quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Jovens investem no primeiro imóvel

Atualmente, os jovens estão comprando o primeiro imóvel cada vez mais cedo, tanto para morar quanto para investir. O aumento da renda, estabilidade financeira, juros menores e prazos maiores de financiamento são fatores que estão contribuindo para a independência desse público. Eles têm de 20 a 35 anos, são solteiros ou recém-casados, sendo que a maioria pertence à classe média, trabalha, estuda e não tem tempo de ficar em casa.

Segundo pesquisas, os compradores desse novo perfil apresentam altas taxas de escolaridade e renda, preferem morar perto da casa dos pais em apartamentos compactos, de boa localização e com potencial de valorização.

Isso ocorre porque as novas condições da vida moderna fazem com que esses jovens escolham apartamentos com espaços otimizados, que são mais práticos, fáceis de limpar e arrumar.

Além de buscarem imóveis que possuam área de lazer completa, uma alternativa funcional que ajuda a economizar tempo e oferece conforto e segurança.

Essa nova demanda se deve ao fato de que grande parte desse público está saindo da casa dos pais porque está com condições de adquirir um imóvel, ou seja, eles tiveram a chance de estudar, arrumar um bom emprego e poupar dinheiro para investir no primeiro apartamento.
Estes novos compradores aquecem o mercado imobiliário e têm a oportunidade de realizar o sonho da casa própria mais cedo.

O papel decisivo do corretor imobiliário

O crescimento constante do mercado imobiliário no Brasil mostra que as condições para adquirir imóveis estão cada vez melhores. Opções acessíveis de financiamento e a estabilidade econômica do comprador estão contribuindo para a ascensão do setor e facilitando na hora de adquirir um bem.

Mas para escolher o imóvel certo é preciso saber pesquisar, por isso, a ajuda de um corretor imobiliário é indispensável. Além de ter influência direta no crescimento do setor, o corretor é o profissional que cria alternativas e possibilidades, participando diretamente do maior sonho do cliente: a casa própria.

Ele é o intermediário entre o comprador e o vendedor que conhece todos os processos de comercialização de imóveis. É bem preparado e está sempre atualizado sobre o mercado, portanto, é a pessoa ideal para prestar um serviço de qualidade, poupar o comprador das burocracias e auxiliar na decisão do cliente.

Na hora de escolher um imóvel, procure por corretores registrados, que se preocupam com as suas necessidades e que não hesitem em esclarecer todas as suas dúvidas. Um bom corretor conhece bem o produto e entende as suas necessidades em termos financeiros, de localidade, de acesso aos meios de transporte, segurança e facilidades.



             
             

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SP: residências de até 130 metros quadrados foram as mais vendidas em julho

Por InfoMoney, InfoMoney
 
SÃO PAULO - As unidades residenciais de até 130 metros quadrados na cidade de São Paulo representaram 94,4% das vendas imobiliárias no mês de julho, de acordo com levantamento divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta segunda-feira (19).
Dentro deste segmento, os imóveis com área útil entre 46m2 e 65m2 se destacaram, ao responder por 44,8% dos negócios efetuados na cidade. Foram 1.219 unidades vendidas no sétimo mês, o que levou a um índice de 20,2% de VSO (venda sobre oferta), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente.
Na sequência, estão os imóveis entre 66m2 e 85m2, cuja participação nas comercializações atingiu 29,3%. Ao todo, 798 unidades foram negociadas em julho e o VSO para esse segmento foi de 18,9%.
Imóveis com área entre 86m2 e 130m2 e com área inferior a 45m2 registraram as menores representatividades no grupo, com participações respectivas de 12% e 8,3% do total das vendas. No primeiro caso, 328 unidades foram comercializadas, enquanto no segundo foram 227 imóveis. Já o VSO das unidades foi de 11,5% e 29,8%.
Acima de 130m2
As unidades acima de 130m2 na cidade de São Paulo somaram 5,5% das vendas imobiliárias em julho. Segundo dados do Secovi-SP, imóveis entre 131m2 e 180m2 apresentaram o maior nível de participação nas negociações deste grupo, de 4,1%. Este segmento teve 111 unidades vendidas, registrando VSO de 7,6%.
Já os imóveis com área superior a 180m2 tiveram participação de apenas 1,4% nas vendas na capital paulista, com 39 unidades residenciais vendidas. O VSO deste segmento foi de 5,2%.
Resultados
Ao longo do mês de julho, foram comercializados na cidade de São Paulo 2.722 imóveis residenciais novos. O VSO (Vendas sobre Ofertas) ficou na média de 16,9% no período.

