Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Todo cuidado é pouco! Veja documentos a serem pedidos ao comprar um imóvel
Ao adquirir um imóvel, o comprador deve cercar-se de todos os subsídios que o façam ter certeza de que a propriedade está livre de quaisquer ônus, bem como se o vendedor está livre de dívidas, ou caso as tenha, que possa saldá-las.
Isso porque, segundo explica a advogada, especialista em direito cível e sócia do escritório Braga e Balaban Advogados, Isabella Menta Braga, na maior parte das vezes, os problemas relacionados à venda de imóvel acontecem por conta de dívidas que recaíram sobre o bem em processos judiciais e que não eram do conhecimento do comprador. Como consequência, a pessoa pode perder a propriedade em decorrência de desfazimento do negócio.
“Se uma pessoa adquirir imóvel cuja venda, posteriormente, for verificada como realizada em fraude, ou seja, quando seu proprietário tinha dívidas a quitar, estará correndo o risco de perder o bem, caso não consiga comprovar que foi adquirido em total boa-fé e desconhecimento do débito”, ressalta a advogada.
Documentos
Assim, na tentativa de prever futuros aborrecimentos e dores de cabeça, Isabella aponta quais documentos devem ser pedidos pelo comprador para que o vendedor apresente, antes de fechar negócio.
Segundo ela, a análise dessa documentação possibilitará que o comprador verifique eventuais riscos para o negócio. Veja lista dos principais:
Certidão de quitação do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana);
Certidão de quitação de verba condominial;
Matrícula atualizada do bem, comprovando ausência de penhora;
Certidão do distribuidor contendo a relação dos processos judiciais que envolvem o imóvel ou seu vendedor.
CNDT
Recentemente, entrou em vigor a Lei 12.440/11, que criou a CNDT (Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas), que é expedida eletrônica e gratuitamente pela Justiça do Trabalho.
O objetivo da certidão, explica a advogada, é atestar se determinada pessoa (física ou jurídica) está quite com suas obrigações perante a Justiça do Trabalho. Em outras palavras, se existem dívidas com seus empregados, sendo o documento mais um a ser solicitado pelos compradores na hora de comprar uma casa ou apartamento. (Infomoney)
5 dúvidas sobre financiamento imobiliário
Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas do assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito. Ele explica regras, prazos e documentação necessária para você não ter problemas no negócio.
1- Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?
João Bosco Brito – Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de "ficha limpa". Já no financiamento bancário, além da "ficha limpa", é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.
2 - Quanto tempo demora para sair o crédito?
Brito – Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.
3 - Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?
Brito – Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.
4 - Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?
Brito – No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas "abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.
5 - A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?
Brito – É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio. (Exame.com)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Locação cresce 0,95% e venda tem queda de 46,06%
Locação estável, vendas em baixa. Assim começou 2012 para os mercados de locação e venda de imóveis usados na cidade de São Paulo, segundo pesquisa feita com 458 imobiliárias pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP). A venda de casas e apartamentos em janeiro foi 46,06% menor que em dezembro enquanto que o número de imóveis alugados cresceu 0,95%.
Mesmo com vendas em queda, o preço dos imóveis usados aumentou 9,64% em janeiro na média dos valores pesquisados pelo CRECISP. A alta dos aluguéis foi menor, de 0,55% em relação a dezembro.
Janeiro é mês de entressafra para o mercado imobiliário, explica José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. As férias retiram do mercado milhares de potenciais compradores, o que reduz o volume de negócios fechados. CRECISP
Corretor de imóveis, o profissional da família
Quando um de nossos familiares está doente, a primeira providência é buscar os cuidados de um médico de confiança para resolver a situação. Da mesma forma, se estamos enfrentando uma pendência jurídica, o advogado é o profissional gabaritado para solucionar o problema.
Os mais antigos devem até se lembrar da figura do médico da família, aquele profissional que tratava todos os pacientes pelo nome e cuja confiabilidade era inquestionável.
Como coordenador do Fórum dos Conselhos de Profissões Regulamentadas, tenho a oportunidade de conviver com representantes de todas as atividades que contam com entidades de fiscalização profissional, assim como a chance de analisar como cada profissão é considerada nesse contexto.
O respeito ao profissional deve ser premissa básica de toda a sociedade, se quisermos manter os valores éticos e morais de nosso País. Os anos de estudo e as incontáveis experiências vividas têm peso fundamental para que as diversas categorias ganhem o espaço e a dignidade que merecem.
