Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Imóvel novo em São Paulo encolhe e fica mais caro
Menores no tamanho, maiores no preço. Esse foi o movimento dos imóveis residenciais lançados na cidade de São Paulo de 2007 a 2012.
Em relação à área, uma casa ou apartamento novo mediam 102,3 m² em 2007 e 72,8 m² no ano passado. A redução foi de 29%, segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), compilados pelo Secovi-SP (sindicato de empresas do setor).
Em um cenário de preços estáveis, a redução não implica prejuízo ao consumidor, já que o valor médio da unidade cai conforme o seu tamanho diminui. Mas não foi o que aconteceu.
Em São Paulo, em vez de fazer o consumidor pagar menos, a redução na metragem foi neutralizada pelo forte aumento no valor do metro quadrado. O preço mais que dobrou nos últimos cinco anos, chegando a R$ 7.157 (alta de 124%), segundo a Embraesp.
Na prática, o comprador pagou em média R$ 193 mil mais por um apartamento que encolheu 29,5 m².
O MENOR DIMINUIU
A diminuição de um apartamento médio não quer dizer que todas as tipologias ficaram menores. Na realidade, no período, os imóveis ficaram do mesmo tamanho (no caso do de três dormitórios) ou maiores. A exceção ficou para a tipologia mais enxuta (um dormitório), que ficou ainda menor.
Após aumentar de tamanho em 2009 (de 49 m² para 55,7 m²), o um dormitório vem ficando mais apertado. A redução nos últimos três anos foi de 30% (para 39 m²), e o preço do metro quadrado teve valorização de 165%.
(Fonte: Folha de S. Paulo).
Lançamento de um quarto cresce 788% em São Paulo
O encolhimento médio de 29,5 m² de um imóvel residencial em São Paulo de 2007 a 2012 ocorreu não apenas porque os apartamentos com um dormitório ficaram menores, mas principalmente em razão da alteração no padrão de oferta da cidade.
Como imóveis com até dois quartos em geral são menores do que aqueles com pelo menos três dormitórios, uma grande elevação na oferta do grupo de apartamentos com menos cômodos e uma queda nos com mais tende a levar a uma diminuição no tamanho médio do imóvel.
Foi o que aconteceu na cidade de São Paulo, onde o número de unidades lançadas com até dois dormitórios teve uma alta expressiva. Já os lançamentos de imóveis com mais quartos, quatro principalmente, despencaram.
A participação de unidades lançadas de um e dois dormitórios em relação ao total vem se elevando ano a ano e praticamente dobrou desde 2007 -de 33,78% para 67,3%, segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).
Com o resultado, houve uma inversão. Se quem beirava os 70% de participação eram os imóveis a partir de três dormitórios, hoje eles representam cerca de 30%.
O volume de lançamentos de um quarto foi o que cresceu com mais força (788%); já as unidades com mais de três dormitórios caíram 80%.
PEQUENOS
Profissionais do setor imobiliário apontam que a maior oferta de imóveis de um e dois dormitórios se explica em razão de dois motivos. Um deles é o número crescente de jovens sem filhos com poder aquisitivo suficiente para comprar imóveis, mas que não necessitam de muitos cômodos. Outro fator é a redução no preço final do imóvel.
Ainda que o valor do metro quadrado do apartamento de um quarto seja o maior da cidade (R$ 9.549), uma unidade custa em média 32,4% menos do que uma de três, por exemplo, por causa da metragem menor.
"A valorização imobiliária obrigou muitas pessoas a comprar imóveis mais compactos", diz o presidente da empresa de pesquisas Datastore, Marcus Araujo.
Hoje, as construtoras atingem um recorde atrás do outro. A MBgucci, por exemplo, planeja lançar um imóvel com 36 m², o menor da história da incorporadora, segundo o diretor de vendas Robson Toneto.
A mesma empresa prevê um de dois dormitórios, com dois banheiros, com 43 m² de área privativa.
Mas já é possível encontrar apartamentos de um dormitório com menos de 30 m². Segundo a Geoimovel, o menor lançado nos últimos seis anos media 24 m².
No outro extremo, imóveis de quatro dormitórios ganharam 24,5 m² de 2009 a 2012 (para 186,6 m²), mas vendem menos. Alguns lançados há cinco anos ainda não foram comercializados.
"No biênio 2007 e 2008, foram lançados mais imóveis com essa configuração do que em toda a década. Nos anos 2011 e 2012, tivemos um acúmulo de estoque, e os descontos foram de 35% em média", diz Luiz Paulo Pompéia, presidente da Embraesp.
(Fonte: Folha de S. Paulo).
