Sondagem Especial Indústria da Construção, divulgada nesta terça-feira, dia 18 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), revela que o setor da construção já percebe os efeitos positivos da Copa do Mundo de 2014. De acordo com a amostra, realizada junto a 411 empresas, sendo 212 pequenas, 149 médias e 50 grandes, no período de 1º a 15 de julho, quatro em cada cinco empresas (85%) acreditam que a Copa do Mundo gerará um impacto positivo para a Indústria da Construção.
Apenas 7% das empresas afirmam que não haverá impactos para o setor e 8% apontam que o impacto será negativo.
O aumento das obras e serviços é esperado por 95% das empresas que acreditam em benefícios para seus negócios.
Em termos de abrangência, os benefícios diversificação de produtos e/ou atividades, maior visibilidade da empresa e disponibilidade de novas tecnologias aparecem empatados, com 86% de registros.
Além disso, 71% das empresas afirmam que a falta ou alto custo da mão de obra é um obstáculo para a realização do evento; 47% das empresas acreditam que a Copa trará benefícios para a própria empresa; 18% das empresas que esperam impactos positivos já percebem esses efeitos em seus negócios, e 48% das empresas veem a burocracia do processo licitatório como um dos gargalos para a realização do evento.
Entre as grandes empresas, a expectativa de um impacto positivo para o setor é unânime.
Entre as pequenas, 81% afirmaram que o efeito positivo, contra 12% que apontam que o efeito será negativo. Clique aqui para acessar a íntegra da Sondagem Especial – Copa do Mundo de 2014.
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Corretor de imóveis devidamente credenciado no serviço público federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, CRECISP 82.114, desde 2007. Com passagens pelas maiores empresas do mercado. Tendo atuado ainda na área de crédito imobiliário pelo banco Santander. Se procura por imóvel eu serei o seu consultor. Contato - consulteocreci82114@gmail.com
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Certificação valoriza obra em 20% na construção civil
19/10/2011
Pelo significativo consumo de água, energia, madeira e matéria-prima de origem mineral, o setor da construção civil é alvo da procura por selos verdes, agregando tecnologias para evitar o desperdício de recursos naturais e o descarte de resíduos. Obras que seguem princípios ambientais atestados pelo selo custam 5% mais caro. Mas, além da redução de custos após a construção, a valorização do empreendimento para revenda é de até 20%, de acordo com dados do sistema de certificação Leed, existente em 127 países.
O aquecimento global e as ilhas de calor exigem cada vez mais a manutenção e restauração das áreas verdes nos grandes centros urbanos. Por outro lado, o conceito de sustentabilidade envolve toda a cadeia produtiva, desde o início, e na construção civil não é diferente: as práticas começam na formação e no desenvolvimento social e profissional dos trabalhadores, passando pela utilização de materiais ecologicamente corretos nas obras e, têm continuidade, na implementação de políticas de incentivo à implantação de processos limpos, que evitam o desperdício e estimulam o uso de materiais renováveis e reciclados.
Contribuindo com este pensamento, o Sindicato da Industria da Construção Civil de Teresina (SINDUSCON Teresina) tem incentivado seus associados a tomarem atitudes sustentáveis dentro de suas obras. “Ações simples melhoram o ambiente de trabalho e colaboram com o meio ambiente. Um bom exemplo é ter coletores distribuidos dentro da empresa, o que facilita a coleta seletiva e ajuda na reciclagem do material. Outra ação importante é a conscientização ambiental dos trabalhadores do setor, que pode acontecer através da distribuição de cartilhas contendo informações sobre meio ambiente, lixo, coleta seletiva e reciclagem”, aponta o presidente do SINDUSCON Teresina, Andrade Júnior.
O setor da construção é um dos maiores consumidores de insumos extraídos tanto de florestas plantadas como das áreas naturais. No entanto, menos de 5% da produção madeireira nativa é certificada, conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Mais de 40% têm origem ilegal.
Como há esquemas para fraudar o sistema de controle e a documentação, mesmo a madeira considerada legal não tem garantias quanto à extração sem práticas predatórias. "O gargalo para a expansão da certificação está na distância entre produtores e compradores. Os empresários do setor devem sempre estar atentos ao assunto e não comprar materiais irregulares”, acredita Andrade Júnior.
O destino dos resíduos sólidos da construção civil é hoje uma preocupação em todo o Brasil. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) prevê, através de resolução, que os entulhos não podem ser colocados em aterros sanitários convencionais, fato que obriga as construtoras a buscar soluções para o problema. (180 Graus
Pelo significativo consumo de água, energia, madeira e matéria-prima de origem mineral, o setor da construção civil é alvo da procura por selos verdes, agregando tecnologias para evitar o desperdício de recursos naturais e o descarte de resíduos. Obras que seguem princípios ambientais atestados pelo selo custam 5% mais caro. Mas, além da redução de custos após a construção, a valorização do empreendimento para revenda é de até 20%, de acordo com dados do sistema de certificação Leed, existente em 127 países.
