terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Caixa registra recorde de R$ 230 bi em crédito

A Caixa Econômica Federal bateu um importante recorde em 2011, alcançando volume de R$ 230 bilhões em crédito. Esse número ainda é preliminar, podendo ser ainda mais expressivo. É a maior contratação já efetuada pelo banco. O valor atingido representa 12% a mais do que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 205 bilhões em créditos totais.

O destaque desse resultado foi mais uma vez a carteira imobiliária do banco, que detém 75% do mercado no setor. O crédito habitacional totalizou R$ 81,8 bilhões das operações realizadas ao longo do ano, correspondendo a 35,5% do resultado. Em relação ao ano anterior houve um crescimento de 4,6%.
As operações de crédito comercial para pessoa física totalizaram R$ 59,7 bilhões, representando um crescimento de 26,7% em relação a 2010. Já o crédito comercial para pessoa jurídica cresceu 19,4%, chegando ao valor de R$ 65,7 bilhões. Até novembro de 2011, as contratações de saneamento e infraestrutura atingiram R$ 22,5 bilhões.
O volume de contratações consolida o papel da CAIXA na expansão do acesso da população ao crédito, reduzindo taxas de juros e ampliando as facilidades para clientes de todos os segmentos.

Imóveis: preço de dois dormitórios em SP varia de R$ 105 mil a quase 3 milhões

Os imóveis de dois dormitórios lançados na cidade de São Paulo em 2011 chegam a ter diferença de preço de mais de 2.500%, dependendo da localização e do padrão do empreendimento. De acordo com levantamento da Geoimovel, o lançamento de dois dormitórios mais barato no ano passado custou de R$ 105 mil (valor atualizado pelo INCC – Índice Nacional de Custo da Construção) e estava localizado no distrito de São Mateus, na zona leste da cidade. O preço médio do metro quadrado privativo custou R$ 2.235.

Já a unidade de dois dormitórios mais cara custou R$ 2,8 milhões e foi lançada no bairro nobre do Itaim Bibi, na zona sul. Lá, o metro quadrado ficou em R$ 14.348.
Na média, os lançamentos de dois dormitórios na cidade de São Paulo em 2011 atingiram preço de R$ 325,7 mil em 2011, de acordo com o levantamento. O metro quadrado destes apartamentos custou, em média, R$ 5.594.
Regiões da cidade
De acordo com os dados, a zona sul possui os apartamentos de dois quartos com metro quadrado mais caro da capital paulista. Em Moema, o metro quadrado custou, em média, R$ 14.886 no ano passado. Em seguida, aparece o Itaim Bibi, com preço por metro quadrado de R$ 10.737.
Alto de Pinheiros, na zona oeste, ficou em terceiro lugar, com o metro quadrado valendo, em média, R$ 10.153.
Por outro lado, o metro quadrado mais barato foi verificado na zona leste. No distrito de Lajeado, ele custou, em média, R$ 2.555. Já em Guaianazes, o preço médio foi de R$ 2.620, enquanto na Vila Jacui o valor foi um pouco maior: R$ 2.909.
Lançamentos
O distrito de Campo Limpo registrou o maior número de apartamentos de dois dormitórios lançados em 2011. No total, foram lançadas 917 unidades, com preço médio do metro quadrado de R$ 3.137.
Em segundo lugar, aparece o Jardim São Luis, com 906 unidades lançadas, seguido pela Saúde (639 unidades) e Sacomã (630 unidades).
Um dormitório
De acordo com o levantamento, a média de preço das unidades de um dormitório lançadas no ano passado em SP foi R$ 403,5 mil. Assim como no caso dos dois dormitórios, o distrito de Moema concentra os apartamentos com metro quadrado mais caros: R$ 12.357, em média.
Em segundo lugar, aparece o Jardim Paulista, onde o preço médio do metro quadrado em 2011 foi R$ 11.049. (Infomoney

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NOS NEGÓCIOS

O querer é o poder arquipotente,

É a decisão formada em tua mente


O sucesso não chega até nós de mão beijada, gratuitamente. Ele tem de ser trabalhado e, muitas vezes, arduamente. Mesmo aquelas pessoas que ganham grandes fortunas em concursos, sorteios, loterias, etc., quase sempre, vêm perseguindo sistematicamente uma idéia, um palpite e, no mínimo, se não desenvolvessem esforços próprios, no sentido de jogar, de adquirir as condições necessárias à participação em tais eventos, jamais ganhariam Sem dúvida, o sucesso tem que ser trabalhado, tem que ser conquistado

Muitas pessoas, muitos empresários esquecem esta verdade e, como conseqüência, não assumem, como deveriam, as responsabilidades que lhes são próprias no sentido de realizar os esforços necessários para seu próprio sucesso

