quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Comprador de imóveis ficou mais otimista em outubro, revela pesquisa

O ICCI (Índice de Confiança do Comprador de Imóvel) divulgado na sexta-feira (30) pela Lopes Consultoria, mostrou que o otimismo do consumidor paulista está maior, com alta de 4,3% na relação entre outubro e setembro. O quesito que mais cresceu foi o ISA (Índice da Situação Atual), com alta de 7%. Já o IE (Índice de Expectativas) subiu 2,2%. Conforme relatou a diretora da área de inteligência de mercado da Lopes, Cristiane Crisci, “o crescimento do índice é um reflexo de aumento da confiança na situação financeira familiar, impulsionado também pelo momento favorável da economia brasileira, especialmente entre os potenciais compradores de imóveis com preços acima de R$ 250 mil”, disse. Com aumento de 9%, a quantidade daqueles que julgam a situação financeira boa ou normal, totalizou 82% dos 572 pesquisados. Alto padrão O número de interessados na aquisição de imóveis de alto padrão também demonstrou mais otimismo em relação ao mercado. A proporção de entrevistados com alta ou média intenção de novas aquisições subiu de 78% para 81% no mês de outubro. (Fonte: InfoMoney).

SP: Operação urbana alavanca lançamentos

Apesar de não ter tido lançamentos neste ano, o distrito de Moema ganhou 35 novos empreendimentos entre 2007 e 2011. O número não é alto - a Vila Andrade, na zona sul, ganhou 73 novas torres residenciais nos últimos cinco anos -, mas coloca o distrito entre os 20 de São Paulo que mais se verticalizaram no período. Os dados são da Geoimovel. Para Figueiredo, o número de novos negócios é alto para uma região saturada e com poucos terrenos como Moema. Os novos empreendimentos, segundo o especialista, podem ser explicados por causa da Operação Urbana Faria Lima - que visa o adensamento de algumas regiões da cidade e que afeta uma parte de Moema próxima à Avenida Hélio Pellegrino. Porém, a tendência é que os terrenos acabem definitivamente no distrito e que os lançamentos tornem-se raridade - como nos tradicionais bairros dos Jardins e de Higienópolis. (Fonte: Folha de S. Paulo).

Cushman agora gerencia edifícios residenciais no Brasil

Depois de 18 anos no mercado brasileiro prestando consultoria e administrando prédios de escritório e galpões logísticos, a americana Cushman & Wakefield decidiu se aventurar em um novo segmento. A consultoria, reconhecida em 60 países por prestar serviços para empresas e prédios comerciais, decidiu se assumir no Brasil também como gestora de condomínios residenciais. Agora, além de administrar frotas de empresas ou cuidar da segurança de prédios de escritórios, a Cushman terá de lidar com condôminos enfurecidos disputando a melhor vaga da garagem. A pergunta que se fez no mercado quando a consultoria iniciou sua operação com residenciais foi: por que agora, justamente num momento em que as principais empresas do setor estão reduzindo lançamentos e as vendas caíram?A presidente da Cushman para América Latina Celina Antunes também teve essa dúvida e levou mais de um ano para decidir se começaria ou não a atuar nesse segmento, que não é a especialidade da empresa. Lá fora, coisa semelhante é feita apenas em Nova York e algumas cidades asiáticas. “A decisão foi tomada com base nas perspectivas futuras. Estamos olhando para frente”, diz Celina. A ideia é atrair investidores que queiram obter retorno financeiro com o aluguel das unidades. Além de administrar o condomínio, a Cushman vai oferecer esse serviço aos proprietários. A conta que Celina fez foi a seguinte: hoje, os clientes que alugam imóveis comerciais conseguem um retorno médio de 12%. Nos residenciais, esse retorno não passa de 5%. “Nunca valeu a pena, para quem aluga escritório, alugar apartamentos”, explica a executiva. “Mas, nos últimos anos, temos visto o retorno dos residenciais se aproximar do retorno dos comerciais e, além disso, a queda da taxa básica de juros obriga os investidores a procurarem novas opções de investimento.” Hoje, dos 300 clientes da consultoria, 14 são residenciais. Por enquanto, a Cushman só se candidata a administrar condomínios se ela for contratada pela incorporadora para prestar consultoria desde a fase de desenvolvimento do projeto. Nessa etapa, ela pode dar palpites sobre o esquema de segurança do prédio, os elevadores, a disposição das vagas no estacionamento e tudo mais que lá na frente possa significar custo extra de manutenção e gerenciamento. “Se a construtora prevê várias entradas de pedestre, por exemplo, isso significará no futuro mais porteiros e um condomínio mais caro”, diz Stela. (Fonte: Agência Estado).

