Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
IGP-M desacelera alta para 0,02% em outubro, diz FGV
O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) subiu 0,02% em outubro, ante elevação de 0,97% em setembro, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas), nesta terça-feira (30).
O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado. Segundo mediana de 25 projeções coletadas pela Reuters, o mercado projetava alta de 0,10 por cento do indicador em outubro. As contas variaram entre 0,01 e 0,23 por cento de alta.
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que responde por 60 por cento do índice geral, teve baixa de 0,20%, enquanto o IPC ( Índice de Preços ao Consumidor), com peso de 30 por cento, avançou 0,58%.
Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), com peso de 10 por cento no índice geral, registrou elevação de 0,24%.
O IGP-M calcula as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
(Fonte: Reuters).
Novo Código de Processo Civil torna mais rigorosas ações de cobranças de condomínio
Condôminos e compradores de imóveis inadimplentes devem se preocupar. O novo Código de Processo Civil promete mais rigor e celeridade nas medidas de cobrança. As mudanças legais permitirão, por exemplo, que o imóvel seja penhorado de imediato, com as ações podendo ser concluída em até dois anos, em média. As alterações, já em tramitação na Câmara dos Deputados, serão tema de seminário realizado pela Comissão de Direito Imobiliário do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), no próximo dia 12 de novembro.
O organizador do evento, Arnon Velmovitsky, presidente da Comissão, acredita que o novo código vai garantir mais segurança a moradores de condomínios. Ele ressalta que a inadimplência é responsável por boa parte de problemas nos edifícios, que não conseguem pagar os serviços e funcionários devido à falta de caixa.
“Atualmente, o devedor tem ampla gama de recursos: apelação, impugnação, agravos e pode recorrer aos tribunais superiores. Isso leva, no mínimo, dois anos, podendo se estender por até dez, dependendo do caso. A falta de celeridade tem levado muitas administrações quase à falência, o que prejudica os moradores”, avalia.
Entre os impactos do novo código no Direito Imobiliário está a transformação dos boletos de taxas de condomínios em títulos executivos extrajudiciais. Assim, os síndicos podem entrar com processos judiciais de execução direta.
“Dessa forma, conseguem levar o imóvel a penhora de imediato e a ação levará, em média, dois anos. O processo se torna mais rápido, sem perder a segurança das decisões. Isso também faz o condomínio economizar com os custos processuais, que devem inclusive ser ressarcidos pelo condômino conforme a sentença”, complementa Velmovitsky.
Corretor de imóveis brasileiro busca ampliar negócios nos EUA
Números da Miami Association of Realtors (a associação dos corretores local) apontam que clientes brasileiros respondiam, no fim do ano passado, por 12% de todo o mercado imobiliário de Miami. Isto faz com que o mercado americano também seja atrativo para corretores de imóveis brasileiros que busquem ampliar negócios. Este é o principal tema do Corretor Global edição Orlando, que ocorrerá no Estado da Flórida (EUA), nos dias 07 e 08 de novembro.
E iniciar os negócios significa uma busca constante. O corretor de imóveis, Leandro Oliveira, atua no mercado internacional há dez anos, por conta de um corretor americano que lhe ofereceu a oportunidade “Residia na Flórida e iniciei como auxiliar no processo de financiamento de casas. Posteriormente fiz o curso de Real State e assim fui me aprofundando no mercado americano e brasileiro”, afirma Oliveira.
Ética e profissionalismo são adjetivos que definem o trabalho dos corretores de imóveis nos EUA. “O corretor americano trabalha essencialmente na internet e há um vínculo de confiança entre profissionais. Para o mercado brasileiro seria interessante ter esse mesmo modelo de trabalho”, enfatiza.
Segundo o corretor de imóveis, Bruno Girard, participar de transações imobiliárias nos EUA pode trazer ao corretor de imóveis brasileiro um diferencial competitivo. “O corretor pode abrir um leque de serviços prestado ao cliente, alavancando possibilidades e ainda pode aumentar seus ganhos financeiros”, diz Girard, que há 14 anos atua em Miami.
Antes de fazer parcerias, conheça o mercado
Conhecer o mercado em que irá atuar é o primeiro passo para a busca de parcerias e negócios. Bruno Girard lista algumas dicas:
1. Procure um parceiro que tenha entre 8 e 10 anos de experiência, que conheça o modo de trabalhar com estrangeiros, pois ele possui informações sobre as áreas de maior valorização ou possíveis áreas de deterioração, bem como a situação econômica dos condomínios.
