quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Porque a internet é uma das fontes de informações mais utilizadas pelos brasileiros?

Como comprar um imóvel na planta com segurança

Comprar um imóvel na planta é um bom negócio, desde que seja bem planejado. É preciso checar detalhes e fazer pesquisas para evitar imprevistos. Conheça agora as principais vantagens e dicas para fazer sua compra com segurança. Confira alguns cuidados que devem ser tomados antes de fazer a compra:

Faça seu orçamento: Verifique suas despesas mensais, faça um planejamento de acordo com o seu fluxo financeiro e veja o valor da prestação que cabe no seu bolso. Lembre-se de considerar despesas fixas anuais, como o IPVA, matrícula de escola e ganhos, como 13º salário e bônus. Para conquistar o imóvel, geralmente é necessário cortar gastos.

Programe-se: como o prazo de entrega do apartamento varia de 2 a 3 anos, aproveite esse período de espera para se organizar. Resolva as pendências, reveja suas contas e determine como será feita a troca do seu imóvel atual para o novo, etc.

Analise o empreendimento: Visite o decorado para ter ideia do uso dos espaços. Confira o memorial descritivo, documento que detalha os acabamentos dos apartamentos e áreas comuns.

Analise a documentação: Consulte o Registro de Incorporação no Cartório de Registro de Imóveis para saber se o projeto é regularizado perante os órgãos competentes, procedimento fundamental que garante que toda a legislação foi seguida, além de informar detalhes de como o empreendimento será entregue.

Conheça a incorporadora e a construtora: Para saber se a empresa responsável pelo empreendimento é confiável, consulte o site, se informe sobre seu histórico e visite suas obras anteriores.

Contrato: Na hora de fazer a compra, analise o contrato com cautela, tire todas as dúvidas antes de assinar e confira como estão descritas as formas de pagamento.

Fique de olho: Acompanhe o andamento da obra. Muitos sites de incorporadoras disponibilizam imagens sobre o status da construção regularmente, então aproveite essa facilidade e consulte a internet.

Estes são procedimentos que ajudam a garantir uma compra confiável e fazer do processo de aquisição um bom negócio.

Fonte Tibério

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Magnata russo compra por US$ 88 milhões apartamento mais caro de Nova York

Nova York - O magnata russo Dimitry Rybolovlev, um dos cem homens mais ricos do mundo segundo a revista 'Forbes', comprou por US$ 88 milhões o apartamento mais caro de Nova York, informou nesta segunda-feira o jornal 'The New York Observer'.

Segundo fontes do periódico, Rybolovlev adquiriu de Sandy Weill, ex-conselheiro do Citigroup, uma luxuosa cobertura de 625 metros quadrados em Central Park West, considerada a propriedade mais valiosa da história do mercado imobiliário da cidade.

O apartamento - com uma vista ampla para o Central Park e um terraço de quase 200 metros quadrados que rodeia todo o imóvel - tem dez quartos, 17 armários e tetos de mais de quatro metros de altura.

A transação supera o recorde anterior de venda de uma propriedade residencial em Nova York, estabelecido neste mesmo ano por outro russo, o compositor Igor Krutoy, que comprou por US$ 48 milhões outra residência na mesma área da cidade.

Ryobolvyev, de 45 anos, desembolsou há três anos US$ 95 milhões para adquirir do empresário americano Donald Trump sua mansão em Palm Beach, na Flórida, casa que agora é reivindicada por sua mulher como parte de um divórcio que pode custar ao magnata até US$ 6 bilhões, acrescentou o jornal nova-iorquino.

O russo também deseja imitar seu compatriota Roman Abrámovich, proprietário do clube de futebol inglês Chelsea, sendo o próximo dono do Monaco, da França, com um investimento próximo dos 200 milhões de euros.

Ryobolvyev - que neste ano ocupou a 93ª posição entre os homens mais ricos do mundo da lista da 'Forbes' com um patrimônio de US$ 8,6 bilhões - multiplicou sua fortuna em 2010, quando vendeu suas ações do fabricante de adubos russo Uralkali por US$ 6,5 bilhões, e atualmente mora no Chipre.

