sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Lopes é a empresa top of mind do setor imobiliário segundo pesquisa do IBOPE

A maior consultoria de lançamentos de imóveis conquistou 38% do total das menções espontâneas de conhecimento de marca. O levantamento indicou também que quando estimulados, 90% dos entrevistados demonstraram conhecimento da marca e 96% considerariam a Lopes na hora de comprar um imóvel. Além disso, 67% já tiveram algum tipo de contato com a maior empresa de intermediação e consultoria imobiliária e desse total 76% recomendariam seus serviços. *Fonte: IBOPE Inteligência, em pesquisa realizada com pessoas residentes na cidade de São Paulo, sendo 200 entrevistas online com homens e mulheres de 25 anos ou mais, com renda composta para compra de imóvel superior a R$ 10 mil por mês, com intenção de compra de apartamento novo (nunca habitado) ou lançamentos nos próximos 12 meses, entre os dias 26/07 e 08/08 de 2012, através de questionário aplicado via internet. A margem de erro é de até 7 pontos percentuais.

Caixa liberou R$ 80,2 bi para crédito imobiliário no ano

A Caixa Econômica Federal alcançou nesta semana o volume de R$ 80,2 bilhões em financiamentos imobiliários, montante que já equivale aos empréstimos feitos em todo o ano passado. Nos dados levantados pelo banco, o crédito imobiliário entre 1º de janeiro e 23 de outubro de 2012 já superou em 36,2% o registrado no mesmo período de 2011, quando foram emprestados R$ 58,8 bilhões. A expectativa da Caixa para o final de 2012 é de atingir a marca recorde de R$ 100 bilhões de empréstimos para a casa própria. Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o crescimento nos empréstimos imobiliários pode ser associado ao Programa Caixa Melhor Crédito, lançado pelo banco em abril deste ano, que teve como pilares a redução acentuada das taxas de juros e o aumento do volume de recursos disponíveis ao mercado. "Com o programa, reduzimos as taxas de juros do crédito imobiliário em até 21% e, para as operações com recursos da poupança, aumentamos o prazo de financiamento de 30 para 35 anos. Essas mudanças ampliaram a capacidade de pagamento das famílias", afirmou o banco em nota. (Fonte: Agência Estado)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Entenda o que mudou com a portabilidade do financiamento imobiliário

Entenda o que mudou com a portabilidade do financiamento imobiliário 23/10/2012 A troca do financiamento imobiliário de um banco que cobra taxa de juro maior para outro com taxa menor pode, na prática, tornar-se financeiramente inviável. A nova lei que facilita a migração de dívida remove um dos principais empecilhos até então apontados para a portabilidade do crédito: o custo de um novo registro do imóvel, que pode chegar a 3% do valor do bem. Porém, o banco que recebe o crédito originado por outra instituição vai fazer um novo contrato. E é aí que as coisas podem complicar, uma vez que um novo contrato requer uma nova avaliação do imóvel. A nova lei de portabilidade reduz o custo da troca de dívida imobiliária de um banco para outro que cobre uma taxa de juro mais baixa. Não há mais necessidade de se fazer um novo registro do imóvel, custo que pode chegar a 3% do valor do bem. Permanece a taxa de registro da garantia (em São Paulo, ela custa 530 reais para um financiamento de 350 000 reais). Cuidado: a valorização dos imóveis nos últimos anos pode, na prática, elevar o saldo devedor do empréstimo que migrar de um banco para outro. Verifique o saldo devedor de seu financiamento atual, vá a outros bancos e simule quanto ficaria esse saldo quando calculado pelo valor atualizado do imóvel. (Fonte: Você S/A).