2. Os valores de comissão podem variar de parceiro a parceiro. Tenha claro o protocolo de trabalho e remuneração, para evitar problemas. Esta comissão vai depender do trabalho que o corretor vai fazer no Brasil de pré-qualificação.
3. Tenha uma noção dos tipos de contratos, etapas e tempos, os tempos de pagamentos, inspeção da unidade, leitura dos documentos do condomínio, e as perdas possíveis se os prazos não forem compridos.
Corretor Global edição Orlando
O Corretor Global edição Orlando será exclusivo à comitiva brasileira que irá participar do Realtors Conference & Expo, maior evento do mercado imobiliário mundial que ocorrerá dos dias 09 a 12 de novembro, também em Orlando. A programação terá um formato dinâmico com visitas técnicas e workshops sobre o mercado imobiliário norte-americano. Para acessar a programação completa e obter mais informações para participação, acesse www.eventousa.com.br. (Fonte: Redação Redimob).
Mudanças no Minha Casa, Minha Vida: em que direção?
No início de outubro, o Conselho Curador do FGTS resistiu às pressões para o aumento do limite máximo de renda familiar que dá acesso ao Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Ampliou, entretanto, os subsídios, reajustou os limites de renda das faixas intermediárias e o valor máximo dos imóveis. A elevação do teto atual de R$ 5 mil mensais para a renda e do valor máximo dos imóveis financiados pelo programa é defendida pelas construtoras imobiliárias sob a justificativa de permitir à classe média o acesso ao programa.
Vale ressaltar, contudo, que a classe média brasileira, segundo diferentes definições, já vem sendo atendida pelo MCMV. A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), por exemplo, define como classe média aqueles que recebem renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019. É importante, ainda, ter em mente que as famílias com rendas superiores ao teto do MCMV já são favorecidas pela existência de circuitos regulamentados de crédito que integram o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com funding nas cadernetas de poupança. É justamente o fato de ter como objetivo o atendimento das famílias cujo nível de renda lhes dificulta o acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH) que justifica o montante importante de subsídio que aporta o MCMV.
As fortes pressões no sentido de elevação dos tetos dos valores dos imóveis e da renda das famílias que balizam o acesso ao MCMV devem, entretanto, continuar presentes. Isso porque os retornos da atividade imobiliária são maiores nas faixas superiores de renda do programa, cujo mercado tende a se estreitar diante da escalada de preços de terrenos e de imóveis.
Alterações no programa devem calibrar incentivo à construção e a universalização do acesso à moradia digna
A busca de aperfeiçoamento do programa é fundamental, mas caminha na direção de viabilizar o atendimento da chamada Faixa I (isto é, de famílias com rendas de até três salários mínimos) que compreendem 89,6% do déficit habitacional brasileiro, segundo cálculo da Fundação João Pinheiro (FJP). Para essas famílias, a solução adotada pelo programa - a de produzir unidades habitacionais e entregá-las às famílias em troca de uma contrapartida financeira equivalente a 5% da renda familiar por 10 anos - tem se mostrado de difícil implementação do ponto de vista da oferta. Segundo a Caixa, das 1.691.626 unidades habitacionais contratadas entre abril de 2009 e maio de 2012, somente 677.769 unidades (40%) destinavam-se à Faixa I. A meta do programa (somando-se suas duas fases) era destinar ao menos 1,6 milhão de unidades para esse segmento (atualmente 2 milhões); o que não é muito se considerada a proporção dessa faixa de renda no déficit habitacional. Além disso, o desempenho obtido frente às metas regionais é bastante assimétrico, sendo os piores resultados encontrados nas regiões Sul e Sudeste.
As incorporadoras alegam que os limites de preços estabelecidos pelo governo são inferiores aos custos de produção. Desde o início do programa, em 2009, os reajustes nos limites de preço da Faixa I superaram 50% em todas as capitais do país e em alguns casos ultrapassaram 60%. Nesse mesmo período (abril de 2009 a julho de 2012), o INCC acumulado foi de 27,7% e o IPCA, de 19,4%. Mesmo descontando as exigências de melhorias construtivas que acompanharam essas alterações, o aumento real dos limites chegou, em alguns Estados do Nordeste a 28%.
