O desequilíbrio entre oferta e demanda de imóveis para alugar na cidade de São Paulo fez com que o valor do aluguel dos contratos novos de locação aumentasse 2,1% em setembro, na comparação com agosto. De acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato de Habitação de São Paulo), nos últimos 12 meses terminados em setembro, o valor dos contratos novos na cidade subiu 17,55%.
Os valores dos contratos em andamento, que são indexados ao IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) da FGV (Fundação Getulio Vargas), serão reajustados em 7,46% em 12 meses.
Unidades de 1 dormitório foram destaque
Frente a agosto, os imóveis de um dormitório foram os que apresentaram as maiores altas no reajuste do aluguel, de 2,5%. O reajuste do aluguel das unidades de dois e três dormitórios foi um pouco menor, de 2% e 1,8%, respectivamente.
No mês passado, as casas e os sobrados foram alugados mais rapidamente, com uma espera média de 13 a 30 dias. Já os apartamentos foram alugados, em média, entre 20 e 40 dias.
Considerando as garantias, 48% dos contratos utilizaram o fiador no mês passado, enquanto 31,5% tiveram o depósito como garantia e 20,5% usaram o seguro-fiança. (Infomoney)
.....
Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Projetos imobiliários: Aprovação não depende só de reforma legislativa
A cidade de São Paulo vem experimentando grande expansão no setor imobiliário, que cresce a taxas vertiginosas. Trata-se de verdadeiro boom, ocasionado pela combinação de diversos fatores, dentre os quais o crescimento da economia, a consequente ampliação dos níveis de crédito e a necessidade de redução do déficit de moradias, escritórios e empreendimentos comerciais.
A euforia do setor, no entanto, tem esbarrado na completa inaptidão do Poder Público, que prejudica a consolidação desse novo ciclo de prosperidade. Basta abrir os jornais, para que se tenha exata dimensão dos problemas, que acabam afetando a sociedade como um todo.
Podemos começar citando o esquema de fraudes estruturado para desvirtuar o processo de licenciamento de novos empreendimentos imobiliários. Pelo que se apurou até o momento, desviaram-se expressivos valores, que deveriam ser pagos em contrapartida ao aumento do potencial de construção de edifícios. Como é possível imaginar que, por mais de 10 anos, nenhum técnico das Secretarias Municipais de Habitação ou de Finanças tenha percebido a falta de dezenas de milhões de reais nos cofres públicos?
A perplexidade torna-se ainda maior, quando se leva em consideração o verdadeiro calvário, enfrentado pelas empresas que pretendem desenvolver e aprovar projetos de incorporação imobiliária na cidade de São Paulo.
Um indecifrável cipoal de leis municipais, decretos e portarias torna praticamente incompreensível a regulamentação da matéria. Some-se a isso a falta de capacidade técnica dos órgãos públicos, que exibem estrutura hierárquica antiquada, concentrando as decisões em poucos agentes, absolutamente sobrecarregados de trabalho.
Mais recentemente, novo exemplo de inaptidão: a tão noticiada existência de gases tóxicos nos terrenos em que foram edificados o Shopping Center Norte, o Conjunto Residencial Zaki Narchi e, até mesmo, o Terminal Rodoviário do Tietê.
Custa crer que as Autoridades Públicas, em especial a Prefeitura de São Paulo, tenham concedido alvarás para construção desses empreendimentos, sem se atentar para a contaminação do solo. O que pensar, então, acerca da emissão de licenças de funcionamento dos inúmeros estabelecimentos comerciais – periodicamente renovadas – sem qualquer menção ao agora propalado risco de explosão?
A recente ordem de fechamento parece ter o objetivo principal de demonstrar que o Poder Público seria diligente e zelaria pelas milhares de pessoas, que circulam pelo local.
No entanto, em verdade, toda essa situação decorre da evidente omissão das autoridades, de quem não se ouviu uma palavra sequer sobre o incontestável fato de que todos os empreendimentos comerciais foram aprovados pela Prefeitura de São Paulo, sem qualquer restrição.
Todos esses fatos permitem afirmar que é indispensável e urgente a criação de novo marco regulatório para os empreendimentos comerciais e residenciais na cidade de São Paulo.
E, para tanto, há necessidade de reforma da legislação municipal, para torná-la mais clara, simples e direta, o que permitirá a redução de diversos óbices, que, atualmente, emperram a aprovação dos projetos.
Contudo, a reforma legislativa não será eficiente, se não for acompanhada de verdadeira refundação dos órgãos técnicos, responsáveis pela análise, aprovação e fiscalização dos projetos.
