Incorporadora Yuny afirma que vendas já não estão tão aquecidas como em 2010 e que há menor pressão de especuladores sobre os preços
João Sandrini, de Divulgação
São Paulo – Os preços do mercado imobiliário subiram rapidamente nos últimos anos, mas agora tendem a permanecer em um patamar de estabilidade, segundo Estácio Sá, diretor financeiro da incorporadora Yuny, focada no público de alta renda e na região da avenida Faria Lima, principal centro financeiro de São Paulo.
Ele explicou que os principais indicadores de vendas têm apontado desaceleração na velocidade de comercialização nos últimos meses, o que indica que os compradores estão mais seletivos. O aumento dos juros no começo deste ano também foi um balde de água fria para quem especulava com a alta dos preços dos imóveis.
Ainda que inferior à de 2010, a velocidade de vendas tem sido alta em relação à média histórica. Dois terços de todos os lançamentos feitos em São Paulo neste ano já estão com mais de 60% das unidades vendidas. “Em termos de viabilidade econômica, o que uma incorporadora geralmente precisa é vender 50% do estoque em até 12 meses após o lançamento. Isso está acontecendo. O que já não há mais são aqueles empreendimentos que eram completamente vendidos em um final de semana, como no ano passado.”
Nesse novo cenário, a continuidade do aumento dos preços de imóveis como nos últimos anos já não seria mais factível. “Os preços subiram forte porque os custos das incorporadoras aumentaram e porque os valores de mercado ficaram vários anos represados antes da segunda metade da década passada. Mas não vejo mais isso.”
No segmento residencial, uma das preocupações do mercado está relacionada à fonte de financiamento para que os bancos continuem a ampliar o crédito imobiliário – algo que tem influência direta no preço dos imóveis. Os recursos da caderneta de poupança, que são a principal fonte de financiamento dos bancos para empréstimos imobiliários, devem terminar em 2012, segundo especialistas.
Estácio Sá, da Yuny, afirma, no entanto, que o problema não é generalizado. É verdade que o Santander já está mais conservador do que no passado no crédito imobiliário porque chegou próximo ao limite de utilização dos recursos da poupança. Outro banco que cresceu muito e agora pisou um pouco no freio foi o Itaú.
Já o Bradesco ainda tem recursos da poupança de sobra e continua bastante agressivo. “Ainda dá para conseguir um financiamento com juros próximos a 10% ao ano mais TR”, diz Sá. Já a Caixa Econômica Federal permanece ativa principalmente no segmento de habitação popular porque também conta com os recursos do FGTS.
Para 2012, os bancos poderão buscar fontes alternativas de financiamento. Outra possiblidade é que haja algum incentivo do governo. “A solução mais simples para resolver essa questão é reduzir o compulsório sobre a poupança. O governo tem interesse em promover o desenvolvimento do setor.”
Em relação aos imóveis comerciais, a demanda continua muito forte, principalmente no segmento de salinhas. “Lançamos um empreendimento de pequenos escritórios na avenida Pedroso de Moraes (zona oeste) no final do ano passado e vendemos tudo em uma semana. Para as incorporadoras, esse é o segmento em que as vendas são mais rápidas.”
Ele alerta, entretanto, que os investidores deveriam ser cautelosos ao investir em salinhas, principalmente em empreendimentos localizados em bairros com pouca vocação para o segmento comercial. “Hoje o mercado está muito bom, mas o investidor só vai receber esse imóvel daqui a três anos. Tem investidor que compra quatro ou cinco salinhas no mesmo prédio. Se houver vacância, o retorno do investimento vai por água abaixo.”
A demanda também tem sido forte no segmento corporativo. Na Faria Lima, a Yuny deve entregar um empreendimentos de alto padrão em breve, o Infinity Tower. “Com 18 andares, o Infinity já está com 12 andares pré-locados e dois em fase de assinatura de contrato”, diz Sá. “Já poderíamos ter alugado tudo, mas não estamos dispostos a abrir mão de preço. Estamos pedindo a partir de 160 reais por mês por metro quadrado para andares baixos.”
