Lançamentos corresponderam a 38 mil unidades residenciais, com crescimento maior em construções de um dormitório. Para 2012, oferta de imóveis de quatro dormitórios deve aumentar
O volume de lançamentos de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo manteve-se nos patamares observados em 2010, com reposição de oferta, e o ritmo de vendas superou a média histórica. Para 2012, acredita-se em um crescimento do setor seguindo a economia brasileira e no maior lançamento de unidades de quatro dormitórios. Isso é o que indica o Balanço do Mercado Imobiliário em 2011 e as Perspectivas para 2012, divulgado nesta terça-feira (6) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Segundo a pesquisa, 2011 foi um ano de ajustes no mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo. O valor comercializado em 2011 foi de R$ 13,3 bilhões diante dos R$ 13,2 bilhões da média dos anos de 2004 a 2011, com variação de 0,7%. O Índice de Velocidade de Vendas Anual, por sua vez, representou 57,2%, próximo à média histórica de 60,2% calculada de 2004 a 2011. A oferta final alcançou 19,7 mil unidades em dezembro de 2011, diante das 16,5 mil do mesmo mês do ano anterior.
"A expectativa é de que o mercado continue crescendo em 2012, mas em uma velocidade compatível com a nossa economia, até porque a maior demanda já foi atendida", afirma Claudio Bernardes, presidente do sindicato.
Imóveis na capital
Em relação aos lançamentos no município de São Paulo, o mercado em 2011 lançou aproximadamente 38 mil unidades residenciais, com destaque para os imóveis de um dormitório cujo crescimento foi de 54% em relação ao ano anterior. Apesar disso, o segmento de dois dormitórios continua liderando as vendas, com um total de 13.298 unidades (ou 47% do mercado), seguido do nicho de três dormitórios, com 8.483 unidades (30% do total).
As regiões que mais cresceram, em termo de lançamentos, foram o centro (32% de aumento) e zona Leste (12%), principalmente em relação aos imóveis de um dormitório, cuja oferta em 2011 foi 111% maior no centro e 400% na zona Leste. A entidade acredita na participação das unidades de um dormitório, caracterizadas por imóveis diferenciados (flats, lofts, estúdios, dentre outros) no centro da cidade, provavelmente como reflexo do processo de revitalização da região.
Ao longo do ano, imóveis de dois dormitórios marcaram presença constante e marcante em bairros periféricos, principalmente na zona Leste da Capital, como Guaianazes, São Miguel, Cangaíba e Vila Carrão.
Em dezembro do ano passado, o estoque de imóveis residenciais era de 19,7 mil unidades, sendo o menor índice na área de quatro dormitórios. Com isso, o sindicato acredita no maior volume de lançamentos de empreendimentos deste tipo em 2012. "O mercado imobiliário é bastante ágil e já começa a se ajustar em relação à demanda, então muito provavelmente voltemos a ter um maior número de lançamentos de quatro e mais dormitórios neste ano", aponta Celso Petrucci, diretor executivo do Secovi-SP.
Já o mercado de locação residencial sofreu forte influência da escassez de oferta e os valores de contratos novos realizados na cidade tiveram aumento médio de 18,48% no ano passado.
Crédito Imobiliário
O crédito imobiliário atingiu R$ 114,1 bilhões em recursos, com a soma das fontes SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), totalizando 1,04 milhão de moradias em um ano.
Os recursos do SBPE, com captação em cadernetas de poupança, proporcionaram crédito de R$ 79,9 bilhões, com crescimento de 42% sobre 2010 (R$ 56,2 bilhões). O montante equivale a 493 mil unidades financiadas em 2011, um aumento de 17% sobre o volume de 2010 (421 mil unidades). Já nos recursos do FGTS houve crédito de R$ 34,2 bilhões, com aumento superior a 22% sobre 2010 (R$ 27,9 bilhões), o que representa 550 mil contratos em 2011 diante dos 450 mil do ano anterior, um crescimento de 22%.
O financiamento habitacional em 2011 representou aproximadamente 63% do valor do imóvel, ou seja, o comprador investiu em recursos próprios 37% do total.
Previsões e desafios para 2012
Em 2012, no cenário econômico nacional, as perspectivas são de que o PIB gire em torno dos 3,5% e o momento é de pleno emprego e de crescimento da massa salarial. O governo aposta na aproximação do índice de inflação com as metas estabelecidas e com a redução da taxa básica de juros, a Selic, nos próximos meses.
Há a previsão de crescimento do crédito habitacional com recursos da poupança da ordem de 30% em 2012. Com isso, a entidade acredita que as vendas de imóveis também devam crescer de 3 a 5%.
