sexta-feira, 17 de maio de 2013

Cuidados antes, durante e após fechar contrato:


Construtoras

  1. Na hora de fechar o contrato, observar a idoneidade da construtora, verificando no Procon se não há reclamação contra ela.
  2. Verificar no Fórum se não existem ações propostas contra essa construtora.
  3. Verificar se a construtora entregou as demais obras sem problemas, dentro dos prazos e se foram cumpridas as entregas dos imóveis de acordo com o que está descrito no contrato.
  4. Se as obras obedeceram os períodos estipulados em contrato A AMSPA faz todos esses serviços, pesquisas e levantamentos.
  5. Verificar junto a prefeitura se o imóvel está regularizado.

Bancos e instituições financeiras

  1. A AMSPA recomenda que os melhores e mais idôneos são os bancos públicos.
  2. A CEF, Caixa Econômica Federal, ganha destaque por deter a maior parcela de financiamentos do mercado, além de oferecer os contratos mais viáveis para o bolso do mutuário.
  3. O mutuário deve verificar se a taxa de juros está abaixo do máximo permitido por lei, atualmente de 12%.
  4. Observar se o valor inicial das prestações é adequado à sua renda. O valor da prestação nunca deve ultrapassar mais que 30% de sua renda, porque no futuro poderá dar margem a problemas de atrasos ou inadimplências.
  5. Os reajustes futuros das parcelas, que variam de acordo com os juros e as oscilações do mercado, são quase que um jogo no escuro. O cálculo que pode ser feito para a projeção dos juros e sua incidência sobre as parcelas pagas durante o financiamento é feito a partir das alterações observadas nos três anos anteriores.
  6. A programação dos pagamentos é fundamental. A AMSPA pode indicar qual é a modalidade mais segura dentro do contrato apresentado.
  7. Após fechar o contrato, o mutuário deve acompanhar as variações e verificar se os aumentos acompanham a porcentagem de sua categoria profissional. Se forem superiores, ele pode ir ao banco e pedir uma revisão administrativa de seu contrato pelos índices de sua categoria. Caso essa revisão não seja feita ou fique adequada, o mutuário deve procurar a AMSPA para pleitear a revisão judicialmente.
Obs. Toda e qualquer dúvida que o mutuário tenha somente será esclarecida com os técnicos da AMSPA mediante agendamento por telefone. Nossa experiência demonstrou que este cuidado otimiza o atendimento.
Fonte: AMSPA