Mesmo na avenida Chucri Zaidan, onde deve ocorrer uma avalanche de lançamentos de escritórios comerciais nos próximos anos, ele acredita que haverá capacidade de absorção na cidade. “Não acho que haverá sobreoferta. Acho inclusive que o mercado financeiro tem exagerado no receio em relação às ações incorporadoras. Pessoalmente, eu investiria nesses papéis neste momento.”
Exame.com
Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Internet facilita compra de imóveis
Atenção com a documentação, com as condições do imóvel e com a idoneidade do vendedor e do proprietário deve ser a mesma de quando se pesquisa o bem fisicamente
Comprar a casa própria é o sonho de todos os brasileiros que ainda não conquistaram esse bem. Com o crescimento do mercado imobiliário, começaram a surgir novas alternativas para a pesquisa e compra do imóvel e a internet se consolidou como ferramenta fundamental nesse processo.
Entre as alternativas disponíveis, existem os sites especializados, os hot sites dos empreendimentos e das imobiliárias e incorporadoras, vídeos na internet e até sites de compra coletiva de imóveis com desconto, que pode reduzir o preço final em até 30%.
Tanta facilidade, pra ser bem aproveitada, precisa de cuidados. A atenção com a documentação, com as condições do imóvel e com a idoneidade do vendedor e do proprietário deve ser a mesma de quando se pesquisa o bem fisicamente.
De acordo com o especialista em direito do consumidor e imobiliário e sócio do escritório Barros Ribeiro Advogados, Rodrigo Ribeiro, a compra de imóveis pela internet exige os mesmos cuidados que o consumidor tem nas compras físicas. "A documentação do imóvel é o mais importante, e eles não podem ser todos obtidos pela internet", explica.
Imovelweb
Comprar a casa própria é o sonho de todos os brasileiros que ainda não conquistaram esse bem. Com o crescimento do mercado imobiliário, começaram a surgir novas alternativas para a pesquisa e compra do imóvel e a internet se consolidou como ferramenta fundamental nesse processo.
Entre as alternativas disponíveis, existem os sites especializados, os hot sites dos empreendimentos e das imobiliárias e incorporadoras, vídeos na internet e até sites de compra coletiva de imóveis com desconto, que pode reduzir o preço final em até 30%.
Tanta facilidade, pra ser bem aproveitada, precisa de cuidados. A atenção com a documentação, com as condições do imóvel e com a idoneidade do vendedor e do proprietário deve ser a mesma de quando se pesquisa o bem fisicamente.
De acordo com o especialista em direito do consumidor e imobiliário e sócio do escritório Barros Ribeiro Advogados, Rodrigo Ribeiro, a compra de imóveis pela internet exige os mesmos cuidados que o consumidor tem nas compras físicas. "A documentação do imóvel é o mais importante, e eles não podem ser todos obtidos pela internet", explica.
Imovelweb
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Seis multinacionais chegam ao país atraídas por megaprojetos
Atraídas pelos megaprojetos de infraestrutura, seis multinacionais anunciaram nos últimos meses investimentos em fábricas de máquinas pesadas para construção civil no Brasil. As asiáticas Sany, XCMG, Doosan e Hyundai e as americanas Caterpillar e John Deere deverão investir US$ 1 bilhão até 2013. A aposta no Brasil está correta, diz a consultoria alemã Roland Berger. Estudo publicado neste mês aponta o país como o mercado mais atraente do mundo para o setor, com nota de 4,4 pontos numa escala até 5. Em segundo lugar está a China, com 4,1. Os investimentos federais e privados em infraestrutura corroboram a avaliação.
A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) estima que serão R$ 922 bilhões até 2015, o que deve manter a demanda em alta.
O Brasil tem sido visto como a porta de entrada para o mercado latino-americano, cujas taxas de crescimento atraem multinacionais. Para a Roland Berger, a região está entre os mercados "muito atraentes". A proximidade com o restante da América Latina, além de estratégica, elimina custos com transporte e logística, que costumam ser onerosos devido à falta de infraestrutura na região.
"Só o Brasil já é um país de dimensões continentais. O custo com transporte é muito significativo", afirma o vice-presidente-executivo da Abdib, Ralph Lima Terra.