Ao aparecerem e se agravarem as conseqüências dessas omissões, não raras vezes, os seres humanos passam a atribuir culpas a terceiros por seus problemas e fracassos Afinal, élhes confortador criar bodes expiatórios Assim, ora o governo é o culpado, ora o alto volume de tributos, ora a globalização, os concorrentes, os fornecedores, os clientes, os funcionários..... enfim, qualquer entidade ou pessoa, desde que não sejam eles próprios Afinal, a maioria pensa que ninguém entende melhor de seus negócios, de suas vidas do que eles próprios. Logo, se não obtém sucesso, a culpa sempre será dos outros

Sejamos sinceros: faltanos, muitas vezes, a humildade, a simplicidade para constatar que, muitas vezes, nos faltam formação técnica adequada, boa vontade, esforço, garra, entusiasmo para enfrentarmos e vencermos as dificuldades que normalmente aparecerão em nossas vidas, em nossos negócios praticamente todas causadas por nossas próprias atitudes e comportamentos.


A tradição ensina que a efetividade pessoal (eficiência e eficácia) é consequência direta da combinação de quatro fatores: aptidão mental, habilidades comportamentais, aptidão física e domínio de uma profissão. Observe que estes quatro fatores podem e devem se converter nos quatro caminhos para a eficiência e eficácia de nossas vidas, de nossos negócios. Vejamos:

· Aptidão mental precisamos dosar a humildade com a sabedoria, no sentido de sermos capazes de manter a mente aberta. Nunca devemos nos considerar os donos da verdade. Claro, devemos ter nossas próprias convicções, pois isso é natural nos seres humanos mas, ao mesmo tempo, precisamos manter a mente aberta, no sentido de sermos capazes de ouvir sugestões, críticas e opiniões de todos os demais e, submetermos cada uma delas ao crivo da razão, de modo a extrairmos o que for positivo para as nossas vidas, para os nossos negócios.

· Habilidades comportamentais especialmente as referentes à facilidade de comunicação e de relacionamento interpessoal. Devemos ser claros em nossas comunicações pessoais. Sejam elas frente a frente ou via meios eletrônicos, e devemos unir tais comportamentos a atitudes de boa educação, nunca esquecendo o respeito no relacionamento, onde estivermos. Não custa nada dizer: obrigado, bom dia, por favor e agir com alegria, no semblante e no coração. Tais atitudes podem parecer detalhes. mas, como dizia Miguelangelo: os pequenos detalhes constituem a qualidade mas, a qualidade não é um pequeno detalhe.

· Aptidão física é a nossa saúde corporal, a saúde de nossas vidas, de nossos negócios. Há que manter tudo limpo, organizado,. Há que agir com clareza, com sinceridade e honestidade sem importar se os outros hajam ou não de modo igual para conosco. E, esse comportamento deve ser adotado frente a toda e qualquer pessoa, com ênfase aos nossos clientes, aos nossos fornecedores, às pessoas que constituem nossas equipes de trabalho, às entidades com as quais nos relacionamos, sejam elas públicas, privadas ou ONGs. Ai repousa nosso sucesso como empresários e, principalmente, como seres humanos.

· Domínio da profissão Já diziam os comerciantes portugueses radicados no Brasil, lá pelo inicio do século passado: quem não tem competência, não se estabeleça Grande verdade Apenas obtêm sucesso as pessoas que realmente se dedicam ao trabalho que executam e o façam com gosto, com amor. Atentem para isso: os clientes, os funcionários, os fornecedores, todas as pessoas com as quais nos relacionamos notam, no primeiro contato, se gostamos ou não daquilo que fazemos. O gostar daquilo que se faz constitui força importante para provocar diferença positiva entre como nós agimos e como as demais pessoas agem. Não é possível dominar uma profissão, por anos a fio, se não cuidarmos de nossa contínua aprendizagem, de nossa reciclagem e devemos contribuir para que o mesmo ocorra com nossos familiares e nossos colaboradores. .


O domínio da profissão, o fazer aquilo que se gosta é o que dá sentido a vida. Afinal, nós passamos a maior parte de nossas vidas úteis em nossos ambientes de trabalho. Ou somos realmente felizes ai ou não tem razão de ai permanecermos Bom, e os resultados financeiros? Eles são consequência direta de como nossos clientes, nossos relacionamentos percebem como agimos, como atuamos Afinal, um cliente bem atendido volta a negociar conosco e nos indica para os seus parentes e amigos, criando uma cascata positiva de resultados


Deixemos, portanto, o área das boas intenções e passemos para o campo das atitudes, do trabalho positivo, das realizações Sejamos hoje melhores do que fomos ontem e, trabalhemos para que amanhã, possamos ser melhores do que hoje. Ao Sucesso, pois


Antônio Carlos Cassarro
SócioDiretor da CTO Consultoria e Treinamento Organizacional;