Essa nova concepção passa, ainda, pela punição efetiva de agentes públicos e membros da iniciativa privada que se envolvem em atos de improbidade, infelizmente freqüentes. Cabe ao Ministério Publico Estadual, que conta com promotorias especializadas em urbanismo, atuar mais efetivamente nesse sentido, como garantia de que o desrespeito à lei não ficará impune.
Somente com esse conjunto de medidas é que se conseguirá remover os imensos entraves, que representam pesado ônus a todos aqueles que se dedicam à atividade imobiliária. É hora de discutir e implementar mudanças, para que não se perca a imensa oportunidade de crescimento e consolidação do setor, com a geração de milhares de empregos e o desenvolvimento sustentável da cidade. (Consultor Jurídico)
.....
A euforia do setor, no entanto, tem esbarrado na completa inaptidão do Poder Público, que prejudica a consolidação desse novo ciclo de prosperidade. Basta abrir os jornais, para que se tenha exata dimensão dos problemas, que acabam afetando a sociedade como um todo.
Podemos começar citando o esquema de fraudes estruturado para desvirtuar o processo de licenciamento de novos empreendimentos imobiliários. Pelo que se apurou até o momento, desviaram-se expressivos valores, que deveriam ser pagos em contrapartida ao aumento do potencial de construção de edifícios. Como é possível imaginar que, por mais de 10 anos, nenhum técnico das Secretarias Municipais de Habitação ou de Finanças tenha percebido a falta de dezenas de milhões de reais nos cofres públicos?
A perplexidade torna-se ainda maior, quando se leva em consideração o verdadeiro calvário, enfrentado pelas empresas que pretendem desenvolver e aprovar projetos de incorporação imobiliária na cidade de São Paulo.
Um indecifrável cipoal de leis municipais, decretos e portarias torna praticamente incompreensível a regulamentação da matéria. Some-se a isso a falta de capacidade técnica dos órgãos públicos, que exibem estrutura hierárquica antiquada, concentrando as decisões em poucos agentes, absolutamente sobrecarregados de trabalho.
Mais recentemente, novo exemplo de inaptidão: a tão noticiada existência de gases tóxicos nos terrenos em que foram edificados o Shopping Center Norte, o Conjunto Residencial Zaki Narchi e, até mesmo, o Terminal Rodoviário do Tietê.
Custa crer que as Autoridades Públicas, em especial a Prefeitura de São Paulo, tenham concedido alvarás para construção desses empreendimentos, sem se atentar para a contaminação do solo. O que pensar, então, acerca da emissão de licenças de funcionamento dos inúmeros estabelecimentos comerciais – periodicamente renovadas – sem qualquer menção ao agora propalado risco de explosão?
A recente ordem de fechamento parece ter o objetivo principal de demonstrar que o Poder Público seria diligente e zelaria pelas milhares de pessoas, que circulam pelo local.
No entanto, em verdade, toda essa situação decorre da evidente omissão das autoridades, de quem não se ouviu uma palavra sequer sobre o incontestável fato de que todos os empreendimentos comerciais foram aprovados pela Prefeitura de São Paulo, sem qualquer restrição.
Todos esses fatos permitem afirmar que é indispensável e urgente a criação de novo marco regulatório para os empreendimentos comerciais e residenciais na cidade de São Paulo.
E, para tanto, há necessidade de reforma da legislação municipal, para torná-la mais clara, simples e direta, o que permitirá a redução de diversos óbices, que, atualmente, emperram a aprovação dos projetos.
Contudo, a reforma legislativa não será eficiente, se não for acompanhada de verdadeira refundação dos órgãos técnicos, responsáveis pela análise, aprovação e fiscalização dos projetos.
Essa nova concepção passa, ainda, pela punição efetiva de agentes públicos e membros da iniciativa privada que se envolvem em atos de improbidade, infelizmente freqüentes. Cabe ao Ministério Publico Estadual, que conta com promotorias especializadas em urbanismo, atuar mais efetivamente nesse sentido, como garantia de que o desrespeito à lei não ficará impune.
Somente com esse conjunto de medidas é que se conseguirá remover os imensos entraves, que representam pesado ônus a todos aqueles que se dedicam à atividade imobiliária. É hora de discutir e implementar mudanças, para que não se perca a imensa oportunidade de crescimento e consolidação do setor, com a geração de milhares de empregos e o desenvolvimento sustentável da cidade. (Consultor Jurídico)
.....
Copa será positiva para construtoras
A grande maioria das construtoras do país espera que a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, tenha impactos positivos nos negócios do setor. De acordo com sondagem realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 85% das empresas da construção acreditam que o Mundial será benéfico para o setor.