Mantega apresenta novas medidas de estímulo à construção civil

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira novas medidas de estímulo à construção civil, para incentivar maiores vendas no setor. São quatro medidas, sendo a primeira delas a desoneração da folha de pagamento, conforme já havia antecipado a Agência Estado. As empresas do setor vão deixar de pagar 20% de INSS e passarão a pagar 2% sobre o faturamento. "O setor não pagará mais INSS por um longo período", disse o ministro, que aproveitou a cerimônia de entrega da casa de número 1 milhão do Minha Casa Minha Vida para fazer o anúncio. Segundo o ministro, o setor vai pagar R$ 2,850 bilhões a menos de tributos com a medida. De acordo com os cálculos do ministério, a construção civil pagaria, em 2013, R$ 6,280 bilhões se fosse mantida a contribuição de 20% do INSS. Com a nova medida, as empresas pagarão R$ 3,430 bilhões no próximo ano. Além disso, Mantega anunciou a redução do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% sobre o faturamento. Foi ampliado também o limite do "RET Social", que é para habitações sociais, que passarão a pagar alíquota de apenas 1% sobre o faturamento. Foi criada ainda uma linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal para o período da construção. O objetivo, segundo o ministro, é "disponibilizar, para a construção civil, capital de giro com preços e prazos competitivos, concessão rápida e utilização ágil, simplificada e automatizada". Ele ressaltou que a linha é voltada para micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$ 50 milhões. Serão disponibilizados por essa linha R$ 2 bilhões. O ministro ressaltou que "baratear custo de mão de obra na construção civil estimula mais emprego e mais formalização". "As medidas vão reduzir custo da produção, portanto, diminuirão custo das moradias", destacou. Mantega aproveitou para lembrar as medidas cambiais, fiscais e de política monetária adotadas pelo governo para combater os efeitos da crise financeira internacional. Segundo ele, houve uma importante redução do spread bancário, foi estabelecido um novo patamar do câmbio, que torna os manufaturados mais competitivos, além de todas as medidas do Plano Brasil Maior para estimular os investimentos e as exportações. O ministro disse ainda que há um empenho do governo para estimular os investimentos públicos e privados. "Uma boa forma de enfrentar a crise é com investimentos, principalmente de infraestrutura", disse em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Ele lembrou também das medidas de estímulo ao setor automobilístico, do pacote de ações para o setor ferroviário e para os aeroportos. De acordo com Mantega, as próximas medidas serão para o setor portuário. O ministro citou também a linha de financiamento de R$ 20 bilhões do BNDES para que os Estados possam investir. (Fonte: Agência Estado).

Vantagens ao contratar uma imobiliária e o corretor de imóveis para intermediar a venda ou a compra do seu imóvel.