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Preços dos imóveis residenciais podem cair em 2013
As medidas de estímulo à construção civil, anunciadas pelo ministro Guido Mantega no final do ano passado e que estão em aprovação no Congresso através da Medida Provisória 601, vão influenciar diretamente no bolso de quem pretende comprar a casa própria em 2013.
Com a desoneração da folha de pagamentos, a redução de tributos e o acesso ao capital de giro durante o período de construção das habitações, há a possibilidade de os preços dos imóveis sofrerem queda até o final do ano, segundo a expectativa dos profissionais do setor da construção civil.
“Os preços podem até cair. Mas, [a diminuição] vai depender de uma série de fatores que serão aprovados pelo governo em relação à desoneração da folha de pagamentos. É preciso aguardar”, afirmou o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Claudio Bernardes, ao ZAP Imóveis durante evento em São Paulo.
Segundo pesquisa divulgada pela entidade, a variação média de preços reais dos imóveis residenciais lançados na cidade de São Paulo no ano passado foi de 3% em relação a 2011. Esta foi a menor alta verificada desde 2008, quando os preços subiram somente 0,4%.
Apesar da chance de os bens ficarem mais baratos, na avaliação dos especialistas, o mais provável é que os preços dos imóveis devam registrar um crescimento estável em 2013, próximos aos índices do ano passado.
“O crescimento do preço real do imóvel deve ser mais parecido com o verificado em 2012 do que nos anos anteriores”, apontou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.
Ainda segundo o estudo, o preço médio do metro quadrado de imóveis residenciais novos na Capital ficou em R$ 7,2 mil em 2012, um aumento de cerca de R$ 600 em relação a 2011, quando o preço médio era de R$ 6,6 mil. O valor também é significativamente maior do que o anotado há dez anos (2003), quando metro quadrado custava, em média, R$ 2,7 mil.
“O equilíbrio entre os lançamentos e as vendas que vimos no ano passado contribuiu muito para esta pequena alta nos preços. Há ainda outros fatores, como a matriz de custos da obra, o encarecimento de outorga onerosa, que também regulam os preços. Então, ainda não temos como prever”, completou Bernardes.
O governo vai reduzir de 6% para 4% a alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) do segmento e criar uma linha de capital de giro, por meio da Caixa Econômica Federal, com orçamento disponível de R$ 2 bilhões para pequenas e médias empresas, com faturamento anual até R$ 50 milhões.
Além disso, as empresas do setor vão deixar de pagar 20% de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e passarão a recolher 2% sobre o faturamento.
Fonte: Revista Zap Imóveis
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Donald Trump anuncia construção do maior conjunto comercial do país
O bilionário norte-americano Donald Trump anunciou, nesta terça-feira (18), que vai investir na construção do maior complexo de torres comerciais do Brasil, Trump Towers Rio de Janeiro. O valor total de vendas pode chegar a R$ 6 bilhões.
O complexo corporativo será erguido em frente a área portuária do Rio de Janeiro.
O projeto terá cinco torres de 150 metros de altura, 38 andares, construído em um terreno de 32 mil metros quadrados na zona portuária do Rio de Janeiro. A construção dos dois primeiros prédios terá início no segundo semestre de 2013, e todas as cinco torres estarão concluídas até 2016.
O projeto das Trump Towers Rio de Janeiro será desenvolvido numa parceria entre a MRP International, a Even Construtora, líder do mercado imobiliário em São Paulo, e a Organização Trump. As Trump Towers não serão de propriedade de Donald Trump. O MRP Group pretende licenciar o uso do nome Trump.
Bilionário
Donald Trump ficou mundialmente conhecido por seu reality show exibido na NBC, “The Apprentice”. Ele já faliu quatro vezes e conseguiu recuperar sua fortuna. Seu patrimônio é estimado pela revista "Forbes" em US$ 2,9 bilhões.
O megaempresário é dono da Organização Trump, que tem como principal fonte de lucro a rede hoteleira de luxo Trump Hotel Collection, com hotéis nos Estados Unidos, Canadá e Panamá.
O americano já estudava ingressar no mercado da América Latina e o anúncio do empreendimento no Brasil inaugura esta nova era de investimentos.
Segundo Donald Trump Jr., vice presidente executivo das Organizações Trump, que esteve com o prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, o grupo pretende ainda buscar outras oportunidades no mercado hoteleiro.
"O Brasil é um país que está em surgimento no mercado, e queremos trazer o sabor Trump para o mercado de ultra-luxo. Vamos acertar os detalhes finais nas próximas semanas. Estamos muito interessados nesse mercado", afirmou Trump Jr.
