São Paulo – Nos últimos seis anos, o preço dos imóveis disparou nas principais cidades do país. Poucos locais, entretanto, experimentaram valorização tão rápida e consistente quanto Santos, o principal município do litoral paulista. Entre 2003 e 2007, o PIB santista cresceu 115%, um percentual que faria inveja até mesmo aos chineses. Os investimentos têm sido liderados pelas empresas de transporte e logística e pela indústria de óleo e gás. Até 2020, 45 bilhões de reais devem ser investidos na cidade. Como boa parte dos ambiciosos projetos estão apenas começando a ser implementados, existe a expectativa de que os preços dos imóveis continuem pressionados no município.
A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.
O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.
Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.
Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.
Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito.
Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário.
Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.
Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.
Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade:
“O que impressiona em Santos é a velocidade de vendas, que é sempre muito rápida”, diz Marcello Arduin, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Foi o sucesso dos lançamentos já realizados que motivou a empresa a decidir pela abertura de uma sede em Santos apenas para tratar dos empreendimentos localizados no litoral paulista e no ABCD. Junto com o escritório que será aberto em Campinas, serão as primeiras sedes da Odebrecht Realizações Imobiliárias fora de capitais estaduais.
Grandes incorporadoras que atuam em Santos, como a Cyrela, a Gafisa ou a PDG, não possuem uma sede na Baixada. A decisão da Odebrecht de seguir um caminho diferente foi motivada pela dificuldade em encontrar bons terrenos na cidade. Nos bairros centrais, a escassez de terrenos levou a um aumento dos preços dos lançamentos, que já se situam nos patamares da tabela abaixo:
Com a sede, a Odebrecht terá um time de executivos dedicados exclusivamente a encontrar bons espaços para fazer lançamentos de ao menos 300 milhões de reais por ano na cidade. A tendência é de que a população comece a migrar para áreas que estão sendo revitalizadas ou que devem receber pesados investimentos nos próximos anos. Esse é o caso de bairros como Valongo e Paquetá. Se todas as obras de mobilidade urbana que estão sendo planejadas realmente saírem do papel, outras regiões também serão beneficiadas, como Cubatão, Guarujá, São Vicente e Praia Grande.
“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.
O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.
Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.
Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
As melhores opções para investir em imóveis
São Paulo - Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?
Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.
Terreno
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.
Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.
Imovelweb
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?
Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.
Terreno
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.
Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.
Imovelweb
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Gastos com Minha Casa, Minha Vida serão reclassificados
A equipe econômica mudará a classificação dos gastos com o Programa Minha Casa, Minha Vida para aumentar os investimentos e reduzir o crescimento das despesas de custeio manutenção da máquina pública. O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse nesta sextafeira, 27 de janeiro, que os gastos com o programa habitacional, atualmente consideradas como custeio, passarão a ser incluídos nos investimentos federais, que incluem as obras públicas e a compra de equipamentos pelo governo.
Desde meados do ano passado, estamos trabalhando na mudança e, a partir de 2012, vamos alterar a classificação, disse o secretário ao comentar o superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) de 2011. Para o secretário, a mudança permitirá que os gastos públicos sejam avaliados de forma mais precisa.
Pelos critérios atuais, os investimentos encerraram o ano passado com crescimento de apenas 0,8% em relação a 2010, enquanto os custeios aumentaram 13%. Caso as despesas com o programa habitacional, que totalizaram R$ 7,7 bilhões em 2011, deixem de ser classificadas como custeio e passem a integrar os investimentos, o custeio teria crescido 8,1%, e os investimentos, 13,4%.
Atualmente, o Minha Casa, Minha Vida é classificado como custeio porque o dinheiro não é aplicado diretamente na construção de moradias, mas em subsídios para financiar a compra de unidades habitacionais a juros baixos. A equipe econômica passou a entender que o programa deveria ser considerado investimento porque resulta na ampliação da oferta habitacional do país.
Sobre a evolução dos investimentos em 2011, Augustin reconheceu que as obras federais não avançaram no ritmo que o governo gostaria. Ele atribuiu a desaceleração ao começo de governo, quando muitas equipes nos ministérios são reformuladas, e à etapa inicial da segunda parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), em que muitos investimentos ainda estão na fase de projetos e não foram executados.
O secretário declarou que o governo, na verdade, está preocupado com a evolução dos investimentos no longo prazo e disse acreditar que o ritmo de crescimento desses gastos vai se recuperar em 2012. O investimento não é o que gostaríamos, mas esse tipo de gasto tem de ser olhado no médio e longo prazo. Se oscilou num momento ou outro, para mim é irrelevante.