A resposta ao problema não parece ser o aumento contínuo de limites de preços. O estudo recente de Mendonça e Sachsida1 (Ipea, agosto de 2012) alerta para a responsabilidade de o governo, ao validar a elevação dos preços dos imóveis, contribuir para a formação de uma "bolha" imobiliária no Brasil. Esse curso de ação põe em risco, ainda, a própria sustentabilidade do programa, pela erosão dos orçamentos dispensados, comprometendo o equacionamento do déficit habitacional. Nesse sentido, a expansão do MCMV e seus subsídios para rendas mais altas não é apenas socialmente injusta, mas agrava a atual situação. Tivemos essa experiência nos anos do BNH, conhecemos o seu resultado e não devemos repeti-la.
Será que, diante da exiguidade de renda de muitas dessas famílias, a solução recai unicamente na entrega de unidades prontas e acabadas, em geral mal localizadas? O já esquecido Plano Nacional de Habitação, finalizado em 2008, previa uma gama mais variada de soluções para o atendimento dessas famílias, respeitando também as diferenças regionais.
Estudos sugerem que a expansão da oferta de novas unidades não é o único caminho para o enfrentamento do déficit habitacional. De acordo com a FJP, em 2008, o segundo maior componente do déficit, responsável por 34% do total, era o ônus excessivo com aluguel (mais de 30% da renda). No Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, o ônus excessivo era o maior componente do déficit, representando 48%, 43% e 38% respectivamente. Estudo de Magalhães Eloy & Paiva2, com base na Pnad 2009, aponta para um crescimento deste componente, passando a representar 39% do déficit habitacional total. Este componente exprime uma condição de "financial burden", a rigor, uma situação que poderia ser enfrentada sem a construção de novas unidades, em franco contraste com os demais componentes do déficit habitacional que requerem, de fato, o incremento do estoque habitacional - a coabitação familiar, a precariedade e o adensamento excessivo.
Alterações no MCMV devem calibrar o incentivo à construção de moradias - que tem papel importante como dinamizador da economia - com a universalização do acesso à moradia digna, meta máxima da nossa Política Nacional de Habitação. Para isso, é imperioso aliar as políticas de subsídio habitacional a políticas fundiárias e urbanas, que mobilizem os instrumentos de inserção urbana com a elevação do número e da qualidade da produção habitacional recente. Somente dessa forma o governo poderá mitigar a apropriação dos subsídios pelos agentes dos mercados fundiário e imobiliário por meio da elevação dos preços.
1 Mendonça, M. & Sachsida, A. "Existe bolha no mercado imobiliário brasileiro?" TD nº1.762, agosto de 2012.
2 Magalhães Eloy, C.; Paiva, H. Paving the Way to Extend Mortgage Lending to Lower Income Groups in Brazil: The Case of the French System. Housing Finance International, ago/2011.
Claudia Magalhães Eloy é urbanista, participou da formulação do Plano Nacional de Habitação (2008) - Ministério das Cidades. Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo na FAU-USP. E-mail: claudiamagalhaes@usp.br.
(Fonte: Valor Econômico)
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Prédios no centro de SP terão 2.440 moradias populares
Eles já foram prédios disputados e reduto da classe alta paulistana. Alguns abrigaram antigos hotéis imponentes. Hoje, após anos de degradação, se preparam para receber moradores que nos seus "anos áureos" não teriam condições de habitá-los.
Em breve, 2.440 apartamentos nesses prédios serão os novos endereços de moradores de baixa renda. Essas unidades estão em prédios como o que abriga a tradicional cantina Gigetto, na Rua Avanhandava - que concentra restaurantes na região.
Ao edifício onde funciona o Gigetto se juntarão os prédios dos antigos hotéis Cineasta, na avenida São João - próximo à Ipiranga -, Lord, na rua das Palmeiras, e Cambridge, na av. Nove de Julho.
Essas 2.440 unidades de apartamentos populares estão hoje em fase de construção ou em projeto, no centro. Entre prédios novos e os que estão sendo reformados para abrigá-las são 17 edifícios.
Desses, sete estão sendo feitos diretamente pela prefeitura. Os demais, em parceria com a iniciativa privada. Em todos os casos o térreo dos prédios terá áreas comerciais --bancos, restaurantes e supermercados, por exemplo.