Para Emílio Kallas, vice-presidente de incorporação do Secovi-SP, no entanto, o custo de construção continuará aumentando, devido a problemas de mão de obra, aumento no preço dos terrenos e dificuldade na aprovação dos empreendimentos. "Tudo isso reflete no custo financeiro dos projetos, apesar da estabilidade em materiais e equipamentos", acredita.
Fonte: PINIweb.com.br
Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
10 dicas para não ter problemas na hora do financiamento
O sonho da casa própria leva milhões de pessoas todos os anos a buscar financiamento, mas a realização deste sonho pode trazer muitas dores de cabeça. Cobranças de taxas inadequadas, taxa de abertura de crédito perdida se o crédito não for aprovado, vendas casadas e outros inúmeros problemas levam a muitas reclamações durante o ano todo. Para evitá-los, o melhor a fazer é estar bem informado. Então confira as dicas e financie o seu imóvel sem problemas:
1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;
2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;
3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;
4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;
5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;
6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;
7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;
8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;
9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;
10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.
1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;
2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;
3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;
4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;
5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;
6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;
7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;
8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;
9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;
10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.
Como é o imóvel dos sonhos do brasileiro
Conheça as características que as pessoas mais procuram na hora de comprar a casa própria.
por Fabiana Franzolin Imovelweb
Sabe aquelas vilas, com casas floridas e aconchegantes, geralmente em ruas sem saída? Pois é justamente esse tipo de imóvel que domina o imaginário e sonho dos paulistanos. Em São Paulo (SP), é possível encontrar imóveis assim, principalmente nas regiões centrais, como nos Jardins e Higienópolis. O difícil, porém, é encontrar imóveis assim disponíveis.
“Você não imagina a quantidade de pessoas que ouço falar que queria uma casa de ‘vila’. Mas é muito difícil encontrar unidades disponíveis no mercado, porque quem possui esses imóveis vende para parentes ou amigos que moram na mesma região”, diz o diretor de comercialização e marketing do Secovi, Luis Fernando Gambi.
Se a oferta restrita não permite que todos morem na sonhada casinha de vila, o jeito é procurar imóveis com outros perfis. Mas quais são as características mais buscadas por quem está comprando a casa própria?
1- Localização: imóvel perto de metrô ou terminal de ônibus. A maioria das pessoas quer morar e trabalhar em lugares próximos, ou, pelo menos, ter meios de chegar facilmente de um lugar a outro. “Eu diria que o fator localização está sempre em primeiro lugar na hora da busca. Mas, para a classe C, transporte como ônibus e metrô faz com que a localização fique mais flexível. Quem procura acaba se sujeitando a morar em outros bairros que tenham transporte público”, explica Gambi.
2- Preço: entre R$ 100 e R$ 170 mil. Para se beneficiar das condições especiais de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que financia até 100% do valor do imóvel, os brasileiros procuram imóveis até o limite de preço aceito pelo programa. Esse limite varia de cidade para cidade. No caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o preço máximo é de R$ 170 mil.
3- Número de dormitórios: um ou dois quartos. Essa característica está muito ligada ao preço do imóvel. Como imóveis até R$ 170 mil possuem, no máximo, dois dormitórios, essa característica acaba sendo a preferida.
por Fabiana Franzolin Imovelweb
Sabe aquelas vilas, com casas floridas e aconchegantes, geralmente em ruas sem saída? Pois é justamente esse tipo de imóvel que domina o imaginário e sonho dos paulistanos. Em São Paulo (SP), é possível encontrar imóveis assim, principalmente nas regiões centrais, como nos Jardins e Higienópolis. O difícil, porém, é encontrar imóveis assim disponíveis.
“Você não imagina a quantidade de pessoas que ouço falar que queria uma casa de ‘vila’. Mas é muito difícil encontrar unidades disponíveis no mercado, porque quem possui esses imóveis vende para parentes ou amigos que moram na mesma região”, diz o diretor de comercialização e marketing do Secovi, Luis Fernando Gambi.
Se a oferta restrita não permite que todos morem na sonhada casinha de vila, o jeito é procurar imóveis com outros perfis. Mas quais são as características mais buscadas por quem está comprando a casa própria?
1- Localização: imóvel perto de metrô ou terminal de ônibus. A maioria das pessoas quer morar e trabalhar em lugares próximos, ou, pelo menos, ter meios de chegar facilmente de um lugar a outro. “Eu diria que o fator localização está sempre em primeiro lugar na hora da busca. Mas, para a classe C, transporte como ônibus e metrô faz com que a localização fique mais flexível. Quem procura acaba se sujeitando a morar em outros bairros que tenham transporte público”, explica Gambi.