Quando as partes, COMPRADORES e VENDEDORES contratam uma Imobiliária / Corretor de Imóveis, desde que legalmente habilitados e credenciados junto ao CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis terão as vantagens e segurança que realizarão um bom negócio e que ambos ficarão satisfeitos. Em São Paulo / Capital, informações sobre a idoneidade da Imobiliária e do Corretor de Imóveis que esta lhe atendendo, pode ser obtido junto ao CRECI, o nosso Conselho Regional na Rua Pamplona, 1200 - Jardim Paulista ou através do telefone: 3836-4900 ou do Site: www.crecisp.gov.br, e ao abrir, do lado esquerdo em busca, clicar em imobiliárias ou corretores. Aqueles PROPRIETÁRIOS que por falta de informação NÃO buscar uma Assessoria de Imobiliária / Corretor de Imóveis e tentar negociar o seu imóvel por conta própria, sem a participação efetiva de um profissional da área, estarão sujeitos a terem dificuldades operacionais, administrativas, jurídicas e financeiras, entre outros, no inicio, durante, na conclusão e pós-processo da Venda e Compra, correndo o risco de fazer um mau negócio ou até mesmo cair em algum golpe. Durante o processo de uma venda e compra, felizmente, é uma minoria de proprietário que NÃO buscam a presença destes profissionais habilitados / credenciados, mas percebo no dia a dia que a tendência é de melhora deste índice, pois eles acabam tomando conhecimento que, conhecidos, amigos e familiares já tiveram algum dissabor “dores de cabeça” quando ocorreu alguma negociação sem a participação de uma Imobiliária / Corretor de Imóveis. Certamente muitas pessoas desconhecem as vantagens da participação da Imobiliária e do Corretor, e entendo ser pertinente chamar a atenção para que uma transação imobiliária não venha ser uma “grande dor de cabeça” e às vezes com amargos prejuízos financeiros, PORTANTO, relaciono abaixo, alguns motivos para que PROPRIETÁRIOS busquem uma Imobiliária e Corretor de Imóveis da sua confiança e credenciados pelo CRECI para ajudá-los e dar a devida tranquilidade e segurança nas várias etapas e que são diversas, até a finalização do processo de venda ou compra do seu imóvel (patrimônio), ou seja: PROPRIETÁRIOS VENDEDORES Fases e procedimentos necessários a serem analisados e observados no caso de VENDA DE IMÓVEIS, ou seja: AVALIAÇÃO DO IMÓVEL: Os proprietários necessitam obter uma noção clara e isenta do que realmente vale o seu bem, e sendo o profissional do ramo imobiliário que conhece a realidade do mercado na região e detém o conhecimento das transações realizadas e em andamento naquele mercado, ao aplicar o método que julgo ser o mais eficaz, ou seja, (Método da Comparação de Dados de Mercado), por comparação com imóveis semelhantes transacionados ou a venda onde se situa o imóvel avaliado, o dono terá uma AVALIAÇÃO JUSTA de sua propriedade. DOCUMENTAÇÃO DO IMÓVEL: é importantíssimo estar legalmente em ordem, pois influencia no valor de mercado e facilidade ou não da venda, e a Imobiliária e Corretor de Imóveis é que detém a expertise para poder examinar, aconselhar, sugerir medidas para a devida regularização, a fim de agregar valor e facilitar a venda à vista / financiamento e/ou liberação de FGTS. PROPRAGANDA EM MÍDIAS: Todos sabem do jargão popular que a propaganda é a “alma do negócio”, e sendo assim, a Imobiliária providencia publicações e divulgação do seu imóvel em seus Sites e Portais sem nenhum custo ao proprietário, assim, as chances de vender o seu imóvel aumentam. TEMPO E VISITAÇÃO: O Corretor de Imóveis elabora um plano de atendimento aos interessados com relação ao “perfil” do imóvel o que demanda muito tempo do profissional via telefone e presencial na Imobiliária, poupando os proprietários deste precioso tempo e dos custos decorrentes, bem como, a conciliação das visitas considerando a disponibilidade da família vendedora (dias e horários). APROXIMAÇÃO DAS PARTES: As Imobiliárias e Corretores de Imóveis já mantém um diálogo interativo e centrado nas necessidades dos clientes e muitas vezes já tem alguns cadastrados interessados em imóveis com o “perfil” e dentro do valor ou próximo do colocado à venda pelos Vendedores, e assim, facilita eventual negócio com mais rapidez. PROPOSTAS, NEGOCIAÇÃO E FECHAMENTO DO NEGÓCIO: Para que seja mais produtiva e eficiente, as reuniões devem ocorrer preferencialmente em local neutro, ou seja, em um ambiente que não tenha ligação com nenhuma das partes, e via de regra ocorre nas dependências da Imobiliária, onde os COMPRADORES ficarão mais a vontade e seguro com o respaldo da Administradora, a qual sempre buscará o equilíbrio, através de uma “negociação contributiva”, ou seja, também denominada de “Ganha - Ganha”, onde os envolvidos na negociação fiquem satisfeitos com o acordo obtido, bem como, no longo prazo, com o resultado do negócio realizado. RESPALDO JURÍDICO: A Imobiliária tem a responsabilidade de elaborar um “Instrumento Particular de Venda e Compra”, onde serão consignados de forma clara e detalhada os valores de venda e todas as condições e formas de pagamento acordadas entre as partes, bem como, demais cláusulas legais a fim de manter o contrato juridicamente “perfeito” e permitir as garantias para ambas às partes. FINANCIAMENTO E / OU LIBERAÇÃO DE FGTS: A grande maioria dos negócios que são realizados o pagamento não é à vista e sim através de recursos emprestados junto aos agentes financeiros e às vezes utilização de FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de serviço a fim de complementar o valor do imóvel, é não adianta o COMPRADOR informar os VENDEDORES que mantém conta por X anos no Banco A ou B e que o seu Gerente já lhe garantiu uma “Carta de Crédito”, pois, se a VENDA não esta sendo conduzida por uma Imobiliária / corretor ou um profissional com experiência em financiamento habitacional para analisar toda a documentação dos (vendedores / compradores e do imóvel) para preparar e acompanhar todo o processo até o recebimento dos recursos, CUIDADO, pois a probabilidade de alguma coisa dar errado e não sair o financiamento é potencialmente grande e aí, como provavelmente já existe um Instrumento Particular de Venda e Compra assinado entre as partes, e dependendo das cláusulas previstas, os VENDEDORES estarão “amarrados” sobre a possibilidade de não poder assinar um distrato do contrato, e assim, amargar prejuízos e não poder negociar o imóvel, aguardar decisão judicial, etc.. RECEBIMENTO TOTAL DOS VALORES / PÓS VENDA: A Imobiliária e Corretor de Imóveis tem a responsabilidade junto aos VENDEDORES de conduzir todo processo até a liberação e recebimento de todos os valores devidos pelos COMPRADORES, e os honorários só deverão ser pagos nesta oportunidade. Portanto, CUIDADO, evite aborrecimentos, stress e prejuízos financeiros, procurando sempre comprar ou vender o seu imóvel através de uma Imobiliária e Corretor de Imóveis habilitados e credenciados junto ao CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Em outra edição, comentaremos sobre as VANTAGENS e os cuidados a serem observados pelos COMPRADORES. Autor: Gerson Antoniel Gestor de Negócios Imobiliários www.ga-imoveisonline.com.br

