade de acabamento, facilidade de reparos e fixação de objetos.
7- Resistência mecânica equivalente à dos sistemas tradicionais e melhor desempenho térmico e acústico.
8- No Brasil, o drywall é o único sistema construtivo para vedações internas (paredes, forros e revestimentos) totalmente embasado em normas técnicas, o que o diferencia das demais tecnologias empregadas com a mesma finalidade.
9- Valor de mercado de imóveis residências feitos com sistema drywall é o mesmo do convencional.
10- Algumas construtoras e corretores de imóveis já sinalizam que apartamentos com drywall começam a ganhar valor de revenda em razão da facilidade que proporciona para reformas. Isso porque as paredes não são estruturais e, por sua leveza, podem ser colocadas praticamente em qualquer posição dentro do imóvel, possibilitando grandes mudanças de layout.
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