O aquecimento global e as ilhas de calor exigem cada vez mais a manutenção e restauração das áreas verdes nos grandes centros urbanos. Por outro lado, o conceito de sustentabilidade envolve toda a cadeia produtiva, desde o início, e na construção civil não é diferente: as práticas começam na formação e no desenvolvimento social e profissional dos trabalhadores, passando pela utilização de materiais ecologicamente corretos nas obras e, têm continuidade, na implementação de políticas de incentivo à implantação de processos limpos, que evitam o desperdício e estimulam o uso de materiais renováveis e reciclados.
Contribuindo com este pensamento, o Sindicato da Industria da Construção Civil de Teresina (SINDUSCON Teresina) tem incentivado seus associados a tomarem atitudes sustentáveis dentro de suas obras. “Ações simples melhoram o ambiente de trabalho e colaboram com o meio ambiente. Um bom exemplo é ter coletores distribuidos dentro da empresa, o que facilita a coleta seletiva e ajuda na reciclagem do material. Outra ação importante é a conscientização ambiental dos trabalhadores do setor, que pode acontecer através da distribuição de cartilhas contendo informações sobre meio ambiente, lixo, coleta seletiva e reciclagem”, aponta o presidente do SINDUSCON Teresina, Andrade Júnior.
O setor da construção é um dos maiores consumidores de insumos extraídos tanto de florestas plantadas como das áreas naturais. No entanto, menos de 5% da produção madeireira nativa é certificada, conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Mais de 40% têm origem ilegal.
Como há esquemas para fraudar o sistema de controle e a documentação, mesmo a madeira considerada legal não tem garantias quanto à extração sem práticas predatórias. "O gargalo para a expansão da certificação está na distância entre produtores e compradores. Os empresários do setor devem sempre estar atentos ao assunto e não comprar materiais irregulares”, acredita Andrade Júnior.
O destino dos resíduos sólidos da construção civil é hoje uma preocupação em todo o Brasil. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) prevê, através de resolução, que os entulhos não podem ser colocados em aterros sanitários convencionais, fato que obriga as construtoras a buscar soluções para o problema. (180 Graus
Documentação básica necessária para pleitear financiamento para aquisição da casa própria (qualquer banco):
Documentação básica necessária para pleitear financiamento para aquisição da casa própria (qualquer banco):
Identidade
CPF
Certidão de estado civil
Conta-corrente (qualquer banco) – extrato dos últimos 90 (noventa) dias, no mínimo, comprovando movimentação.
3 (três) últimos contracheques (no mínimo)
Declaração do Imposto de Renda do último exercício (completa)/Declaração Anual de Isento (DAI)
Comprovante de residência
Não ter restrições junto ao SERASA, SPC ou BACEN
Para utilização do FGTS, anexar também:
Carteira de Trabalho
PIS
Extrato atualizado do FGTS
Regra - para a utilização do fundo de garantia, o pleiteante não pode ter imóvel próprio no Estado em que reside.
Regra geral – todo agente financeiro cobra taxas de avaliação, análise jurídica, e consultas cadastrais. O preço varia de banco para banco. As taxas de juros para financiamento variam em média de 6% a 18%, dependendo da modalidade. O comprometimento de renda varia de 25% a 30% da renda familiar, composta somente por duas (2) pessoas. A renda familiar pode ser bruta ou líquida, variando de banco para banco. Os bancos financiam em média 80% do valor do imóvel.
PASSO A PASSO
1) Saber quanto você poderá financiar, de acordo com sua renda familiar;
2) Encontrar o imóvel;
3) Entregar a documentação solicitada pelo agente financeiro para aprovação do crédito e pagar as taxas;
4) Estando tudo aprovado, providenciar as certidões negativas e pagar ITBI;
5) Assinar o contrato;
6) Registrar o contrato
Identidade
CPF
Certidão de estado civil
Conta-corrente (qualquer banco) – extrato dos últimos 90 (noventa) dias, no mínimo, comprovando movimentação.
3 (três) últimos contracheques (no mínimo)
Declaração do Imposto de Renda do último exercício (completa)/Declaração Anual de Isento (DAI)
Comprovante de residência
Não ter restrições junto ao SERASA, SPC ou BACEN
Para utilização do FGTS, anexar também:
Carteira de Trabalho
PIS
Extrato atualizado do FGTS
Regra - para a utilização do fundo de garantia, o pleiteante não pode ter imóvel próprio no Estado em que reside.