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Crédito para veículos recua e para habitação sobe

O estoque de operações de crédito para a compra de veículos por pessoa física caiu 0,6% de setembro para outubro, segundo o Banco Central. Com isso, o total de recursos para a aquisição de automóveis está em R$ 202,327 bilhões. No acumulado do ano, ainda é verificada uma expansão do crédito para esse fim de 0,7%. Em 12 meses até outubro, a alta é de 1,6%. O BC tem revelado que esse estoque está se reduzindo nos últimos meses. As operações de leasing voltaram a registrar forte queda de setembro para outubro (-4,2%), com destaque para o recuo para pessoas físicas. No ano, até outubro, a queda das operações desse tipo de transação já é de 30% e, em 12 meses, de 36,2%. Os financiamentos feitos por meio de crédito direto ao consumidor ficaram estáveis em outubro na comparação com setembro. No ano, até o mês passado, ainda apresentam alta de 7,6%, assim como em 12 meses, que é de 10,5%. Habitação As operações de financiamento para habitação cresceram 2,7% em outubro ante setembro, totalizando R$ 263,213 bilhões. Na comparação com outubro do ano passado, a alta é de 38,8%. No crédito direcionado para habitação, a expansão foi de 2,7% em outubro ante setembro e de 37,8% na comparação anual, somando R$ 244,073 bilhões. Já no crédito livre para aquisição de imóvel, o crescimento foi de 2,1% ante setembro e de 52,7% ante outubro de 2011, para R$ 19,140 bilhões. (Fonte: Agência Estado).