Professor de PósGraduação e MBAs

Membro do CRASP, do CRCSP e do CORECONSP

Um novo ciclo de bons negócios

Por conta do início de um novo ano, o CRECISP tem recebido várias solicitações de veículos de comunicação para falar sobre os rumos que o mercado imobiliário deverá tomar em 2012. Nosso ponto de vista se baseia, especialmente, nos levantamentos que realizamos mensalmente, e que nos fornecem um verdadeiro termômetro dos negócios no Estado de São Paulo. Estamos confiantes de que em 2012, o segmento de imóveis residenciais continuará colhendo os bons frutos que têm sido cultivados ao longo das últimas décadas, principalmente no que diz respeito a maior oferta de financiamento e a taxas de juros em patamares mais condizentes com a realidade financeira dos brasileiros.
Ainda há muito por fazer para que se chegue próximo de uma solução para o déficit habitacional do País. O Programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, está longe de resolver a questão e vem enfrentando problemas para equacionar os custos da produção de novas moradias e para evitar as diversas fraudes já denunciadas ao Ministério Público relativas à adequação dos empreendimentos ao Programa.
No cenário mundial, no entanto, os ventos favoráveis ainda sopram na direção do Brasil. Se tomarmos um segmento específico o de escritórios e lojas na Inglaterra, por exemplo, recente pesquisa encomendada pelo governo dá conta que um em cada sete imóveis comerciais está fechado. Os grandes shoppings e lojas de departamento inglesas estão engolindo o comércio de rua e a taxa de desocupação dos imóveis dobrou nos últimos dois anos. Com isso, há uma grande chance de degradação das áreas centrais de Londres, que concentravam esse tipo de comércio.
Em Portugal, a realidade também é semelhante. Dezenas de pequenas lojas fecham suas portas diariamente, não conseguindo competir com grandes shoppings, que oferecem preços mais baixos e segurança em um mesmo local.
Em contrapartida, o mercado de escritórios brasileiros tem dado sinais bastante favoráveis, colocando São Paulo e Rio de Janeiro como duas cidades do mundo com as mais baixas taxas de vacância: 2,6% e 1,6%, respectivamente. O que se pode concluir é que esse segmento tem crescido em função da rápida recuperação do País após a crise mundial de 2008, somada à expansão das empresas que buscaram espaços maiores para suas instalações.
Os preços também estão em alta para os imóveis comerciais do Brasil. Investidores estrangeiros e nacionais estão aplicando suas reservas em salas comerciais, com metragem que, em geral, varia de 50 a 200 metros, com a perspectiva de alugálas a profissionais liberais de diversas áreas. Em São Paulo, em 2010 foram lançados 7.500 escritórios desse padrão. E o preço do aluguel está entre os mais caros do mundo: cerca de US$ 79,73 o metro quadrado. Há que se cuidar, no entanto, para que esse segmento não passe pelo excesso de oferta, criando uma situação de saturação e falta de demanda.
Ainda não se vê no País o mesmo cenário encontrado nas principais cidades do mundo, onde segundo levantamentos realizados por empresas especializadas são estimados cerca de cinco escritórios para cada habitante. Em São Paulo, a conta está bem longe desse resultado: a proporção é de uma sala para cada paulistano. Com a proposta de renovação do Centro da cidade, há boas chances de que os imóveis vagos existentes sejam utilizados como moradias ou reformados para atrair novas empresas para a região. Muitas lojas também resistem na área central reduto tradicional das compras focadas no comércio de produtos mais populares e que, pelo menos por enquanto, conseguiram suportar bem a concorrência dos shoppings.
Somado a isso, calculase que o mercado paulistano receberá, até 2014, 850 mil metros quadrados em novos edifícios comerciais, o que pode estabilizar os preços dos alugueis.
Como se pode ver, há boas perspectivas de negócios nos diversos segmentos do ramo imobiliário. Resta aos corretores de imóveis estarem atentos às tendências que o mercado oferece, aprimorando seus conhecimentos e buscando, sempre, o equilíbrio entre a dedicação e a justa remuneração pela sua atividade.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Valorização de imóveis deve continuar até 2017

SÃO PAULO – Comprar um imóvel na cidade de São Paulo ficou, em média, 92% mais caro desde o início de 2008. Isso quer dizer que aqueles que compraram um apartamento por R$ 100 mil há três anos, hoje conseguem vendê-lo por algo em torno de R$ 190 mil. Só nos últimos 12 meses, a valorização chega a quase 30%, tanto em São Paulo quanto nas outras capitais do País, de acordo com o índice Fipe Zap.

Apesar da forte alta verificada nos últimos anos, os preços devem continuar em ascensão por mais algum tempo, na avaliação do diretor executivo da Consul Patrimonial, Marcus Vinicius de Oliveira. Segundo ele, até 2017, a valorização deve ser impulsionada pela possibilidade de crescimento da economia e pelos investimentos que o País receberá.

Entretanto, a partir desta data, o Brasil não terá mais a expectativa de grandes investimentos produtivos - tanto internos quanto externos. “A margem psicológica de crescimento em função do pré-sal, da Copa do Mundo e da Olimpíada já terá passado”, afirma Oliveira.