Regra geral – todo agente financeiro cobra taxas de avaliação, análise jurídica, e consultas cadastrais. O preço varia de banco para banco. As taxas de juros para financiamento variam em média de 6% a 18%, dependendo da modalidade. O comprometimento de renda varia de 25% a 30% da renda familiar, composta somente por duas (2) pessoas. A renda familiar pode ser bruta ou líquida, variando de banco para banco. Os bancos financiam em média 80% do valor do imóvel.
PASSO A PASSO
1) Saber quanto você poderá financiar, de acordo com sua renda familiar;
2) Encontrar o imóvel;
3) Entregar a documentação solicitada pelo agente financeiro para aprovação do crédito e pagar as taxas;
4) Estando tudo aprovado, providenciar as certidões negativas e pagar ITBI;
5) Assinar o contrato;
6) Registrar o contrato
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Reforma valoriza preço de imóvel em até 25%
DIÁRIO DO NORDESTE - 13/10/2011 – 00:00
Considerados um dos investimentos mais significativos da vida de qualquer pessoa, a casa ou o apartamento, em algum momento irão necessitar de reparos ou até mesmo uma reforma grande em sua estrutura.
Nesta hora, é importante o morador ter em mente a venda da propriedade, pois, além da localização dela, as mudanças poderão valorizar o preço do imóvel em até 25%, segundo o gerente de vendas da Viva Imóveis, Marcello Garcia.
De olho na possível venda, ele alerta o dono para não cometer o erro de personalizar a casa ou apartamento, pois "isso fechará oportunidades", ou seja, as pessoas poderão não gostar daquilo que foi feito e isso impede a comercialização.
Segundo Marcello, o espaço de qualquer imóvel é desenvolvido dentro de uma condição neutra, para que agrade a maioria dos públicos e esta característica deve ser mantida quando a venda poderá ser cogitada.
Orientação
O mesmo conselho é dado pelo advogado imobiliário do Rio de Janeiro, Carlos Freitas, diretor de condomínios da Primar Administradora de Bens.
"As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, que atenda às demandas do mercado", avalia ele.
Buscar arquiteto
"A grande dica é sempre buscar um profissional, um arquiteto com experiência em área interna sempre que for realizar alguma reforma", aconselha. De acordo com Marcello, esses profissionais trabalham de forma a aproveitar melhor os espaços de cada ambiente e, com isso, dão "um up grade no apartamento ou na casa", potencializando o valor a ser cobrado pelos proprietários.
Qualidade do material
Outro ponto abordado pelos dois profissionais do setor é a qualidade do material usado na reforma. Principalmente quando os arquitetos não são contratados, o proprietário deve atentar para que isso não comprometa a infraestrutura do imóvel.
"O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade", ressalta o advogado.
Espaços em foco
Afirmando que em Fortaleza - região onde atua - "encontra-se reformas conscientes e outras que depreciam o imóvel", o gerente da corretora aponta as áreas de lazer como as mais visadas no momento de reformar a propriedade.
Já Freitas, aponta como tendência nacional a cozinha e o banheiro como foco das reformas e principais cômodos no momento de análise do preço cobrado, aliados à garagem. Ele ainda aconselha que seja usado cores discretas, além de cerâmica, granito ou madeira no piso, evitando o carpete.
Considerados um dos investimentos mais significativos da vida de qualquer pessoa, a casa ou o apartamento, em algum momento irão necessitar de reparos ou até mesmo uma reforma grande em sua estrutura.
Nesta hora, é importante o morador ter em mente a venda da propriedade, pois, além da localização dela, as mudanças poderão valorizar o preço do imóvel em até 25%, segundo o gerente de vendas da Viva Imóveis, Marcello Garcia.
De olho na possível venda, ele alerta o dono para não cometer o erro de personalizar a casa ou apartamento, pois "isso fechará oportunidades", ou seja, as pessoas poderão não gostar daquilo que foi feito e isso impede a comercialização.
Segundo Marcello, o espaço de qualquer imóvel é desenvolvido dentro de uma condição neutra, para que agrade a maioria dos públicos e esta característica deve ser mantida quando a venda poderá ser cogitada.
Orientação
O mesmo conselho é dado pelo advogado imobiliário do Rio de Janeiro, Carlos Freitas, diretor de condomínios da Primar Administradora de Bens.
"As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, que atenda às demandas do mercado", avalia ele.
Buscar arquiteto
"A grande dica é sempre buscar um profissional, um arquiteto com experiência em área interna sempre que for realizar alguma reforma", aconselha. De acordo com Marcello, esses profissionais trabalham de forma a aproveitar melhor os espaços de cada ambiente e, com isso, dão "um up grade no apartamento ou na casa", potencializando o valor a ser cobrado pelos proprietários.