IMPORTAÇÃO
De acordo com a consultoria alemã, que entrevistou 50 executivos em vários países do mundo, a principal dificuldade do mercado brasileiro para o setor são as barreiras tarifárias e financeiras para importação.
Medidas do governo que estabelecem um percentual mínimo de conteúdo nacional em máquinas a serem financiadas pelo BNDES têm estimulado as empresas estrangeiras a se instalar no país, sob pena de não conseguirem fechar contratos com empresas brasileiras. As barreiras não impediram as crescentes importações de maquinário chinês.
O Brasil, ao lado da Rússia, já é o principal mercado de equipamentos de movimentação de terra, de acordo com o relatório da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit). (Folha de São Paulo)
A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) estima que serão R$ 922 bilhões até 2015, o que deve manter a demanda em alta.
O Brasil tem sido visto como a porta de entrada para o mercado latino-americano, cujas taxas de crescimento atraem multinacionais. Para a Roland Berger, a região está entre os mercados "muito atraentes". A proximidade com o restante da América Latina, além de estratégica, elimina custos com transporte e logística, que costumam ser onerosos devido à falta de infraestrutura na região.
"Só o Brasil já é um país de dimensões continentais. O custo com transporte é muito significativo", afirma o vice-presidente-executivo da Abdib, Ralph Lima Terra.
IMPORTAÇÃO
De acordo com a consultoria alemã, que entrevistou 50 executivos em vários países do mundo, a principal dificuldade do mercado brasileiro para o setor são as barreiras tarifárias e financeiras para importação.
Medidas do governo que estabelecem um percentual mínimo de conteúdo nacional em máquinas a serem financiadas pelo BNDES têm estimulado as empresas estrangeiras a se instalar no país, sob pena de não conseguirem fechar contratos com empresas brasileiras. As barreiras não impediram as crescentes importações de maquinário chinês.
O Brasil, ao lado da Rússia, já é o principal mercado de equipamentos de movimentação de terra, de acordo com o relatório da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit). (Folha de São Paulo)
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Aluguel n a praia no feriado da República varia de R$ 165,00 a R$ 2.000,00 em SP
A previsão de dias quentes e chuvas dentro da normalidade a partir de novembro, feita pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), deve garantir a diversão de quem pretende passar o feriado da Proclamação da República na praia. E há opções de aluguel para todos os bolsos, começando de R$165,00 por dia de locação de apartamentos de 1 dormitório em cidades do Litoral Norte, como Ubatuba e São Sebastião.
O aluguel diário mais caro para o feriado de 15 de novembro é o de apartamentos de 4 dormitórios também nas praias do Litoral Norte. O valor médio está em R$ 2.000,00, segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP). Foram consultadas 27 imobiliárias em 12 cidades: Ubatuba, Santos, Bertioga, Caraguatatuba, Peruíbe, Itanhaém, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião, Mongaguá, Praia Grande e São Vicente.
A maioria dos aluguéis para esse feriado aumentou em relação ao mesmo período do ano passado, com altas que chegam a 122,22%. É o caso das residências de 2 dormitórios situadas em cidades do Litoral Central, como Guarujá, Santos e São Vicente. Os proprietários estão pedindo em média R$500,00 por dia de locação desse tipo de imóvel, valor que era de R$225,00 no ano passado.
A pesquisa CRECISP encontrou também casos de queda das diárias, sendo as duas maiores no Litoral Norte. Diárias de apartamentos de 2 dormitórios estão 35,71% mais baratas, com o valor baixando de R$350,00 em 2010 para R$225,00 este ano. Os apartamentos de 1 dormitório, que eram alugados em média por R$250,00 no ano passado, agora estão sendo ofertados por R$165,00, uma queda de 34%.
Ainda no Litoral Norte, todos os três tipos de casas em oferta encontrados pela pesquisa CRECISP estão com valores de diárias, mais elevados do que em 2010. As de 3 dormitórios subiram 104,62%, de R$464,29 para R$950,00; as de 2 dormitórios tiveram alta de 94,12%, passando de R$283,33 para R$550,00; e as de 4 dormitórios aumentaram 28,11%, pulando a diária de R$775,00 em 2010 para R$992,86 este ano.
