terça-feira, 18 de setembro de 2012

Senado aprova PL que torna corretor de imóveis empreendedor individual

O Brasil possui, atualmente, mais de quatro centenas de profissões que fazem parte do Microempreendedor Individual. Em abril, menos de dois anos depois da legislação entrar em vigor, o país atingiu a marca de um milhão de empreendedores individuais. Agora o Corretor de Imóveis também poderá fazer parte desse rol de contemplados, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou, esta semana, o projeto de lei complementar (PLS 90/10) do senador Fernando Collor (PTB-AL) que inclui além dos corretores, os escritórios de engenharia e arquitetura, os prestadores de serviços nas áreas de desenho industrial, design de interiores e transporte turístico. Na avaliação do senador Cyro Miranda, relator da proposta na CAE, a medida faz justiça a atividades que exigem conhecimentos técnicos específicos e, por isso, precisam ser valorizadas e profissionalizadas. O Microempreendedor Individual tem uma série de benefícios, como o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. Além de ser enquadrado no Simples Nacional, ele também recolhe à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias são atualizadas, anualmente, de acordo com o salário mínimo. Com essas contribuições, o Empreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. Segundo Ovídio Maia, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), o projeto é o ponta pé inicial para o empresário do futuro. O SECOVI/DF cita alguns pontos importantes que irão favorecer o Corretor de Imóveis na categoria de Empreendedor Individual: 1 - a proposta traz um amparo legal para aqueles que estão iniciando na profissão; 2 - traz estabilidade para a categoria autônoma de financiar a casa própria, já que possuirão comprovante de renda; 3 - não há renúncia fiscal, porque o profissional cumprirá com suas obrigações fiscais e tributárias dentro da lei; 4 - o profissional conseguirá se estabelecer legalmente como empreendedor individual, sem burocracia. A matéria segue, agora, para votação no Plenário do Senado, em regime de urgência, conforme requerimento do senador Gim Argello (PTB-DF). Fonte: SECOVI

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Marketing imobiliário Artigos Guia de fornecedores Área acadêmica Notícias do mercado imobiliário Imóveis Imóvel na planta: bom ou mau negócio?

Rodolfo Scamilla, presidente da Total Construtora S/A, dá dicas para evitar que o sonho vire pesadelo Os imóveis comprados na planta hoje podem alcançar uma valorização de até 50% na entrega das chaves, uma boa opção para quem busca um imóvel novo e não tem muita pressa para a mudança ou ainda pensa na compra como um investimento, mas o sonho e bom negócio podem se transformar em pesadelo caso os prazos da entrega não sejam cumpridos. Rodolfo Scamilla, diretor-presidente da Total Construtora S/A, experiente engenheiro formado pela Unicamp e especialista no assunto dá algumas dicas para reduzir os riscos na negociação: • Checar o passado da construtora. A compra de um imóvel sempre envolve uma quantia significativa de dinheiro, o comprador não deve confiar apenas na conversa do corretor imobiliário. Consulte se a empresa teve alguma reclamação no Procon ou algum tipo de pendência na justiça, converse com outros compradores de algum imóvel da companhia para checar a qualidade, prazo de entrega e idoneidade da construtora. • Exija documentação do empreendimento registrado em cartório, todas as incorporadoras precisam registrar um conjunto de documentos que inclui o terreno onde será construído o prédio, o projeto aprovado pela prefeitura, entre outros. • Registre a compra do imóvel em cartório, tornando-a oficial. A TOTAL atua há dez anos na região do Vale do Paraíba e se destaca desde sua fundação pela qualidade de suas obras, cumprimento de prazos e rentabilidade. Em sua carteira, mais de 750 unidades entregues e atualmente 230 em construção. A credibilidade da empresa é comprovada pelos certificados ISO 9001, e PBQP-H Nível A. Fonte: Assessoria Márcia Stival

