A alta dos preços dos imóveis do Brasil não deve parar em 2012, mas com certeza ela já começou a "murchar", de acordo com especialistas. De janeiro de 2008 a fevereiro de 2012, a valorização dos preços médios do metro quadrado (m²) em São Paulo e Rio de Janeiro chegou a 145,8%, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com a Zap Imóveis. Porém, no primeiro trimestre deste ano, os preços ficaram praticamente estáveis nas duas cidades, conforme informações dos sindicatos da habitação dos Estados. A expectativa é que esses preços se consolidem em 2012 e cheguem até a cair em algumas regiões nos próximos dois ou três anos, segundo especialistas.
De janeiro de 2008 a fevereiro de 2012, a valorização do m² no município de São Paulo chegou a 129,5%, enquanto no Rio de Janeiro foi de 162,1%, conforme pesquisa Fipe/Zap. Só de 2010 para 2011, a alta em seis capitais do País (Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador) e no Distrito Federal foi de 26%.
Para o professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), Luiz Paulo Fávero, a estabilização dos preços do mercado imobiliário já começou, mas a tendência só deve se consolidar no final do ano. Há até uma previsão de queda nos preços nos próximos anos. "É possível dizer que a bolha já começou a murchar. Os preços subiram a patamares impraticáveis, a tendência agora é de queda, mas que deve ser verificada apenas nos próximos dois a três anos", diz.
No entanto, segundo ele, regiões residenciais mais centrais e outras com pouca possibilidade de instalação de novos empreendimentos, não devem ter queda nos preços. "Em São Paulo, bairros como Moema, Itaim, Ibirapuera, por exemplo, não devem ter queda de preços. No Rio, a mesma coisaocorre em bairros como Leblon, Ipanema. É a questão da oferta e da procura. Aquelas regiões com pouca oferta e grande demanda, vão continuar com alta de preços. Mas nas regiões que tiveram muitos lançamentos nos últimos anos é possível pensar em um a queda de preços', diz Fávero.
Emprego e crédito ainda sustentam tendência de alta - O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, explica que o alto déficit habitacional no País, ou seja, o número de pessoas sem moradia, aliado aos recursos crescentes disponibilizados pelo governo para financiamento imobiliário, faz com que as vendas de imóveis continuem altas no País e acabem freando o ajuste de preços. "O mercado vai permanecer estável, com crescimentos de preços lentos, que acompanham a inflação, pois com o desemprego cada vez menor e a formalização do mercado, o efeito no setor é expressivo", conta.
A comercialização de imóveis novos deve ter um crescimento de 5% a 10% em 2012 em relação ao ano de 2011, o que foi parcialmente comprovado pela alta no primeiro trimestre do ano, segundo o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "As medidas do governo de redução das taxas de juros, diminuição dos encargos trabalhistas em alguns setores e ampliação dos financiamentos devem garantir boas vendas no ano, principalmente no segundo semestre, que é responsável por dois terços das negociações", diz.
A perspectiva para 2012 em São Paulo é de uma readequação do mercado imobiliário, que deve diminuir proporcionalmente os lançamentos de um ou dois dormitórios e oferecer lançamentos de quatro quartos, acima de R$ 500 mil, voltados para as classes A e A+. "O estoque de quatro dormitórios é baixo então já percebemos uma tendência de novos lançamentos que venham a suprir essa demanda", afirma Petrucci.
Já na capital fluminense, a venda de imóveis de um ou dois dormitórios continua alta, diz o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi-RJ), Leonardo Schnieder. E o setor de alto luxo também deve continuar aquecido. "A demanda é muito maior que a oferta, principalmente porque o Brasil vive um momento de grande visibilidade no cenário internacional", afirma. (Terra – Notícias)
Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Páscoa: aluguel de imóveis para feriado varia de R$ 150 a R$ 1.200 por dia
SÃO PAULO – Quem pretende aproveitar os três dias de folga no feriado de Páscoa deve ficar atento à média dos preços das diárias dos imóveis. Segundo dados divulgados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (2), o menor valor médio encontrado, de R$ 150 por dia, foi o de casas de dois cômodos, no Litoral Sul - onde estão a Praia Grande e Peruíbe. O mesmo valor foi cobrado para apartamentos de um dormitório na mesma região.