Construção civil no Brasil deve crescer de 3,5% a 4% em 2013

A construção civil no Brasil deve consolidar no próximo ano a tendência de crescimento moderado, próximo de 4% ao ano, que começou a ser desenhada ao longo de 2012 e afastou o setor do avanço robusto visto há dois anos. O Produto Interno Bruto (PIB) do setor deve crescer entre 3,5 e 4% em 2013, projetou nesta quarta-feira o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (SindusCon-SP), praticamente o mesmo nível de alta esperado para este ano. "Vemos à frente um cenário de estabilização da construção civil, uma normalização do nível da atividade e do número de empregados", afirmou a jornalistas o vice-presidente de economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan. Segundo especialistas do setor, fatores como maior investimento em infraestrutura, retomada dos lançamentos e recuperação da cena macroeconômica como um todo devem contribuir para que o mercado imobiliário mantenha o ritmo de crescimento. O Sinduscon previa crescimento de 5,2% para 2012, mas, ao longo do ano, fatores como redução de investimentos pelas empresas, menores investimentos públicos em infraestrutura e morosidade na concessão de licenciamentos imobiliários levaram a uma redução da expectativa para alta de 4%. "Acreditava-se que em 2012 teríamos um cenário melhor, mas nem tudo foi como esperado", disse a economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ana Maria Castelo. Em 2010, ano de forte aceleração do setor, o crescimento foi de 15,2%, recuando para 4,8% em 2011. O mercado imobiliário brasileiro começou a sinalizar uma mudança de patamar já no final de 2011, com as empresas reduzindo lançamentos de novos projetos em prol de vendas de estoques e geração de caixa para retornar à rentabilidade. "Mas estamos longe de dizer que 2012 teve um cenário ruim", disse Ana Maria, destacando, entre os pontos positivos deste ano "os preços (de imóveis) que subiram menos, as vendas que mantiveram o ritmo de 2011 e o programa do governo voltado a infraestrutura, cujos efeitos devem ser percebidos mais fortemente apenas no final do próximo ano". O governo federal anunciou em agosto um pacote de concessões de ferrovias e rodovias, que prevê investimentos de 133 bilhões de reais em 25 anos. Após sofrer certa estagnação, o nível de lançamentos deve acelerar já a partir do atual trimestre, principalmente na capital paulista, onde a dificuldade de se obter licenças para novos projetos foi mais crítica, segundo Zaidan. "O município de São Paulo teve um represamento de projetos até setembro. Vamos ver, de agora até o primeiro trimestre de 2013, um acúmulo de lançamentos decorrente disso", disse ele. "Estamos otimistas com o número de lançamentos". Já os custos devem permanecer elevados "em 2013 pelo menos". "Preço de terrenos bem localizado e com potencial não cai, assim como preço de imóvel para de subir, mas não cai", afirmou Zaidan. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acumula alta de 6,93% em 2012 até novembro, e alta de 7,30% nos últimos 12 meses. Nesse sentido, a mão de obra, que neste ano teve a principal contribuição para a elevação de custos do setor, deve se manter como a maior preocupação para as empresas, com forte demanda por pessoal qualificado, segundo Ana Maria. O nível de emprego na construção civil no país acumula crescimento de 6,57 por cento neste ano até outubro, quando o setor empregava 3,415 milhões de trabalhadores, mas apenas 859 mil com carteira assinada. (Fonte: Reuters).