Qualidade do material
Outro ponto abordado pelos dois profissionais do setor é a qualidade do material usado na reforma. Principalmente quando os arquitetos não são contratados, o proprietário deve atentar para que isso não comprometa a infraestrutura do imóvel.
"O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade", ressalta o advogado.
Espaços em foco
Afirmando que em Fortaleza - região onde atua - "encontra-se reformas conscientes e outras que depreciam o imóvel", o gerente da corretora aponta as áreas de lazer como as mais visadas no momento de reformar a propriedade.
Já Freitas, aponta como tendência nacional a cozinha e o banheiro como foco das reformas e principais cômodos no momento de análise do preço cobrado, aliados à garagem. Ele ainda aconselha que seja usado cores discretas, além de cerâmica, granito ou madeira no piso, evitando o carpete.
O que você deve perguntar antes de comprar um imóvel
Com as perguntas certas às pessoas certas, o comprador pode descobrir se o imóvel será um bom lar ou investimento rentável
EXAME - 14/10/2011 – 08:19
Investir diretamente em imóveis é bem diferente de aplicar em um fundo. Não tem prospecto, nem regulamento – escolher o melhor imóvel demanda, isso sim, bater muito papo e muita perna. Seja para morar, para obter renda com aluguel ou ainda para lucrar com a valorização, andar pela região desejada e fazer as perguntas certas às pessoas certas faz toda diferença na hora de comprar uma propriedade.
Mas o que, de fato, o comprador precisa saber antes de embarcar num negócio desse porte? Que informações deve tentar extrair, e de quem? Em seu livro "Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio", o economista Luiz Calado aconselha que a pesquisa pelo imóvel ideal seja feita em pelo menos duas etapas: primeiro à distância, pela internet e meios de comunicação, para o comprador ter ideia dos preços praticados no mercado pelo qual se interessa e identificar as propostas de desenvolvimento que possam impactá-lo no futuro; e uma pesquisa presencial, para checar essas informações e conversar com quem realmente conhece a região desejada.
O comprador da casa própria
Esse é o sujeito que pode se preocupar menos com a valorização do imóvel e mais com o seu conforto e felicidade pessoal. Esse comprador pode e deve se imaginar morando no imóvel por um período de, no mínimo, cinco anos, para que o investimento se justifique. Dependendo da valorização da região, inclusive, alugar pode ser mais vantajoso que comprar. "Se a pessoa pretende ainda estar morando ali depois de casar, por exemplo, deve comprar o imóvel de um tamanho que já vislumbre a chegada dos filhos", exemplifica Luiz Calado, em entrevista a EXAME.com.
Assim, a pesquisa à distância deve priorizar os preços praticados na região desejada. As visitas, por sua vez, não devem se concentrar apenas no imóvel em si, mas também nos arredores. Conversar com pessoas que morem ou trabalhem na região faz, nesse caso, uma grande diferença, porque o comprador quer saber: o local é seguro? Há feira livre na rua? O imóvel é próximo ao que ele considera importante (mercado, academia de ginástica, farmácia, trabalho, transporte público)? O local é sossegado ou barulhento? Tem como parar o carro na frente do prédio?
O investidor imobiliário
Primeira coisa que o investidor tem que fazer é não se ver no imóvel. O bom investimento não é aquele onde ele moraria, mas sim aquele que é mais demandado no mercado, seja de aluguel, seja de venda. "As pessoas tem uma ideia fixa em comprar apartamento de três quartos para investir. Quando o sujeito atinge os seus 45 anos e mora num três quartos com sua família, ele acha que, para investir, tem que comprar um imóvel semelhante. Não olhe para si mesmo, e sim para a demanda do mercado", aconselha Calado, em entrevista.
Ou seja, o mais importante é saber onde está, ou melhor, onde estará a maior demanda de imóveis para locação ou venda, dependendo do objetivo do investidor. Não importa o número de quartos, se tem ou não garagem ou se o imóvel fica na sua cidade ou perto da sua residência. Existem algumas maneiras de descobrir qual o imóvel que você busca. Veja as dicas na próxima página:
1. Tente se antecipar às melhorias que valorizam as regiões
Durante a etapa de pesquisa à distância – por meio de internet, jornais e revistas, por exemplo – procure se informar sobre empreendimentos futuros que possam vir a valorizar determinadas regiões. Verifique aonde deve chegar metrô, uma nova fábrica, um centro comercial, um novo porto ou plataforma de petróleo, num futuro não muito próximo, e tente se antecipar aos demais compradores. Essa dica é especialmente valiosa para quem quer lucrar com a valorização do imóvel. Como exemplos, Luiz Calado citou, à EXAME.com, a região em torno do estádio do Corinthians, na zona leste de São Paulo (foto), e a cidade paulista de Piracicaba, onde está em construção uma fábrica da Hyundai. Nem sempre esses imóveis estarão perto da sua casa, porém. Não os descarte, a menos que não tenha como conhecer a região de perto.