Presidente da OAB-SP ressalta importância dos Conselhos

Para garantir segurança à sociedade, algumas profissões regulamentadas contam com Conselhos Profissionais, que atuam no sentido de fiscalizar seus inscritos, e ainda inibir a atuação daqueles que trabalham sem estarem preparados e certificados para a função. Neste sentido, na última terçafeira, o presidente em exercício da OAB SP, Marcos da Costa, falou no CRECISP sobre a importância dos Conselhos Profissionais e ordens existentes. O palestrante iniciou seu discurso dando um breve histórico sobre o surgimento dessas autarquias, destacando a diferença com outros países, onde o controle profissional é feito somente ou em parceria com o poder público. ``Posso citar como exemplo o direito. Nos países da América, o controle disciplinar do exercício da advocacia é feito pela magistratura, quem entrega a carteira é o magistrado, que também é quem fiscaliza a profissão``. Costa defendeu a existência dessas autarquias não somente se limitando ao profissional, mas exercendo um papel social de suma importância. ``Este espaço que nós conquistamos ao longo da nossa existência, trabalhando para se ter um profissional qualificado no exercício das atividades, é uma contribuição que nós damos ao estado democrático de direito, através da segurança jurídica que o cidadão tem por esses profissionais qualificados que compõem os nossos conselhos``, afirmou. Ao final, o palestrante agradeceu a oportunidade e se mostrou positivo, afirmando que a soma dos esforços das duas entidades ``permitirá um aperfeiçoamento profissional de um lado e de outro e também uma contribuição maior para a sociedade``. Fonte: CRECISP

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Saiba o que observar para amortizar o financiamento imobiliário

Quanto maior o valor da entrada, menor a taxa de juro cobrada A concorrência bancária começa a chegar aos financiamentos imobiliários. Essas operações, que já chegaram a ter taxas acima de 12%, hoje podem ser encontradas a um custo efetivo total de 7,9%. Por isso, nada de fechar uma operação com o primeiro agente financeiro. Também nesta seara é preciso pesquisar. Na verdade, contratar um financiamento imobiliário exige paciência para muita pesquisa. Pois, como são operações de longo prazo, qualquer diferença no custo provoca um impacto significativo na renda das famílias. Cada caso é um caso, mas há regras gerais que podem auxiliar na escolha do melhor modelo para você. Por exemplo, em mais de 90% dos casos, os financiamentos atuais são feitos pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) e não pela Tabela Price. Isso porque, na tabela price você paga prestações menores no início do financiamento, mas elas não amortizam o saldo devedor. Esta amortização só terá início a partir da metade do prazo do financiamento. Segundo consultores financeiros, para entrar num financiamento imobiliário com mais segurança é necessário observar o valor da entrada. O melhor, segundo eles, é financiar apenas 50%, ou seja, ter pelo menos a metade do valor do imóvel como entrada. Mas a média no mercado é de operações com entradas que variam de 30 a 40% do valor do imóvel. Quanto maior o valor da entrada, menor a taxa de juro cobrada porque o “risco” de o tomador do empréstimo não conseguir honrar a dívida é menor. Mas essas são regras gerais, é claro que há condições específicas que devem ser avaliadas. Por exemplo, se você não tem filhos, não tem dívidas e nenhuma obrigação financeira pode sim entrar num financiamento com um valor bem menor de entrada. Afinal, sua renda disponível é maior do que uma família com crianças e que tenha outros endividamentos como automóveis. O casal Lucas e Ludmila, de Salvador, quer amortizar a dívida, mas eles têm dúvidas se fazem abatendo no valor das prestações ou no prazo do financiamento. A regra diz que quanto menor o prazo, menos juros você paga. Mas é necessário avaliar caso a caso. A prestação do financiamento de Lucas e Ludmila está consumindo uma parcela muito alta da renda da família. Neste caso, reduzir o valor da parcela passa a ter um peso importante na hora da decisão. Para saber como amortizar o seu financiamento imobiliário, você deverá levar em conta as seguintes variáveis: - Taxa de juro embutida; - Prazo restante do financiamento; - Sua idade (ela influencia no preço do seguro); - Sistema de amortização; - Saldo devedor. Fonte: Jornal da Globo (por Mara Luquet)