Além disso, ele aponta que o déficit habitacional terá sido reduzido significativamente daqui a seis anos. “A classe baixa e classe média em ascensão já terão adquirido muitos imóveis”, diz. “A oferta, neste momento, já poderá estar um pouco acima da demanda por imóveis” continua.

De acordo com Oliveira, historicamente, locais que sediam Olimpíada tendem a viver após dois anos uma pequena crise no setor - com mais oferta e menos demanda. “A China neste momento já vive uma desvalorização imobiliária e o Brasil avança para atingir um pico antes da queda dos preços”, acredita.“Mas isso não significa que o mercado imobiliário não continuará se desenvolvendo. A valorização por metro quadrado é que terminará e o valor se estabilizará por um novo período. Novos ciclos ocorrerão em seguida”, continua.

Depende das regiões

Para o coordenador do MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil e professor do FGV Management, Pedro Seixas Corrêa, já é possível notar uma certa estabilização nos preços dos imóveis, que avançaram de forma rápida nos últimos anos. Mas isso também depende do tipo de imóvel e da região onde ele se encontra.

“Em alguns mercados, por conta do desequilíbrio entre a oferta e a demanda, os preços ainda podem valorizar por mais um tempo, pode ser que até 2017 mesmo”, aponta o professor. Ele cita como exemplo a cidade do Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos de 2016, além de jogos da Copa do Mundo de 2014, e que possui boas perspectivas de investimentos e crescimento por conta do pré-sal.

Entretanto, em outros locais, já é possível notar uma manutenção dos preços ou até mesmo sinais de arrefecimento. “Há regiões que ainda apresentarão alta, mas já há uma certa estabilização geral”, diz Correia.

Segundo ele, os imóveis comerciais é que devem apresentar uma melhor alternativa de investimento. “Isso porque ainda existe uma demanda não atendida por estes imóveis que deve continuar nos próximos anos”, diz.

Alternativas de investimentos em imóveis O diretor executivo da Consul Patrimonial ressalta que, para aqueles que querem investir em imóveis, existem alternativas além da compra direta do bem. Um exemplo são os fundos de investimentos imobiliários.

“Esta é a melhor opção para quem quer aproveitar o boom do mercado e não quer ter o trabalho de procurar um imóvel, negociá-lo, acertar as questões contratuais e ainda ter problemas com inquilinos”, afirma. “Basicamente, um fundo deste tipo é a divisão do empreendimento em cotas e cada pessoa pode comprar uma ou mais”, explica.

Além disso, ele ressalta a segurança deste tipo de investimento. “Pela norma da CVM (Comissão de Valores Imobiliários), somente uma instituição financeira pode fazer esta administração, o que reduz consideravelmente qualquer risco de golpe ou calote”, diz o especialista.

Entre as principais vantagens deste tipo de fundo, está a ausência de tributação para os rendimentos obtidos com o aluguel do imóvel e a possibilidade de diversificação do portfólio imobiliário com poucos recursos. A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações.

Diego Lazzaris Borges



Fonte: InfoMoney

Mercado imobiliário: como esse setor vai se comportar em 2012?

SÃO PAULO – Os brasileiros já começaram a contagem regressiva. Em menos de 20 dias inicia-se o novo ano, e com muitas expectativas, sobretudo para os setores mais importantes da economia. Uma das questões é: como será o comportamento do mercado imobiliário ao longo de 2012? Veremos um aquecimento, uma retração, alta nos preços, mais oferta, enfim, o que podemos esperar?

O diretor de economia do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Eduardo Zaidan, aposta em uma acomodação dos preços, em relação aos níveis verificados nos anos anteriores. Zaidan explica que os preços dos imóveis em São Paulo subiram muito nos últimos anos por conta de uma demanda reprimida que inundou o mercado. Essa forte demanda refletiu tanto a onda de estabilidade monetária pela qual o Brasil passou, com baixos índices de inflação, quanto o crescimento sustentável do País, com renda e emprego crescendo consistentemente.

No entanto, se por um lado esses fatores fizeram com que o mercado imobiliário mostrasse números “muito espetaculares”, por outro, essa mesma demanda reprimida já foi bastante atendida e 2011 já começou a mostrar uma evolução mais moderada. Assim, para 2012, Zaidan espera uma demanda ainda grande, “mas não com números tão fortes como em 2008, 2009 e 2010”, sobretudo por conta desse atendimento da demanda.

O presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), José Augusto Viana Neto, tem opinião semelhante à de Zaidan. “Os preços tendem a se estabilizar a partir desse momento. Não haverá um aumento de preço como ocorreu até 2010”, afirma Neto.