Estes são os primeiros de uma lista de 53 imóveis já localizados pela prefeitura no centro e onde é possível instalar residências. Com contratos assinados, ao próximo prefeito caberá só concluir as obras.
O objetivo é beneficiar famílias com renda de até dez salários mínimos. O déficit habitacional, segundo a Secretaria Municipal de Habitação, é de 226 mil casas populares.
Os detalhes do projeto serão apresentados quinta-feira, num seminário sobre a revitalização do centro que a ACSP (Associação Comercial de São Paulo) promove na universidade Mackenzie.
Especialistas avaliam de forma positiva o projeto, mas fazem considerações sobre organização, segurança e viabilidade financeira dos condomínios.
Em dois casos, os próprios donos dos edifícios decidiram reformar e vender os apartamentos. A medida evitou a desapropriação do imóvel que abriga o Gigetto, e como resultado, do restaurante.
Segundo o secretário de Habitação, Ricardo Pereira Leite, a prefeitura desapropriaria o prédio para reformá-lo e fazer apartamentos populares.
Porém, como o prédio não tem registro da incorporação, por ser da década de 1950, não seria possível desapropriar só os apartamentos e deixar a área do restaurante de fora.
"Os proprietários se juntaram e decidiram fazer a obra. Nossa única exigência foi que 20% dos apartamentos seja para famílias de até três salários mínimos", afirmou.
Se o prédio fosse desapropriado, o restaurante seria fechado e a área comercial, leiloada. Os donos do Gigetto poderiam entrar na licitação, mas não haveria garantia de que eles venceriam. (Fonte: Folha de S. Paulo)
Preço do aluguel acumula alta de 10,3% em 1 ano em SP, diz Secovi
Os contratos de aluguel assinados em setembro na cidade de São Paulo apresentaram valores 0,2% mais altos do que os firmados no mês anterior, mostra pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Segundo o levantamento, a variação acumulada em 12 meses totalizou 10,3%, o menor percentual desde março de 2010, quando esse índice foi de 10,02%.
“A demanda por imóveis para alugar vai continuar sendo muito mais alta que a oferta na capital paulista, resultado da escassez de incentivos para que as pessoas invistam em imóveis para locação. Porém, a redução do valor acumulado, observada desde junho, pode indicar uma tendência à estabilização de preços no médio e longo prazos”, afirma Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.
Apesar desse comportamento, os aluguéis continuam tendo, no acumulado do ano, desempenho muito superior ao dos indicadores de preço. Enquanto o valor do aluguel subiu 10,3%, o IPCA ((Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) variou 5,28% no mesmo período e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que corrige a maioria dos aluguéis em andamento, 8,07%.
(Fonte: G1).
Imóveis: investir esperando valorização com Copa e Olimpíada é ilusão, diz coordenador do FipeZap
Quem pretende investir em imóveis não deve achar que a Copa do Mundo e as Olimpíadas ainda serão grandes “gatilhos” para a elevação dos preços. Na opinião do coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, os eventos olímpicos não terão grande influência sobre o preço desses bens, a não ser em casos muito específicos – e que já estariam precificados.
“No caso de um bairro muito próximo de algum estádio, como Itaquera, por exemplo, que vai abrigar o estádio do Corinthians, pode ser que haja alguma valorização, mas isso já está precificado. Outros bairros ou cidades que não tenham nenhuma relação com os jogos não terão nenhum impacto. Isso é uma ilusão”, disse Zylberstajn, durante o 4º Seminário de Private Banking realizado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em São Paulo.
Na opinião de Zylberstajn, o investidor que quiser comprar imóveis agora deve priorizar o recebimento de aluguéis em vez de esperar uma valorização muito grande no preço do bem. Ele lembra que a alta foi muito forte nos últimos anos, mas a tendência é que haja uma estabilização dos preços daqui para frente.
De acordo com o próprio FipeZap, de janeiro de 2008 até setembro deste ano, o preço dos imóveis residenciais na cidade de São Paulo avançou 151,3%. No Brasil, de outubro de 2010 até o nono mês deste ano, a valorização foi de 52,3%.
“Quem comprou imóveis nos últimos anos se deu muito bem. Mas se o que motivou a elevação do preço dos imóveis for a maior oferta de crédito e este crédito está se estabilizando, é natural que não haja mais uma elevação tão grande. Acho que quem comprar agora não deve ter esta expectativa”, concluiu.
(Fonte: InfoMoney).
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