O maior valor, de R$ 1.200 por dia, foi o de casas de quatro dormitórios em Botucatu, interior de São Paulo.
"Independentemente da queda das diárias, ainda dá tempo de negociar descontos em todas essas cidades, basta procurar os corretores e imobiliárias que são os intermediários contratados pelos proprietários para alugar esses imóveis", disse o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. "Mas os interessados devem fazer isso logo, imediatamente, porque pode haver um "tsunami" de interessados de última hora caso, por exemplo, o tempo se firme", aconselha.
Quanto custa
Na tabela abaixo, é possível conferir o valor médio das diárias das casas e apartamentos oferecidos no litoral paulista para o próximo feriado:
Tipo Litoral Sul Litoral Centro Litoral Norte
Apartamento (quitinete) - - -
Casa (dois cômodos) R$ 150 - -
Casa (um quarto) R$ 200
Apartamento (um quarto) R$ 150 R$ 252,50 R$ 182,86
Casa (dois quartos) R$ 250,83 R$ 316,67 R$ 356,25
Apartamento (dois quartos) R$ 245 R$ 378,57 R$ 332,22
Casa (três quartos) R$ 388,89 - R$ 500,36
Apartamento (três quartos) R$ 350 R$ 950 R$ 512,50
Casa (quatro quartos) - R$ 500 R$ 1.008,33
Apartamento (quatro quartos) R$ 450 R$ 690 -
Fonte: Creci-SP
Variações
Apenas para se ter uma ideia, passar três dias (de 6 a 8 de abril) em um apartamento de três dormitórios no Litoral Central representa um gasto de R$ 2.850, enquanto no litoral Sul o gasto seria de algo em torno de R$ 1.050 e, no Norte, de R$ 1.537,50.
Ainda segundo o Creci, houve 12 quedas em relação à Páscoa passada. A maior foi verificada entre apartamentos de um quarto no Litoral Norte, cuja diária passou de R$ 456,67, na Páscoa de 2011, para R$ 182,86, na deste ano, queda de 59,96%.
Das cinco altas que ocorreram entre os períodos, as duas maiores foram a de apartamentos de um dormitório no Litoral Centro, cujas diárias mais do que dobraram, passando de R$ 120 para R$ 252,67, e a das casas de dois dormitórios no Litoral Norte, que subiram 43,81%, de R$ 247,73 para R$ 356,25.
Levantamento
O Creci-SP pesquisou ainda o número de pessoas permitidas por apartamento ou casa, que varia conforme o tamanho. Em média, são aceitas entre 4 a 6 pessoas em apartamentos de um dormitório. Imóveis com quatro dormitórios aceitam geralmente entre 10 e 18 pessoas.
O levantamento foi feito com 52 imobiliárias nas cidades de Mongaguá, Itanhaém, Guarujá, Caraguatatuba, Bertioga, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente, Ubatuba, Campos do Jordão, Socorro, São Luiz do Paraitinga, Águas de Lindóia e Botucatu.
Fonte: Infomoney
O maior valor, de R$ 1.200 por dia, foi o de casas de quatro dormitórios em Botucatu, interior de São Paulo.
"Independentemente da queda das diárias, ainda dá tempo de negociar descontos em todas essas cidades, basta procurar os corretores e imobiliárias que são os intermediários contratados pelos proprietários para alugar esses imóveis", disse o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. "Mas os interessados devem fazer isso logo, imediatamente, porque pode haver um "tsunami" de interessados de última hora caso, por exemplo, o tempo se firme", aconselha.
Quanto custa
Na tabela abaixo, é possível conferir o valor médio das diárias das casas e apartamentos oferecidos no litoral paulista para o próximo feriado:
Tipo Litoral Sul Litoral Centro Litoral Norte
Apartamento (quitinete) - - -
Casa (dois cômodos) R$ 150 - -
Casa (um quarto) R$ 200
Apartamento (um quarto) R$ 150 R$ 252,50 R$ 182,86
Casa (dois quartos) R$ 250,83 R$ 316,67 R$ 356,25
Apartamento (dois quartos) R$ 245 R$ 378,57 R$ 332,22
Casa (três quartos) R$ 388,89 - R$ 500,36
Apartamento (três quartos) R$ 350 R$ 950 R$ 512,50
Casa (quatro quartos) - R$ 500 R$ 1.008,33
Apartamento (quatro quartos) R$ 450 R$ 690 -
Fonte: Creci-SP
Variações
Apenas para se ter uma ideia, passar três dias (de 6 a 8 de abril) em um apartamento de três dormitórios no Litoral Central representa um gasto de R$ 2.850, enquanto no litoral Sul o gasto seria de algo em torno de R$ 1.050 e, no Norte, de R$ 1.537,50.