E o mesmo esperamos para a profissão de Corretor de Imóveis. Neste ano, nossa categoria estará completando 50 anos de regulamentação. Meio século de trabalho em prol do desenvolvimento das cidades, da vida das famílias, do progresso do País. E mesmo com toda a bagagem que os profissionais adquiriram ao longo desses anos, ainda há pessoas que acham que comprar, vender ou alugar um imóvel é tarefa que não necessita de grande assessoria. Esquecemse de todo o trabalho desenvolvido para encontrar a casa ou o apartamento ideal, da checagem apurada de documentos e certidões, sem falar nas inúmeras visitas à propriedade, na busca por informações sobre o bairro, nas negociações de preços, enfim, no semnúmero de atividades que o profissional de corretagem realiza para concretizar o sonho de seu cliente.
O corretor de imóveis não faz esse trabalho de graça e, obviamente, nem poderia, pois é dessa atividade que garante seu sustento e o de sua família. A taxa de honorários de 6% a 8% estabelecida pela tabela homologada pelo CRECISP é o justo reconhecimento de todo esse esforço desempenhado pelo corretor, e não deve ser menosprezada ou aviltada por ninguém.
Nos plantões de vendas de lançamentos, por exemplo, esperase que a comissão do corretor seja devidamente respeitada, e paga por aqueles que o contrataram e não pelo comprador do imóvel, como é praxe indevidamente estabelecida no mercado.
Não se pode desconsiderar a coresponsabilidade do profissional no negócio imposta pelo Novo Código Civil o que lhe dá um número muito maior de atribuições. Ficam a cargo do corretor, todas as informações sobre as condições estruturais da propriedade, as probabilidades de alterações no zoneamento ou no cenário do bairro onde a mesma está, o acompanhamento da documentação e da assinatura de contratos e escrituras, sanando todas as dúvidas que as partes possam ter com relação à transação. Caso contrário, ele poderá ser acionado judicialmente, se houver algum prejuízo.
A cada entrega de carteira a novos corretores, enfatizo a importância da conduta ética a cada um dos profissionais, o que, em última instância, valoriza toda a categoria perante a sociedade. Também ressalto a reciprocidade dessa relação, com todas as partes envolvidas no negócio dando ao corretor o devido reconhecimento pela intermediação realizada. Somente com esse relacionamento de confiança e respeito é que vamos conseguir um mercado imobiliário moralizado, feito por pessoas corretas e de atitude ilibada em seu dia a dia.
José Augusto Viana Neto Presidente CRECISP
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Venda de imóveis deve crescer 5% no ano
Depois do tombo de mais de 20% nas vendas de residências novas na cidade de São Paulo de 2010 para 2011, a comercialização desses imóveis na capital paulista deve crescer, em2012, pouco acima da economia do país. A estimativa é do Secovi-SP (sindicato da habitação), que representa as construtoras, e indica que sejam vendidas, em 2012, cerca de 29,7 mil novas moradias na cidade, total 5% maior que o de 2011. No ano passado, foram 28,3 mil unidades, 21% menos que em 2010.
Só em fevereiro deste ano foram comercializadas 2.109 residências novas -97,5% mais que em janeiro e 12,8% mais do que 12 meses antes.
Já o ritmo de alta de vendas dos imóveis em fevereiro (de 10,3%), embora tenha sido o dobro do mês anterior, foi menor que o observado em fevereiro de 2011 (13,2%).
Na avaliação de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o mercado de SP não está saturado. "Não existe problema de demanda. Vivemos um ajuste para um ritmo de crescimento de vendas menor do que em anos anteriores [entre 2008 e 2010], porém mais saudável."
Mas, de olho no potencial de outros mercados, diversas construtoras de grande porte expandiram operações fora do Sudeste e, em 2011, como mostrou a Folha na semana passada, tiveram resultados fracos principalmente pela dificuldade na execução dos empreendimentos.
A pior situação foi a da Gafisa, que, no ano passado, teve prejuízo inicialmente divulgado em R$ 1,1 bilhão e, nesta semana, foi revisado para R$ 945 milhões. Ajustes contábeis jogaram parte das perdas de 2011 para 2010. (O Estado de São Paulo)
Só em fevereiro deste ano foram comercializadas 2.109 residências novas -97,5% mais que em janeiro e 12,8% mais do que 12 meses antes.
Já o ritmo de alta de vendas dos imóveis em fevereiro (de 10,3%), embora tenha sido o dobro do mês anterior, foi menor que o observado em fevereiro de 2011 (13,2%).
Na avaliação de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o mercado de SP não está saturado. "Não existe problema de demanda. Vivemos um ajuste para um ritmo de crescimento de vendas menor do que em anos anteriores [entre 2008 e 2010], porém mais saudável."
Mas, de olho no potencial de outros mercados, diversas construtoras de grande porte expandiram operações fora do Sudeste e, em 2011, como mostrou a Folha na semana passada, tiveram resultados fracos principalmente pela dificuldade na execução dos empreendimentos.