De todo modo, ambos descartam a possibilidade de retração nos preços. Os preços vão, sim, continuar subindo, mas apenas em ritmo mais reduzido. Neto explica que os números observados em 2011 sinalizam que a desaceleração já começou, “mostrando que o mercado está encontrando um ponto de equilíbrio entre oferta e demanda”.

Regiões e regiões

Se, na média, devemos esperar uma estabilidade nos preços, não podemos esquecer que há regiões demandadas e as "super demandadas". Neste último caso está São Paulo.

Nesses locais "super demandados", a expectativa é de que os preços se mantenham em alta. “Se você lançar um prédio na Alameda Campinas, no meio de Moema ou no entorno da Juscelino Kubitschek, ele vai ser caro, não tem jeito”. Nesses locais, onde a demanda é forte e contínua e os imóveis chegam a ser considerados raros, não há como esperar qualquer tipo de retração nos preços.

Zaidan também lembrou de todos os custos envolvidos no processo de construção. As construtoras precisam administrar os altos custos dos terrenos, a mão de obra cara, a rígida fiscalização, problemas na entrega de materiais e a forte valorização nos preços dos terrenos, por exemplo. Esses elementos pressionam e continuarão pressionando os preços dos imóveis.

Locação

Falando das locações, Zaidan acredita que em 2012 haverá uma oferta maior de imóveis para locação, o que corrobora a avaliação de que esse é um tipo de investimento muito interessante. A respeito dos preços, Zaidan afirma que “os aluguéis de imóveis bem localizados vão continuar caros”.

O presidente do Creci-SP também confirma a perspectiva de que o mercado de locação vai continuar aquecido, “há muitas pessoas necessitando de imóveis para alugar, e por isso o valor da locação acaba sendo excessivo. Os proprietários estão aproveitando esse momento”, diz Viana Neto.

Em sua análise, o imóvel nesse momento é “um excelente investimento para quem quer aplicar dinheiro para ter renda de aluguel”. Os preços dos aluguéis devem continuar elevados ainda por muito tempo, mas a localização é um fator que deve sempre ser considerado. “Imóveis mais populares, em regiões próximas à linha de metrô, por exemplo, têm uma procura muito maior e, portanto, uma valorização maior”, explica.

Além disso, os preços dos aluguéis devem ser analisados considerando o conjunto de custos que o inquilino terá por mês para morar em um determinado imóvel. Na prática, isso quer dizer que a evolução dos preços dos aluguéis também será influenciada pela evolução dos valores dos condomínios e do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

“Alguns aluguéis não vão subir muito porque o condomínio e IPTU já subiram demais”, explica Zaidan. Por outro lado, aqueles imóveis que não tiveram altas expressivas nesses dois custos poderão apresentar altas mais fortes nos aluguéis.

A região e o tipo de apartamento também influenciam tanto no valor do aluguel quanto na velocidade com que o imóvel é locado. Imóveis de um a dois dormitórios em Moema, por exemplo, não ficam um mês sem ser alugado. “Os bons imóveis, os imóveis menores, não esquentam prateleira”, afirma Zaidan.



Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Índices Econômicos

Índices Econômicos

CUB
(Sinduscon) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2008 0,07 0,38 0,20 0,41 2,72 2,14 0,60 1,36 0,74 1,69 0,21 -0,04 10,96
2009 0,21 0,42 -0,10 -0,12 1,54 1,04 0,37 -0,11 0,16 -0,02 0,11 0,00 3,57
2010 0,15 0,14 0,19 0,17 2,43 2,05 0,53 0,13 -0,15 -0,12 -0,13 0,00 5,77
2011 0,28 0,16 0,10 0,22 3,33 1,26 0,06 0,06 0,14 0,05 0,08 - 5,84

ICV
(Dieese) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 1,19 -0,20 0,77 0,29 -0,20 0,15 2,13 1,31 0,41 0,00 0,34 0,82 7,21
2001 0,83 0,23 0,48 0,39 0,22 1,53 2,12 0,65 0,60 1,20 0,98 -0,16 9,43
2002 1,06 0,13 0,23 0,74 0,10 0,60 1,34 0,40 0,95 1,13 3,20 2,39 12,93
2003 2,92 1,35 1,06 1,39 0,24 -0,27 0,35 -0,15 1,26 0,47 0,26 0,32 9,55
2004 1,46 -0,18 0,47 0,06 0,43 1,12 1,21 0,69 0,29 0,53 0,83 0,54 7,7
2005 0,91 0,32 0,81 0,50 0,39 -0,17 -0,17 0,00 0,72 0,57 0,38 0,19 2,56
2006 0,72 0,12 0,52 -0,06 -0,37 -0,21 -0,14 0,32 0,39 0,27 0,33 0,65 0,65
2007 0,95 0,21 0,25 0,41 0,63 0,15 -0,30 0,40 0,30 0,33 0,28 1,09 4,79
2008 0,88 -0,03 0,45 0,42 0,87 0,97 0,87 0,32 0,14 0,43 0,53 0,10 6,11
2009 0,69 0,02 0,40 0,31 0,23 0,05 0,49 0,30 0,27 0,53 0,60 0,08 4,05
2010 1,72 0,59 0,47 0,22 0,15 0,02 0,14 0,25 0,53 0,93 1,04 0,65 5,62
2011 1,28 0,41 0,91 0,80 0,04 -0,34 0,44 0,39 0,69 0,31 0,52 - 6,24