2. Converse com especialistas em mercado imobiliário
Corretores respiram imóveis e podem nutrir o comprador de informações importantes que vão ajudá-lo a imaginar não a si mesmo, mas o seu público-alvo morando no imóvel. Por exemplo, quem deseja comprar um imóvel para alugar, pode ligar primeiro para a área de locação das imobiliárias e conversar cinco minutos com o corretor sobre o perfil dos imóveis mais demandados e das pessoas que mais procuram imóvel para alugar. São jovens solteiros? Idosos que não moram mais com os filhos? Famílias inteiras? Só tenho dinheiro para comprar um apartamento de um quarto, onde esse tipo de imóvel é mais procurado? Com o perfil do locatário em mãos fica mais fácil imaginar que tipo de imóvel o agradaria, tirando suas próprias preferências da jogada.
3. Converse com as pessoas que moram e trabalham na região desejada
Uma maneira mais informal de saber sobre a demanda em determinada região é conversar com os porteiros dos prédios. "Eles estão na linha de frente para dar informação às pessoas que procuram apartamentos para alugar ou comprar, e em geral são menos tímidos para conversar. Na maioria das vezes, também são pessoas desinteressadas, que vão ser sinceras", diz Luiz Calado.
Eles podem informar qual é o tipo de pessoa que procura imóveis naquela região, por exemplo, e se aparece muita gente buscando apartamento para alugar. Se a ideia é lucrar com a valorização de um imóvel, e não com o aluguel, é uma boa perguntar aos porteiros se há imóveis vazios e fechados no prédio e tentar entrar em contato com o proprietário. Assim, o comprador pode se antecipar aos corretores e comprar um imóvel depreciado, que sequer estava à venda.
Vizinhos e trabalhadores do comércio local também podem ser boas fontes desse tipo de informação, embora com menos precisão que os porteiros. "Quem for mais assanhado pode tentar conversar com os síndicos dos prédios", lembra Calado. Ele frisa, no entanto, que esta não é uma prática corriqueira, e que alguns síndicos podem estranhar a atitude. É preciso ser delicado e bastante claro na abordagem.
4. Procure imóveis depreciados
Essa dica se aplica a qualquer tipo de comprador de imóvel – mesmo quem busca a casa própria – mas é especialmente valiosa para quem quer lucrar com a valorização. Propriedades que precisem de reformas superficiais podem ser ótimos negócios, especialmente se o comprador se antecipar e entrar em contato com o proprietário, mesmo que o imóvel não esteja à venda. "Em geral, o fato de o imóvel estar mal cuidado já reflete certa fragilidade financeira do vendedor, o que pode refletir em uma maior vontade dele de vender (aumentando a probabilidade de um desconto maior)", diz Luiz Calado em seu livro.
Procure saber um pouco sobre a história de vida do vendedor e a razão de querer se desfazer do imóvel. Para essa tarefa, até os vizinhos podem ajudar. Se o proprietário tiver pressa, é possível conseguir um bom desconto. Um bom exemplo são os casais recém-separados, que muitas vezes querem vender a casa o quanto antes.
EXAME - 14/10/2011 – 08:19
Investir diretamente em imóveis é bem diferente de aplicar em um fundo. Não tem prospecto, nem regulamento – escolher o melhor imóvel demanda, isso sim, bater muito papo e muita perna. Seja para morar, para obter renda com aluguel ou ainda para lucrar com a valorização, andar pela região desejada e fazer as perguntas certas às pessoas certas faz toda diferença na hora de comprar uma propriedade.
Mas o que, de fato, o comprador precisa saber antes de embarcar num negócio desse porte? Que informações deve tentar extrair, e de quem? Em seu livro "Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio", o economista Luiz Calado aconselha que a pesquisa pelo imóvel ideal seja feita em pelo menos duas etapas: primeiro à distância, pela internet e meios de comunicação, para o comprador ter ideia dos preços praticados no mercado pelo qual se interessa e identificar as propostas de desenvolvimento que possam impactá-lo no futuro; e uma pesquisa presencial, para checar essas informações e conversar com quem realmente conhece a região desejada.