10 dicas para realizar o sonho da casa própria com segurança


Oito a cada dez famílias brasileiras pretendem comprar a casa própria nos próximos dois anos, o que equivale a 7,9 milhões de pessoas, conforme mostra levantamento do Instituto Data Popular. Para o ano de 2013 é esperado o aumento de 10% no lançamento de imóveis (passando de 28 mil para 31 mil unidades) e entre 3,5% e 5% nas vendas (passando de 27 mil para 28 mil), segundo balanço do Secovi-SP. Ainda, de acordo com a Abecip, a expectativa é de expansão de 15% no financiamento imobiliário para este ano, chegando aos R$ 95,2 bilhões.
Porém, o sonho da casa própria pode virar pesadelo. Segundo balanço de 2012 da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, houve o aumento de 25% nas queixas contra construtoras, totalizando 2.748 reclamações contra 2.199 descontentes em 2011.
O levantamento ainda revela que, entre os campeões no ranking dos aborrecimentos estão: atraso na entrega (70%), seguido das taxas SATI (15%) e Corretagem (10%) e problemas no imóvel, ou seja, vícios ou defeitos na obra (5%).
Diante deste cenário, muitos compradores enfrentam dificuldades como: arcar com aluguel enquanto aguardam pela liberação do bem, adiam planos (como casamento) e, em muitos casos, isso faz com que o comprador desista da compra do imóvel. Além disso, problemas do mutuário também interferem. Desemprego, danos físicos ao imóvel ou morte e invalidez durante o pagamento do financiamento, são alguns deles. Para evitar essas armadilhas, a AMSPA elaborou 10 dicas para fechar um negócio seguro.
    1. Faça uma projeção da primeira até a última prestação. O ideal é que as parcelas não comprometam mais do que 30% da renda familiar. Além disso, é bom ter cerca de 50% do valor do imóvel depositado no FGTS, poupança ou em outras aplicações;
    2. Pesquise a idoneidade da construtora com o pedido do CNPJ e a consulta ao Procon. Esta etapa inclui o levantamento da incorporação do imóvel; verifique se o engenheiro e arquiteto estão devidamente registrados no CREA; INSS; ações cível, trabalhista e criminal; débitos junto à prefeitura e a situação do corretor junto ao CRECI;
    3. Peça auxílio de um especialista para certificar-se a qualidade dos materiais e equipamentos que serão utilizados na obra, como elevadores, pisos, azulejos, pias, entre outros que estão especificados no memorial descritivo;
    4. Fique atento para não pagar nenhum valor separado do contrato. Em muitas das situações, o futuro mutuário acaba pagando taxas abusivas como, a SATI e a Corretagem sem saber da sua ilegalidade e depois, quando vai atrás dos seus direitos, tem dificuldade de comprovar o pagamento feito a parte;
    5. Guarde tudo, incluindo folders, anúncios, fotos da maquete do estande e do espaço interno da casa, pois poderão servir de provas, caso haja uma eventual propaganda enganosa ou uma promessa não cumprida;
    6. Se o imóvel for usado, é fundamental conhecer a residência e conversar com vizinhos, além de verificar se a casa ou apartamento está ocupado. Se o bem estiver com morador pode gerar dor de cabeça, porque o adquirente terá que arcar com os custos de uma possível entrada na Justiça, que pode levar anos na hipótese de o ocupante não sair de forma amigável;
    7. Formalize a proposta com tudo o que foi conversado e prometido pelo corretor, como preço, prazo, forma de pagamento, reajustes etc;
    8. Na hora de assinar o termo de compra da casa, não deve faltar a data da entrega da obra; a definição de multa no caso de descumprimento, que deve ser no mínimo de 2% mais juros de mora, igualmente a ser cobrado se o comprador não honrar com seu compromisso; se há aprovação do financiamento com o banco e quais suas condições; a discriminação da forma de pagamento e suas correções; e a metragem do imóvel;
    9. Separe dinheiro para pagar despesas do cartório (ITBI – Imposto sobre transações imobiliárias e escritura), que gira em torno de 3% sobre o valor do imóvel e a escritura;
    10. Para se precaver dos problemas durante a construção do imóvel o indicado é formar a “Comissão de Representantes”. Sua constituição está prevista na “Lei do Condomínio e da Incorporação” e especificada no artigo 55 da lei 4591/64. Por meio do monitoramento, os futuros moradores poderão ficar cientes sobre todo o andamento da obra, desde a qualidade do material que está sendo utilizado até o cumprimento do cronograma previsto no contrato, entre outros procedimentos
  1. Fonte: AMSPA

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Confiança da construção recua 6,6% no trimestre, diz FGV


De acordo com a FGV, "o resultado sinaliza uma possível acomodação do nível de atividade econômica do setor após um longo período de desaceleração"