A pior situação foi a da Gafisa, que, no ano passado, teve prejuízo inicialmente divulgado em R$ 1,1 bilhão e, nesta semana, foi revisado para R$ 945 milhões. Ajustes contábeis jogaram parte das perdas de 2011 para 2010. (O Estado de São Paulo)
Venda de imóveis deve crescer 5% no ano
Depois do tombo de mais de 20% nas vendas de residências novas na cidade de São Paulo de 2010 para 2011, a comercialização desses imóveis na capital paulista deve crescer, em2012, pouco acima da economia do país. A estimativa é do Secovi-SP (sindicato da habitação), que representa as construtoras, e indica que sejam vendidas, em 2012, cerca de 29,7 mil novas moradias na cidade, total 5% maior que o de 2011. No ano passado, foram 28,3 mil unidades, 21% menos que em 2010.
Só em fevereiro deste ano foram comercializadas 2.109 residências novas -97,5% mais que em janeiro e 12,8% mais do que 12 meses antes.
Já o ritmo de alta de vendas dos imóveis em fevereiro (de 10,3%), embora tenha sido o dobro do mês anterior, foi menor que o observado em fevereiro de 2011 (13,2%).
Na avaliação de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o mercado de SP não está saturado. "Não existe problema de demanda. Vivemos um ajuste para um ritmo de crescimento de vendas menor do que em anos anteriores [entre 2008 e 2010], porém mais saudável."
Mas, de olho no potencial de outros mercados, diversas construtoras de grande porte expandiram operações fora do Sudeste e, em 2011, como mostrou a Folha na semana passada, tiveram resultados fracos principalmente pela dificuldade na execução dos empreendimentos.
A pior situação foi a da Gafisa, que, no ano passado, teve prejuízo inicialmente divulgado em R$ 1,1 bilhão e, nesta semana, foi revisado para R$ 945 milhões. Ajustes contábeis jogaram parte das perdas de 2011 para 2010. (O Estado de São Paulo)
Só em fevereiro deste ano foram comercializadas 2.109 residências novas -97,5% mais que em janeiro e 12,8% mais do que 12 meses antes.
Já o ritmo de alta de vendas dos imóveis em fevereiro (de 10,3%), embora tenha sido o dobro do mês anterior, foi menor que o observado em fevereiro de 2011 (13,2%).
Na avaliação de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o mercado de SP não está saturado. "Não existe problema de demanda. Vivemos um ajuste para um ritmo de crescimento de vendas menor do que em anos anteriores [entre 2008 e 2010], porém mais saudável."
Mas, de olho no potencial de outros mercados, diversas construtoras de grande porte expandiram operações fora do Sudeste e, em 2011, como mostrou a Folha na semana passada, tiveram resultados fracos principalmente pela dificuldade na execução dos empreendimentos.
A pior situação foi a da Gafisa, que, no ano passado, teve prejuízo inicialmente divulgado em R$ 1,1 bilhão e, nesta semana, foi revisado para R$ 945 milhões. Ajustes contábeis jogaram parte das perdas de 2011 para 2010. (O Estado de São Paulo)
Residências de até 65 metros quadrados são as mais vendidas em fevereiro
As unidades residenciais de até 65 metros quadrados na cidade de São Paulo representaram 57,4% do total de vendas imobiliárias em fevereiro, de acordo com levantamento divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta segunda-feira (9). Dentro deste segmento, os imóveis com área útil entre 46m2 e 65m2 se destacaram, ao responder por 43% dos 2.109 negócios efetuados na cidade.
Na sequência estão os imóveis entre 66m2 e 85m2, cuja participação nas comercializações atingiu 22,6%.
Imóveis com área entre 86m2 e 130m2 e inferior a 45m2 registraram participações respectivas de 15% e 14,4% do total das vendas.
Acima de 130m²
As unidades acima de 130 metros quadrados na cidade de São Paulo somaram 5,1% das vendas imobiliárias em fevereiro. Segundo dados do Secovi-SP, imóveis entre 131m2 e 180m2 apresentaram o maior nível de participação nas negociações deste grupo, de 3,2%.
Já os imóveis com área superior a 180m2 tiveram participação de apenas 1,9% nas vendas na capital paulista. (Infomoney)
Na sequência estão os imóveis entre 66m2 e 85m2, cuja participação nas comercializações atingiu 22,6%.
Imóveis com área entre 86m2 e 130m2 e inferior a 45m2 registraram participações respectivas de 15% e 14,4% do total das vendas.
Acima de 130m²
As unidades acima de 130 metros quadrados na cidade de São Paulo somaram 5,1% das vendas imobiliárias em fevereiro. Segundo dados do Secovi-SP, imóveis entre 131m2 e 180m2 apresentaram o maior nível de participação nas negociações deste grupo, de 3,2%.
Já os imóveis com área superior a 180m2 tiveram participação de apenas 1,9% nas vendas na capital paulista. (Infomoney)
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