"Estes são valores pedidos pelos proprietários, e os corretores sempre podem intermediar negociação para ajustá-los aos bolsos dos interessados, desde que não deixem para fazê-lo na última hora", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. Ele aconselha que se procurem os corretores e imobiliárias no site do CRECISP para fazer a locação do imóvel desejado, "meio mais seguro de evitar surpresas desagradáveis e dores de cabeça com falsos locadores".
Opções no Litoral Sul
Quem tem interesse por passar o feriado na praia em casa e não em apartamento deve voltar suas atenções para o Litoral Sul. Em cidades como Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe, é possível alugar uma casa de 2 dormitórios por R$291,67. Esse mesmo imóvel está sendo ofertado por R$500,00 no Litoral Central e por R$550,00 no Litoral Norte.
As casas de 3 dormitórios seguem o mesmo padrão, mas com variações maiores nos valores. Ela sai por R$420,00 no Litoral Sul, valor que quase dobra no Litoral Central, passando para R$900,00, e sobe ainda mais no Litoral Norte, chegando a R$950,00.
A diferença de valores entre as três regiões também se estende às casas de 4 dormitórios. O aluguel médio diário desse tipo de imóvel está em R$550,00 no Litoral Sul, sobe para R$1.300,00 no Litoral Central e baixa para R$992,86 no Litoral Norte.
Apartamentos de 3 dormitórios, porém, são mais caros no Litoral Norte, onde os proprietários pedem em média R$733,33 pelo aluguel diário. Esse valor cai para R$462,50 no Litoral Central e R$387,50 no Litoral Sul. A situação se inverte quando se trata de apartamentos de 2 dormitórios - a diária sai por R$421,43 no Litoral Central e baixa para R$225,00 no Litoral Norte e R$286,67 no Litoral Sul.
Mínimo de dias e pessoas por imóvel
As imobiliárias consultadas pelo CRECISP apuraram que os limites estabelecidos pelos proprietários para o número de pessoas admitidas nos imóveis alugados varia de um mínimo de 4 a um máximo de 18 pessoas. Este é o caso de apartamentos de 4 dormitórios, com média variável de 10 a 18 e 15 se for casa. Apartamentos do tipo quitinete admitem até 6 pessoas, e apartamentos de 3 dormitórios têm ocupação média variando de 8 a 12 pessoas.
Os pacotes de locação para o feriado, segundo a pesquisa CRECISP, variam de um mínimo de três dias ao máximo de 5 dias (ver tabelas abaixo). A média geral para os apartamentos de 1 e 2 dormitórios é de 4 a 5 dias, caindo para 4 dias nos imóveis de 3 e 4 dormitórios. Nas casas, os pacotes oscilam de 3 a 5 dias para as de 2 e 4 dormitórios e de 4 a 5 para as de 1 e 3 dormitórios.
Postado por: José Augusto Viana Neto | 27/10/2011 15:16:17
O aluguel diário mais caro para o feriado de 15 de novembro é o de apartamentos de 4 dormitórios também nas praias do Litoral Norte. O valor médio está em R$ 2.000,00, segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP). Foram consultadas 27 imobiliárias em 12 cidades: Ubatuba, Santos, Bertioga, Caraguatatuba, Peruíbe, Itanhaém, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião, Mongaguá, Praia Grande e São Vicente.
A maioria dos aluguéis para esse feriado aumentou em relação ao mesmo período do ano passado, com altas que chegam a 122,22%. É o caso das residências de 2 dormitórios situadas em cidades do Litoral Central, como Guarujá, Santos e São Vicente. Os proprietários estão pedindo em média R$500,00 por dia de locação desse tipo de imóvel, valor que era de R$225,00 no ano passado.
A pesquisa CRECISP encontrou também casos de queda das diárias, sendo as duas maiores no Litoral Norte. Diárias de apartamentos de 2 dormitórios estão 35,71% mais baratas, com o valor baixando de R$350,00 em 2010 para R$225,00 este ano. Os apartamentos de 1 dormitório, que eram alugados em média por R$250,00 no ano passado, agora estão sendo ofertados por R$165,00, uma queda de 34%.