A sondagem foi divulgada ontem e diz respeito somente à relação entre a construção civil e a Copa do Mundo. Para a pesquisa, foram ouvidas 411 empresas. De todas essas, 212 são pequenas companhias, 149 são médias e 50, grandes.
De todas as empresas ouvidas, 7% acreditam que a Copa do Mundo não terá impactos para o setor da construção civil. Já 8% esperam que o Mundial tenha impacto negativo nos negócios do setor.
Na mesma sondagem, 47% das empresas ouvidas afirmaram que a Copa será benéfica também aos seus negócios, em específico. Outras 45% afirmaram que não haverá impactos, e 9% disseram que o Mundial terá impactos negativos para a sua atividade.
O aumento das obras e dos serviços é apontado como o principal benefício da Copa no setor da construção. Dentre as empresas que afirmaram esperar impactos positivos com o Mundial, 95% acreditam que o torneio vai causar aumento da demanda de seus clientes.
Mão de obra - Faltando dois anos e oito meses para a Copa do Mundo no Brasil, a indústria da construção civil, responsável pelas obras do campeonato, aponta a escassez de mão de obra como o principal obstáculo para a realização do evento, conforme o levantamento divulgado pela CNI.
Segundo a pesquisa, 71% acreditam que a falta ou o alto custo da mão de obra são os principais gargalos para a execução dos jogos mundiais em 2014. Para as empresas de grande porte, a percepção é ainda pior: 76% disseram considerar o problema de mão-de-obra a principal dificuldade para a realização da Copa.
"Hoje há um problema de mão de obra qualificada e vai continuar existindo no país nos próximos anos. Isso é fato. As empresas colocam isso. Mas é preciso levar em conta que já houve um desaquecimento do setor em relação a 2010, e a oferta de mão de obra continua aumentando, mesmo que a demanda também tenha esse comportamento. Além disso, tem o aumento dos investimentos em capacitação. As próprias empresas estão fazendo isso", explicou o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
Outras dificuldades apontadas na sondagem da CNI foram a burocracia do processo de licitação (48% do total); prazo curto para o término da obra ou do serviço (45%) e a alta tributação (43%). Considerando apenas as grandes empresas ouvidas pela pesquisa, a segunda principal queixa é quanto ao tempo restrito para finalizar as obras e serviços (57%). Em seguida, aparece a burocracia, que, para as pequenas empresas, é a segunda maior preocupação. (Diário do Comércio)
.....
A sondagem foi divulgada ontem e diz respeito somente à relação entre a construção civil e a Copa do Mundo. Para a pesquisa, foram ouvidas 411 empresas. De todas essas, 212 são pequenas companhias, 149 são médias e 50, grandes.
De todas as empresas ouvidas, 7% acreditam que a Copa do Mundo não terá impactos para o setor da construção civil. Já 8% esperam que o Mundial tenha impacto negativo nos negócios do setor.
Na mesma sondagem, 47% das empresas ouvidas afirmaram que a Copa será benéfica também aos seus negócios, em específico. Outras 45% afirmaram que não haverá impactos, e 9% disseram que o Mundial terá impactos negativos para a sua atividade.
O aumento das obras e dos serviços é apontado como o principal benefício da Copa no setor da construção. Dentre as empresas que afirmaram esperar impactos positivos com o Mundial, 95% acreditam que o torneio vai causar aumento da demanda de seus clientes.
Mão de obra - Faltando dois anos e oito meses para a Copa do Mundo no Brasil, a indústria da construção civil, responsável pelas obras do campeonato, aponta a escassez de mão de obra como o principal obstáculo para a realização do evento, conforme o levantamento divulgado pela CNI.
Segundo a pesquisa, 71% acreditam que a falta ou o alto custo da mão de obra são os principais gargalos para a execução dos jogos mundiais em 2014. Para as empresas de grande porte, a percepção é ainda pior: 76% disseram considerar o problema de mão-de-obra a principal dificuldade para a realização da Copa.
"Hoje há um problema de mão de obra qualificada e vai continuar existindo no país nos próximos anos. Isso é fato. As empresas colocam isso. Mas é preciso levar em conta que já houve um desaquecimento do setor em relação a 2010, e a oferta de mão de obra continua aumentando, mesmo que a demanda também tenha esse comportamento. Além disso, tem o aumento dos investimentos em capacitação. As próprias empresas estão fazendo isso", explicou o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
Outras dificuldades apontadas na sondagem da CNI foram a burocracia do processo de licitação (48% do total); prazo curto para o término da obra ou do serviço (45%) e a alta tributação (43%). Considerando apenas as grandes empresas ouvidas pela pesquisa, a segunda principal queixa é quanto ao tempo restrito para finalizar as obras e serviços (57%). Em seguida, aparece a burocracia, que, para as pequenas empresas, é a segunda maior preocupação. (Diário do Comércio)
.....