Fonte: Pense Imóvei
Desde meados do ano passado, estamos trabalhando na mudança e, a partir de 2012, vamos alterar a classificação, disse o secretário ao comentar o superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) de 2011. Para o secretário, a mudança permitirá que os gastos públicos sejam avaliados de forma mais precisa.
Pelos critérios atuais, os investimentos encerraram o ano passado com crescimento de apenas 0,8% em relação a 2010, enquanto os custeios aumentaram 13%. Caso as despesas com o programa habitacional, que totalizaram R$ 7,7 bilhões em 2011, deixem de ser classificadas como custeio e passem a integrar os investimentos, o custeio teria crescido 8,1%, e os investimentos, 13,4%.
Atualmente, o Minha Casa, Minha Vida é classificado como custeio porque o dinheiro não é aplicado diretamente na construção de moradias, mas em subsídios para financiar a compra de unidades habitacionais a juros baixos. A equipe econômica passou a entender que o programa deveria ser considerado investimento porque resulta na ampliação da oferta habitacional do país.
Sobre a evolução dos investimentos em 2011, Augustin reconheceu que as obras federais não avançaram no ritmo que o governo gostaria. Ele atribuiu a desaceleração ao começo de governo, quando muitas equipes nos ministérios são reformuladas, e à etapa inicial da segunda parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), em que muitos investimentos ainda estão na fase de projetos e não foram executados.
O secretário declarou que o governo, na verdade, está preocupado com a evolução dos investimentos no longo prazo e disse acreditar que o ritmo de crescimento desses gastos vai se recuperar em 2012. O investimento não é o que gostaríamos, mas esse tipo de gasto tem de ser olhado no médio e longo prazo. Se oscilou num momento ou outro, para mim é irrelevante.
Fonte: Pense Imóvei
Habitação popular já é tempo de descruzar os braços
De um lado, uma triste constatação: 74% do que o Governo destinou aos contratos de habitação popular nos últimos anos não saíram do papel. E de outro lado, o setor de construção civil, afirmando que a produção de novas unidades habitacionais destinadas às famílias de renda mais baixa, enquadradas no Programa Minha Casa, Minha Vida, está inviabilizada pela alta dos preços dos imóveis e pelo aumento das exigências construtivas como as adequações para idosos e deficientes, por exemplo.
Novamente se repete a história de tentar se justificar o injustificável. Há anos, o governo se orgulha ao erguer a bandeira do PAC como uma de suas melhores realizações, responsável por manter o País distante das crises econômicas que vem assolando o mundo. E o carrochefe do PAC, sem dúvida, é o Minha Casa, Minha Vida que, segundo as autoridades, será, em 2012, um dos principais instrumentos para aumento de investimentos e geração de empregos.
Será que após a constatação da auditoria feita pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre essas promessas que não se concretizaram, haverá como se justificar que milhões de famílias ainda permaneçam na expectativa de, um dia, quem sabe, conseguir uma moradia digna para se instalar?
A situação é discrepante: a Secretaria Nacional de Habitação afirma que essas famílias já estão beneficiadas, pelo simples fato de ter havido o empenho orçamentário para tal. No entanto, a realidade mostra que, das 4.243 contratações feitas por programas oficiais de habitação popular, 3.140 apresentam problemas, que incluem obras não iniciadas, atrasadas ou paralisadas. E o principal detalhe é que esse número não inclui os contratos do PMCMV, o que, certamente, aumentaria a soma, haja vista que em 2011 o Programa praticamente parou para os menos favorecidos.
Somamse a isso os entraves mencionados pelos empresários da construção civil, que reivindicam uma elevação no valor das unidades atendidas, sob pena de não se conseguir construir mais para o MCMV. E o resultado continuará sendo o mesmo: milhões de brasileiros sem ter onde morar enquanto tentase descobrir a razão do impasse.
O governo repassa a verba e os Estados e municípios não dão andamento aos processos, seja pela morosidade nas licitações públicas, seja pela falta de pessoal especializado para executar o serviço, seja pela complexidade de infraestrutura necessária. Os empreiteiros não viabilizam os projetos, seja pela falta de terrenos e pelos preços excessivamente altos das áreas disponíveis, seja pela própria especulação imobiliária que o MCMV proporcionou, inflacionando o valor dos imóveis. Em suma, a impressão é que os braços estão cruzados enquanto há muito por fazer.