Ainda segundo o Creci, houve 12 quedas em relação à Páscoa passada. A maior foi verificada entre apartamentos de um quarto no Litoral Norte, cuja diária passou de R$ 456,67, na Páscoa de 2011, para R$ 182,86, na deste ano, queda de 59,96%.
Das cinco altas que ocorreram entre os períodos, as duas maiores foram a de apartamentos de um dormitório no Litoral Centro, cujas diárias mais do que dobraram, passando de R$ 120 para R$ 252,67, e a das casas de dois dormitórios no Litoral Norte, que subiram 43,81%, de R$ 247,73 para R$ 356,25.
Levantamento
O Creci-SP pesquisou ainda o número de pessoas permitidas por apartamento ou casa, que varia conforme o tamanho. Em média, são aceitas entre 4 a 6 pessoas em apartamentos de um dormitório. Imóveis com quatro dormitórios aceitam geralmente entre 10 e 18 pessoas.
O levantamento foi feito com 52 imobiliárias nas cidades de Mongaguá, Itanhaém, Guarujá, Caraguatatuba, Bertioga, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente, Ubatuba, Campos do Jordão, Socorro, São Luiz do Paraitinga, Águas de Lindóia e Botucatu.
Fonte: Infomoney
quinta-feira, 22 de março de 2012
FGTS: Vale a pena usar?
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado na década de 60 para proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Sendo assim, no início de cada mês, os empregadores depositam, em nome dos seus empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário.
Além de garantir os direitos indenizatórios do trabalhador, o FGTS proporciona a acumulação de recursos para o financiamento de moradia.
QUEM PODE USAR O FGTS?
QUAIS OS REQUISITOS DO IMÓVEL?
Todo trabalhador pode usar o FGTS para comprar a casa própria, bastando comprovar:
Três anos completos de trabalho sobre o regime do FGTS, mesmo que não sejam consecutivos;
Não estar financiando outro imóvel, em território nacional, pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
Não ser proprietário de outro imóvel residencial construído ou em construção na mesma cidade que deseja adquirir ou qualquer município limítrofe;
Que trabalha ou mora há mais de um ano na cidade onde quer comprar o imóvel, em qualquer município que faça limite ou esteja na região metropolitana. Para permitir o uso do FGTS, o imóvel deve apresentar os seguintes requisitos:
Ser urbano;
Ser residencial;
Destinar-se à moradia própria do trabalhador;
Apresentar as condições necessárias para ser financiado pelo SFH;
Ter um valor máximo de R$ 500.000,00;
Estar registrado no cartório de registro de imóveis;
Não ter sido objeto de utilização do FGTS nos últimos 3 anos.
Quando o FGTS pode ser usado?
FGTS + SFH
Como funciona o SFH ?
O Sistema Financeiro da Habitação proporciona empréstimos a juros reduzidos (máximo de 12% ao ano) para o financiamento da casa própria.
O recurso para esta modalidade de financiamento provém de depósitos em caderneta de poupança e do FGTS. Criado por uma lei federal, o SFH estipula uma meta aos bancos, que devem conceder um volume mínimo de financiamentos, aumentando a competitividade entre os agentes financeiros, favorecendo assim, o comprador que poderá dispor de juros ainda menores.
Você utiliza o FGTS para dar entrada no imóvel e o restante financia pelo SFH. O FGTS só pode ser usado quando o imóvel estiver pronto, com Habite-se expedido e todos os documentos necessários para transferência de escritura regularizados.
Quitar parcelas do SFH
Uma vez por ano você pode utilizar o saldo do seu FGTS que acumulou no período para quitar parcelas do financiamento.
Quitar o SALDO
Você pode comprar seu imóvel utilizando recursos próprios, para dar uma entrada e completando o valor com o saldo do seu FGTS. Para esta modalidade o imóvel deve ter o Habite-se (documento que comprova que um empreendimento ou imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação local, especialmente o Código de Obras do município, estabelecidas pela prefeitura para a aprovação de projetos) e escritura regularizada.