Mão de obra pode se tornar o maior gargalo para Copa
Mão de obra deve ser um dos principais gargalos durante os preparativos para a Copa do Mundo de 2014. A conclusão está na Sondagem Especial sobre a Indústria de Construção realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgada ontem, em São Paulo. O estudo constatou que 85% das empresas do setor acreditam que a Copa trará impactos positivos para a indústria de construção. No entanto, 71% delas afirmam que a falta ou o alto custo da mão de obra poderá ser um grande obstáculo para a realização do evento.
"Sem dúvida, mão de obra será um dos maiores gargalos na preparação para a Copa, mas também haverá efeitos da burocracia e da carga tributária", afirma o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
Mesmo assim, o levantamento, realizado em 411 empresas entre os dias 1º e 15 de julho de 2011, indica que cerca de 47% das indústrias de construção acreditam que o impacto final da realização da Copa será positivo para elas. Por outro lado, 45% não acham que haverá grandes efeitos. Apesar de otimista, 65% das companhias de construção ainda não percebem na prática os efeitos e acreditam que eles só aparecerão entre 2012 e 2014.
Para o economista-chefe da CBIC, Luis Fernando Mendes, a intensificação das obras pode causar um certo desequilíbrio na área de mão de obra, uma vez que o setor já registrou forte expansão em 2010 e a desaceleração em 2011 é pequena. "Ainda temos o problema de falta de qualificação dessa mão de obra. O ritmo, porém, este ano não está tão intenso quanto no ano passado, o que pode amenizar o problema", diz.
Mendes admite que poderá ocorrer migração de mão de obra de projetos voltados para mercados como residencial para obras públicas. Mas a introdução de novas tecnologias de construção, segundo ele, como placas e outros produtos pré-fabricados, pode ajudar a amenizar o problema. "Ao invés de colocar tijolo por tijolo, entra a alvenaria industrial, especialmente na área residencial", explica.
O vice-presidente de economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Eduardo Zaidan, não acredita na introdução tão rápida dessas novas tecnologias, até porque seria necessário treinamento. Segundo ele, pesquisa feita no primeiro trimestre de 2011 pela entidade mostrou que já existem cerca de 3 milhões de trabalhadores na construção civil no Brasil, setor que responde por 5% do Produto Interno Brasileiro (PIB), 30% dos quais em São Paulo. O volume é praticamente o dobro do que havia há cinco anos e não há perspectivas de se incluir muito mais do que isso. "A única saída é a capacitação para aumento de produtividade e isso leva tempo. Não há solução milagrosa", diz.
O problema com mão de obra deve pesar também nos custos para a preparação da Copa, uma vez que esse componente representa cerca de 50% dos custos de uma obra, segundo o Sinduscon.
Investimento
Pesquisa divulgada ontem, em São Paulo, pela Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), indica que os investimentos em obras até 2016 podem chegar a R$ 1,48 trilhão. Segundo o vice-presidente da Sobratema, Mário Humberto Marques, a primeira fase do estudo em 2010 envolveu 9.550 obras de 11 setores. Na nova pesquisa são 12.265 obras divididas em 10 setores, incluindo Copa e Olimpíada.
Aneel
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Superintendência de Fiscalização de Eletricidade a acompanhar e fiscalizar as obras apontadas por 12 distribuidoras como prioritárias para atender à demanda das cidades que sediarão os jogos da Copa. Será publicado um despacho informando o cronograma e acompanhamento das obras. (DCI)
.....
"Sem dúvida, mão de obra será um dos maiores gargalos na preparação para a Copa, mas também haverá efeitos da burocracia e da carga tributária", afirma o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
Mesmo assim, o levantamento, realizado em 411 empresas entre os dias 1º e 15 de julho de 2011, indica que cerca de 47% das indústrias de construção acreditam que o impacto final da realização da Copa será positivo para elas. Por outro lado, 45% não acham que haverá grandes efeitos. Apesar de otimista, 65% das companhias de construção ainda não percebem na prática os efeitos e acreditam que eles só aparecerão entre 2012 e 2014.