É incontestável a importância do Programa Minha Casa, Minha Vida para que se mantenha a estratégia de crescimento econômico do País. Mas falta aos estrategistas a visão social, que consegue perceber a urgência para a solução do déficit habitacional, a premente necessidade dessas famílias carentes de um lugar digno para viver.
Enquanto persiste o cabo de guerra entre governo e empresários, continuam vagos milhares de imóveis usados em todo o País, quando poderiam fazer parte dos mesmos benefícios do Programa e atender exatamente essa parcela mais necessitada da população. É certo que a construção de novas unidades faz girar a roda da economia, dá emprego a muita gente e, de quebra, contribui para diminuir a demanda por moradia. O que não se pode ignorar é que o segmento de usados é uma força extra, capaz de reverter esse quadro de frágil credibilidade de nossa política habitacional.
CRECISP
Novamente se repete a história de tentar se justificar o injustificável. Há anos, o governo se orgulha ao erguer a bandeira do PAC como uma de suas melhores realizações, responsável por manter o País distante das crises econômicas que vem assolando o mundo. E o carrochefe do PAC, sem dúvida, é o Minha Casa, Minha Vida que, segundo as autoridades, será, em 2012, um dos principais instrumentos para aumento de investimentos e geração de empregos.
Será que após a constatação da auditoria feita pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre essas promessas que não se concretizaram, haverá como se justificar que milhões de famílias ainda permaneçam na expectativa de, um dia, quem sabe, conseguir uma moradia digna para se instalar?
A situação é discrepante: a Secretaria Nacional de Habitação afirma que essas famílias já estão beneficiadas, pelo simples fato de ter havido o empenho orçamentário para tal. No entanto, a realidade mostra que, das 4.243 contratações feitas por programas oficiais de habitação popular, 3.140 apresentam problemas, que incluem obras não iniciadas, atrasadas ou paralisadas. E o principal detalhe é que esse número não inclui os contratos do PMCMV, o que, certamente, aumentaria a soma, haja vista que em 2011 o Programa praticamente parou para os menos favorecidos.
Somamse a isso os entraves mencionados pelos empresários da construção civil, que reivindicam uma elevação no valor das unidades atendidas, sob pena de não se conseguir construir mais para o MCMV. E o resultado continuará sendo o mesmo: milhões de brasileiros sem ter onde morar enquanto tentase descobrir a razão do impasse.
O governo repassa a verba e os Estados e municípios não dão andamento aos processos, seja pela morosidade nas licitações públicas, seja pela falta de pessoal especializado para executar o serviço, seja pela complexidade de infraestrutura necessária. Os empreiteiros não viabilizam os projetos, seja pela falta de terrenos e pelos preços excessivamente altos das áreas disponíveis, seja pela própria especulação imobiliária que o MCMV proporcionou, inflacionando o valor dos imóveis. Em suma, a impressão é que os braços estão cruzados enquanto há muito por fazer.
É incontestável a importância do Programa Minha Casa, Minha Vida para que se mantenha a estratégia de crescimento econômico do País. Mas falta aos estrategistas a visão social, que consegue perceber a urgência para a solução do déficit habitacional, a premente necessidade dessas famílias carentes de um lugar digno para viver.
Enquanto persiste o cabo de guerra entre governo e empresários, continuam vagos milhares de imóveis usados em todo o País, quando poderiam fazer parte dos mesmos benefícios do Programa e atender exatamente essa parcela mais necessitada da população. É certo que a construção de novas unidades faz girar a roda da economia, dá emprego a muita gente e, de quebra, contribui para diminuir a demanda por moradia. O que não se pode ignorar é que o segmento de usados é uma força extra, capaz de reverter esse quadro de frágil credibilidade de nossa política habitacional.
CRECISP
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Investidores trocam bolsa por mercado imobiliário brasileiro
O ano de 2011 foi de pânico em todos os mercados. Quem investe em ações, salvo algumas exceções, enfrentou um difícil período de instabilidades e perdas, principalmente por conta das crises de Estados Unidos e Europa. Como resultado, mais de 27 mil investidores deixaram a Bovespa em busca de opções mais seguras de aplicação.
Para este ano, os investimentos em renda fixa estarão em alta. Com eles, deve aumentar também a busca por imóveis comerciais e residenciais como forma de aplicação, já que a valorização desses bens seguirá forte tendência de crescimento até 2015, segundo analistas de mercado.