IGP-DI
(FGV) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 1,02 0,19 0,18 0,13 0,67 0,93 2,26 1,82 0,69 0,37 0,39 0,76 9,8
2001 0,49 0,34 0,80 1,13 0,44 1,46 1,62 0,90 0,38 1,45 0,76 0,18 10,4
2002 0,19 0,18 0,11 0,70 1,11 1,74 2,05 2,36 2,64 4,21 5,84 2,70 26,41
2003 2,17 1,59 1,66 0,41 -0,67 -0,70 -0,20 0,62 1,05 0,44 0,48 0,60 7,66
2004 0,80 1,08 0,93 1,15 1,46 1,29 1,14 1,31 0,48 0,53 0,82 0,52 12,13
2005 0,33 0,40 0,99 0,51 -0,25 -0,45 -0,40 -0,79 -0,13 0,63 0,33 0,07 1,23
2006 0,72 -0,06 -0,45 0,02 0,38 0,67 0,17 0,41 0,24 0,81 0,57 0,26 3,8
2007 0,43 0,23 0,22 0,14 0,16 0,26 0,37 1,39 1,17 0,75 1,05 1,47 7,9
2008 0,99 0,38 0,70 1,12 1,88 1,89 1,12 -0,38 0,36 1,09 0,07 -0,44 9,1
2009 0,01 -0,13 -0,84 0,04 0,18 -0,32 -0,64 0,09 0,25 -0,04 0,07 -0,11 -1,43
2010 1,01 1,09 0,63 0,72 1,57 0,34 0,22 1,10 1,10 1,03 1,58 0,38 4,38
2011 0,98 0,96 0,61 0,50 0,01 -0,13 -0,05 0,61 0,75 0,40 0,43 - 5,56


IGP-M
(FGV) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 1,24 0,35 0,15 0,23 0,31 0,85 1,57 2,39 1,16 0,38 0,29 0,63 9,8
2001 0,62 0,23 0,56 1,00 0,86 0,98 1,48 1,38 0,31 1,18 1,10 0,22 10,4
2002 0,36 0,06 0,09 0,56 0,83 1,54 1,95 2,32 2,40 3,87 5,19 3,75 25,3
2003 2,33 2,28 1,53 0,92 -0,26 -1,00 -0,42 0,38 1,18 0,38 0,49 0,61 8,69
2004 0,88 0,69 1,13 1,21 1,31 1,38 1,31 1,22 0,69 0,39 0,82 0,74 12,13
2005 0,39 0,30 0,85 0,86 -0,22 -0,44 -0,34 -0,65 -0,53 0,60 0,40 -0,01 1,2
2006 0,92 0,01 -0,23 -0,42 0,38 0,75 0,18 0,37 0,29 0,47 0,75 0,32 3,85
2007 0,50 0,27 0,34 0,04 0,04 0,26 0,28 0,98 1,29 1,05 0,69 1,76 7,75
2008 1,09 0,53 0,74 0,69 1,61 1,98 1,76 -0,32 0,11 0,98 0,38 -0,13 9,81
2009 -0,44 0,26 -0,74 -0,15 -0,07 -0,10 -0,43 -0,36 0,42 0,05 0,10 -0,26 -1,72
2010 0,63 1,18 0,94 0,77 1,19 0,85 0,15 0,77 1,15 1,01 1,45 0,69 5,17
2011 0,79 1,00 0,62 0,45 0,43 -0,18 -0,12 0,44 0,65 0,53 0,50 - 5,95


INCC
(FGV) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 1,07 0,77 0,56 0,60 1,35 0,73 0,30 0,39 0,26 0,33 0,41 0,64 7,66
2001 0,6 0,34 0,27 0,36 2,11 1,16 0,52 0,62 0,55 0,93 0,7 0,3 8,85
2002 0,36 0,58 0,55 0,33 2,53 0,57 0,29 1,00 0,71 1,13 2,45 1,70 12,87
2003 1,51 1,39 1,38 0,90 2,84 1,05 0,99 1,44 0,22 0,65 1,04 0,16 14,42
2004 0,33 1,00 1,16 0,59 1,83 0,70 1,12 0,81 0,58 1,19 0,71 0,51 11,04
2005 0,75 0,44 0,67 0,72 2,09 0,76 0,11 0,02 0,24 0,19 0,28 0,37 6,83
2006 0,34 0,19 0,20 0,36 1,32 0,90 0,47 0,24 0,11 0,21 0,23 0,36 5,04
2007 0,45 0,21 0,27 0,45 1,15 0,92 0,31 0,26 0,51 0,51 0,36 0,59 6,16
2008 0,38 0,40 0,66 0,87 2,02 1,92 1,46 1,18 0,95 0,77 0,50 0,17 11,87
2009 0,33 0,27 -0,25 -0,04 1,39 0,70 0,26 -0,05 0,15 0,06 0,29 0,10 3,25
2010 0,64 0,36 0,75 0,84 1,81 1,09 0,44 0,14 0,21 0,20 0,37 0,67 6,07
2011 0,41 0,28 0,43 1,06 2,94 0,37 0,45 0,13 0,14 0,23 0,72 - 8,09