Ainda no Litoral Norte, todos os três tipos de casas em oferta encontrados pela pesquisa CRECISP estão com valores de diárias, mais elevados do que em 2010. As de 3 dormitórios subiram 104,62%, de R$464,29 para R$950,00; as de 2 dormitórios tiveram alta de 94,12%, passando de R$283,33 para R$550,00; e as de 4 dormitórios aumentaram 28,11%, pulando a diária de R$775,00 em 2010 para R$992,86 este ano.
"Estes são valores pedidos pelos proprietários, e os corretores sempre podem intermediar negociação para ajustá-los aos bolsos dos interessados, desde que não deixem para fazê-lo na última hora", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. Ele aconselha que se procurem os corretores e imobiliárias no site do CRECISP para fazer a locação do imóvel desejado, "meio mais seguro de evitar surpresas desagradáveis e dores de cabeça com falsos locadores".
Opções no Litoral Sul
Quem tem interesse por passar o feriado na praia em casa e não em apartamento deve voltar suas atenções para o Litoral Sul. Em cidades como Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe, é possível alugar uma casa de 2 dormitórios por R$291,67. Esse mesmo imóvel está sendo ofertado por R$500,00 no Litoral Central e por R$550,00 no Litoral Norte.
As casas de 3 dormitórios seguem o mesmo padrão, mas com variações maiores nos valores. Ela sai por R$420,00 no Litoral Sul, valor que quase dobra no Litoral Central, passando para R$900,00, e sobe ainda mais no Litoral Norte, chegando a R$950,00.
A diferença de valores entre as três regiões também se estende às casas de 4 dormitórios. O aluguel médio diário desse tipo de imóvel está em R$550,00 no Litoral Sul, sobe para R$1.300,00 no Litoral Central e baixa para R$992,86 no Litoral Norte.
Apartamentos de 3 dormitórios, porém, são mais caros no Litoral Norte, onde os proprietários pedem em média R$733,33 pelo aluguel diário. Esse valor cai para R$462,50 no Litoral Central e R$387,50 no Litoral Sul. A situação se inverte quando se trata de apartamentos de 2 dormitórios - a diária sai por R$421,43 no Litoral Central e baixa para R$225,00 no Litoral Norte e R$286,67 no Litoral Sul.
Mínimo de dias e pessoas por imóvel
As imobiliárias consultadas pelo CRECISP apuraram que os limites estabelecidos pelos proprietários para o número de pessoas admitidas nos imóveis alugados varia de um mínimo de 4 a um máximo de 18 pessoas. Este é o caso de apartamentos de 4 dormitórios, com média variável de 10 a 18 e 15 se for casa. Apartamentos do tipo quitinete admitem até 6 pessoas, e apartamentos de 3 dormitórios têm ocupação média variando de 8 a 12 pessoas.
Os pacotes de locação para o feriado, segundo a pesquisa CRECISP, variam de um mínimo de três dias ao máximo de 5 dias (ver tabelas abaixo). A média geral para os apartamentos de 1 e 2 dormitórios é de 4 a 5 dias, caindo para 4 dias nos imóveis de 3 e 4 dormitórios. Nas casas, os pacotes oscilam de 3 a 5 dias para as de 2 e 4 dormitórios e de 4 a 5 para as de 1 e 3 dormitórios.
Postado por: José Augusto Viana Neto | 27/10/2011 15:16:17
Corretor de imóveis também precisa de segurança quando vende o imóvel
Postado por: Redimob | 31/10/2011 14:38:13
Fonte: Redação Redimob
Ter o máximo de informações sobre os possíveis compradores gera segurança e diferencial no atendimento, segundo especialista.
Não é só o proprietário que deve se preocupar com a segurança na hora da compra do imóvel. Com o grande índice de violência no país, o corretor de imóveis também deve buscar mecanismos em sua rotina de atendimento para evitar surpresas desagradáveis.
“Tenho percebido há muito tempo que alguns corretores não se preocupam quando um possível cliente liga interessado em conhecer uma unidade disponível. Essa é uma preocupação que as imobiliárias, corretores e proprietários de imóveis, devem ter. Da mesma forma, os vendedores proprietários que abrem as portas de suas casas com muita facilidade sem saber, ao menos, de quem se trata,” afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog.