FGTS poderá ser usado para pagar prestações da casa própria em atraso

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 21/9/2011 17:09
 
SÃO PAULO – A Comissão de Assuntos Sociais analisa o projeto de lei 158/11, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que dá o direito ao trabalhador de usar o recurso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar prestações da casa própria em atraso.
De acordo com a Agência Senado, a proposta já tem a aprovação do relator, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Para inibir o risco de inadimplência frequente, o relator da proposta, decidiu estabelecer que somente poderão ser feitos dois saques do FGTS para pagamento de prestações vencidas.
Para sacar o benefício, o trabalhador terá que comprovar ter sofrido perda de renda que o impediu de pagar em dia o financiamento da casa própria.
Saques realizados no primeiro semestre
Só no primeiro semestre do ano foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, o que totaliza 16,7 bilhões de saques, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal, divulgados pela Agência Brasil.
A maior parte dos saques - cerca de 60% ou R$ 17,39 bilhões - foi destinada para trabalhadores demitidos sem justa causa. Os saques por aposentadoria representam 14% ou cerca de R$ 3,91 bilhões.
Em seguida, aparecem os saques para compra da casa própria, com 13,1% ( R$ 3,67 bilhões), e 10,6% foram sacados para tratamento de saúde (casos de doenças graves) e casos de calamidade pública (R$ 2,95 bilhões).

Lançamento de imóveis em SP sobe 5,8% em julho

Os lançamentos de unidades residenciais no município de São Paulo somaram 2.732 em julho deste ano, com queda de 13,7% em relação a junho de 2011 (3.167 unidades). Ante julho de2010, entretanto, houve alta de 5,8%. Os dados são da (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), divulgados hoje pela Embraesp. Os imóveis de dois dormitórios destacaram-se no mês, com 1.405 unidades e participação de 51,4% no total lançado.
No acumulado de janeiro a julho, as empresas lançaram um total de 16.724 unidades na cidade de São Paulo, com crescimento de 3,5% em relação a igual período de 2010 (com 16.163 unidades lançadas).
As vendas e lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), composta por 39 municípios, incluindo a Capital, contabilizou 4.554 vendas, volume 7,6% inferior ao percebido em junho (4.962 unidades).
Unidades de dois dormitórios ampliaram a participação na RMSP, respondendo por 60,5% do total negociado, ante os 49,4% registrados na Capital. Quanto ao desempenho, o indicador VSO (Vendas Sobre Oferta) da região ficou em 14,7% no sétimo mês do ano, contra 15,8% de junho.
Os lançamentos aumentaram 8,8% em relação ao mês anterior: 5.393 unidades em julho e 4.956 unidades em junho, segundo a Embraesp. O município de São Paulo representou praticamente a metade (50,7%) do total lançado da RMSP.
As vendas em 2011 acumulam 28.732 unidades, volume inferior aos 37.897 imóveis comercializados no ano passado. Os lançamentos acumulados no período, de 30.132 unidades, também ficaram abaixo do total ofertado em 2010, de 31.279 unidades residenciais. (Redação - Agência IN)

Lançamento de imóveis em SP sobe 5,8% em julho

Os lançamentos de unidades residenciais no município de São Paulo somaram 2.732 em julho deste ano, com queda de 13,7% em relação a junho de 2011 (3.167 unidades). Ante julho de2010, entretanto, houve alta de 5,8%. Os dados são da (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), divulgados hoje pela Embraesp. Os imóveis de dois dormitórios destacaram-se no mês, com 1.405 unidades e participação de 51,4% no total lançado.
No acumulado de janeiro a julho, as empresas lançaram um total de 16.724 unidades na cidade de São Paulo, com crescimento de 3,5% em relação a igual período de 2010 (com 16.163 unidades lançadas).
As vendas e lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), composta por 39 municípios, incluindo a Capital, contabilizou 4.554 vendas, volume 7,6% inferior ao percebido em junho (4.962 unidades).
Unidades de dois dormitórios ampliaram a participação na RMSP, respondendo por 60,5% do total negociado, ante os 49,4% registrados na Capital. Quanto ao desempenho, o indicador VSO (Vendas Sobre Oferta) da região ficou em 14,7% no sétimo mês do ano, contra 15,8% de junho.
Os lançamentos aumentaram 8,8% em relação ao mês anterior: 5.393 unidades em julho e 4.956 unidades em junho, segundo a Embraesp. O município de São Paulo representou praticamente a metade (50,7%) do total lançado da RMSP.
As vendas em 2011 acumulam 28.732 unidades, volume inferior aos 37.897 imóveis comercializados no ano passado. Os lançamentos acumulados no período, de 30.132 unidades, também ficaram abaixo do total ofertado em 2010, de 31.279 unidades residenciais. (Redação - Agência IN)