INPC
(IBGE) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 0,61 0,05 0,13 0,09 -0,05 0,30 1,39 1,21 0,43 0,16 0,29 0,55 5,27
2001 0,77 0,49 0,48 0,84 0,57 0,60 1,11 0,79 0,44 0,94 1,29 0,74 9,44
2002 1,07 0,31 0,62 0,68 0,09 0,61 1,15 0,86 0,83 1,57 3,39 2,70 14,74
2003 2,47 1,46 1,37 1,38 0,99 -0,06 0,04 0,18 0,82 0,39 0,37 0,54 10,38
2004 0,83 0,39 0,57 0,41 0,40 0,50 0,73 0,50 0,17 0,17 0,44 0,86 6,13
2005 0,57 0,44 0,73 0,91 0,70 -0,11 0,03 0,00 0,15 0,58 0,54 0,40 5,05
2006 0,38 0,23 0,27 0,12 0,13 -0,07 0,11 -0,02 0,16 0,43 0,42 0,62 2,81
2007 0,49 0,42 0,44 0,26 0,26 0,31 0,32 0,59 0,25 0,30 0,43 0,97 5,16
2008 0,69 0,48 0,51 0,64 0,96 0,91 0,58 0,21 0,15 0,50 0,38 0,29 6,48
2009 0,64 0,31 0,20 0,55 0,60 0,42 0,23 0,08 0,16 0,24 0,37 0,24 4,11
2010 0,88 0,70 0,71 0,73 0,43 -0,11 -0,07 -0,07 0,54 0,92 1,03 0,60 5,31
2011 0,94 0,54 0,66 0,72 0,57 0,22 0,00 0,42 0,45 0,32 0,57 - 6,18


IPC
(FIPE) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 0,57 -0,23 0,23 0,09 0,03 0,18 1,40 1,55 0,27 0,01 -0,05 0,26 4,38
2001 0,38 0,11 0,51 0,61 0,17 0,85 1,21 1,15 0,32 0,74 0,61 0,25 7,13
2002 0,57 0,26 0,07 0,06 0,06 0,31 0,67 1,01 0,76 1,28 2,65 1,83 9,92
2003 2,19 1,61 0,67 0,57 0,31 -0,16 -0,08 0,63 0,84 0,63 0,27 0,42 8,17
2004 0,65 0,19 0,12 0,29 0,57 0,92 0,59 0,99 0,21 0,62 0,56 0,67 6,57
2005 0,56 0,36 0,79 0,83 0,35 -0,20 0,30 -0,20 0,44 0,63 0,29 0,29 4,53
2006 0,50 -0,03 0,14 0,01 -0,22 -0,31 0,21 0,12 0,25 0,39 0,42 1,04 2,54
2007 0,66 0,33 0,11 0,33 0,36 0,55 0,27 0,07 0,24 0,08 0,47 0,82 4,37
2008 0,52 0,19 0,31 0,54 1,23 0,96 0,45 0,38 0,38 0,50 0,39 0,16 6,16
2009 0,46 0,27 0,40 0,31 0,33 0,13 0,33 0,48 0,16 0,25 0,29 0,18 3,65
2010 1,34 0,74 0,34 0,39 0,22 0,04 0,17 0,17 0,53 1,04 0,72 0,54 4,93
2011 1,15 0,60 0,35 0,70 0,31 0,01 0,30 0,39 0,25 0,39 0,60 - 5,73