Informações sobre o cliente
Ter o máximo de informações dos clientes é um processo de fundamental importância na visão de Barreto. “Normalmente os clientes compradores não gostam de passar informações pessoais por telefone aos corretores. Mas isto gera maior credibilidade no trabalho dos profissionais do ramo imobiliário. Além disso, este é o mínimo para se ter segurança, tanto para os corretores de imóveis como para as famílias que aguardam receber em suas casas um possível cliente comprador,” comenta.
Alguns clientes podem não se sentirem à vontade ao transmitir algumas informações pessoais. Mesmo assim, esta é uma ação que pode fazer a diferença mais tarde. “Se o cliente passar uma informação truncada, facilmente o corretor perceberá que há algo de errado com as informações prestadas. Por outro lado, os verdadeiros clientes ao perceberem este diferencial no atendimento, caso tenha interesse em vender seu imóvel, não terão dúvida a qual profissional irá confiar a comercialização do seu patrimônio”, explica.
Essas dicas além de prevenir possíveis atos criminosos podem evitar prejuízos com despesas e indenizações pela falta de responsabilidade, compromisso e o cuidado necessário com a prestação do serviço, ao qual o profissional deve estar sempre empenhado.
Fonte: Redação Redimob
Ter o máximo de informações sobre os possíveis compradores gera segurança e diferencial no atendimento, segundo especialista.
Não é só o proprietário que deve se preocupar com a segurança na hora da compra do imóvel. Com o grande índice de violência no país, o corretor de imóveis também deve buscar mecanismos em sua rotina de atendimento para evitar surpresas desagradáveis.
“Tenho percebido há muito tempo que alguns corretores não se preocupam quando um possível cliente liga interessado em conhecer uma unidade disponível. Essa é uma preocupação que as imobiliárias, corretores e proprietários de imóveis, devem ter. Da mesma forma, os vendedores proprietários que abrem as portas de suas casas com muita facilidade sem saber, ao menos, de quem se trata,” afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog.
Informações sobre o cliente
Ter o máximo de informações dos clientes é um processo de fundamental importância na visão de Barreto. “Normalmente os clientes compradores não gostam de passar informações pessoais por telefone aos corretores. Mas isto gera maior credibilidade no trabalho dos profissionais do ramo imobiliário. Além disso, este é o mínimo para se ter segurança, tanto para os corretores de imóveis como para as famílias que aguardam receber em suas casas um possível cliente comprador,” comenta.
Alguns clientes podem não se sentirem à vontade ao transmitir algumas informações pessoais. Mesmo assim, esta é uma ação que pode fazer a diferença mais tarde. “Se o cliente passar uma informação truncada, facilmente o corretor perceberá que há algo de errado com as informações prestadas. Por outro lado, os verdadeiros clientes ao perceberem este diferencial no atendimento, caso tenha interesse em vender seu imóvel, não terão dúvida a qual profissional irá confiar a comercialização do seu patrimônio”, explica.
Essas dicas além de prevenir possíveis atos criminosos podem evitar prejuízos com despesas e indenizações pela falta de responsabilidade, compromisso e o cuidado necessário com a prestação do serviço, ao qual o profissional deve estar sempre empenhado.
Corretor de imóveis também precisa de segurança quando vende o imóvel
Postado por: Redimob | 31/10/2011 14:38:13
Fonte: Redação Redimob
Ter o máximo de informações sobre os possíveis compradores gera segurança e diferencial no atendimento, segundo especialista.
Não é só o proprietário que deve se preocupar com a segurança na hora da compra do imóvel. Com o grande índice de violência no país, o corretor de imóveis também deve buscar mecanismos em sua rotina de atendimento para evitar surpresas desagradáveis.
“Tenho percebido há muito tempo que alguns corretores não se preocupam quando um possível cliente liga interessado em conhecer uma unidade disponível. Essa é uma preocupação que as imobiliárias, corretores e proprietários de imóveis, devem ter. Da mesma forma, os vendedores proprietários que abrem as portas de suas casas com muita facilidade sem saber, ao menos, de quem se trata,” afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog.