O comprador da casa própria
Esse é o sujeito que pode se preocupar menos com a valorização do imóvel e mais com o seu conforto e felicidade pessoal. Esse comprador pode e deve se imaginar morando no imóvel por um período de, no mínimo, cinco anos, para que o investimento se justifique. Dependendo da valorização da região, inclusive, alugar pode ser mais vantajoso que comprar. "Se a pessoa pretende ainda estar morando ali depois de casar, por exemplo, deve comprar o imóvel de um tamanho que já vislumbre a chegada dos filhos", exemplifica Luiz Calado, em entrevista a EXAME.com.
Assim, a pesquisa à distância deve priorizar os preços praticados na região desejada. As visitas, por sua vez, não devem se concentrar apenas no imóvel em si, mas também nos arredores. Conversar com pessoas que morem ou trabalhem na região faz, nesse caso, uma grande diferença, porque o comprador quer saber: o local é seguro? Há feira livre na rua? O imóvel é próximo ao que ele considera importante (mercado, academia de ginástica, farmácia, trabalho, transporte público)? O local é sossegado ou barulhento? Tem como parar o carro na frente do prédio?
O investidor imobiliário
Primeira coisa que o investidor tem que fazer é não se ver no imóvel. O bom investimento não é aquele onde ele moraria, mas sim aquele que é mais demandado no mercado, seja de aluguel, seja de venda. "As pessoas tem uma ideia fixa em comprar apartamento de três quartos para investir. Quando o sujeito atinge os seus 45 anos e mora num três quartos com sua família, ele acha que, para investir, tem que comprar um imóvel semelhante. Não olhe para si mesmo, e sim para a demanda do mercado", aconselha Calado, em entrevista.
Ou seja, o mais importante é saber onde está, ou melhor, onde estará a maior demanda de imóveis para locação ou venda, dependendo do objetivo do investidor. Não importa o número de quartos, se tem ou não garagem ou se o imóvel fica na sua cidade ou perto da sua residência. Existem algumas maneiras de descobrir qual o imóvel que você busca. Veja as dicas na próxima página:
1. Tente se antecipar às melhorias que valorizam as regiões
Durante a etapa de pesquisa à distância – por meio de internet, jornais e revistas, por exemplo – procure se informar sobre empreendimentos futuros que possam vir a valorizar determinadas regiões. Verifique aonde deve chegar metrô, uma nova fábrica, um centro comercial, um novo porto ou plataforma de petróleo, num futuro não muito próximo, e tente se antecipar aos demais compradores. Essa dica é especialmente valiosa para quem quer lucrar com a valorização do imóvel. Como exemplos, Luiz Calado citou, à EXAME.com, a região em torno do estádio do Corinthians, na zona leste de São Paulo (foto), e a cidade paulista de Piracicaba, onde está em construção uma fábrica da Hyundai. Nem sempre esses imóveis estarão perto da sua casa, porém. Não os descarte, a menos que não tenha como conhecer a região de perto.
2. Converse com especialistas em mercado imobiliário
Corretores respiram imóveis e podem nutrir o comprador de informações importantes que vão ajudá-lo a imaginar não a si mesmo, mas o seu público-alvo morando no imóvel. Por exemplo, quem deseja comprar um imóvel para alugar, pode ligar primeiro para a área de locação das imobiliárias e conversar cinco minutos com o corretor sobre o perfil dos imóveis mais demandados e das pessoas que mais procuram imóvel para alugar. São jovens solteiros? Idosos que não moram mais com os filhos? Famílias inteiras? Só tenho dinheiro para comprar um apartamento de um quarto, onde esse tipo de imóvel é mais procurado? Com o perfil do locatário em mãos fica mais fácil imaginar que tipo de imóvel o agradaria, tirando suas próprias preferências da jogada.
3. Converse com as pessoas que moram e trabalham na região desejada
Uma maneira mais informal de saber sobre a demanda em determinada região é conversar com os porteiros dos prédios. "Eles estão na linha de frente para dar informação às pessoas que procuram apartamentos para alugar ou comprar, e em geral são menos tímidos para conversar. Na maioria das vezes, também são pessoas desinteressadas, que vão ser sinceras", diz Luiz Calado.
Eles podem informar qual é o tipo de pessoa que procura imóveis naquela região, por exemplo, e se aparece muita gente buscando apartamento para alugar. Se a ideia é lucrar com a valorização de um imóvel, e não com o aluguel, é uma boa perguntar aos porteiros se há imóveis vazios e fechados no prédio e tentar entrar em contato com o proprietário. Assim, o comprador pode se antecipar aos corretores e comprar um imóvel depreciado, que sequer estava à venda.