Para o economista-chefe da CBIC, Luis Fernando Mendes, a intensificação das obras pode causar um certo desequilíbrio na área de mão de obra, uma vez que o setor já registrou forte expansão em 2010 e a desaceleração em 2011 é pequena. "Ainda temos o problema de falta de qualificação dessa mão de obra. O ritmo, porém, este ano não está tão intenso quanto no ano passado, o que pode amenizar o problema", diz.
Mendes admite que poderá ocorrer migração de mão de obra de projetos voltados para mercados como residencial para obras públicas. Mas a introdução de novas tecnologias de construção, segundo ele, como placas e outros produtos pré-fabricados, pode ajudar a amenizar o problema. "Ao invés de colocar tijolo por tijolo, entra a alvenaria industrial, especialmente na área residencial", explica.
O vice-presidente de economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Eduardo Zaidan, não acredita na introdução tão rápida dessas novas tecnologias, até porque seria necessário treinamento. Segundo ele, pesquisa feita no primeiro trimestre de 2011 pela entidade mostrou que já existem cerca de 3 milhões de trabalhadores na construção civil no Brasil, setor que responde por 5% do Produto Interno Brasileiro (PIB), 30% dos quais em São Paulo. O volume é praticamente o dobro do que havia há cinco anos e não há perspectivas de se incluir muito mais do que isso. "A única saída é a capacitação para aumento de produtividade e isso leva tempo. Não há solução milagrosa", diz.
O problema com mão de obra deve pesar também nos custos para a preparação da Copa, uma vez que esse componente representa cerca de 50% dos custos de uma obra, segundo o Sinduscon.
Investimento
Pesquisa divulgada ontem, em São Paulo, pela Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), indica que os investimentos em obras até 2016 podem chegar a R$ 1,48 trilhão. Segundo o vice-presidente da Sobratema, Mário Humberto Marques, a primeira fase do estudo em 2010 envolveu 9.550 obras de 11 setores. Na nova pesquisa são 12.265 obras divididas em 10 setores, incluindo Copa e Olimpíada.
Aneel
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Superintendência de Fiscalização de Eletricidade a acompanhar e fiscalizar as obras apontadas por 12 distribuidoras como prioritárias para atender à demanda das cidades que sediarão os jogos da Copa. Será publicado um despacho informando o cronograma e acompanhamento das obras. (DCI)
.....
Custo de mão de obra na construção dispara
O aumento de custo da mão de obra empregada na indústria da construção civil brasileira já bateu recorde em 2011. Isso, sem que boa parte das obras da Copa de 2014 tenha começado. A previsão da indústria é que as construções relacionadas ao Mundial comecem em 2012. De janeiro a agosto, a despesa com mão de obra cresceu 10,22%. É a primeira vez, desde 2008 -quando a metodologia de cálculo para esse indicador foi alterada-, que o percentual do crescimento do custo médio nacional da mão de obra alcança dois dígitos.
"Esse é, de longe, o indicador que mais tem puxado o custo global da construção civil nos últimos meses. A questão virou a principal preocupação do setor", diz Luís Fernando Mendes, economista da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).
A razão para esse fenômeno é simples. A indústria desmobilizou mão de obra no longo período em que houve escassez de projetos. A demanda por profissionais vem de várias frentes.
O aumento da renda das famílias estimulou a pequena construção, os chamados "puxadinhos".
A oferta de crédito deu novo impulso à construção habitacional, turbinada pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Obras de infraestrutura listadas no PAC começaram a sair do papel. Estádios, saneamento e mobilidade urbana para a Copa engrossaram a fila de projetos.
O setor da construção civil emprega atualmente 2,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Estima-se que haja ainda no país outro 1,5 milhão de informais.
Hoje, a média salarial de um trabalhador da construção civil no Brasil é de R$ 1.398,80, segundo o IBGE. Na capital paulista, o piso salarial para trabalhadores não qualificados é de R$ 910,80 e o qualificado de R$ 1.086,80.
Mas a renda já alcança níveis maiores. Segundo o diretor de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, já há mestres de obras que ganham entre R$ 12 mil e R$ 18 mil em São Paulo, ou pedreiros com renda mensal de R$ 4.000 a R$ 5.000.
SONDAGEM
Pesquisa divulgada ontem pela CBIC e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que a escassez e o custo da mão de obra são os dois gargalos que devem atrapalhar a execução das obras da Copa do Mundo.
"A indústria está treinando gente, mas ficamos dez anos parados. Agora o setor vive um novo ciclo que deve durar 10 anos", afirmou Renato Fonseca, gerente-executivo da CNI.