EXAME

Retrospectiva – Imóveis estão entre os melhores investimento de 2011

Imóveis, ouro e renda fixa largam na frente; Ibovespa perde 20% no ano
São Paulo – O ano de 2011 foi marcado pela crise europeia, que desancou as bolsas ao redor do mundo: países sofrendo com grande endividamento, líderes lentos para decidir e até questionamentos sobre a continuidade do euro apavoraram investidores que correram para ativos reais e para a renda fixa. A lenta recuperação americana não ajudou, mas a aversão generalizada ao risco levou o dólar a fechar o ano em alta.

No Brasil, o resultado não poderia ter sido diferente. O Ibovespa sofreu e os grandes destaques do ano foram os imóveis, o ouro e a renda fixa, em especial os seguros títulos públicos. A economia deve crescer cerca de 3%, menos que o esperado inicialmente, mas mesmo assim o mercado interno continua aquecido.

No meio do ano, o Banco Central decidiu iniciar um novo ciclo de queda de juros, surpreendendo o mercado, e recentemente o governo resolveu tomar novas medidas de estímulo ao consumo. A inflação, no entanto, ainda preocupa, e deve fechar o ano acima do teto da meta. Como resultado, as empresas ligadas ao mercado interno brilharam na Bolsa, assim como os títulos atrelados à inflação.

“Esse ranking de investimentos é típico de um ano de crise, em que as pessoas correm para ativos reais, como o ouro ou os imóveis”, comenta Sinara Polycarpo, superintendente de investimentos do Santander. Confira o desempenho dos investimentos no ano, em ordem decrescente de rentabilidade.

Imóveis residenciais
Ouro
Títulos públicos
Fundos de renda fixa
Fundos multimercados
Fundos DI
Dólar
Fundos imobiliários
Poupança
Fundos de ações ativos
Ibovespa
Fundos de Small Caps



Imóveis residenciais: 25%A valorização média dos imóveis residenciais foi a maior entre os investimentos brasileiros e continuou a ser uma das maiores altas imobiliárias do mundo em 2011. Os imóveis valorizaram em média 25% entre janeiro e novembro, data do último índice FipeZap, que apura os valores dos imóveis em sete capitais brasileiras.

A continuação da euforia tanto se relaciona com o bom momento da economia interna quanto com a aversão dos investidores ao risco da bolsa de valores. Em épocas de crise, o investimento em imóveis costuma ganhar espaço – até investidores estrangeiros vêm aquecendo a demanda por esses ativos no Brasil, principalmente em regiões já muito valorizadas, como a Zona Sul do Rio de Janeiro.

Por aqui, o mercado interno também continuou colaborando para que a demanda fosse maior que a oferta. O crescimento da economia e da renda, a maior oferta de crédito, os incentivos governamentais à habitação popular e os grandes investimentos em infraestrutura foram os principais motores da demanda.

As maiores altas do ano ocorreram no Rio de Janeiro (33,40%), no Recife (27,70%) e em São Paulo (25,20%). No Rio, os investimentos para grandes eventos esportivos, na exploração de petróleo e gás e na pacificação das favelas, bem como a escassez de terrenos em áreas nobres e a grande procura de investidores estrangeiros puxaram os preços para cima. Em Recife, o maior fator é o Porto de Suape, que vem atraindo mão de obra especializada para a cidade.

A alta acentuada nos preços dos imóveis, porém, pode estar perto do fim. A valorização média de 1,4% em novembro foi a menor dos últimos 15 meses. Foi o sétimo mês seguido de desaceleração no ritmo de alta, de acordo com o FipeZap. Mas essa não é uma tendência tão clara. De acordo com a última pesquisa Ibope de preços de imóveis residenciais, ainda não há sinais evidentes de desaceleração na alta dos preços.

Ouro: 20,12%

Como já é típico em anos de crise e incertezas, o ouro registrou novamente este ano uma das maiores altas anuais. A valorização de mais de 20% fez com que 100.000 reais aplicados no metal precioso se tornassem 120.000 reais até 13 de dezembro. Trata-se da busca dos investidores por proteção de seu poder de compra em ativos reais, em um momento de aversão ao risco.

“O preço do ouro praticamente multiplicou por dez nos últimos dez anos, valorizando mais do que o Ibovespa”, lembra Sinara Polycarpo, do Santander. Por ter natureza de diversificação e ser muito arriscado, podendo oscilar bruscamente, o ouro não costuma ser indicado para pessoas físicas. Uma maneira de se beneficiar da alta do metal sem ser prejudicado no caso de uma reversão da crise é aplicar em um fundo de capital protegido atrelado ao ouro, em que o investidor recebe de volta pelo menos o que aplicou.