Vale lembrar que quem resgata o saldo do FGTS para utilizá-lo no financiamento imobiliário preserva o direito aos 40% de multa sob o valor sacado. No caso de a empresa vir a demitir o funcionário, a multa deve ser paga sobre o saldo para fins rescisórios (saldo real + saldo sacado para compra do imóvel).
Fonte Tibério
Além de garantir os direitos indenizatórios do trabalhador, o FGTS proporciona a acumulação de recursos para o financiamento de moradia.
QUEM PODE USAR O FGTS?
QUAIS OS REQUISITOS DO IMÓVEL?
Todo trabalhador pode usar o FGTS para comprar a casa própria, bastando comprovar:
Três anos completos de trabalho sobre o regime do FGTS, mesmo que não sejam consecutivos;
Não estar financiando outro imóvel, em território nacional, pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
Não ser proprietário de outro imóvel residencial construído ou em construção na mesma cidade que deseja adquirir ou qualquer município limítrofe;
Que trabalha ou mora há mais de um ano na cidade onde quer comprar o imóvel, em qualquer município que faça limite ou esteja na região metropolitana. Para permitir o uso do FGTS, o imóvel deve apresentar os seguintes requisitos:
Ser urbano;
Ser residencial;
Destinar-se à moradia própria do trabalhador;
Apresentar as condições necessárias para ser financiado pelo SFH;
Ter um valor máximo de R$ 500.000,00;
Estar registrado no cartório de registro de imóveis;
Não ter sido objeto de utilização do FGTS nos últimos 3 anos.
Quando o FGTS pode ser usado?
FGTS + SFH
Como funciona o SFH ?
O Sistema Financeiro da Habitação proporciona empréstimos a juros reduzidos (máximo de 12% ao ano) para o financiamento da casa própria.
O recurso para esta modalidade de financiamento provém de depósitos em caderneta de poupança e do FGTS. Criado por uma lei federal, o SFH estipula uma meta aos bancos, que devem conceder um volume mínimo de financiamentos, aumentando a competitividade entre os agentes financeiros, favorecendo assim, o comprador que poderá dispor de juros ainda menores.
Você utiliza o FGTS para dar entrada no imóvel e o restante financia pelo SFH. O FGTS só pode ser usado quando o imóvel estiver pronto, com Habite-se expedido e todos os documentos necessários para transferência de escritura regularizados.
Quitar parcelas do SFH
Uma vez por ano você pode utilizar o saldo do seu FGTS que acumulou no período para quitar parcelas do financiamento.
Quitar o SALDO
Você pode comprar seu imóvel utilizando recursos próprios, para dar uma entrada e completando o valor com o saldo do seu FGTS. Para esta modalidade o imóvel deve ter o Habite-se (documento que comprova que um empreendimento ou imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação local, especialmente o Código de Obras do município, estabelecidas pela prefeitura para a aprovação de projetos) e escritura regularizada.
Vale lembrar que quem resgata o saldo do FGTS para utilizá-lo no financiamento imobiliário preserva o direito aos 40% de multa sob o valor sacado. No caso de a empresa vir a demitir o funcionário, a multa deve ser paga sobre o saldo para fins rescisórios (saldo real + saldo sacado para compra do imóvel).
Fonte Tibério
terça-feira, 13 de março de 2012
Valorização imobiliária no Brasil é a segunda maior do mundo
O mercado imobiliário brasileiro tem se tornado destino certo para os investidores. Pesquisa recente realizada pelo site Global Property Guide mostra que os imóveis no país tiveram uma valorização nominal de 27,82% no ano passado, a segundo maior do mundo, atrás apenas da Índia, que atingiu a marca de 35,77%. O desempenho nacional segue na contramão de 22, dos 35 países pesquisados, que apresentaram desvalorização no setor, motivada pelo fraco crescimento econômico, endividamento dos países ricos, baixa confiança do consumidor e alto nível de desemprego.
“No Brasil, esta alta é puxada especialmente pelas grandes capitais do país, como Curitiba, que nos últimos cinco anos têm apresentado o crescimento da sua produção imobiliária, com o lançamento de apartamentos para diversas faixas de renda e em diferentes regiões, aliado ao acesso facilitado ao crédito e ao crescimento da geração de emprego”, analisa o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig.