2- Preço: entre R$ 100 e R$ 170 mil. Para se beneficiar das condições especiais de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que financia até 100% do valor do imóvel, os brasileiros procuram imóveis até o limite de preço aceito pelo programa. Esse limite varia de cidade para cidade. No caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o preço máximo é de R$ 170 mil.
3- Número de dormitórios: um ou dois quartos. Essa característica está muito ligada ao preço do imóvel. Como imóveis até R$ 170 mil possuem, no máximo, dois dormitórios, essa característica acaba sendo a preferida.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Somente corretores têm direito a honorários
O trabalho do CRECISP, felizmente, vem sendo recompensado e reiterado pelas decisões dos tribunais. Essa foi a consideração do presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, ao tomar conhecimento de uma recente sentença proferida pelo Dr. Armênio Gomes Duarte Neto, juiz da comarca de Borborema, relativa ao exercício da corretagem.
A ação visava a cobrança de honorários de intermediação imobiliária e foi julgada improcedente por uma razão bastante simples: o requerente era um pseudocorretor.
O juiz fundamentou sua decisão resgatando a regulamentação da profissão, através da Lei 6.530/78, que exige o título de Técnico em Transações Imobiliárias e o devido registro no CRECI para o exercício da atividade. Pelo texto da sentença, ao admitir que alguém faça a corretagem imobiliária sem o devido credenciamento junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, estarseá admitindo que alguém tenha direitos sem que haja a respectiva obrigação e fiscalização, o que seria uma incoerência capaz de estimular o descumprimento voluntário da lei.
O Dr. Armênio afirmou ainda que quando exerce uma profissão sem estar habilitado para tal, o infrator está sujeito à pena de multa ou de prisão, razão pela qual uma ação como essa não poderia ser julgada de outra forma.
Nossa missão agora é dar continuidade ao trabalho da justiça, autuando esse pseudocorretor que, além de praticar a intermediação sem dispor do registro profissional, ainda se julgou no direito de receber honorários como corretor de imóveis, comentou o presidente do CRECISP.
A ação visava a cobrança de honorários de intermediação imobiliária e foi julgada improcedente por uma razão bastante simples: o requerente era um pseudocorretor.
O juiz fundamentou sua decisão resgatando a regulamentação da profissão, através da Lei 6.530/78, que exige o título de Técnico em Transações Imobiliárias e o devido registro no CRECI para o exercício da atividade. Pelo texto da sentença, ao admitir que alguém faça a corretagem imobiliária sem o devido credenciamento junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, estarseá admitindo que alguém tenha direitos sem que haja a respectiva obrigação e fiscalização, o que seria uma incoerência capaz de estimular o descumprimento voluntário da lei.
O Dr. Armênio afirmou ainda que quando exerce uma profissão sem estar habilitado para tal, o infrator está sujeito à pena de multa ou de prisão, razão pela qual uma ação como essa não poderia ser julgada de outra forma.
Nossa missão agora é dar continuidade ao trabalho da justiça, autuando esse pseudocorretor que, além de praticar a intermediação sem dispor do registro profissional, ainda se julgou no direito de receber honorários como corretor de imóveis, comentou o presidente do CRECISP.
CRECISP contata a Presidência da República para discutir
Na semana que antecedeu ao Carnaval, o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, entrou em contato, através de ofício, com a Presidenta Dilma Rousseff, com o objetivo de expor, novamente, o posicionamento dos corretores de imóveis de São Paulo em relação ao Programa Minha Casa, Minha Vida.
A ideia surgiu a partir de um pronunciamento da própria presidenta a um jornal de renome, no qual ela afirmava que o Programa é a estratégia central de garantia para que as famílias de baixa renda conquistem o sonho da casa própria. Viana partiu da premissa de que é impossível assegurar essa conquista enquanto o governo não mudar a estratégia do MCMV, de forma a beneficiar, efetivamente, todas as faixas de renda da população a que o Programa se propõe.
O presidente afirmou que a categoria de corretores está otimista por perceber o empenho do governo no aprimoramento contínuo das ações habitacionais. No entanto, Viana disse não acreditar que a solução para o déficit de moradias do País passe, unicamente, pelas mãos e pranchetas das construtoras.
Segundo o ofício enviado à Dilma, enquanto as incorporadoras mantiverem suas reivindicações de aumento no teto dos financiamentos, alegando preços exorbitantes de terrenos em especial nas grandes cidades , mãodeobra e material caros, serão necessárias várias revisões no Minha Casa, Minha Vida até que se obtenham resultados favoráveis à população que realmente precisa de um lar digno para viver.