Na opinião de Alexandre Lafer Frankel, diretor-presidente da Vitacon, comprar um imóvel – mesmo que seja para morar – é uma opção de investimento. “As pessoas não querem mais arriscar”, afirma. Segundo ele, em 2012 o investidor deverá optar por apartamentos residenciais compactos, já que o preço para a compra é bastante atrativo frente à renda que será obtida com o aluguel, “os imóveis precisam oferecer qualidade de vida – agregando mobilidade urbana, tecnologia, praticidade, o que torna os empreendimentos com alta liquidez e excelente rentabilidade” - ressalta ele. (Portal Fator)
Para este ano, os investimentos em renda fixa estarão em alta. Com eles, deve aumentar também a busca por imóveis comerciais e residenciais como forma de aplicação, já que a valorização desses bens seguirá forte tendência de crescimento até 2015, segundo analistas de mercado.
Na opinião de Alexandre Lafer Frankel, diretor-presidente da Vitacon, comprar um imóvel – mesmo que seja para morar – é uma opção de investimento. “As pessoas não querem mais arriscar”, afirma. Segundo ele, em 2012 o investidor deverá optar por apartamentos residenciais compactos, já que o preço para a compra é bastante atrativo frente à renda que será obtida com o aluguel, “os imóveis precisam oferecer qualidade de vida – agregando mobilidade urbana, tecnologia, praticidade, o que torna os empreendimentos com alta liquidez e excelente rentabilidade” - ressalta ele. (Portal Fator)
Classe C volta-se para investimento em imóvel
A classe "C" que representa atualmente 95 milhões de habitantes no Brasil tem sido cada vez mais disputada por diversos segmentos econômicos do Brasil devido a sua capacidade de consumo que cresce ano a ano em função das facilidades na aquisição de crédito, aumento de renda das famílias e estabilidade no emprego proporcionado pelo aquecimento da economia brasileira. O mercado imobiliário tem identificado, nos últimos anos, nessa classe um novo perfil de investidor. Após adquirir a casa própria, a Classe C investe em imóveis na planta e prontos para ampliar a renda com aluguéis. Em Campinas o aumento em investimento desse público cresceu 40% em 2011.
O diretor de Marketing da Rede Imobiliária Campinas, Antônio De Lucca Júnior, acredita que a Região Metropolitana de Campinas tem como diferencial a situação de migração.
"Nossa região recebe muitos executivos e profissionais devido a instalação de multinacionais, grandes e médias empresas brasileiras que estão migrando muitos profissionais que anteriormente não vinham para Campinas. A classe média apresenta uma estabilidade melhor no emprego e também oportunidade de novas mudanças na vida profissional", avalia.
A disponibilidade nas linhas de créditos oferecidas pelos bancos, também têm contribuído, segundo De Lucca, para a facilidade de investimento em imóveis na planta e prontos por parte da classe C. "Os bancos estão bem competitivos em relação às taxas," afirma.
O caminho traçado por investidores iniciantes é basicamente num primeiro momento conquistar o imóvel próprio, procurando diretamente com a construtora ou no mercado de terceiros, por novas opções de negócio na planta. "No caso do imóvel na planta, o cliente paga à construtora de 20% a 30% do valor total durante a obra", explica.
Depois da aquisição, a valorização média até a conclusão da obra pode variar de 25% a 35%. Por isso, quando o imóvel entra na fase do financiamento, o investidor costuma optar pela venda. "Em alguns casos, o cliente assume o financiamento e aluga para geração de renda e também para cobrir a parcela do financiamento", coloca.
De Lucca lembra ainda que o perfil do investidor está começando cada vez mais jovem.
"De 20 a 50 anos tem muita vontade de investir. Antigamente quando a gente falava de investidor era acima de 45 anos. Hoje diminuiu. Hoje o primeiro bem está muito possível e o mercado está muito cheio de dinheiro para habitação", justifica. Antônio De Lucca orienta que o consumidor tem que ficar atento a detalhes importantes na busca do crédito para o financiamento imobiliário.
"O que deixou de ser um problema que era a taxa do banco, o momento é o quanto vamos pagar de seguro, pois dentro de cada financiamento existe a figura do seguro, que é onde nosso cliente tem que se atentar. Tem que se conhecer o todo, então precisa saber quanto é a taxa, quanto é o seguro e qual a taxa de abertura de crédito. Se o consumidor for atento a esses detalhes ele ganha no final", diz.