Exame

Retrospectiva – Imóveis estão entre os melhores investimento de 2011

Imóveis, ouro e renda fixa largam na frente; Ibovespa perde 20% no ano
São Paulo – O ano de 2011 foi marcado pela crise europeia, que desancou as bolsas ao redor do mundo: países sofrendo com grande endividamento, líderes lentos para decidir e até questionamentos sobre a continuidade do euro apavoraram investidores que correram para ativos reais e para a renda fixa. A lenta recuperação americana não ajudou, mas a aversão generalizada ao risco levou o dólar a fechar o ano em alta.

No Brasil, o resultado não poderia ter sido diferente. O Ibovespa sofreu e os grandes destaques do ano foram os imóveis, o ouro e a renda fixa, em especial os seguros títulos públicos. A economia deve crescer cerca de 3%, menos que o esperado inicialmente, mas mesmo assim o mercado interno continua aquecido.

No meio do ano, o Banco Central decidiu iniciar um novo ciclo de queda de juros, surpreendendo o mercado, e recentemente o governo resolveu tomar novas medidas de estímulo ao consumo. A inflação, no entanto, ainda preocupa, e deve fechar o ano acima do teto da meta. Como resultado, as empresas ligadas ao mercado interno brilharam na Bolsa, assim como os títulos atrelados à inflação.

“Esse ranking de investimentos é típico de um ano de crise, em que as pessoas correm para ativos reais, como o ouro ou os imóveis”, comenta Sinara Polycarpo, superintendente de investimentos do Santander. Confira o desempenho dos investimentos no ano, em ordem decrescente de rentabilidade.

Imóveis residenciais
Ouro
Títulos públicos
Fundos de renda fixa
Fundos multimercados
Fundos DI
Dólar
Fundos imobiliários
Poupança
Fundos de ações ativos
Ibovespa
Fundos de Small Caps



Imóveis residenciais: 25%A valorização média dos imóveis residenciais foi a maior entre os investimentos brasileiros e continuou a ser uma das maiores altas imobiliárias do mundo em 2011. Os imóveis valorizaram em média 25% entre janeiro e novembro, data do último índice FipeZap, que apura os valores dos imóveis em sete capitais brasileiras.

A continuação da euforia tanto se relaciona com o bom momento da economia interna quanto com a aversão dos investidores ao risco da bolsa de valores. Em épocas de crise, o investimento em imóveis costuma ganhar espaço – até investidores estrangeiros vêm aquecendo a demanda por esses ativos no Brasil, principalmente em regiões já muito valorizadas, como a Zona Sul do Rio de Janeiro.

Por aqui, o mercado interno também continuou colaborando para que a demanda fosse maior que a oferta. O crescimento da economia e da renda, a maior oferta de crédito, os incentivos governamentais à habitação popular e os grandes investimentos em infraestrutura foram os principais motores da demanda.

As maiores altas do ano ocorreram no Rio de Janeiro (33,40%), no Recife (27,70%) e em São Paulo (25,20%). No Rio, os investimentos para grandes eventos esportivos, na exploração de petróleo e gás e na pacificação das favelas, bem como a escassez de terrenos em áreas nobres e a grande procura de investidores estrangeiros puxaram os preços para cima. Em Recife, o maior fator é o Porto de Suape, que vem atraindo mão de obra especializada para a cidade.

A alta acentuada nos preços dos imóveis, porém, pode estar perto do fim. A valorização média de 1,4% em novembro foi a menor dos últimos 15 meses. Foi o sétimo mês seguido de desaceleração no ritmo de alta, de acordo com o FipeZap. Mas essa não é uma tendência tão clara. De acordo com a última pesquisa Ibope de preços de imóveis residenciais, ainda não há sinais evidentes de desaceleração na alta dos preços.

Ouro: 20,12%

Como já é típico em anos de crise e incertezas, o ouro registrou novamente este ano uma das maiores altas anuais. A valorização de mais de 20% fez com que 100.000 reais aplicados no metal precioso se tornassem 120.000 reais até 13 de dezembro. Trata-se da busca dos investidores por proteção de seu poder de compra em ativos reais, em um momento de aversão ao risco.