IPCA
(IBGE) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 0,62 0,13 0,22 0,42 0,01 0,23 1,61 1,31 0,23 0,14 0,32 0,59 5,97
2001 0,57 0,46 0,38 0,58 0,41 0,52 1,33 0,70 0,28 0,83 0,71 0,65 7,67
2002 0,52 0,36 0,60 0,80 0,21 0,42 1,19 0,65 0,72 1,31 3,02 2,10 12,53
2003 2,25 1,57 1,23 0,97 0,61 -0,15 0,20 0,34 0,78 0,29 0,34 0,52 9,3
2004 0,76 0,61 0,47 0,37 0,51 0,71 0,91 0,69 0,33 0,44 0,69 0,86 7,6
2005 0,58 0,59 0,61 0,87 0,49 -0,02 0,25 0,17 0,35 0,75 0,55 0,36 5,69
2006 0,59 0,41 0,43 0,21 0,10 -0,21 0,19 0,05 0,21 0,33 0,31 0,48 3,14
2007 0,44 0,44 0,37 0,25 0,28 0,28 0,24 0,47 0,18 0,30 0,38 0,74 4,46
2008 0,54 0,49 0,48 0,55 0,79 0,74 0,53 0,28 0,26 0,45 0,36 0,28 5,9
2009 0,48 0,55 0,20 0,48 0,47 0,36 0,24 0,15 0,24 0,28 0,41 0,37 4,31
2010 0,75 0,78 0,52 0,57 0,43 0,00 0,01 0,04 0,45 0,75 0,83 0,63 5,22
2011 0,83 0,80 0,79 0,77 0,47 0,15 0,16 0,37 0,53 0,43 0,52 - 6,64


POUPANCA
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2008 0,6015 0,5244 0,5411 0,5960 0,5740 0,6152 0,6924 0,6582 0,6980 0,7519 0,6626 0,7160 7,9
2009 0,6849 0,5453 0,6445 0,5456 0,5451 0,5659 0,6056 0,5198 0,5000 0,5000 0,5000 0,5536 6,93
2010 0,5000 0,5000 0,5796 0,5000 0,5513 0,5592 0,6157 0,5914 0,5706 0,5474 0,5338 0,6413 6,56
2011 0,5719 0,5527 0,6218 0,5371 0,6578 0,6120 0,6235 0,7086 0,6008 0,5623 0,5648 0,5942 7,45


TJLP
(BNDES) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 0,9500 0,9500 0,9500 0,8700 0,8700 0,8700 0,8200 0,8200 0,8200 0,7800 0,7800 0,7800 10,76
2001 0,7400 0,7400 0,7400 0,7400 0,7400 0,7400 0,7600 0,7600 0,7600 0,8000 0,8000 0,8000 9,51
2002 0,8000 0,8000 0,8000 0,7600 0,7600 0,7600 0,8000 0,8000 0,8000 0,8000 0,8000 0,8000 9,9
2003 0,8700 0,8700 0,8700 0,9488 0,9488 0,9488 0,9488 0,9488 0,9488 0,8734 0,8734 0,8734 11,49
2004 0,7974 0,7974 0,7974 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 9,81
2005 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 0,7783 9,75
2006 0,7207 0,7207 0,7207 0,6550 0,6550 0,6550 0,6045 0,6045 0,6045 0,5536 0,5536 0,5536 7,87
2007 0,5262 0,5262 0,5262 0,5262 0,5262 0,5262 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 6,38
2008 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 6,25
2009 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,5065 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 6,13
2010 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 6,00
2011 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 0,4868 6,00


TR
(BACEN) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado
2000 0,2149 0,2328 0,2242 0,1301 0,2492 0,2140 0,1547 0,2025 0,1038 0,1316 0,1197 0,0991 2,1
2001 0,1369 0,0368 0,1724 0,1546 0,1827 0,1458 0,2441 0,3436 0,1627 0,2913 0,1928 0,1983 2,29
2002 0,2591 0,1171 0,1758 0,2357 0,2102 0,1582 0,2656 0,2481 0,1955 0,2768 0,2644 0,3609 2,8
2003 0,4878 0,4116 0,3782 0,4184 0,4650 0,4166 0,5465 0,4038 0,3364 0,3213 0,1776 0,1899 4,65
2004 0,1280 0,0458 0,1778 0,0874 0,1546 0,1761 0,1952 0,2005 0,1728 0,1108 0,1146 0,2400 1,82
2005 0,1880 0,0962 0,2635 0,2003 0,2527 0,2993 0,2575 0,3466 0,2637 0,2100 0,1929 0,2269 2,83
2006 0,2326 0,0725 0,2073 0,0855 0,1888 0,1937 0,1751 0,2436 0,1521 0,1875 0,1282 0,1522 2,04
2007 0,2189 0,0721 0,1876 0,1272 0,1689 0,0954 0,1466 0,1466 0,0352 0,1142 0,0590 0,0640 1,45
2008 0,1010 0,0243 0,0409 0,0955 0,0736 0,1146 0,1914 0,1574 0,1970 0,2506 0,1618 0,2149 1,63
2009 0,1840 0,0451 0,1438 0,0454 0,0449 0,0656 0,1051 0,0197 0,0000 0,0000 0,0000 0,0533 0,72
2010 0,0000 0,0000 0,0792 0,0000 0,0510 0,0589 0,1151 0,0909 0,0702 0,0472 0,0336 0,1406 0,38
2011 0,0715 0,0524 0,1212 0,0369 0,1570 0,1114 0,1229 0,2076 0,1003 0,0620 0,0645 0,0937 1,20



CRECI-SP ::Conselho Regional de Corretores de Imóveis::
Rua Pamplona, 1200 - Jardins