Na capital paranaense, a valorização imobiliária residencial foi de 13,3% no ano passado, em relação à média de 2010. O valor do metro quadrado, por área privativa, para os imóveis novos chegou a R$ 4.935,25 na cidade. “Esta valorização deve continuar, mantendo patamares semelhantes ao registrado no ano passado. Isto se dará em decorrência do aumento nos custos de mão de obra, terrenos e insumos”, avalia Selig.
Dados da Ademi/PR mostram que os lançamentos imobiliários verticais em Curitiba tiveram uma alta de 11% em 2011, na comparação com o ano anterior, totalizando 11.100 apartamentos. Os imóveis com dois dormitórios corresponderam a 48% da produção imobiliária no período, predominando a oferta dos apartamentos com valor de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil. Merecem destaque os bairros do Ecoville, Água Verde, Pinheirinho e Centro, que registraram a maior quantidade de imóveis residenciais à venda.
Fonte: Paranashop
“No Brasil, esta alta é puxada especialmente pelas grandes capitais do país, como Curitiba, que nos últimos cinco anos têm apresentado o crescimento da sua produção imobiliária, com o lançamento de apartamentos para diversas faixas de renda e em diferentes regiões, aliado ao acesso facilitado ao crédito e ao crescimento da geração de emprego”, analisa o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig.
Na capital paranaense, a valorização imobiliária residencial foi de 13,3% no ano passado, em relação à média de 2010. O valor do metro quadrado, por área privativa, para os imóveis novos chegou a R$ 4.935,25 na cidade. “Esta valorização deve continuar, mantendo patamares semelhantes ao registrado no ano passado. Isto se dará em decorrência do aumento nos custos de mão de obra, terrenos e insumos”, avalia Selig.
Dados da Ademi/PR mostram que os lançamentos imobiliários verticais em Curitiba tiveram uma alta de 11% em 2011, na comparação com o ano anterior, totalizando 11.100 apartamentos. Os imóveis com dois dormitórios corresponderam a 48% da produção imobiliária no período, predominando a oferta dos apartamentos com valor de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil. Merecem destaque os bairros do Ecoville, Água Verde, Pinheirinho e Centro, que registraram a maior quantidade de imóveis residenciais à venda.
Fonte: Paranashop
Secovi-SP divulga balanço do mercado imobiliário em 2011
Lançamentos corresponderam a 38 mil unidades residenciais, com crescimento maior em construções de um dormitório. Para 2012, oferta de imóveis de quatro dormitórios deve aumentar
O volume de lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo manteve-se nos patamares observados em 2010, com reposição de oferta, e o ritmo de vendas superou a média histórica. Para 2012, acredita-se em um crescimento do setor seguindo a economia brasileira e no maior lançamento de unidades de quatro dormitórios. Isso é o que indica o Balanço do Mercado Imobiliário em 2011 e as Perspectivas para 2012, divulgado nesta terça-feira (6) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Segundo a pesquisa, 2011 foi um ano de ajustes no mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo. O valor comercializado em 2011 foi de R$ 13,3 bilhões diante dos R$ 13,2 bilhões da média dos anos de 2004 a 2011, com variação de 0,7%. O Índice de Velocidade de Vendas Anual, por sua vez, representou 57,2%, próximo à média histórica de 60,2% calculada de 2004 a 2011. A oferta final alcançou 19,7 mil unidades em dezembro de 2011, diante das 16,5 mil do mesmo mês do ano anterior.
"A expectativa é de que o mercado continue crescendo em 2012, mas em uma velocidade compatível com a nossa economia, até porque a maior demanda já foi atendida", afirma Claudio Bernardes, presidente do sindicato.
Imóveis na capital
Em relação aos lançamentos no município de São Paulo, o mercado em 2011 lançou aproximadamente 38 mil unidades residenciais, com destaque para os imóveis de um dormitório cujo crescimento foi de 54% em relação ao ano anterior. Apesar disso, o segmento de dois dormitórios continua liderando as vendas, com um total de 13.298 unidades (ou 47% do mercado), seguido do nicho de três dormitórios, com 8.483 unidades (30% do total).