Vizinhos e trabalhadores do comércio local também podem ser boas fontes desse tipo de informação, embora com menos precisão que os porteiros. "Quem for mais assanhado pode tentar conversar com os síndicos dos prédios", lembra Calado. Ele frisa, no entanto, que esta não é uma prática corriqueira, e que alguns síndicos podem estranhar a atitude. É preciso ser delicado e bastante claro na abordagem.
4. Procure imóveis depreciados
Essa dica se aplica a qualquer tipo de comprador de imóvel – mesmo quem busca a casa própria – mas é especialmente valiosa para quem quer lucrar com a valorização. Propriedades que precisem de reformas superficiais podem ser ótimos negócios, especialmente se o comprador se antecipar e entrar em contato com o proprietário, mesmo que o imóvel não esteja à venda. "Em geral, o fato de o imóvel estar mal cuidado já reflete certa fragilidade financeira do vendedor, o que pode refletir em uma maior vontade dele de vender (aumentando a probabilidade de um desconto maior)", diz Luiz Calado em seu livro.
Procure saber um pouco sobre a história de vida do vendedor e a razão de querer se desfazer do imóvel. Para essa tarefa, até os vizinhos podem ajudar. Se o proprietário tiver pressa, é possível conseguir um bom desconto. Um bom exemplo são os casais recém-separados, que muitas vezes querem vender a casa o quanto antes.
Aquecimento do mercado imobiliário aumenta número de corretores
TERRA - 13/10/2011 – 02:30
O déficit habitacional no Brasil está longe de ser liquidado. Mesmo assim a distância entre os imóveis e os futuros proprietários é reduzida com a presença do corretor de imóveis. A carreira é promissora, são diversas áreas de atuação para escolher e o número de profissionais não para de crescer. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), em pouco mais de três anos o número de corretores credenciados superou os 10 mil. Isso representa um aumento de 43% no período analisado, que foi de dezembro de 2007 a junho de 2011.
Para Antônio José da Silva, presidente da Primar Administradora de Bens, a realização de grandes eventos no Brasil, como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, contribuem para o aumento de pessoas interessadas em atuar no ramo. “Um fato que atrai os profissionais são as comissões. Nem todas as empresas trabalham com base salarial, mas ao vender um imóvel o corretor pode ganhar até 6% de comissão. Ou seja, na venda um apartamento de R$ 200 mil o ganho pode chegar a 12 mil”, aponta.
Basicamente, o corretor imobiliário é responsável pela intermediação entre o cliente que compra e o que vende em uma transação imobiliária, mas há outras tarefas. Independente do tipo de imóvel, urbano ou rural, um especialista é fundamental para garantir a segurança do negócio. “Dificilmente os envolvidos na transação se conhecem e há um trâmite complicado até a efetuação da venda, que pode ser descomplicado com a ajuda de um corretor. O profissional conhece bem o mercado imobiliário e isso é imprescindível”, afirma.
A falta de qualificação profissional é uma das principais queixas do mercado imobiliário, por isso para se dar bem é preciso se preparar. Quem deseja atuar na gestão de imóveis pode ingressar no ensino superior e fazer o curso de Ciências Imobiliárias, que confere o diploma de bacharel aos alunos e tem duração de quatro anos. Outras opções são o curso de Gestão Imobiliária, que dura dois anos, ou o Técnico em Transações Imobiliárias, que tem a duração de apenas um ano. É possível ainda fazer o exame de proficiência para poder exercer a profissão.
Silva lembra que a carreira legal exige ainda o credenciamento junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Além da especialização, os candidatos a corretores devem ter algumas aptidões para lidar mais facilmente com as dificuldades do percurso. “Gosto por vendas e por lidar com o público, paciência, bom humor, carisma, dedicação, capacidade de argumentação, boa aparência e raciocínio aguçado são características fundamentais para atuar no ramo imobiliário”, destaca.
O corretor de imóveis tem como principais atividades a coordenação da venda, locação, permuta e incorporação de imóveis, apresentação de imóveis aos interessados, a verificação do andamento de construções e a reunião de documentos e papéis necessários a negociação. “O gestor de imóveis tem que se manter informado sobre o planejamento urbano da cidade, especialmente nas regiões onde estão localizados os imóveis de sua responsabilidade, as alterações na legislação e outras informações que possam influenciar a negociação imobiliária”, ressalta.
Imobiliárias, construtoras, consórcios imobiliários, cartórios de registros de imóveis, leilões e empresas de loteamento e planejamento de imóveis são alguns dos locais onde o corretor pode trabalhar. “O profissional pode se especializar em um segmento da área imobiliária. Ele pode ser especialista na negociação de imóveis usados, comerciais, residenciais, urbanos ou rurais, lançamentos, loteamentos, administração de aluguéis e de condomínios, avaliações, consultoria no processo de comercialização de imóveis e despachantes imobiliários”, explica.