O boom de investimento da classe C de 40% registrado no ano passado e que tem crescido desde 2009 na aquisição de imóveis pode apresentar uma certa redução neste ano, pois, segundo de Lucca a instabilidade política que se instalou na cidade a partir do segundo semestre de 2011 acabou por gerar uma certa insegurança no mercado imobiliário por conta que algumas questões importantes precisam ser definidas, principalmente no que tange ao projeto das macrozonas que fizeram com que as construtoras colocassem o "pé no freio" devido a alta de definição com relação a esses projetos importantes para a cidade. "Em razão de tudo que está acontecendo em Campinas do segundo semestre do ano passado pra cá não vai mais ser esse boom, pois diminuiu o número de compras, as construtoras estão tímidas e Campinas deve ter um declínio em 2012. Se Campinas definir macrozonas, as construtoras voltam. Se Campinas definir sustentabilidade para cada bairro a gente consegue aumentar. Imagina que em alguns bairros existem avenidas nas quais 99% são comércios. Se você for ver na prefeitura não consegue alvará porque aquela avenida ainda é residencial, portanto, todo mundo que está naquela avenida está no risco só que está desenvolvendo a região", comenta.
Imóveis comerciais - Antônio de Lucca diz que a classe média ainda pensa em quando do investimento em um segundo imóvel em residencial, no entanto, na sua avaliação é importante para o pequeno e médio investidor pulverizar a cesta, ou seja, se já tem um apartamento onde mora a ideia é tentar comprar uma casa comercial e depois tentar comprar um terreno pulverizando o risco.
Segundo De Lucca, em uma situação na qual há muitas salas comerciais disponíveis no mercado a lei de oferta e procura pode fazer com que ocorra uma desvalorização do aluguel. Os investidores que procuram imóveis com maior geração de renda têm a opção de aplicar as finanças em imóveis comerciais. "Um residencial tem rendimento de 0,5% a 0,6 %, enquanto um comercial varia de 0,7 a 1%.", aponta. (DCI)
O diretor de Marketing da Rede Imobiliária Campinas, Antônio De Lucca Júnior, acredita que a Região Metropolitana de Campinas tem como diferencial a situação de migração.
"Nossa região recebe muitos executivos e profissionais devido a instalação de multinacionais, grandes e médias empresas brasileiras que estão migrando muitos profissionais que anteriormente não vinham para Campinas. A classe média apresenta uma estabilidade melhor no emprego e também oportunidade de novas mudanças na vida profissional", avalia.
A disponibilidade nas linhas de créditos oferecidas pelos bancos, também têm contribuído, segundo De Lucca, para a facilidade de investimento em imóveis na planta e prontos por parte da classe C. "Os bancos estão bem competitivos em relação às taxas," afirma.
O caminho traçado por investidores iniciantes é basicamente num primeiro momento conquistar o imóvel próprio, procurando diretamente com a construtora ou no mercado de terceiros, por novas opções de negócio na planta. "No caso do imóvel na planta, o cliente paga à construtora de 20% a 30% do valor total durante a obra", explica.
Depois da aquisição, a valorização média até a conclusão da obra pode variar de 25% a 35%. Por isso, quando o imóvel entra na fase do financiamento, o investidor costuma optar pela venda. "Em alguns casos, o cliente assume o financiamento e aluga para geração de renda e também para cobrir a parcela do financiamento", coloca.
De Lucca lembra ainda que o perfil do investidor está começando cada vez mais jovem.
"De 20 a 50 anos tem muita vontade de investir. Antigamente quando a gente falava de investidor era acima de 45 anos. Hoje diminuiu. Hoje o primeiro bem está muito possível e o mercado está muito cheio de dinheiro para habitação", justifica. Antônio De Lucca orienta que o consumidor tem que ficar atento a detalhes importantes na busca do crédito para o financiamento imobiliário.
"O que deixou de ser um problema que era a taxa do banco, o momento é o quanto vamos pagar de seguro, pois dentro de cada financiamento existe a figura do seguro, que é onde nosso cliente tem que se atentar. Tem que se conhecer o todo, então precisa saber quanto é a taxa, quanto é o seguro e qual a taxa de abertura de crédito. Se o consumidor for atento a esses detalhes ele ganha no final", diz.