Viana reiterou a intenção do CRECISP de discutir uma possível inclusão dos imóveis usados nos benefícios do Programa e se colocou à disposição da presidenta, para detalhar a proposta.
Tenho plena convicção de que somente a livre concorrência dos preços dos imóveis usados pode evitar uma alta nos valores dos imóveis novos. E não há como negar que a comercialização dessas propriedades também contribui para a geração de emprego e renda, à medida que favorece a aquisição de um imóvel novo por aqueles que negociaram um usado.
Comentando o assunto, Viana se disse preocupado com as notícias que têm sido veiculadas dando conta de que os imóveis que estão sendo entregues pelo MCMV apresentam problemas. É inaceitável que a população mais carente, além de esperar pela construção de suas casas, as receba inacabadas. Fomos informados de casos em que serão necessárias ampliações imediatas, pois a área construída é minúscula e mal comporta os móveis de uma família. E o acabamento desses imóveis também deixa a desejar, com portas e janelas frágeis e inadequadas, nem sempre bem fixadas. Isso sem mencionar a questão da infraestrutura da região, haja vista que muitos conjuntos são erguidos em bairros distantes de escolas, praças e unidades de saúde. Será que essa gente já não sofreu o suficiente? Não seria mais viável a adequação dos tantos imóveis usados vagos que o País possui a essa parcela da população? O pronto atendimento dessas famílias é a nossa principal bandeira e é isso que buscamos na nossa tentativa de sensibilizar o Governo para a causa.
Fiscalização
Ainda tratando do Programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa confirmou seu interesse em manter o Acordo de Cooperação Operacional firmado com o Sistema Cofeci/CRECI.
Com a prorrogação dessa parceria, os agentes fiscais dos Conselhos continuarão verificando os plantões de vendas de empreendimentos que se enquadram no MCMV a fim de detectar possíveis irregularidades na comercialização desses imóveis, especialmente no que tange ao valor de venda dessas propriedades.
CRECISP
A ideia surgiu a partir de um pronunciamento da própria presidenta a um jornal de renome, no qual ela afirmava que o Programa é a estratégia central de garantia para que as famílias de baixa renda conquistem o sonho da casa própria. Viana partiu da premissa de que é impossível assegurar essa conquista enquanto o governo não mudar a estratégia do MCMV, de forma a beneficiar, efetivamente, todas as faixas de renda da população a que o Programa se propõe.
O presidente afirmou que a categoria de corretores está otimista por perceber o empenho do governo no aprimoramento contínuo das ações habitacionais. No entanto, Viana disse não acreditar que a solução para o déficit de moradias do País passe, unicamente, pelas mãos e pranchetas das construtoras.
Segundo o ofício enviado à Dilma, enquanto as incorporadoras mantiverem suas reivindicações de aumento no teto dos financiamentos, alegando preços exorbitantes de terrenos em especial nas grandes cidades , mãodeobra e material caros, serão necessárias várias revisões no Minha Casa, Minha Vida até que se obtenham resultados favoráveis à população que realmente precisa de um lar digno para viver.
Viana reiterou a intenção do CRECISP de discutir uma possível inclusão dos imóveis usados nos benefícios do Programa e se colocou à disposição da presidenta, para detalhar a proposta.
Tenho plena convicção de que somente a livre concorrência dos preços dos imóveis usados pode evitar uma alta nos valores dos imóveis novos. E não há como negar que a comercialização dessas propriedades também contribui para a geração de emprego e renda, à medida que favorece a aquisição de um imóvel novo por aqueles que negociaram um usado.
Comentando o assunto, Viana se disse preocupado com as notícias que têm sido veiculadas dando conta de que os imóveis que estão sendo entregues pelo MCMV apresentam problemas. É inaceitável que a população mais carente, além de esperar pela construção de suas casas, as receba inacabadas. Fomos informados de casos em que serão necessárias ampliações imediatas, pois a área construída é minúscula e mal comporta os móveis de uma família. E o acabamento desses imóveis também deixa a desejar, com portas e janelas frágeis e inadequadas, nem sempre bem fixadas. Isso sem mencionar a questão da infraestrutura da região, haja vista que muitos conjuntos são erguidos em bairros distantes de escolas, praças e unidades de saúde. Será que essa gente já não sofreu o suficiente? Não seria mais viável a adequação dos tantos imóveis usados vagos que o País possui a essa parcela da população? O pronto atendimento dessas famílias é a nossa principal bandeira e é isso que buscamos na nossa tentativa de sensibilizar o Governo para a causa.