Corretor de imóveis: 50 anos de histórias e conquistas

A regulamentação da profissão chega ao seu cinquentenário neste dia 27. Confira os principais fatos que marcaram a profissão neste período. 27 de agosto de 2012. Há cinquenta anos, o mercado imobiliário dava um novo passo para uma história de profissionalismo e comprometimento não apenas com o setor, mas com a sociedade. A regulamentação da profissão do corretor de imóveis, através da Lei n° 4.116, de 27 de agosto de 1962, dá uma nova conotação à atividade. Não só o corretor de imóveis é reconhecido, como os órgãos da categoria. O ano de 1962 foi o marco inicial para uma história de conquistas e lutas. Acompanhe os principais fatos que fizeram parte desta história. • Além da promulgação da Lei nº 4.116 no ano de 1962, também foi constituída a primeira diretoria do Conselho Federal de Corretores de Imóveis – Cofeci e a criação de Conselhos Regionais, a exemplo dos CRECI’s do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Pernambuco (o mais antigo do Nordeste). Estes conselhos foram criados logo na primeira reunião do Cofeci. • Neste ano, também ocorreu o II Congresso Nacional de Corretores de Imóveis, em São Paulo. • Em 12 de maio de 1978, foi sancionada pelo então presidente Ernesto Geisel a Lei n° 6.530, que deu nova regulamentação à profissão de corretor de imóveis. Corretor de imóveis nos dias de hoje Hoje, aquele que almeja ser corretor de imóveis, tem à sua disposição uma infinidade de ferramentas que visam capacitar e conectar os profissionais do setor. Segundo o corretor de imóveis, Rodrigo Barreto, as redes sociais são fundamentais para ampliação de relacionamentos neste mercado. “Estes canais sociais são o diferencial para o relacionamento com os demais colegas e elo de comunicação com as instituições que nos regula, mas é importante alias estratégias offline para que as ações obtenham mais êxito. Com certeza, este é um momento histórico e de solidificação deste mercado” afirma, em seu blog. Parabéns a todos os corretores de imóveis que fazem parte desta história. Fonte: Redimob

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Metro quadrado custa, em média, R$ 8.260

O índice FipeZap, que acompanha o preço médio do metro quadrado de APARTAMENTOS em seis municípios do País e no Distrito Federal, teve alta de 1% em agosto, o mesmo valor registrado nos dois meses anteriores. Na média, o valor do metro quadrado ficou em R$ 6.799 no mês passado. Em Brasília, observa-se o custo mais alto (R$ 8.284). Em seguida, vêm Rio (R$ 8.260) e São Paulo (R$ 6.703). O mais barato é em Salvador (R$ 3.800). No Rio, o bairro mais valorizado é o Leblon (o metro quadrado custa R$ 18.332). Em São Paulo, o valor dos imóveis localizados no Ibirapuera/Vila Nova Conceição, zona sul da capital, é 315,2% maior que o do bairro mais barato da cidade, Cidade Antônio Estêvão de Carvalho (zona leste). Fonte: Zap Imóveis

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Abecip: “As construtoras pisaram no freio de arrumação”

Apesar de notícias ruins sobre atraso de obras e problemas nas principais construtoras, logo depois de um boom de abertura de capital de gigantes brasileiras, a construção civil vive um momento de maturidade e abre perspectivas promissoras para o crédito imobiliário em 2013. - As construtoras pisaram no freio de arrumação -, afirma o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior. O esfriamento, justo na hora em que a economia precisava tanto da pujança do setor, se deveu mais à gestão do que ao fantasma da inadimplência que apareceu com a crise mundial. - Houve uma compra exagerada de terrenos, como o setor tem um ciclo longo, agora tem que ajustar o caixa. Não pode errar em 1% que seja. As empresas apostaram em patamares altos de crescimento – de 65%, 42% ao ano, como em 2010 e 2011. - Agora estão colocando a casa em ordem. A expectativa de crescimento do crédito este ano é de 20%, dentro do ritmo considerado normal para o setor, de 15% a 25%. Talvez este processo de amadurecimento seja benéfico para o setor. E ensine uma lição: se por um lado os IPOs melhoram a governança e o financiamento, por outro também provocam a tentação de um inchaço nos balanços por meio do estoque de terrenos, sobretudo nas empresas onde impera a remuneração por bônus. (Fonte: IG Economia).

Custo da construção em SP sobe 0,14%, diz Sinduscon

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção no Estado de São Paulo registrou leve alta, de 0,14%, em agosto ante julho. Calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para a utilização nos reajustes dos contratos de obras. Em agosto, os custos das construtoras com materiais subiram 0,33% sobre julho, enquanto os custos com mão de obra e administrativos (salários dos engenheiros) ficaram estáveis na mesma base de comparação. A média ponderada entre os três itens resultou na variação de 0,14% do CUB representativo da construção paulista (RN-8), que neste mês ficou em R$ 1.019,77 por metro quadrado. No acumulado de 2012, o CUB registra alta de 6,77%, com elevação de 9,67% nos custos com mão de obra, avanço de 3,00% nos custos com materiais e acréscimo de 7,68% nos custos administrativos. Nos últimos 12 meses encerrados em agosto, a variação do CUB é de 7,06%. No mês passado, dois dos 41 insumos da construção pesquisados aumentaram acima do IGP-M do mês, que registrou alta de 1,43%. Entre os que tiveram os maiores reajustes no mês estão disjuntor tripolar 70 A (1,60%); placa de gesso para forro sem colocação (1,56%); granito polido para piso 40×40 cm (1,37%); óleo diesel (0,95%); aço CA-50 10 mm (0,94%); brita 2 (0,78%) e fio cobre anti-chama isol. 750 V 2,5 mm? (0,45%). (Fonte: Agência Estado).