As regiões que mais cresceram, em termo de lançamentos, foram o centro (32% de aumento) e zona Leste (12%), principalmente em relação aos imóveis de um dormitório, cuja oferta em 2011 foi 111% maior no centro e 400% na zona Leste. A entidade acredita na participação das unidades de um dormitório, caracterizadas por imóveis diferenciados (flats, lofts, estúdios, dentre outros) no centro da cidade, provavelmente como reflexo do processo de revitalização da região.
Ao longo do ano, imóveis de dois dormitórios marcaram presença constante e marcante em bairros periféricos, principalmente na zona Leste da Capital, como Guaianazes, São Miguel, Cangaíba e Vila Carrão.
Em dezembro do ano passado, o estoque de imóveis residenciais era de 19,7 mil unidades, sendo o menor índice na área de quatro dormitórios. Com isso, o sindicato acredita no maior volume de lançamentos de empreendimentos deste tipo em 2012. "O mercado imobiliário é bastante ágil e já começa a se ajustar em relação à demanda, então muito provavelmente voltemos a ter um maior número de lançamentos de quatro e mais dormitórios neste ano", aponta Celso Petrucci, diretor executivo do Secovi-SP.
Já o mercado de locação residencial sofreu forte influência da escassez de oferta e os valores de contratos novos realizados na cidade tiveram aumento médio de 18,48% no ano passado.
Crédito Imobiliário
O crédito imobiliário atingiu R$ 114,1 bilhões em recursos, com a soma das fontes SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), totalizando 1,04 milhão de moradias em um ano.
Os recursos do SBPE, com captação em cadernetas de poupança, proporcionaram crédito de R$ 79,9 bilhões, com crescimento de 42% sobre 2010 (R$ 56,2 bilhões). O montante equivale a 493 mil unidades financiadas em 2011, um aumento de 17% sobre o volume de 2010 (421 mil unidades). Já nos recursos do FGTS houve crédito de R$ 34,2 bilhões, com aumento superior a 22% sobre 2010 (R$ 27,9 bilhões), o que representa 550 mil contratos em 2011 diante dos 450 mil do ano anterior, um crescimento de 22%.
O financiamento habitacional em 2011 representou aproximadamente 63% do valor do imóvel, ou seja, o comprador investiu em recursos próprios 37% do total.
Previsões e desafios para 2012
Em 2012, no cenário econômico nacional, as perspectivas são de que o PIB gire em torno dos 3,5% e o momento é de pleno emprego e de crescimento da massa salarial. O governo aposta na aproximação do índice de inflação com as metas estabelecidas e com a redução da taxa básica de juros, a Selic, nos próximos meses.
Há a previsão de crescimento do crédito habitacional com recursos da poupança da ordem de 30% em 2012. Com isso, a entidade acredita que as vendas de imóveis também devam crescer de 3 a 5%.
Para Emílio Kallas, vice-presidente de incorporação do Secovi-SP, no entanto, o custo de construção continuará aumentando, devido a problemas de mão de obra, aumento no preço dos terrenos e dificuldade na aprovação dos empreendimentos. "Tudo isso reflete no custo financeiro dos projetos, apesar da estabilidade em materiais e equipamentos", acredita.
Fonte: PINIweb.com.br
O volume de lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo manteve-se nos patamares observados em 2010, com reposição de oferta, e o ritmo de vendas superou a média histórica. Para 2012, acredita-se em um crescimento do setor seguindo a economia brasileira e no maior lançamento de unidades de quatro dormitórios. Isso é o que indica o Balanço do Mercado Imobiliário em 2011 e as Perspectivas para 2012, divulgado nesta terça-feira (6) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Segundo a pesquisa, 2011 foi um ano de ajustes no mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo. O valor comercializado em 2011 foi de R$ 13,3 bilhões diante dos R$ 13,2 bilhões da média dos anos de 2004 a 2011, com variação de 0,7%. O Índice de Velocidade de Vendas Anual, por sua vez, representou 57,2%, próximo à média histórica de 60,2% calculada de 2004 a 2011. A oferta final alcançou 19,7 mil unidades em dezembro de 2011, diante das 16,5 mil do mesmo mês do ano anterior.
"A expectativa é de que o mercado continue crescendo em 2012, mas em uma velocidade compatível com a nossa economia, até porque a maior demanda já foi atendida", afirma Claudio Bernardes, presidente do sindicato.