São Paulo - O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 6,6% no trimestre encerrado em abril em relação ao mesmo período de 2012. No trimestre terminado em março, a queda foi de 7,9%, na mesma base de comparação.
De acordo com a FGV, "o resultado sinaliza uma possível acomodação do nível de atividade econômica do setor após um longo período de desaceleração".
Os segmentos que mais contribuíram para a melhora relativa do índice em abril foram preparação de terreno, que passou de queda de 14,8% no trimestre encerrado em março ante mesmo período do ano anterior para -12,1% no trimestre encerrado em abril ante mesmo período anterior; além de construção de edifícios e obras de engenharia (de -7,7% em março para -5,7% na mesma base de comparação).
Houve piora, por sua vez, nos segmentos de aluguel de equipamentos de construção e demolição (de -0,5% no trimestre encerrado em março ante -6,2% no trimestre encerrado em abril) e em obras de acabamento (de 7,3% para 10,8%).
A variação anual trimestral do Índice de Situação Atual (ISA-CST) passou de -9,9% em março para -9,1% em abril, enquanto o Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -6,3% para -4,5%.
Segundo divulgou a FGV nesta segunda-feira, 06, o quesito situação atual dos negócios foi o que mais influenciou positivamente o ISA-CST no trimestre findo em abril, com variação de -8,8% em abril ante -9,7% em março.
Das 701 empresas consultadas, 25,1% avaliaram a situação atual como boa no trimestre encerrado em abril, contra 32,1% no mesmo período de 2012. Aquelas que consideraram a situação atual ruim representaram 14,2% em abril deste ano ante 9,7% no mesmo mês do ano passado.
Já a maior influência na piora do IE-CST veio do quesito que avalia a demanda prevista para os próximos três meses. A variação interanual trimestral passou de -5,5% em março para -3,6% em abril. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre findo em abril foi de 34,1%, ante 38,1% há um ano, enquanto a parcela das que esperam redução foi de 5,6%, contra 4,7% em abril de 2012.

Fonte: Beatriz Bulla do Estadão

Empresário desenvolve apartamento de 39 m² com até oito cômodos

Empresário desenvolve apartamento de 39 m² com até oito cômodos - InfoMoney 




quarta-feira, 8 de maio de 2013

Preço do imóvel vai cair?


Após a grande elevação dos preços do mercado imobiliário entre os anos de 2006 e 2011, que chegaram a registrar alta de 25% ao ano, muitas pessoas especulam que os valores dos imóveis deverão cair de forma expressiva.
Nos últimos 6 anos os imóveis superaram os demais investimentos, sendo essa situação fruto de diversos fatores macroeconômicos, os quais ainda se mostram presentes, de maneira que os imóveis deverão continuar a oferecer um bom resultado, especialmente se forem locados.
Bom rendimento do aluguel
Devemos atentar que se o imóvel acompanhar, ao menos, a alta do INPC/IBGE, que consiste numa expectativa muito conservadora, o fato dele proporcionar a renda de 0,4% a 0,5% sobre seu valor venal, a título de aluguel mensal, representa um rendimento anual de 5 a 6% além da valorização do bem, que somados representam um retorno médio de 13% no ano. Com a Taxa Selic em 7,25% a.a., o juro real no Brasil, depois de descontada a inflação, é de apenas 1,7% a.a., ou seja, a maioria das aplicações financeiras remunera em torno de um terço do rendimento proporcionado pelo aluguel, sem contar com a valorização do próprio bem, livre do risco da Bolsa, congelamento, confisco ou liquidação de instituição financeira pelo Banco Central.
As margens de lucro sofreram expressiva redução, em todos os setores, não há espaços para grandes margens de rentabilidade, exceto em negócios de alto risco. Assim, vemos os bancos reduzindo suas taxas de administração, pois se as mantivessem no antigo patamar o investidor não ganharia nada, da mesma forma, o valor do aluguel se adaptou à nova realidade imposta pela inflação sob controle, de forma que apesar da menor remuneração continua rentável e compensador.
Retrospectiva
As pessoas investem motivadas pela remuneração de onde aplicam, sendo que o mercado financeiro sempre concorreu com o mercado imobiliário. Já o mercado de ações é mais complexo, sendo conhecido por sua volatilidade e pelo grande risco, pois pode ser manipulado.
Fonte: BDI - Kênio de Souza Pereira

segunda-feira, 6 de maio de 2013

'O mercado imobiliário sustenta a economia brasileira'