“O preço do ouro praticamente multiplicou por dez nos últimos dez anos, valorizando mais do que o Ibovespa”, lembra Sinara Polycarpo, do Santander. Por ter natureza de diversificação e ser muito arriscado, podendo oscilar bruscamente, o ouro não costuma ser indicado para pessoas físicas. Uma maneira de se beneficiar da alta do metal sem ser prejudicado no caso de uma reversão da crise é aplicar em um fundo de capital protegido atrelado ao ouro, em que o investidor recebe de volta pelo menos o que aplicou.

Exame

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Anúncios de imóveis na internet devem conter registro de incorporação

A regra vale para os imóveis vendidos na planta. O não cumprimento implica em punição para o site e para o anunciante.

A publicidade online dos imóveis tomou uma significativa proporção. Mas a Lei nº 4.591, que trata da Lei das Incorporações, afirma que para os anúncios de imóveis na planta em veículos de comunicação, é obrigatório destacar o registro da incorporação, além das características do imóvel.

O diretor Jurídico do Instituto IBEI, Paulo Viana Cunha, afirma que, mesmo a internet sendo um fenômeno recente, os veículos ou banco de classificados online estão submetidos à esta Lei. “Os Procons e as Promotorias de Defesa do Consumidor de todo o Brasil estão atentas, podendo inclusive impor multas aos anunciantes e aos veículos de publicidade, inclusive sites que inobservarem esta obrigação”, pontua o advogado.

Penalidades

Viana ressalta que o veículo pode ser penalizado com multa no valor equivalente ao dobro do que receberam em pagamento pelo anúncio, conforme art. 64, da Lei 4.591, enquanto o empreendedor anunciante também pode ser multado, em valor graduado com base na gravidade da infração, que pode variar de 200 a 3.000.000 de UFIR ou índice equivalente. “O anunciante também pode sofrer imposição de medidas administrativas, tais como cassação de alvará ou a contrapropaganda,” pontua Viana. Tudo com amparo no Código de Defesa do Consumidor, na Lei 8.078/1990”, artigos 56, I, 57 caput e §Ú, art. 59 e art. 60.

Como anunciar corretamente

O Diretor Jurídico do IBEI explica que os requisitos para anunciar corretamente o imóvel em qualquer veículo de comunicação inclui:

- Autorização de venda ou aluguel escrita. “A falta deste documento pode gerar penalização pelo CRECI.”

- O corretor deve fazer constar do anúncio seu número de registro no CRECI, pessoa física ou jurídica.

- Ao anunciar lançamentos de imóveis na planta, não pode faltar o número do registro da incorporação.

“É também muito importante constar apenas informações verídicas, sem distorções ou exageros, haja vista que o Código de Defesa do Consumidor obriga ao cumprimento da oferta, podendo o corretor, além do construtor, serem penalizados em caso de descumprimento. O corretor pode responder civilmente pelos danos que vier a causar.

* Fonte: REDIMOB

São Paulo será a capital dos túneis e obras subterrâneas em 2012

De 20 a 22 de março de 2012, São Paulo será a capital dos túneis e estruturas subterrâneas. São esperados cerca de 600 especialistas do Brasil e do mundo nesta área. Eles irão participar do 3º Congresso Brasileiro de Túneis e Estruturas Subterrâneas (CBT) e do Seminário Internacional “South American Tunnelling – SAT’2012”, que reunirão especialistas do Brasil e no mundo nesta área.

Organizado pelo Comitê Brasileiro de Túneis, o 3º CBT/SAT’2012 acontece em momento oportuno. Os setores de infraestrutura estão superaquecidos. Com a aproximação da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, grandes empreendimentos estão sendo projetados e construídos, envolvendo obras metroviárias, portos, aeroportos, hidrelétricas, estradas, ferrovias e até um túnel submerso entre Santos e Guarujá. A engenharia de túneis será protagonista nesta empreitada de novos investimentos.

O momento é propício, portanto, para a participação da comunidade técnica nas definições envolvendo esse conjunto de obras. O objetivo final é favorecer a escolha das mais adequadas soluções e alternativas técnicas relativas a cada uma das obras.

Portal VGV