De olho nos grandes eventos
O empresário americano está de olho nos grandes eventos que o Rio de Janeiro irá sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo, em 2014 e, em especial, as Olimpíadas de 2016.
O projeto será costruído na região portuária.
O Rio se inspirou em Barcelona para a recuperação de sua zona portuária. O Porto Maravilha é a maior PPP (Parceira-Público-Privada) do país, envolvendo recursos da ordem de R$ 8 bilhões. A promessa é de recuperação de uma área urbana de 5 milhões de metros quadrados em pleno centro do Rio de Janeiro.
A meta, segundo a CDURP (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto), é construir 4 km de túneis, abrir uma via expressa de alta velocidade às margens da baía de Guanabara, próximo aos armazéns portuários, uma nova avenida chamada Binário, além de demolir, a partir de 2013, 4,5 km do viaduto da Perimetral, o ponto mais polêmico do projeto.
O potencial construtivo da região é de 6 milhões metros quadrados com prédios de até 50 andares.
Fonte:
Fabíola Ortiz
Do UOL, no Rio de Janeiro
Caixa passa a financiar despesas com cartório e ITBI no crédito imobiliário
Os tomadores de crédito imobiliário da CEF (Caixa Econômica Federal) podem, desde a primeira semana de dezembro, financiar despesas com cartório e ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) ao contratar empréstimo para a compra do imóvel.
De acordo com a instituição, podem ser incluídas taxas de registro e escritura, dentre outras despesas cartorárias e de ITBI, até o limite de 4% do empréstimo tomado. Vale lembrar, que os valores destas despesas variam conforme a localidade onde o cartório estiver situado.
Crédito imobiliário
Na opinião do diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, a medida trará às famílias mais tranquilidade para obter o financiamento imobiliário. “Com esta nova opção, a Caixa amplia ainda mais o acesso à moradia própria, proporcionando planejamento e facilidade de pagamento das despesas”, argumenta.
Até a primeira semana de dezembro, a CEF alcançou R$ 93,7 bilhões em contratações do crédito imobiliário, montante 33,1% superior ao registrado em igual período do ano passado.
(Fonte: InfoMoney).
Even prevê expansão tímida em 2013
O volume de lançamentos da Even em 2013 ficará, no mínimo, igual ao deste ano, mais inflação, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Dany Muszkat. "Possivelmente será um pouco maior", afirmou em reunião com analistas. A empresa tem potencial de expansão, com capacidade financeira e execução, segundo Muszkat, mas não considera a possibilidade de crescimento semelhante ao dos últimos anos.
O executivo disse que, se a Even não cumprir os R$ 2,5 bilhões da meta de lançamentos de 2012, entregará valor próximo à projeção. "Se não entregarmos, será por questão de aprovações." O atraso na concessão de licenças pelos órgãos públicos foi apontado, neste ano, como uma das principais razões para postergar lançamentos.
Segundo Muszkat, há projeção que o retorno sobre patrimônio (ROE) da Even chegue a 18% até o fim de 2014. O indicador anualizado do 3º trimestre foi de 15,5%. Para ele, a melhora esperada para o ROE decorre de pequeno aumento na margem bruta - à medida que os empreendimentos com menor rentabilidade saírem do balanço -, do aumento esperado da receita acima do crescimento das despesas gerais e administrativas e do giro mais rápido dos ativos. (Fonte: Valor Econômico).
Brookfield Incorporações é eleita pela Euromoney a melhor incorporadora residencial da América Latina
A Brookfield Incorporações foi nomeada a melhor incorporadora residencial da América Latina pela revista de finanças Euromoney, na oitava pesquisa anual mundial Euromoney Real Estate.
Considerada uma referência para a indústria imobiliária global, a pesquisa da Euromoney ouve todos os anos a opinião de representantes de bancos de investimentos, incorporadores, analistas de mercado, empresas e consultorias da região. “Receber este prêmio é o reconhecimento da dedicação de um time de mais de seis mil colaboradores, que trabalha diariamente para garantir a qualidade de nossos produtos e a satisfação dos nossos 60 mil clientes”, ressalta Nicholas Reade, presidente da Brookfield Incorporações.
Ao reconhecer a Brookfield Incorporações como a melhor incorporadora residencial da América Latina o editor da Euromoney Clive Horwood destaca que "os vencedores deste ano são aqueles que apresentaram capacidade de inovar e fazer melhor uso dos pontos fortes de sua organização. Por meio da pesquisa, o mercado reconheceu as conquistas dessas companhias diante das condições de mercado difíceis, razão pela qual os prêmios são tão merecidos".
Fonte: Imobiliaria
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