Diante dessa situação, o atraso nas obras da Copa do Mundo acabou sendo "providencial". De acordo com Mendes, do CBIC, a indústria da construção não teria como atender a demanda. (Folha de São Paulo)
.....
"Esse é, de longe, o indicador que mais tem puxado o custo global da construção civil nos últimos meses. A questão virou a principal preocupação do setor", diz Luís Fernando Mendes, economista da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).
A razão para esse fenômeno é simples. A indústria desmobilizou mão de obra no longo período em que houve escassez de projetos. A demanda por profissionais vem de várias frentes.
O aumento da renda das famílias estimulou a pequena construção, os chamados "puxadinhos".
A oferta de crédito deu novo impulso à construção habitacional, turbinada pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Obras de infraestrutura listadas no PAC começaram a sair do papel. Estádios, saneamento e mobilidade urbana para a Copa engrossaram a fila de projetos.
O setor da construção civil emprega atualmente 2,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Estima-se que haja ainda no país outro 1,5 milhão de informais.
Hoje, a média salarial de um trabalhador da construção civil no Brasil é de R$ 1.398,80, segundo o IBGE. Na capital paulista, o piso salarial para trabalhadores não qualificados é de R$ 910,80 e o qualificado de R$ 1.086,80.
Mas a renda já alcança níveis maiores. Segundo o diretor de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, já há mestres de obras que ganham entre R$ 12 mil e R$ 18 mil em São Paulo, ou pedreiros com renda mensal de R$ 4.000 a R$ 5.000.
SONDAGEM
Pesquisa divulgada ontem pela CBIC e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que a escassez e o custo da mão de obra são os dois gargalos que devem atrapalhar a execução das obras da Copa do Mundo.
"A indústria está treinando gente, mas ficamos dez anos parados. Agora o setor vive um novo ciclo que deve durar 10 anos", afirmou Renato Fonseca, gerente-executivo da CNI.
Diante dessa situação, o atraso nas obras da Copa do Mundo acabou sendo "providencial". De acordo com Mendes, do CBIC, a indústria da construção não teria como atender a demanda. (Folha de São Paulo)
.....
É hora e vez dos imóveis no Nordeste, diz avaliadora
Segundo a Consul Patrimonial, imóveis na Região Nordeste passaram de R$ 1 para R$ 300 o m2.
21/10/2011 por Imovelweb
Obras de porte, como Suape, impactam no mercado imobiliário.
Salvador, BA - Para 2011, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nordestino é estimado para além de 5%, contra 4% da projeção brasileira. A região concentra o maior crescimento de renda do País, superando anualmente a média nacional para este quesito.
Com base nesses e outros dados, o diretor executivo da Consul Patrimonial – especializada em avaliação de imóveis, Marcos Vinicius de Oliveira, acredita que o mercado imobiliário regional “é a bola da vez” para os investimentos fora do eixo Rio-São Paulo.
Oliveira opina que atualmente nenhuma outra localidade do Brasil é tão promissora quanto o Nordeste, quando o assunto é investimento em imóveis, a médio prazo. “Há uma década, alguns terrenos e fazendas nos arredores das grandes cidades (nordestinas) eram vendidos a um real o m2. Hoje, o mesmo terreno é vendido por R$ 300 o m2 - e vai valorizar ainda mais nos próximos anos”, acredita o executivo.
Mercado ‘nervoso’ - Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificam que no terceiro trimestre de 2010 os três líderes de crescimento do PIB foram o Ceará, Pernambuco - ambos com evolução de 8,4%, e a Bahia, com 6,4%.
À época, o Porto de Suape, a 40 km da capital pernambucana foi considerado um dos principais polos catalisadores dos recursos aplicados no Nordeste. Isoladamente, o Estaleiro Atlantico Sul, por exemplo, investiu R$ 1,8 bilhão para produção local de barcos.
Além do crescimento de renda da demanda local, o aumento da oferta de emprego atrai a migração de mão de obra das diferentes qualificações – fatores geradores de aquecimento no mercado imobiliário, conforme ressalta Oliveira, para dizer que no futuro próximo os imóveis brasileiros estarão entre os mais caros do mundo.
“De acordo com a agência Savills, as casas em Hong Kong já são 52% mais caras que as de Londres, e 111% mais que as de Nova York. É a vez dos emergentes ganharem dinheiro. O investidor que estiver atento a isso obterá bons lucros no médio prazo”, finaliza o diretor da Consul Patrimonial, Marcos Vinicius de Oliveira, que tem muito a comemorar: nos últimos cinco anos, a empresa, sediada em Salvador, vem crescendo, em média, 150% anuais.