Imóveis na capital
Em relação aos lançamentos no município de São Paulo, o mercado em 2011 lançou aproximadamente 38 mil unidades residenciais, com destaque para os imóveis de um dormitório cujo crescimento foi de 54% em relação ao ano anterior. Apesar disso, o segmento de dois dormitórios continua liderando as vendas, com um total de 13.298 unidades (ou 47% do mercado), seguido do nicho de três dormitórios, com 8.483 unidades (30% do total).
As regiões que mais cresceram, em termo de lançamentos, foram o centro (32% de aumento) e zona Leste (12%), principalmente em relação aos imóveis de um dormitório, cuja oferta em 2011 foi 111% maior no centro e 400% na zona Leste. A entidade acredita na participação das unidades de um dormitório, caracterizadas por imóveis diferenciados (flats, lofts, estúdios, dentre outros) no centro da cidade, provavelmente como reflexo do processo de revitalização da região.
Ao longo do ano, imóveis de dois dormitórios marcaram presença constante e marcante em bairros periféricos, principalmente na zona Leste da Capital, como Guaianazes, São Miguel, Cangaíba e Vila Carrão.
Em dezembro do ano passado, o estoque de imóveis residenciais era de 19,7 mil unidades, sendo o menor índice na área de quatro dormitórios. Com isso, o sindicato acredita no maior volume de lançamentos de empreendimentos deste tipo em 2012. "O mercado imobiliário é bastante ágil e já começa a se ajustar em relação à demanda, então muito provavelmente voltemos a ter um maior número de lançamentos de quatro e mais dormitórios neste ano", aponta Celso Petrucci, diretor executivo do Secovi-SP.
Já o mercado de locação residencial sofreu forte influência da escassez de oferta e os valores de contratos novos realizados na cidade tiveram aumento médio de 18,48% no ano passado.
Crédito Imobiliário
O crédito imobiliário atingiu R$ 114,1 bilhões em recursos, com a soma das fontes SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), totalizando 1,04 milhão de moradias em um ano.
Os recursos do SBPE, com captação em cadernetas de poupança, proporcionaram crédito de R$ 79,9 bilhões, com crescimento de 42% sobre 2010 (R$ 56,2 bilhões). O montante equivale a 493 mil unidades financiadas em 2011, um aumento de 17% sobre o volume de 2010 (421 mil unidades). Já nos recursos do FGTS houve crédito de R$ 34,2 bilhões, com aumento superior a 22% sobre 2010 (R$ 27,9 bilhões), o que representa 550 mil contratos em 2011 diante dos 450 mil do ano anterior, um crescimento de 22%.
O financiamento habitacional em 2011 representou aproximadamente 63% do valor do imóvel, ou seja, o comprador investiu em recursos próprios 37% do total.
Previsões e desafios para 2012
Em 2012, no cenário econômico nacional, as perspectivas são de que o PIB gire em torno dos 3,5% e o momento é de pleno emprego e de crescimento da massa salarial. O governo aposta na aproximação do índice de inflação com as metas estabelecidas e com a redução da taxa básica de juros, a Selic, nos próximos meses.
Há a previsão de crescimento do crédito habitacional com recursos da poupança da ordem de 30% em 2012. Com isso, a entidade acredita que as vendas de imóveis também devam crescer de 3 a 5%.
Para Emílio Kallas, vice-presidente de incorporação do Secovi-SP, no entanto, o custo de construção continuará aumentando, devido a problemas de mão de obra, aumento no preço dos terrenos e dificuldade na aprovação dos empreendimentos. "Tudo isso reflete no custo financeiro dos projetos, apesar da estabilidade em materiais e equipamentos", acredita.
Fonte: PINIweb.com.br
segunda-feira, 12 de março de 2012
10 dicas para não ter problemas na hora do financiamento
O sonho da casa própria leva milhões de pessoas todos os anos a buscar financiamento, mas a realização deste sonho pode trazer muitas dores de cabeça. Cobranças de taxas inadequadas, taxa de abertura de crédito perdida se o crédito não for aprovado, vendas casadas e outros inúmeros problemas levam a muitas reclamações durante o ano todo. Para evitá-los, o melhor a fazer é estar bem informado. Então confira as dicas e financie o seu imóvel sem problemas:
1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;
2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;
3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;
4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;
5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;
6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;
7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;
8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;
9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;
10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.