Itaim lidera em velocidade de vendas

Empreendimentos no bairro da zona oeste vendem mais de 70% na fase de lançamento, aponta pesquisa 24/09/2012 por Imovelweb Em um primeiro momento é natural pensar que, em um bairro com alta concentração de renda, os lançamentos imobiliários sejam vendidos mais rapidamente. Mas um estudo feito por ex-alunos da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) mostra que nem sempre as duas variáveis se interligam. Durante o "boom" imobiliário na cidade de São Paulo, que ocorreu de 2008 a 2011, a velocidade de vendas de imóveis foi coerente com o poder aquisitivo dos bairros em 60% dos casos. Para 2012 e 2013, esse percentual deve cair devido a um excesso de lançamentos em determinadas áreas e a fatores como faixa etária e renda familiar, fazendo com que se torne essencial, para incorporadoras e construtoras, fazer pesquisas de mercado antes de lançar empreendimentos. Essas são algumas das principais conclusões do estudo "Renda dos Domicílios Versus Velocidade de Venda: o Impacto no Desempenho de Comercialização nos Diferentes Bairros da Cidade de São Paulo", de autoria dos pesquisadores Israel Beigler e Wagner Laurindo Dias, que será apresentado na 12ª Conferência Internacional da Lares (Latin American Real Estate Society), que acontece de 19 a 21/9 em São Paulo. O foco do trabalho, ao qual a Folha teve acesso com exclusividade, foi a velocidade de venda de imóveis residenciais de médio padrão (de R$ 300 mil a R$ 500 mil) no período de 2008 a 2011. Foram avaliados 55 bairros, onde a empresa Geoimovel mapeou cerca de 38 mil unidades. O bairro campeão foi o Itaim Bibi, na zona oeste, com percentuais de vendas entre 71,47% e 100% no decorrer dos cinco estágios avaliados (lançamento, pós-lançamento, início de obras, início do desembolso do banco e aproximação do período de entrega das chaves). O último colocado foi São Lucas, na zona leste, que atingiu 70% das vendas apenas no último estágio dos empreendimentos. O que chama a atenção na pesquisa é a ascensão de bairros como Casa Verde, Brás e Pari, que no período analisado também tiveram mais lançamentos. Beigler afirma que outros fatores influenciaram. "Lançamentos mais antigos e regiões diferenciadas dentro do próprio bairro também mexem com as vendas." Dias pondera que os bairros com menor renda e boa velocidade de vendas eram tidos como "fora de moda" no passado. "Havia uma escassez de lançamentos nesses bairros, que tinham o preço do metro quadrado bem inferior e pequena parte da população com renda acima de dez salários mínimos, o que fez com que os lançamentos tivessem ótimo desempenho de vendas", afirma. Fonte: Folha de S. Paulo

Estimativa de inflação oficial este ano tem leve alta e chega a 5,43%

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 5,43%, o que representa um leve aumento de 0,01 ponto percentual em relação à estimativa anterior. É a 14ª vez seguida que a estimativa de analistas do mercado financeiro para esse índice sobe. Em 2013, a expectativa é que o IPCA fique em 5,42%, contra 5,44% previstos na semana passada. É a terceira redução consecutiva na projeção para o índice. Essas informações constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com base em estimativas para indicadores econômicos feitas por instituições financeiras. As projeções para o IPCA estão acima do centro da meta, 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. Com a economia em ritmo mais lento, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC iniciou em agosto do ano passado processo de redução da taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a taxa está no menor nível histórico, 7,25% ao ano. A Selic menor estimula a atividade econômica, que, na expectativa do BC, deve ganhar impulso no semestre e em 2013. Mas, com isso, a inflação ficará acima do centro da meta. Depois do último corte na Selic, na semana passada, os analistas esperam por manutenção da taxa no atual patamar na última reunião do ano do Copom, marcada para os dias 27 e 28 de novembro. Em 2013, entretanto, eles esperam que a Selic encerre o período em 8% ao ano. O boletim Focus traz também estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), mantida em 4,48%, em 2012, e em 4,91%, em 2013. A estimativa para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 8,74% para 8,81%, este ano, e de 5,38% para 5,32%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção foi alterada de 8,6% para 8,49%, este ano, e foi ajustada de 5,25% para 5,18%, no próximo ano. A expectativados analistas para os preços administrados passou de 3,5% para 3,45%, este ano, e de 4% para 3,5%, em 2013. (Fonte: Agência Brasil)