21/10/2011 por Imovelweb
Obras de porte, como Suape, impactam no mercado imobiliário.
Salvador, BA - Para 2011, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nordestino é estimado para além de 5%, contra 4% da projeção brasileira. A região concentra o maior crescimento de renda do País, superando anualmente a média nacional para este quesito.
Com base nesses e outros dados, o diretor executivo da Consul Patrimonial – especializada em avaliação de imóveis, Marcos Vinicius de Oliveira, acredita que o mercado imobiliário regional “é a bola da vez” para os investimentos fora do eixo Rio-São Paulo.
Oliveira opina que atualmente nenhuma outra localidade do Brasil é tão promissora quanto o Nordeste, quando o assunto é investimento em imóveis, a médio prazo. “Há uma década, alguns terrenos e fazendas nos arredores das grandes cidades (nordestinas) eram vendidos a um real o m2. Hoje, o mesmo terreno é vendido por R$ 300 o m2 - e vai valorizar ainda mais nos próximos anos”, acredita o executivo.
Mercado ‘nervoso’ - Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificam que no terceiro trimestre de 2010 os três líderes de crescimento do PIB foram o Ceará, Pernambuco - ambos com evolução de 8,4%, e a Bahia, com 6,4%.
À época, o Porto de Suape, a 40 km da capital pernambucana foi considerado um dos principais polos catalisadores dos recursos aplicados no Nordeste. Isoladamente, o Estaleiro Atlantico Sul, por exemplo, investiu R$ 1,8 bilhão para produção local de barcos.
Além do crescimento de renda da demanda local, o aumento da oferta de emprego atrai a migração de mão de obra das diferentes qualificações – fatores geradores de aquecimento no mercado imobiliário, conforme ressalta Oliveira, para dizer que no futuro próximo os imóveis brasileiros estarão entre os mais caros do mundo.
“De acordo com a agência Savills, as casas em Hong Kong já são 52% mais caras que as de Londres, e 111% mais que as de Nova York. É a vez dos emergentes ganharem dinheiro. O investidor que estiver atento a isso obterá bons lucros no médio prazo”, finaliza o diretor da Consul Patrimonial, Marcos Vinicius de Oliveira, que tem muito a comemorar: nos últimos cinco anos, a empresa, sediada em Salvador, vem crescendo, em média, 150% anuais.
Prazo de entrega de imóvel terá cláusula aperfeiçoada
Secovi firma com o MP termo que prevê maior clareza contratual sobre prazo de entrega de imóveis.
19/10/2011 por Imovelweb
Prazo de entrega da obra constará em contrato com clareza.
São Paulo – Por força de termo firmado com a Promotoria de Justiça do Consumidor, do Ministério Público, o Sindicato da Habitação (Secovi-SP) se obriga a orientar as incorporadoras, associadas ou não, para incluírem cláusulas nos contratos de compra e venda de imóveis na planta, de forma a conferir maior transparência e informações mais claras ao comprador.
O acordo, firmado na forma de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), prevê que junto à cláusula denominada “Prazo Estimado de Obra” seja indicado com clareza, transparência e com o mesmo destaque, a existência de previsão do “Prazo de Tolerância” para conclusão da construção. Este texto complementar deverá, igualmente, ser incluído na informação ou publicidade, quando houver menção ao prazo de conclusão da obra.
De acordo com o TAC, as incorporadoras deverão, ainda, incluir nos contratos uma cláusula de regramento do “Prazo de Tolerância”, que não poderá ser superior a 180 dias além do “Prazo Estimado de Obra”. Ainda, periodicamente e com com intervalo máximo de 180 dias, as incorporadoras deverão encaminhar aos compradores relatórios informativos sobre o andamento das respectivas obras da incorporação.
Também, com antecedência mínima de 120 dias, as incorpoadoras terão que informar ao comprador a eventualidade de o “Prazo Estimado da Obra” se estender pelo “Prazo de Tolerância”.
A cláusula contratual deverá obrigar a incorporadora a informar, com clareza e transparência, que:
O “Prazo de Tolerância” dispensa a comprovação de motivos justificadores da postergação do “Prazo Estimado de Obra”;
O “Prazo Estimado de Obra” poderá se estender além do “Prazo de Tolerância”, desde que alegados e comprovados motivos de caso fortuito ou força maior, ou culpa exclusiva dos consumidores; e que
Durante o “Prazo de Tolerância”, por sua própria natureza, não incide qualquer penalidade moratória ou compensatória, que tenha como causa o não cumprimento do “Prazo Estimado de Obra”.