Fiscalização
Ainda tratando do Programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa confirmou seu interesse em manter o Acordo de Cooperação Operacional firmado com o Sistema Cofeci/CRECI.
Com a prorrogação dessa parceria, os agentes fiscais dos Conselhos continuarão verificando os plantões de vendas de empreendimentos que se enquadram no MCMV a fim de detectar possíveis irregularidades na comercialização desses imóveis, especialmente no que tange ao valor de venda dessas propriedades.
CRECISP
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
O que explica o boom imobiliário em Santos
São Paulo – Nos últimos seis anos, o preço dos imóveis disparou nas principais cidades do país. Poucos locais, entretanto, experimentaram valorização tão rápida e consistente quanto Santos, o principal município do litoral paulista. Entre 2003 e 2007, o PIB santista cresceu 115%, um percentual que faria inveja até mesmo aos chineses. Os investimentos têm sido liderados pelas empresas de transporte e logística e pela indústria de óleo e gás. Até 2020, 45 bilhões de reais devem ser investidos na cidade. Como boa parte dos ambiciosos projetos estão apenas começando a ser implementados, existe a expectativa de que os preços dos imóveis continuem pressionados no município.
A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.
O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.
Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.
Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.
Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito.
Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário.
Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.
Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.
Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade:
“O que impressiona em Santos é a velocidade de vendas, que é sempre muito rápida”, diz Marcello Arduin, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Foi o sucesso dos lançamentos já realizados que motivou a empresa a decidir pela abertura de uma sede em Santos apenas para tratar dos empreendimentos localizados no litoral paulista e no ABCD. Junto com o escritório que será aberto em Campinas, serão as primeiras sedes da Odebrecht Realizações Imobiliárias fora de capitais estaduais.
Grandes incorporadoras que atuam em Santos, como a Cyrela, a Gafisa ou a PDG, não possuem uma sede na Baixada. A decisão da Odebrecht de seguir um caminho diferente foi motivada pela dificuldade em encontrar bons terrenos na cidade. Nos bairros centrais, a escassez de terrenos levou a um aumento dos preços dos lançamentos, que já se situam nos patamares da tabela abaixo:
Com a sede, a Odebrecht terá um time de executivos dedicados exclusivamente a encontrar bons espaços para fazer lançamentos de ao menos 300 milhões de reais por ano na cidade. A tendência é de que a população comece a migrar para áreas que estão sendo revitalizadas ou que devem receber pesados investimentos nos próximos anos. Esse é o caso de bairros como Valongo e Paquetá. Se todas as obras de mobilidade urbana que estão sendo planejadas realmente saírem do papel, outras regiões também serão beneficiadas, como Cubatão, Guarujá, São Vicente e Praia Grande.
“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.
O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.
Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.
A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.
O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.
Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.
Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.
Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito.
Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário.
Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.
Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.
Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade:
“O que impressiona em Santos é a velocidade de vendas, que é sempre muito rápida”, diz Marcello Arduin, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Foi o sucesso dos lançamentos já realizados que motivou a empresa a decidir pela abertura de uma sede em Santos apenas para tratar dos empreendimentos localizados no litoral paulista e no ABCD. Junto com o escritório que será aberto em Campinas, serão as primeiras sedes da Odebrecht Realizações Imobiliárias fora de capitais estaduais.
Grandes incorporadoras que atuam em Santos, como a Cyrela, a Gafisa ou a PDG, não possuem uma sede na Baixada. A decisão da Odebrecht de seguir um caminho diferente foi motivada pela dificuldade em encontrar bons terrenos na cidade. Nos bairros centrais, a escassez de terrenos levou a um aumento dos preços dos lançamentos, que já se situam nos patamares da tabela abaixo:
Com a sede, a Odebrecht terá um time de executivos dedicados exclusivamente a encontrar bons espaços para fazer lançamentos de ao menos 300 milhões de reais por ano na cidade. A tendência é de que a população comece a migrar para áreas que estão sendo revitalizadas ou que devem receber pesados investimentos nos próximos anos. Esse é o caso de bairros como Valongo e Paquetá. Se todas as obras de mobilidade urbana que estão sendo planejadas realmente saírem do papel, outras regiões também serão beneficiadas, como Cubatão, Guarujá, São Vicente e Praia Grande.
“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.
O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.
Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.
As melhores opções para investir em imóveis
São Paulo - Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?
Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.
Terreno
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.
Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.
Imovelweb
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?
Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.
Terreno
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.
Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.
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