O boom de investimento da classe C de 40% registrado no ano passado e que tem crescido desde 2009 na aquisição de imóveis pode apresentar uma certa redução neste ano, pois, segundo de Lucca a instabilidade política que se instalou na cidade a partir do segundo semestre de 2011 acabou por gerar uma certa insegurança no mercado imobiliário por conta que algumas questões importantes precisam ser definidas, principalmente no que tange ao projeto das macrozonas que fizeram com que as construtoras colocassem o "pé no freio" devido a alta de definição com relação a esses projetos importantes para a cidade. "Em razão de tudo que está acontecendo em Campinas do segundo semestre do ano passado pra cá não vai mais ser esse boom, pois diminuiu o número de compras, as construtoras estão tímidas e Campinas deve ter um declínio em 2012. Se Campinas definir macrozonas, as construtoras voltam. Se Campinas definir sustentabilidade para cada bairro a gente consegue aumentar. Imagina que em alguns bairros existem avenidas nas quais 99% são comércios. Se você for ver na prefeitura não consegue alvará porque aquela avenida ainda é residencial, portanto, todo mundo que está naquela avenida está no risco só que está desenvolvendo a região", comenta.
Imóveis comerciais - Antônio de Lucca diz que a classe média ainda pensa em quando do investimento em um segundo imóvel em residencial, no entanto, na sua avaliação é importante para o pequeno e médio investidor pulverizar a cesta, ou seja, se já tem um apartamento onde mora a ideia é tentar comprar uma casa comercial e depois tentar comprar um terreno pulverizando o risco.
Segundo De Lucca, em uma situação na qual há muitas salas comerciais disponíveis no mercado a lei de oferta e procura pode fazer com que ocorra uma desvalorização do aluguel. Os investidores que procuram imóveis com maior geração de renda têm a opção de aplicar as finanças em imóveis comerciais. "Um residencial tem rendimento de 0,5% a 0,6 %, enquanto um comercial varia de 0,7 a 1%.", aponta. (DCI)
Trend Brokers é contra a cobrança da taxa SATI para clientes
Alvo de ação do Ministério Público e do Tribunal de Justiça de São Paulo, a cobrança indevida da taxa SATI (Serviço de Assessoria de Transação Imo¬¬biliária) por parte de corretores de imóveis e imobiliárias continua sendo uma prática utilizada por algumas empresas do mercado imobiliário. A ilegalidade dessa cobrança está na omissão da taxa, que surge apenas no momento da compra, na obrigatoriedade de contratar o serviço com a própria imobiliária e na dependência do fechamento do contrato ao pagamento da taxa.
Entretanto, o empresário Márcio Souza, diretor da Trend Brokers, imobiliária boutique, defende que nem todas as empresas que prestam serviço de corretagem estão na mesma posição. “Os clientes ainda podem contar com imobiliárias que não cobram a taxa, aliás, na sua grande maioria”, destaca ele.
Em defesa de um posicionamento diferenciado para o mercado imobiliário, Souza criou em 2011, com mais dois sócios, Rubens Bocuti Jr. e Edilson Faust, a Trend Brokers, imobiliária que nasceu justamente dessa necessidade de atendimento qualificado e preferencial ao cliente, inclusive com serviço de pós-venda. “Acreditamos que estamos aqui para entender e satisfazer a necessidade de nossos clientes”, pontua Souza.
O diretor orienta ainda que para evitar esse tipo de cobrança abusiva, o consumidor deve estar atento aos valores do extrato da venda, no momento em que entrega o pagamento do imóvel para a imobiliária. “Caso o cliente não tenha interesse nesse serviço, ele pode recusar o pagamento do SATI ou ainda procurar o serviço de assessoria jurídica por meio de seu advogado ou consultor de confiança”, garante
Entretanto, o empresário Márcio Souza, diretor da Trend Brokers, imobiliária boutique, defende que nem todas as empresas que prestam serviço de corretagem estão na mesma posição. “Os clientes ainda podem contar com imobiliárias que não cobram a taxa, aliás, na sua grande maioria”, destaca ele.
Em defesa de um posicionamento diferenciado para o mercado imobiliário, Souza criou em 2011, com mais dois sócios, Rubens Bocuti Jr. e Edilson Faust, a Trend Brokers, imobiliária que nasceu justamente dessa necessidade de atendimento qualificado e preferencial ao cliente, inclusive com serviço de pós-venda. “Acreditamos que estamos aqui para entender e satisfazer a necessidade de nossos clientes”, pontua Souza.
O diretor orienta ainda que para evitar esse tipo de cobrança abusiva, o consumidor deve estar atento aos valores do extrato da venda, no momento em que entrega o pagamento do imóvel para a imobiliária. “Caso o cliente não tenha interesse nesse serviço, ele pode recusar o pagamento do SATI ou ainda procurar o serviço de assessoria jurídica por meio de seu advogado ou consultor de confiança”, garante
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