Os contratos também deverão conter cláusulas penais para o caso de descumprimento, pela incorporadora, no referente aos prazos de entrega da obra. Uma delas é de caráter compensatório, no valor correspondente a 2% do valor até então pago pelo comprador, corrigido pelo mesmo índice de correção do contrato, a título de preço (o valor do principal, excluídos eventuais juros moratórios ou multas moratórias), aplicável uma única vez, a partir do final do "Prazo de Tolerância".
A outra cláusula penal a ser prevista no contrato de compra e venda é de caráter moratório, no valor correspondente a 0,5% ao mês (ou fração, calculado pro rata dies) do valor até então pago pelo comprador, corrigido pelo mesmo índice de correção do contrato, a título de preço, a partir do final do “Prazo de Tolerância”.
Ainda conforme o TAC, as cláusulas penais serão calculadas a partir da entrega das chaves do imóvel ao comprador, e pagas na data da outorga da escritura definitiva de venda e compra; ou em até 90 dias, contados do recebimento das chaves, valendo o que ocorrer primeiro.
O Secovi-SP orientará as incorporadoras a adotarem as cláusulas em todos os contratos decorrentes das incorporações registradas, a partir do prazo de 120 dias contados da sua cientificação de notificação, expedida pela Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital.
19/10/2011 por Imovelweb
Prazo de entrega da obra constará em contrato com clareza.
São Paulo – Por força de termo firmado com a Promotoria de Justiça do Consumidor, do Ministério Público, o Sindicato da Habitação (Secovi-SP) se obriga a orientar as incorporadoras, associadas ou não, para incluírem cláusulas nos contratos de compra e venda de imóveis na planta, de forma a conferir maior transparência e informações mais claras ao comprador.
O acordo, firmado na forma de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), prevê que junto à cláusula denominada “Prazo Estimado de Obra” seja indicado com clareza, transparência e com o mesmo destaque, a existência de previsão do “Prazo de Tolerância” para conclusão da construção. Este texto complementar deverá, igualmente, ser incluído na informação ou publicidade, quando houver menção ao prazo de conclusão da obra.
De acordo com o TAC, as incorporadoras deverão, ainda, incluir nos contratos uma cláusula de regramento do “Prazo de Tolerância”, que não poderá ser superior a 180 dias além do “Prazo Estimado de Obra”. Ainda, periodicamente e com com intervalo máximo de 180 dias, as incorporadoras deverão encaminhar aos compradores relatórios informativos sobre o andamento das respectivas obras da incorporação.
Também, com antecedência mínima de 120 dias, as incorpoadoras terão que informar ao comprador a eventualidade de o “Prazo Estimado da Obra” se estender pelo “Prazo de Tolerância”.
A cláusula contratual deverá obrigar a incorporadora a informar, com clareza e transparência, que:
O “Prazo de Tolerância” dispensa a comprovação de motivos justificadores da postergação do “Prazo Estimado de Obra”;
O “Prazo Estimado de Obra” poderá se estender além do “Prazo de Tolerância”, desde que alegados e comprovados motivos de caso fortuito ou força maior, ou culpa exclusiva dos consumidores; e que
Durante o “Prazo de Tolerância”, por sua própria natureza, não incide qualquer penalidade moratória ou compensatória, que tenha como causa o não cumprimento do “Prazo Estimado de Obra”.
Os contratos também deverão conter cláusulas penais para o caso de descumprimento, pela incorporadora, no referente aos prazos de entrega da obra. Uma delas é de caráter compensatório, no valor correspondente a 2% do valor até então pago pelo comprador, corrigido pelo mesmo índice de correção do contrato, a título de preço (o valor do principal, excluídos eventuais juros moratórios ou multas moratórias), aplicável uma única vez, a partir do final do "Prazo de Tolerância".
A outra cláusula penal a ser prevista no contrato de compra e venda é de caráter moratório, no valor correspondente a 0,5% ao mês (ou fração, calculado pro rata dies) do valor até então pago pelo comprador, corrigido pelo mesmo índice de correção do contrato, a título de preço, a partir do final do “Prazo de Tolerância”.
Ainda conforme o TAC, as cláusulas penais serão calculadas a partir da entrega das chaves do imóvel ao comprador, e pagas na data da outorga da escritura definitiva de venda e compra; ou em até 90 dias, contados do recebimento das chaves, valendo o que ocorrer primeiro.
O Secovi-SP orientará as incorporadoras a adotarem as cláusulas em todos os contratos decorrentes das incorporações registradas, a partir do prazo de 120 dias contados da sua cientificação de notificação, expedida pela Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital.
Assinar:
Postagens (Atom)