1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;
2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;
3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;
4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;
5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;
6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;
7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;
8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;
9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;
10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.
Como é o imóvel dos sonhos do brasileiro
Conheça as características que as pessoas mais procuram na hora de comprar a casa própria.
por Fabiana Franzolin Imovelweb
Sabe aquelas vilas, com casas floridas e aconchegantes, geralmente em ruas sem saída? Pois é justamente esse tipo de imóvel que domina o imaginário e sonho dos paulistanos. Em São Paulo (SP), é possível encontrar imóveis assim, principalmente nas regiões centrais, como nos Jardins e Higienópolis. O difícil, porém, é encontrar imóveis assim disponíveis.
“Você não imagina a quantidade de pessoas que ouço falar que queria uma casa de ‘vila’. Mas é muito difícil encontrar unidades disponíveis no mercado, porque quem possui esses imóveis vende para parentes ou amigos que moram na mesma região”, diz o diretor de comercialização e marketing do Secovi, Luis Fernando Gambi.
Se a oferta restrita não permite que todos morem na sonhada casinha de vila, o jeito é procurar imóveis com outros perfis. Mas quais são as características mais buscadas por quem está comprando a casa própria?
1- Localização: imóvel perto de metrô ou terminal de ônibus. A maioria das pessoas quer morar e trabalhar em lugares próximos, ou, pelo menos, ter meios de chegar facilmente de um lugar a outro. “Eu diria que o fator localização está sempre em primeiro lugar na hora da busca. Mas, para a classe C, transporte como ônibus e metrô faz com que a localização fique mais flexível. Quem procura acaba se sujeitando a morar em outros bairros que tenham transporte público”, explica Gambi.
2- Preço: entre R$ 100 e R$ 170 mil. Para se beneficiar das condições especiais de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que financia até 100% do valor do imóvel, os brasileiros procuram imóveis até o limite de preço aceito pelo programa. Esse limite varia de cidade para cidade. No caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o preço máximo é de R$ 170 mil.
3- Número de dormitórios: um ou dois quartos. Essa característica está muito ligada ao preço do imóvel. Como imóveis até R$ 170 mil possuem, no máximo, dois dormitórios, essa característica acaba sendo a preferida.
por Fabiana Franzolin Imovelweb
Sabe aquelas vilas, com casas floridas e aconchegantes, geralmente em ruas sem saída? Pois é justamente esse tipo de imóvel que domina o imaginário e sonho dos paulistanos. Em São Paulo (SP), é possível encontrar imóveis assim, principalmente nas regiões centrais, como nos Jardins e Higienópolis. O difícil, porém, é encontrar imóveis assim disponíveis.
“Você não imagina a quantidade de pessoas que ouço falar que queria uma casa de ‘vila’. Mas é muito difícil encontrar unidades disponíveis no mercado, porque quem possui esses imóveis vende para parentes ou amigos que moram na mesma região”, diz o diretor de comercialização e marketing do Secovi, Luis Fernando Gambi.
Se a oferta restrita não permite que todos morem na sonhada casinha de vila, o jeito é procurar imóveis com outros perfis. Mas quais são as características mais buscadas por quem está comprando a casa própria?
1- Localização: imóvel perto de metrô ou terminal de ônibus. A maioria das pessoas quer morar e trabalhar em lugares próximos, ou, pelo menos, ter meios de chegar facilmente de um lugar a outro. “Eu diria que o fator localização está sempre em primeiro lugar na hora da busca. Mas, para a classe C, transporte como ônibus e metrô faz com que a localização fique mais flexível. Quem procura acaba se sujeitando a morar em outros bairros que tenham transporte público”, explica Gambi.
2- Preço: entre R$ 100 e R$ 170 mil. Para se beneficiar das condições especiais de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que financia até 100% do valor do imóvel, os brasileiros procuram imóveis até o limite de preço aceito pelo programa. Esse limite varia de cidade para cidade. No caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o preço máximo é de R$ 170 mil.
3- Número de dormitórios: um ou dois quartos. Essa característica está muito ligada ao preço do imóvel. Como imóveis até R$ 170 mil possuem, no máximo, dois dormitórios, essa característica acaba sendo a preferida.
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