Foi com essa constatação que o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, encerrou sua participação na cerimônia de abertura do 9º Feirão da Casa Própria, da CAIXA, que ocorreu no último dia 3, na Capital. Ao lado do presidente da instituição, Jorge Hereda, e de inúmeros representantes de entidades do mercado imobiliário, Viana selou, novamente, a parceria dos corretores de imóveis com o banco, em benefício de milhares de famílias em todo o País. 
``Quando o Feirão termina, ainda há repercussão no mercado imobiliário por mais seis meses. A CAIXA, dá o exemplo, como indutora de progresso, desenvolvimento, emprego e renda, possibilitando oportunidades para que muitas pessoas possam tirar o seu sustento desse mercado e milhares de outras consigam realizar o sonho de adquirir a casa própria.`` 
Desde a primeira edição, o CRECISP tem marcado presença com centenas de corretores que se revezam durante a feira, realizando negócios de grande monta. Ao enfatizar a importância do evento, o presidente do CRECISP comentou que o Feirão contribui, sobremaneira, para fazer girar a roda da economia, induzindo, também, o desenvolvimento do segmento da construção. ``Aquele que vende o seu imóvel usado, normalmente, vai adquirir um novo. E isso, sem dúvida, é um grande incentivo à economia do País.`

Fonte: CRECISP

Preço do imóvel usado desacelera


Entre janeiro e abril, os preços dos imóveis prontos e disponíveis para venda subiram, em média, 3,9% nas 16 regiões pesquisadas no Brasil





São Paulo - Os preços dos imóveis prontos, a maioria usados, dão sinais de desaceleração no País. E há regiões da cidade de São Paulo que registram inclusive queda de preço, aponta pesquisa da FipeZap feita com base nos imóveis anunciados na internet.
Entre janeiro e abril, os preços dos imóveis prontos e disponíveis para venda subiram, em média, 3,9% nas 16 regiões pesquisadas no Brasil. Em igual período de 2012, a alta tinha sido bem maior, de 5,3%. A inflação projetada pelo mercado no período, medida pelo IPCA, é de 2,4%, segundo o Boletim Focus, do Banco Central.
"A alta de preços dos imóveis está perdendo força e se espalhando", afirma Eduardo Zylberstajn, o coordenador do Índice FipeZap de imóveis prontos, a maioria usados. Ele observa que os mercados de imóveis em lançamento e de imóveis usados são complementares.
Entre janeiro e abril, em 5 das 16 cidades pesquisadas, por exemplo, os preços dos imóveis usados subiram abaixo da inflação acumulada no período. No Distrito Federal, a alta foi de 0,1%; em Santo André e em São Caetano, de 2,3%; em São Bernardo, 2,2%, e em Recife, 1%.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, os preços subiram 3,8%, mas em 33 das 125 regiões monitoradas a alta de preço ficou abaixo da inflação do período. "Em dez bairros houve queda nominal dos preços", ressalta Zylberstajn. Nesse rol estão os bairros Sumaré, Ibirapuera, Capão Redondo, Vila Monumento, Parque do Carmo, Pari, Parque da Mooca, entre outros.
Hipotecas
A desaceleração dos preços dos imóveis é apontada por outro indicador de preços, o Índice de Valor de Garantia - Imóveis Residenciais (IVG-R) elaborado pelo Banco Central. O indicador é calculado com base no valor de avaliação dos imóveis alienados e dados em garantia de hipotecas imobiliárias aos bancos.
De acordo com estudo feito pela LCA Consultores, com base no índice do BC, em 2010 os preços dos imóveis subiram 20% e, no ano passado, a elevação foi de apenas 3,6%, descontada a inflação. A consultoria diz que os preços dos imóveis estão em "franca desaceleração": continuam subindo, mas num ritmo cada vez menor.
Na avaliação de Zylberstajn, essa desaceleração e a queda de preços dos imóveis em certas regiões não se trata necessariamente de uma notícia ruim. "Nos últimos dois a três anos, houve uma perda de noção de valor. Agora o ritmo do mercado está mais saudável." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Márcia De Chiara, do