Informações sobre o cliente
Ter o máximo de informações dos clientes é um processo de fundamental importância na visão de Barreto. “Normalmente os clientes compradores não gostam de passar informações pessoais por telefone aos corretores. Mas isto gera maior credibilidade no trabalho dos profissionais do ramo imobiliário. Além disso, este é o mínimo para se ter segurança, tanto para os corretores de imóveis como para as famílias que aguardam receber em suas casas um possível cliente comprador,” comenta.
Alguns clientes podem não se sentirem à vontade ao transmitir algumas informações pessoais. Mesmo assim, esta é uma ação que pode fazer a diferença mais tarde. “Se o cliente passar uma informação truncada, facilmente o corretor perceberá que há algo de errado com as informações prestadas. Por outro lado, os verdadeiros clientes ao perceberem este diferencial no atendimento, caso tenha interesse em vender seu imóvel, não terão dúvida a qual profissional irá confiar a comercialização do seu patrimônio”, explica.
Essas dicas além de prevenir possíveis atos criminosos podem evitar prejuízos com despesas e indenizações pela falta de responsabilidade, compromisso e o cuidado necessário com a prestação do serviço, ao qual o profissional deve estar sempre empenhado.
Fonte: Redação Redimob
Ter o máximo de informações sobre os possíveis compradores gera segurança e diferencial no atendimento, segundo especialista.
Não é só o proprietário que deve se preocupar com a segurança na hora da compra do imóvel. Com o grande índice de violência no país, o corretor de imóveis também deve buscar mecanismos em sua rotina de atendimento para evitar surpresas desagradáveis.
“Tenho percebido há muito tempo que alguns corretores não se preocupam quando um possível cliente liga interessado em conhecer uma unidade disponível. Essa é uma preocupação que as imobiliárias, corretores e proprietários de imóveis, devem ter. Da mesma forma, os vendedores proprietários que abrem as portas de suas casas com muita facilidade sem saber, ao menos, de quem se trata,” afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog.
Informações sobre o cliente
Ter o máximo de informações dos clientes é um processo de fundamental importância na visão de Barreto. “Normalmente os clientes compradores não gostam de passar informações pessoais por telefone aos corretores. Mas isto gera maior credibilidade no trabalho dos profissionais do ramo imobiliário. Além disso, este é o mínimo para se ter segurança, tanto para os corretores de imóveis como para as famílias que aguardam receber em suas casas um possível cliente comprador,” comenta.
Alguns clientes podem não se sentirem à vontade ao transmitir algumas informações pessoais. Mesmo assim, esta é uma ação que pode fazer a diferença mais tarde. “Se o cliente passar uma informação truncada, facilmente o corretor perceberá que há algo de errado com as informações prestadas. Por outro lado, os verdadeiros clientes ao perceberem este diferencial no atendimento, caso tenha interesse em vender seu imóvel, não terão dúvida a qual profissional irá confiar a comercialização do seu patrimônio”, explica.
Essas dicas além de prevenir possíveis atos criminosos podem evitar prejuízos com despesas e indenizações pela falta de responsabilidade, compromisso e o cuidado necessário com a prestação do serviço, ao qual o profissional deve estar sempre empenhado.
domingo, 30 de outubro de 2011
Investimentos habitacionais cresceram 785% em sete anos
Os investimentos habitacionais no Brasil cresceram 785,7% de 2002 até 2009, ao passar de R$ 7 bilhões para R$ 62 bilhões, segundo análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada ontem. O déficit habitacional brasileiro é de 7,9 milhões de moradias, correspondente a 14,9% do total de domicílios.
O comunicado do órgão ligado à Presidência da República, intitulado "O planejamento da habitação de interesse social no Brasil: desafios e perspectivas", não traz dados novos, apenas avalia os gastos voltados às moradias de baixo custo entre 2002 até 2009.
O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aplicava R$ 1,7 bilhão em 2002, enquanto em 2009, atingiu cerca de R$ 33 bilhões. A faixa de renda entre zero e três salários mínimos, na qual se concentra o deficit habitacional, recebia 32% dos investimentos, em 2002, chegou a 77%, em 2007, e se estabilizou em 64% em 2008 e 2009.