Brasil entra no grupo das 50 economias mais competitivas do mundo

O Brasil subiu cinco posições neste ano no ranking de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial e entrou pela primeira vez no grupo das 50 economias mais competitivas do mundo. O Brasil figura agora na 48ª posição num ranking com 144 países. Este é o segundo ano seguido de melhora na classificação brasileira. Em 2011 o Brasil também havia subido cinco posições. O Relatório Global de Competitividade, que será divulgado nesta quarta-feira, identifica avanços no quadro macroeconômico; no ambiente de negócios associado à expansão do mercado interno; e no acesso ao crédito, entre outros pontos que ajudaram na melhor classificação brasileira. Suíça e Cingapura se mantêm como primeiro e segundo colocados. Os Estados Unidos perderam dois postos e estão agora em sétimo lugar. O relatório é baseado em estatísticas dos países avaliados e também de instituições internacionais e ainda em pesquisa de opinião feita com executivos. No Brasil, a Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais, é a instituição responsável pela análise e coleta de dados. Carlos Arruda, coordenador do núcleo de inovação da fundação e responsável pela análise dos dados brasileiros do ranking, diz que a melhora brasileira no pilar “Ambiente Macroeconômico”, no qual o país saiu da 115ª posição no ano passado para a 62ª neste ano, se deve em parte a uma mudança metodológica do relatório. A macroeconomia é um dos 12 pilares avaliados no ranking. Neste ano o Fórum Econômico Mundial não usou em sua avaliação o indicador sobre spread bancário, que vinha sendo uma variável que influenciava negativamente o índice de competitividade do Brasil. Segundo Arruda, fazia anos que a organização do ranking questionava o uso dessa variável, dadas as diferenças de cálculo de país para país. No ano passado, nesse critério, o Brasil ficou em 137º lugar num ranking com 144 economias. O relatório, diz Arruda, subtraiu outras três ou quatro variáveis na edição deste ano. Para ele as medidas que o governo vem tomando nos últimos meses para incentivar o crescimento econômico, entre elas as desonerações de setores da economia e a sequência de reduções da taxa básica de juros, que se refletem parcialmente nos juros cobrados pelos bancos, não seriam capazes por si só de empurrarem o Brasil cinco posições neste ano. No entanto, o avanço do Brasil no ranking não se limita à questão de nova metodologia. “Na nossa análise, mesmo se a metodologia não tivesse sido alterada e se o Brasil tivesse se mantido na 137ª posição na variável do spread, o país iria ganhar ao menos uma posição na colocação geral do ranking”, diz Arruda. “A percepção da comunidade empresarial é positiva em relação às medidas que o governo vem tomando”, continua Arruda. A questão é como preservar esse movimento de melhora na competitividade. Para ele, o caminho é o aumento dos investimentos públicos prioritariamente em infraestrutura, atraindo consigo capital privado, e uma simplificação do marco regulatório e tributário, tornando ações pontuais de desoneração fiscal para alguns setores em políticas de longo prazo. Na edição deste ano do Ranking da Competitividade o Brasil foi mais bem avaliado e ganhou posições em áreas importantes, uma delas a da eficiência do mercado de trabalho, que trata dos custos de demissão e contratação, por exemplo. Nesse quesito, o Brasil saltou 14 posições. Outra melhora se deu no campo chamado de eficiência do mercado de bens, que reúne informações e impressões sobre a burocracia para se abrir uma empresa e também sobre benefícios, como as desonerações, a alguns setores. Nesse indicador, o Brasil ganhou nove posições. Entre as áreas nas quais houve recuo está a da inovação, um dos pilares do ranking. O Brasil perdeu cinco posições, caindo do 44º para o 49º lugar. Esse resultado foi puxado principalmente pelo indicador que mede a disponibilidade de engenheiros e cientistas no país. Nesse critério especificamente o Brasil perdeu 22 posições — em 2011, já tinha caído 23. No item educação superior e formação técnica houve também uma piora e a perda de nove posições no ranking. Outros gargalos antigos da economia brasileira continuam aparecendo como obstáculos para a competitividade do Brasil em relação a outros países. Entre esses problemas está a qualidade da educação de modo geral – indicador no qual o Brasil aparece na parte inferior do ranking na 116ª posição. Outra variável cujo desempenho brasileiro é avaliado como muito ruim é o do volume de impostos como limitador ao trabalho e aos investimentos. Entre 144 países do ranking o Brasil é o último nesse critério. Na comparação com os países dos chamados Brics, grupo de países emergentes com grandes populações, o Brasil foi o único que subiu no ranking de competitividade neste ano. A China, segunda maior economia do mundo, perdeu três posições, ficando em 29º lugar. Os demais estão todos atrás do Brasil. A Rússia desceu um degrau, ficando na 66ª posição; a Índia desceu três, ficando na 59ª; e a África do Sul desceu dois, ficando em 52º lugar. (Fonte: Valor Online).