O déficit habitacional no Brasil está longe de ser liquidado. Mesmo assim a distância entre os imóveis e os futuros proprietários é reduzida com a presença do corretor de imóveis. A carreira é promissora, são diversas áreas de atuação para escolher e o número de profissionais não para de crescer. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), em pouco mais de três anos o número de corretores credenciados superou os 10 mil. Isso representa um aumento de 43% no período analisado, que foi de dezembro de 2007 a junho de 2011.
Para Antônio José da Silva, presidente da Primar Administradora de Bens, a realização de grandes eventos no Brasil, como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, contribuem para o aumento de pessoas interessadas em atuar no ramo. “Um fato que atrai os profissionais são as comissões. Nem todas as empresas trabalham com base salarial, mas ao vender um imóvel o corretor pode ganhar até 6% de comissão. Ou seja, na venda um apartamento de R$ 200 mil o ganho pode chegar a 12 mil”, aponta.
Basicamente, o corretor imobiliário é responsável pela intermediação entre o cliente que compra e o que vende em uma transação imobiliária, mas há outras tarefas. Independente do tipo de imóvel, urbano ou rural, um especialista é fundamental para garantir a segurança do negócio. “Dificilmente os envolvidos na transação se conhecem e há um trâmite complicado até a efetuação da venda, que pode ser descomplicado com a ajuda de um corretor. O profissional conhece bem o mercado imobiliário e isso é imprescindível”, afirma.
A falta de qualificação profissional é uma das principais queixas do mercado imobiliário, por isso para se dar bem é preciso se preparar. Quem deseja atuar na gestão de imóveis pode ingressar no ensino superior e fazer o curso de Ciências Imobiliárias, que confere o diploma de bacharel aos alunos e tem duração de quatro anos. Outras opções são o curso de Gestão Imobiliária, que dura dois anos, ou o Técnico em Transações Imobiliárias, que tem a duração de apenas um ano. É possível ainda fazer o exame de proficiência para poder exercer a profissão.
Silva lembra que a carreira legal exige ainda o credenciamento junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Além da especialização, os candidatos a corretores devem ter algumas aptidões para lidar mais facilmente com as dificuldades do percurso. “Gosto por vendas e por lidar com o público, paciência, bom humor, carisma, dedicação, capacidade de argumentação, boa aparência e raciocínio aguçado são características fundamentais para atuar no ramo imobiliário”, destaca.
O corretor de imóveis tem como principais atividades a coordenação da venda, locação, permuta e incorporação de imóveis, apresentação de imóveis aos interessados, a verificação do andamento de construções e a reunião de documentos e papéis necessários a negociação. “O gestor de imóveis tem que se manter informado sobre o planejamento urbano da cidade, especialmente nas regiões onde estão localizados os imóveis de sua responsabilidade, as alterações na legislação e outras informações que possam influenciar a negociação imobiliária”, ressalta.
Imobiliárias, construtoras, consórcios imobiliários, cartórios de registros de imóveis, leilões e empresas de loteamento e planejamento de imóveis são alguns dos locais onde o corretor pode trabalhar. “O profissional pode se especializar em um segmento da área imobiliária. Ele pode ser especialista na negociação de imóveis usados, comerciais, residenciais, urbanos ou rurais, lançamentos, loteamentos, administração de aluguéis e de condomínios, avaliações, consultoria no processo de comercialização de imóveis e despachantes imobiliários”, explica.
As ações do setor imobiliário que valem a pena
Gustavo Kahil, de Eduardo Monteiro/EXAME.com
Em uma visão de longo prazo, o banco reiterou a recomendação de compra dos papéis da PDG e da Even
São Paulo – O setor imobiliário é mais um entre os vários segmentos da economia que têm sido castigados na bolsa brasileira, mas um olhar mais atento para as empresas listadas pode revelar oportunidades interessantes e de menor risco. Essa é a avaliação Goldman Sachs, que divulgou nesta semana um relatório com a lista das melhores pedidas.
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Os analistas Leonardo Zambolin e Bianca C.M. Cassarino destacam que as ações têm sido punidas tanto por riscos macroeconômicos – o risco de uma reviravolta da economia mundial e a inflação no Brasil – quanto por razões micro – baixa visibilidade dos fluxos de caixa, problemas de execução, limitações de crescimento, etc.
O Imob, índice que acompanha as ações do setor, tem queda de 25% no ano.
“Nós compartilhamos as preocupações, porém acreditamos que o mercado poderia estar de olho nos segmentos de menor risco e nos fortes fundamentos para o setor imobiliário residencial, especialmente pela perspectiva de demanda”, afirma a análise. O banco revelou a preferência pelas corretoras de imóveis.
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