Segundo a análise, o desenvolvimento habitacional ocorria de maneira errática e com poucos investimentos após o fim do Banco Nacional de Habitação (BNH) - instituição pública voltado ao financiamento e à produção imobiliária, extinta em 1986.
Desde 2003, a política habitacional tem sua diretriz dada pelo Ministério das Cidades e o Conselho Nacional das Cidades após a elaboração de uma Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, de maneira federativa e com participação e controle social. Destaque para o programa Minha Casa, Minha Vida, bandeira encampada por Lula no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e cuja sucessora, a presidente Dilma Rousseff dá prosseguimento no PAC 2.
As 11 principais regiões metropolitanas do País concentram 80% das favelas, 33% de déficit habitacional e cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Os dados da análise do Ipea são do Ministério das Cidades de 2009, analisado em conjunto com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2005, e processados pela Fundação João Pinheiro.
As maiores concentrações, em números absolutos, estão no sudeste e no nordeste, com déficit total de 2,9 e 2,7 milhões de domicílios, respectivamente.
Em termos relativos, os maiores percentuais estão no norte (22,9%) e nordeste (20,6%). O déficit habitacional urbano é de 6,4 milhões de domicílios e o rural é próximo de 1,5 milhão, com destaque para o nordeste, cuja demanda se aproxima de 900 mil novas unidades habitacionais.
Na composição do déficit, chama atenção o ônus excessivo com aluguel, estando nesta situação 29% dos domicílios urbanos do Brasil. As taxas mais altas são observadas no sudeste (37,3%) e no centro-oeste (36,7%).
Para o Ipea, o déficit habitacional contrasta com o número significativo de imóveis vazios e configura realidade que impõe política específica de reforma. (DCI)
O comunicado do órgão ligado à Presidência da República, intitulado "O planejamento da habitação de interesse social no Brasil: desafios e perspectivas", não traz dados novos, apenas avalia os gastos voltados às moradias de baixo custo entre 2002 até 2009.
O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aplicava R$ 1,7 bilhão em 2002, enquanto em 2009, atingiu cerca de R$ 33 bilhões. A faixa de renda entre zero e três salários mínimos, na qual se concentra o deficit habitacional, recebia 32% dos investimentos, em 2002, chegou a 77%, em 2007, e se estabilizou em 64% em 2008 e 2009.
Segundo a análise, o desenvolvimento habitacional ocorria de maneira errática e com poucos investimentos após o fim do Banco Nacional de Habitação (BNH) - instituição pública voltado ao financiamento e à produção imobiliária, extinta em 1986.
Desde 2003, a política habitacional tem sua diretriz dada pelo Ministério das Cidades e o Conselho Nacional das Cidades após a elaboração de uma Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, de maneira federativa e com participação e controle social. Destaque para o programa Minha Casa, Minha Vida, bandeira encampada por Lula no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e cuja sucessora, a presidente Dilma Rousseff dá prosseguimento no PAC 2.
As 11 principais regiões metropolitanas do País concentram 80% das favelas, 33% de déficit habitacional e cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Os dados da análise do Ipea são do Ministério das Cidades de 2009, analisado em conjunto com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2005, e processados pela Fundação João Pinheiro.
As maiores concentrações, em números absolutos, estão no sudeste e no nordeste, com déficit total de 2,9 e 2,7 milhões de domicílios, respectivamente.
Em termos relativos, os maiores percentuais estão no norte (22,9%) e nordeste (20,6%). O déficit habitacional urbano é de 6,4 milhões de domicílios e o rural é próximo de 1,5 milhão, com destaque para o nordeste, cuja demanda se aproxima de 900 mil novas unidades habitacionais.
Na composição do déficit, chama atenção o ônus excessivo com aluguel, estando nesta situação 29% dos domicílios urbanos do Brasil. As taxas mais altas são observadas no sudeste (37,3%) e no centro-oeste (36,7%).
Para o Ipea, o déficit habitacional contrasta com o número significativo de imóveis vazios e configura realidade que impõe política específica de reforma. (DCI)
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